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Vamos revisar nossas noções de subespaço.
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Vamos ver se
podemos definir subespaços
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interessantes lidando
com matrizes e vetores.
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Um subespaço-- vamos dizer
que tenho um subespaço-- deixe-me
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chamar de subespaço s.
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Isso é um subespaço se os
seguintes forem verdade--
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e já é uma revisão-- que o
vetor nulo-- só vou fazer assim
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--o vetor nulo é um membro de s.
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Então contém o vetor nulo.
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Então se v1 e v2 são dois
membros do subespaço, então
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v1 mais v2 também é um vetor do subespaço.
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Está dizendo que os subespaços são
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fechados na adição.
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Pode-se somar quaisquer
dois vetores e irá ter
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outro membro do subespaço.
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E o último requisito, se
você se lembra, é que
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subespaços são fechados na multiplicação.
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Se c é um número real, e é um escalar.
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Se multiplicar, e v1 é um
membro do subespaço, então
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se multiplicar esse número
real arbitrário pelo membro do
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subespaço, v1, teremos outro membro
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do subespaço.
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Então é fechado na multiplicação.
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Isso é tudo que um subespaço é.
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Essa é nossa definição de subespaço.
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Se é chamado de subespaço,
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aquilo precisa ser verdade.
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Vamos ver se conseguimos
fazer algo interessante
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com o que entendemos sobre
multiplicação matriz vetor.
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Vamos dizer que tenho a
matriz A-- vou fazer em
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negrito-- e é uma matriz m por n.
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E estou interessado na
seguinte situação: quero
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definir a equação homogênea.
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E vamos falar sobre o por
quê de ser homogênea.
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Te direi em um segundo.
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Vamos dizer que definimos a equação.
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Minha matriz A vezes o vetor
x é igual ao vetor nulo.
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Isso é uma equação homogênea,
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pois temos um zero aqui.
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E eu quero perguntar-- eu
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falei sobre subespaços.
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Se tomar todos os x--
se tomar o mundo, o
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universo, o conjunto de todos
os x que satisfazem essa
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equação, eu terei um subespaço válido?
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Vamos pensar.
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Quero tomar todos os x
que são membros de Rn.
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Lembre-se, se a matriz A tem
n colunas, então apenas
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defini essa multiplicação matriz vetor.
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Se x é um membro de r, e
se x deve ter exatos n
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componentes, só então é definido.
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Deixe-me definir um conjunto de
todos os vetores, membros
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de Rn que satisfazem a
equação: A vezes o vetor x
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é igual ao vetor nulo.
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Então minha pergunta é,
isso é um subespaço?
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Isso é um subespaço válido?
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A primeira pergunta é, isso
contém o vetor nulo?
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Para que isso contenha
o vetor nulo, o vetor
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nulo tem que satisfazer essa equação.
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O que é qualquer matriz A, m
por n, vezes o valor nulo?
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Vamos escrever nossa
matriz A-- matriz A, a[1,1]
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a[1,2]
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até o elemento a]1,n]
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e isso, quando descemos
a coluna vamos até o
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elemento a[m,1]
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e quando descemos até o final
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na direita temos o elemento a[m,n]
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e vou multiplicar isso pelo
vetor nulo que tem
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exatos n componentes.
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Então o vetor nulo com n
componentes é zero, zero, e você
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terá n desses.
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O número de componentes
aqui deve ser o mesmo
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o número de colunas. Mas quando você
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faz o produto, essa matriz vetor
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produto, resulta no que?
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O que nós temos?
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Bom, esse primeiro termo será a[1,1]
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vezes zero, mais a[1,2]
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vezes zero, mais cada um
dos termos vezes zero.
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E você soma todos. a[1,1] vezes zero,
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mais a[1,2]
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vezes zero, até a[1,n]
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vezes zero.
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Então você tem zero.
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Agora esse termo será a[2,1]
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vezes zero, mais a[2,2]
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vezes zero, mais a[2,3]
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vezes zero, até a[2,n]
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vezes zero.
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Que obviamente será zero.
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E você vai continuar a fazer
isso, pois todos esses,
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essencialmente-- você pode ver
como produto escalar
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de-- eu não defini produto
escalar entre vetor linha e
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vetor coluna, mas eu acho
que você entendeu-- a soma de
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cada um desses elementos
multiplicados pelo
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componente correspondente nesse vetor.
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E você está sempre multiplicando
por zero e somado.
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Então você terá nada
mais do que vários zeros.
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Então o vetor nulo
satisfaz a equação.
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A vezes o vetor nulo é
igual ao vetor nulo.
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E é uma notação não convencional.
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Estou escrevendo assim
pois não quero
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por em negrito os zeros
toda hora para você
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ver que é um vetor.
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Assim, encontramos o nosso
primeiro requisito.
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O vetor nulo é um membro do conjunto.
