O que os "Ursos" podem ensinar à Cachinhos Dourados | Frank Strona | TEDxProvincetown
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0:07 - 0:08Eu sou gordo.
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0:09 - 0:11Eu sei que eu sou.
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0:11 - 0:15E sei disso porque cresci escutando isso.
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0:15 - 0:16Mas tudo bem.
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0:17 - 0:19OK, todo mundo sofreu na escola.
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0:19 - 0:23Alguns de nós eram magros na adolescência
e de repente, quando bateram os 40, -
0:24 - 0:26nos perguntamos:
"De onde veio esse peso extra?" -
0:27 - 0:29Alguns foram grandes a vida toda,
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0:29 - 0:31e isso agora é aceitável.
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0:32 - 0:36O motivo disso é que existe um mundo
e uma cultura da qual eu participo -
0:36 - 0:37chamada "Ursos."
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0:38 - 0:42É muito mais multidimensional
do que as pessoas acham. -
0:42 - 0:47Eles prosperam na diversidade,
de cor, de tamanho. -
0:49 - 0:52E, tenho que dizer,
eles prosperam no humor. -
0:52 - 0:57Se você rir de si mesmo primeiro,
ninguém pode te fazer sentir mal. -
0:58 - 1:00Então, eu sou o que chamam de urso.
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1:00 - 1:01(Risos)
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1:02 - 1:05Mas, principalmente,
sou um "daddy", ou "urso papai". -
1:05 - 1:07(Risos)
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1:08 - 1:10Portanto, o cabelo cinza é real.
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1:10 - 1:12Não é retocado. É assim de verdade.
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1:12 - 1:16Ganhei cada uma dessas mechas cinzas.
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1:16 - 1:20E, essa cultura, essa comunidade,
esse movimento, -
1:21 - 1:24nós tivemos que criar sozinhos.
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1:24 - 1:27A sociedade nunca nos enxergou.
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1:27 - 1:30E quando enxergava, nos via como héteros.
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1:31 - 1:34Éramos aqueles que trabalhavam em eventos.
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1:34 - 1:37Trabalhávamos como seguranças
ou nas lanchonetes. -
1:37 - 1:39Então, nós realmente queríamos participar,
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1:39 - 1:42mas sabíamos que não
estaríamos nas passarelas. -
1:42 - 1:44Nós não estaríamos nos cartazes.
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1:44 - 1:48Sabíamos que essa era
a única comunidade que tínhamos. -
1:48 - 1:51A fusão e o desenvolvimento
desta comunidade -
1:51 - 1:55permitiu que vários tipos de pessoas
encontrassem um novo lugar. -
1:56 - 1:58Somos médicos, somos das Forças Armadas.
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1:59 - 2:01Nós ensinamos, escrevemos, entretemos.
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2:01 - 2:03Estamos em todos lugares.
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2:03 - 2:05Na verdade, até criamos
nossas próprias famílias, -
2:05 - 2:07e algumas dessas famílias são da realeza.
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2:08 - 2:11Estamos em todos os lugares.
Gostamos dessa experiência. -
2:11 - 2:15Nós até temos nossa
própria linguagem não oficial: -
2:15 - 2:19"husbear" ou "marido urso",
"bearfriend" ou "amigo urso"... -
2:19 - 2:23E sabe aquelas cantadas
que incomodam muitas pessoas? -
2:23 - 2:25Nós também temos as nossas.
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2:25 - 2:26Usamos "Grrr!"
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2:26 - 2:28Ou "Woof!"
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2:28 - 2:32Surgimos e nos desenvolvemos em uma era
que dizia que você tinha que ser magro, -
2:32 - 2:36que você tinha que parecer
com o boneco Ken: -
2:36 - 2:39sem pelos, esguio e jovem.
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2:40 - 2:44Quando o movimento começou, no final
dos anos 70 e o começo dos anos 80, -
2:44 - 2:47começamos a pensar: "O que vamos fazer?"
