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Uma calorosa receção para ti, onde quer que
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estejas neste belo
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dia.
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Isto será uma curta meditação
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guiada.
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Conectada a esta série sobre
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conexão com a nossa comunidade interior.
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E esta meditação curta
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vai-se focar nos
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ancestrais da terra.
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Thich Nhat Hanh lembra-nos sempre
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que temos ancestrais de sangue,
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ancestrais espirituais,
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e ancestrais da
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terra.
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E os ancestrais da terra são especialmente
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úteis para nos ajudar
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a enraizar.
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E a estar no momento presente.
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Então convido-te a simplesmente parar
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onde quer que estejas, qualquer que seja
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a tua postura.
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Convida o teu corpo a relaxar.
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Deixando-se cair nos teus glúteos
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e coxas na cadeira
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onde estás sentado(a).
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A cada respiração, apenas
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convidando-te
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para o lugar onde estás.
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Talvez os teus pés estejam no chão.
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Ou consigas sentir as
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coxas conectadas com a terra.
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Isso é ótimo. Apenas sintoniza-te
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com o solo onde estás.
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Toma consciência do que está a crescer
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ao teu redor, bem
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onde estás.
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Ou do que não está a crescer.
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E neste momento, onde estou, a
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terra é muito vermelha.
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Repara apenas nisso.
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Como é a terra aonde tu
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estás? É arenosa, coberta de musgo,
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húmida ou seca?
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E simplesmente observa isso enquanto trazes
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a tua atenção para o que
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está debaixo dos teus pés.
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E se te sentires desenraizado(a),
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pode ser útil imaginar
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Grandes,
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vinhas de hera a entrarem pela
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terra.
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Pelos quatro cantos do quarto ou
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da cadeira.
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E gosto de imaginar que há um grande,
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bonito, tipo, gancho
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como uma grande âncora.
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E essa âncora pode descer pelo
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solo
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através da água
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através das pedras
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através das camadas de cristal,
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água,
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fogo.
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E toma consciência da energia vertical
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que percorre o teu corpo.
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Terra para o céu.
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Estás consciente de como o céu é
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neste preciso momento,
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altura do dia,
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altura do ano,
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o céu está sempre diferente.
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Se há nuvens,
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céu limpo.
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E neste momento aonde estou,
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há uma chuva suave e bonita.
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E depois, toma consciência do
que nos conecta
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energeticamente, na horizontal.
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Afinando com as costuras
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laterais do corpo.
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Charles Darwin lembrou-nos que costumávamos
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se peixes na nossa
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jornada evolutiva.
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Então gosto de imaginar essas guelras
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nos lados do meu corpo a respirar.
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E reparo quando na natureza
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tu está ligado com
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esta energia horizontal
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que nos liga com as árvores,
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rochas, montanhas,
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rios, água.
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E estes são ancestrais da terra
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neste momento.
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Árvores.
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As rochas.
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E simplesmente imagina inclinar-te para a frente e
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para trás ligeiramente sobre a tua
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bacia enquanto te inclinas
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para a parte de trás do teu corpo.
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Inclina-te para a frente.
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E depois encontra-te exatamente
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onde estás.
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Ancestrais da terra sob
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os nossos pés e sobre a nossa cabeça.
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Ao nosso redor.
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Este é o nosso círculo externo, neste
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momento. Agora inspira e
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repara dentro
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no interior do teu corpo.
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Observa o que acontece.
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As árvores podem ajudar-nos a sentir-nos
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ainda mais enraizados, ancorados e
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nutridos.
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As rochas podem ajudar-nos a
sentir-nos ainda
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mais estáveis e sólidos.
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A terra recebe
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tudo.
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Grande equanimidade.
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Grande paciência.
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Sintoniza-te para ver se alguma destas
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qualidades dos nossos ancestrais está
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vivo na sangha
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interior, hoje.
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A Paramita da paciência.
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Diligência.
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Repara que recebes pontos extra por
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estar aqui, e agora, por
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diligência.
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Vê se consegues sintonizar-te
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com a qualidade de apoio
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que a terra nos oferece
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cada segundo
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cada minuto.
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Sentindo esta aceitação
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plena, de corpo inteiro.
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Acendendo o incenso do teu
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coração com
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os nossos ancestrais da terra
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que estão vivos em nós neste
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momento.
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Nunca estamos separados deles.
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Nunca estamos sozinhos.
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E simplesmente ancora-te.
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Podes até bater suavemente com
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as mãos, qualquer bondade
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da nossa curta
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meditação com os nossos ancestrais da
terra,
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com a terra.
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Nomeando quaisquer qualidades
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de bondade que ressoem.
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Voltando suavemente e abrindo os
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olhos e acendendo o incenso do
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teu coração.
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Grato(a)
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por estar vivo (a).