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Deixe-me definir o conjunto aqui.
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Deixe-me
definir n.
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E te falarei em um segundo
porquê estou chamando de n.
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Agora nós sabemos
que o vetor nulo é um
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membro do conjunto n.
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Agora vamos dizer que tenho
dois vetores, v1 e v2 que são
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membros-- deixe-me escrever isso.
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Vamos dizer que tenho
dois fatores, v1 e v2, os dois
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membros do nosso conjunto.
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O que isso significa?
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Significa que os dois
satisfazem essa equação.
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Significa que A-- a matriz
A-- vezes o vetor um é
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igual a zero.
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Isso por definição.
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Estou dizendo que
são membros do conjunto
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que significa que
satisfazem isso.
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E também significa que
A vezes o vetor dois é
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igual ao vetor nulo.
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Então, para que isso seja
fechado na adição, A vezes
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vetor um mais vetor dois,
a soma desses dois vetores
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também deve ser
membro de n.
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Vamos descobrir
o que é isso.
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A soma desses dois vetores
é esse vetor bem aqui.
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Isso é igual a-
e ainda
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não provei isso aqui.
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Ainda não fiz um vídeo
provando isso
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Mas é muito fácil provar
usando a definição da
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multiplicação matriz
vetor, que a multiplicação
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matriz vetor tem a
propriedade distributiva.
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E talvez vou fazer sobre isso,
mas literalmente, você só
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tem que ir através
da mecânica
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dos termos.
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Isso é igual a a[v,1]
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mais a[v,2].
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E sabemos que isso é
igual ao vetor nulo.
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Então isso é igual ao vetor nulo.
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E se você adicionar o
vetor nulo a si mesmo, isso
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sera igual ao vetor nulo.
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Então se v1 é um membro de n, e
v2 é um membro de n, significa
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que os dois satisfazem essa
equação, então v1 mais v2 é,
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definitivamente
membro de n.
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Pois quando multiplico
A por isso, tenho
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o vetor nulo de novo.
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Deixe-me escrever esse resultado, também.
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Agora que sabemos que v1
mais v2 também é membro de n.
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E a última coisa que temos
que mostrar é que é fechado
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na multiplicação.
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Vamos dizer que v1 é um membro
do nosso espaço que defini
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aqui, onde satisfazem essa equação.
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E quanto c vezes v1?
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Isso é um membro de n?
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Vamos pensar.
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O que é a matriz A
vezes o vetor-- certo?
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Estou multiplicando
por um escalar.
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Só estou tentando obter outro vetor.
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Eu não quero escrever v maiúsculo.
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Minúsculo v, pois é um vetor.
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Isso é igual a o que?
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Bom, mais uma vez, eu não
provei isso ainda, mas
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na verdade, é algo
muito direto a se fazer,
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mostrar que quando lidamos
com escalares, se você tem
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um escalar aqui, não
tem importância multiplicar o
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escalar pelo vetor antes
de multiplicar pela
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matriz ou multiplicar a
matriz pelo vetor, e
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então o escalar.
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Portanto, é bastante simples
provar que isso é igual a
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c vezes nossa matriz A-- vou
escrever em negrito, vezes
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nosso vetor v.
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Que esses dois são equivalentes.
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Talvez eu deva desligar o
vídeo que faz isso, mas
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vou deixar para você.
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Você trabalha a
mecânica, componente
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por componente.
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E você mostra isso.
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Mas claramente, se aquilo é verdade,
nós já sabemos que v1
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é um membro do nosso conjunto, o que
significa que A vezes v1 é igual
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ao vetor nulo.
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Aquilo significa que isso vai
se reduzir a c vezes o vetor
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nulo, que ainda é o vetor nulo.
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Então c[v,1]
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é definitivamente um membro de n.
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Então é fechado na multiplicação.
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E eu, de certa forma, assumi isso aqui.
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Mas talvez eu prove
em outro vídeo.
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Mas eu quero fazer tudo isso para
mostrar que esse conjunto n é um
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subespaço válido.
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Esse é o subespaço válido.
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Contém o vetor nulor.
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É fechado na adição
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É fechado na multiplicação.
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E temos um nome
especial para isso.
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Chamamos isso, chamamos
n de espaço nulo de A.
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Ou poderíamos escrever n é
igual-- talvez eu não devesse
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escrever n.
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Vou escrever de laranja.
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Nosso n laranja é igual a--
a notação é espaço
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nulo de A.
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Ou podemos escrever
espaço nulo é igual ao
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n laranja, e literalmente,
se eu só der para você
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uma matriz arbitrária A,
e eu disser, encontre n
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de A, o que é isso?
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Literalmente, seu objetivo é encontrar o
conjunto de todos os x que
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satisfazem a equação
A vezes x igual a zero.
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E vou fazer isso no próximo vídeo.
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Traduzido por: Victória Celeri