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2:47 - 2:49Sabe, muitos ursos são "geeks".
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2:49 - 2:51É um estereótipo,
mas infelizmente é verdade. -
2:51 - 2:54Então, na época, havia algo chamado
IRC - Internet Relay Chat - -
2:54 - 2:55e conversávamos nele.
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2:55 - 2:58Na época, tínhamos linhas
de sexo por telefone, -
2:58 - 2:59e era assim que nos conhecíamos.
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2:59 - 3:03Mas enquanto estávamos tentando
desenvolver um senso de identidade, -
3:03 - 3:04a AIDS estava em seu auge
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3:04 - 3:06e era contraproducente para nós.
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3:06 - 3:09Mas então, nós nos deparamos
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3:09 - 3:12com pessoas que estavam
emagrecendo por causa da doença. -
3:12 - 3:14Ah, então agora temos outra dificuldade.
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3:14 - 3:16Além de não sermos
atraentes o suficiente, -
3:16 - 3:19um novo grupo de homens
tornou-se menos atraente -
3:19 - 3:21porque seus corpos mudaram.
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3:23 - 3:27Então, nós dissemos: "Bem,
seu corpo mudou? Venha nos visitar". -
3:27 - 3:30Temos a mente muito
mais aberta sobre tipo físico. -
3:30 - 3:32Mas não acertamos de primeira.
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3:32 - 3:35Ofendemos muitas pessoas,
deixamos muitos desconfortavéis. -
3:35 - 3:38Na primeira Parada do Orgulho Urso
de que participei, -
3:38 - 3:40usei um macacão de aviador,
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3:40 - 3:42e me lembro de navegar pela parada e...
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3:42 - 3:44Como alguém mencionou
anteriormente, eu tenho "sabedoria", -
3:44 - 3:46o que significa que tenho mais de 50 ...
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3:46 - 3:48(Risos)
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3:48 - 3:51E me lembro de tirar o macacão,
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3:51 - 3:54e por baixo eu estava usando
uma coquilha e um arreio masculino, -
3:54 - 3:58e eu acho que ninguém nunca
tinha visto um homem do meu tamanho - -
3:58 - 4:02e eu era apenas 25 quilos
mais magro naquela época - -
4:02 - 4:06dançando em cima de uma carreta
no meio de Boston. -
4:06 - 4:09Hoje em dia, você vai à parada
e isso é bem comum. -
4:10 - 4:13Mas naquela época não era assim.
Então nem sempre acertávamos. -
4:13 - 4:17E preciso dizer que teve muito drama
por causa daquilo depois. -
4:18 - 4:20O que fizemos certo foi:
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4:20 - 4:23se você quiser se autodefinir
como um "urso", faça isso. -
4:24 - 4:26Venha sair conosco. Por nós, tudo bem.
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4:26 - 4:29Não é meu trabalho dizer quem você é.
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4:29 - 4:34Se você acha que é um urso,
isso é bom o suficiente. Venha. -
4:36 - 4:40Agora, existem alguns aspectos gerais
que caracterizam um "urso", certo? -
4:40 - 4:44Alguns deles você deve ter notado.
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4:45 - 4:48Somos todos meio grandões,
ocupamos um pouco de espaço. -
4:48 - 4:52Deus sabe que esse não é o tipo de assento
em que queremos ficar por muito tempo. -
4:52 - 4:53(Risos)
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4:53 - 4:54Somos peludos,
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4:54 - 4:57e digo peludos tipo o pé-grande,
bem peludos mesmo. -
4:57 - 5:00Essa é uma característica comum entre nós.
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5:01 - 5:03Nós também mudamos outra coisa.
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5:03 - 5:06Essa ideia de que você pode ser sexy
depois dos 40, depois dos 50, -
5:06 - 5:11foi definitivamente algo que impulsionamos
e continuamos a impulsionar, -
5:11 - 5:12até os 70, 80 anos de idade.
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5:13 - 5:15Mas nós abrimos espaço
para outras pessoas. -
5:15 - 5:19Nem todo mundo gosta do mesmo tipo.
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5:19 - 5:23Então, temos toda uma nomenclatura
para os ursos jovens. -
5:23 - 5:25Temos "filhotes", temos "lontras".
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5:25 - 5:29Isso significa que qualquer um pode
participar, ser parte dessa nova família. -
5:29 - 5:31Agora eles têm uma nomenclatura.
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5:31 - 5:34Nós reinventamos a forma
como amamos, quem amamos. -
5:34 - 5:37Reinventamos até quem poderia
fazer parte dessas famílias. -
5:37 - 5:39Temos mulheres que
se identificam como ursas -
5:39 - 5:42e somos uma das primeiras
comunidades a dizer: -
5:42 - 5:44"Você é um homem trans?
Chega mais, vem com a gente. -
5:44 - 5:47Você é lésbica?
Gosta de pelos corporais? -
5:47 - 5:49Chega mais, junte-se a nós.
Por nós, tudo bem". -
5:50 - 5:53Nós reinventamos
a nossa domesticidade familiar. -
5:53 - 5:57Pode até não parecer com a sua,
mas é normal para nós. -
5:58 - 6:00Adoraria dizer que acertamos em tudo
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6:00 - 6:04e que foi fácil encontrar
o nosso urso interior. -
6:05 - 6:07Mas nós sofremos. Eu sofri.
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6:07 - 6:10Quero dizer, eu sofria todas as vezes
que ia comprar roupas -
6:11 - 6:15e olhava aqueles números
e tentava me espremer em uma roupa G. -
6:17 - 6:20E um dia, eu percebi
que era apenas um número. -
6:20 - 6:23Então, comprei roupas maiores
e levei ao um alfaite -
6:23 - 6:25pra ajustá-las pra que
não parecessem um saco de batata. -
6:25 - 6:30Porque, nos EUA, não se fazem roupas
para tipos de corpo não tradicionais. -
6:30 - 6:34Eles desenham um padrão
e fazem uma peça grande ou pequena. -
6:34 - 6:36Se observar esse padrão,
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6:36 - 6:39você vai achar que todo cara grande
tem braços curtos assim -
6:39 - 6:42e pernas curtas assim.
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6:43 - 6:46As pessoas não conseguem
nos achar atraentes -
6:46 - 6:49e muito menos se preocupam com a
forma do nosso corpo e como nos vestimos. -
6:50 - 6:52Então, tivemos que lidar
com muitas coisas. -
6:52 - 6:55Sabe, não é fácil para nós.
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6:56 - 7:01Mas nós sabíamos que, por exemplo,
a bandeira do arco-íris, do Orgulho LGBT, -
7:01 - 7:03essa coligação da qual participamos,
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7:03 - 7:04não era o suficiente.
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7:04 - 7:08Reinventamos nossa própria bandeira,
criando espaço para outras cores, -
7:08 - 7:12incluindo marrom, branco,
bege, amarelo e preto. -
7:12 - 7:14A diversidade era importante.
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7:16 - 7:19Queríamos pessoas diferentes
se encontrando, -
7:19 - 7:21tendo oportunidades.
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7:21 - 7:25Como éramos poucos, não podíamos
nos dar o luxo de ser seletivos. -
7:25 - 7:30E, nessa objetificação,
o que descobrimos foi beleza, -
7:30 - 7:32descobrimos diferenças,
-
7:32 - 7:35descobrimos as texturas
da pele de pessoas diferentes. -
7:35 - 7:37Sim, eu sei que é contraditório:
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7:37 - 7:40"Você é peludo. Como
consegue sentir sua pele?" -
7:40 - 7:42Se você é peludo,
sua pele é ainda mais sensível. -
7:43 - 7:46Então, descobriríamos homens grandes
que não eram tão peludos. -
7:46 - 7:49Nós nos certificamos
de que todos seriam bem-vindos. -
7:50 - 7:52Qual é a relevância disso para você?
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7:52 - 7:56Bem, a real relevância é que
isso vai funcionar para qualquer um. -
7:56 - 7:59Vale para raça, gênero, tamanho.
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7:59 - 8:02A relevância é a mesma.
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8:04 - 8:07Há três coisas que eu quero
deixar pra vocês esta noite. -
8:08 - 8:09Autoaceitação.
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8:09 - 8:12Todos nós olhamos no espelho
de vez em quando e pensamos: -
8:12 - 8:15"Hum, não me sinto satisfeito
com a minha aparência." -
8:15 - 8:16É normal.
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8:16 - 8:21Mas, se for algo que não se pode mudar,
sinta-se bem consigo mesmo -
8:21 - 8:23porque, quando você se sente bem,
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8:23 - 8:26aquele brilho, aquele senso de identidade,
aquela sensação de poder, -
8:26 - 8:28serão o que os outros vão ver,
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8:29 - 8:32não o fato de suas calças estarem
grandes demais ou apertadas demais. -
8:34 - 8:35Compaixão.
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8:35 - 8:40Você tem que aprender a se perdoar
primeiro por não ter o físico "padrão", -
8:40 - 8:43seguir em frente
e amar a si mesmo desse jeito. -
8:43 - 8:46Quando você faz isso,
as outras pessoas veem. -
8:46 - 8:49A outra coisa sobre a qual
quero que você reflita -
8:49 - 8:52é: crie o seu próprio caminho.
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8:52 - 8:57Não se preocupe com outra pessoa
te dizendo como amar, como ser, -
8:57 - 8:59porque o amor verdadeiro floresce sozinho.
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8:59 - 9:02Ache o que te faz feliz
e, se for algo que ainda não existe, -
9:02 - 9:03crie você mesmo.
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9:05 - 9:06Então,
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9:06 - 9:08como eu sempre digo,
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9:09 - 9:12o mais importante não é quanto tempo
demorou para chegar à festa da vida, -
9:14 - 9:19mas como você encontra espaço
para criar um lugar nessa festa. -
9:20 - 9:21Então,
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9:22 - 9:23olhe para mim.
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9:23 - 9:25O que você vê?
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9:26 - 9:27Obrigado.
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9:27 - 9:29(Aplausos)
- Title:
- O que os "Ursos" podem ensinar à Cachinhos Dourados | Frank Strona | TEDxProvincetown
- Description:
-
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Os Ursos, uma comunidade global de apoio composta principalmente de homens gays, em sua maioria peludos, evoluiu e prosperou através de ideias de inclusão, diversidade, autoaceitação e autoexpressão. Frank Strona, defensor da saúde, especialista em diversidade e "daddy bear" ("urso papai") explica o que a cultura dos Ursos pode ensinar à Cachinhos Dourados e o resto da sociedade dominante.
Esta palestra foi dada em um evento do TEDx usando o formato de conferência do TED, mas organizada de forma independente por uma comunidade local. Saiba mais em https://www.ted.com/tedx
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- 09:35
| Leonardo Silva approved Portuguese, Brazilian subtitles for What the "Bears" can teach Goldilocks | Frank Strona | TEDxProvincetown | ||
| Leonardo Silva accepted Portuguese, Brazilian subtitles for What the "Bears" can teach Goldilocks | Frank Strona | TEDxProvincetown | ||
| Leonardo Silva edited Portuguese, Brazilian subtitles for What the "Bears" can teach Goldilocks | Frank Strona | TEDxProvincetown | ||
| Leonardo Silva edited Portuguese, Brazilian subtitles for What the "Bears" can teach Goldilocks | Frank Strona | TEDxProvincetown | ||
| Leonardo Silva edited Portuguese, Brazilian subtitles for What the "Bears" can teach Goldilocks | Frank Strona | TEDxProvincetown | ||
| Gabriela de Abreu Valério edited Portuguese, Brazilian subtitles for What the "Bears" can teach Goldilocks | Frank Strona | TEDxProvincetown |