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vimeo.com/.../929617616

  • 0:08 - 0:11
    No desenvolvimento de uma aplicação web.
  • 0:11 - 0:15
    Uma das principais coisas
    que a gente vai sentir é o http.
  • 0:15 - 0:19
    Ele é basicamente a base de tudo
    o que a gente faz.
  • 0:19 - 0:24
    E veja, a gente não está falando aqui
    só de aplicação para o navegador.
  • 0:24 - 0:28
    O HTTP também está embarcado
    em aplicações mobile
  • 0:28 - 0:30
    e mesmo alguns sistemas
  • 0:30 - 0:34
    que a gente pensa que foram desenvolvidos
    com a estrutura compilada.
  • 0:35 - 0:39
    Isso porque ele trabalha
    muito bem com essa ideia de interação
  • 0:39 - 0:41
    cliente servidor.
  • 0:41 - 0:44
    Muito disso se deve aos seus métodos.
  • 0:44 - 0:48
    E aí a gente pode destacar os principais,
    que são o gatilho
  • 0:49 - 0:52
    que eu obtenho informação no post
    que eu publico.
  • 0:52 - 0:56
    Uma informação put, eu adiciono
  • 0:56 - 1:00
    uma informação para alguém que já existe.
  • 1:00 - 1:04
    No caso, por exemplo, um usuário
    ou um campo que já está determinado
  • 1:04 - 1:08
    e diluído aonde eu mando remover alguém?
  • 1:08 - 1:12
    Foi justamente essa estrutura
    que moldou todo o mercado de TI
  • 1:12 - 1:16
    que a gente conhece hoje em dia,
    principalmente nas aplicações web.
  • 1:16 - 1:19
    É através deles que a gente consegue
    enviar, receber
  • 1:19 - 1:23
    ou alterar algum dado nos sistemas
    que a gente usa no dia a dia.
  • 1:23 - 1:26
    Mas esses caras não estão sozinhos.
  • 1:26 - 1:30
    Em especial porque o HTTP normalmente
    tem um problema de segurança.
  • 1:30 - 1:34
    Esses dados
    eles estão expostos na rede disponível
  • 1:34 - 1:37
    para qualquer hacker poder acessar.
  • 1:37 - 1:41
    Justamente por isso que veio o http s,
  • 1:41 - 1:45
    aonde a gente tem a parte de segurança
    sendo implementada.
  • 1:45 - 1:48
    E é nele, por exemplo,
    que a gente vê a criptografia
  • 1:48 - 1:51
    dos dados que a gente está operando.
  • 1:51 - 1:56
    E aqui a gente também vai ter que ter
    alguns detalhes a apresentar.
  • 1:56 - 2:01
    Toda URL
    que esse endereço de acesso às páginas web
  • 2:01 - 2:04
    vai ser composta por protocolo
  • 2:04 - 2:08
    no caso HTTP, o HTTPS,
  • 2:08 - 2:11
    o DNS que a gente está acessando,
  • 2:11 - 2:16
    que é o nome do domínio da página
    ou da aplicação que eu quero acessar.
  • 2:16 - 2:20
    É uma porta
    que é um número que vai lá no final.
  • 2:20 - 2:23
    E se você nunca viu esse número antes,
  • 2:23 - 2:26
    é porque ele é subentendido em alguns
    casos.
  • 2:26 - 2:30
    Por exemplo, o HTTP utiliza a porta
  • 2:30 - 2:34
    80, o HTTPS utiliza
    a porta quatro, quatro três.
  • 2:34 - 2:35
    Mas caso
  • 2:35 - 2:39
    desenvolva, por exemplo,
    um front end ou um dashboard de API,
  • 2:39 - 2:43
    é normal a gente colocar esse cara
    lá na porta 5000.
  • 2:43 - 2:45
    E aí eu preciso especificar esse endereço.
  • 2:45 - 2:48
    Se a gente vem aqui, acessa, por exemplo,
    o site do Google,
  • 2:49 - 2:51
    a gente já pode ver
    como é que esse cara vai funcionar.
  • 2:51 - 2:54
    Notem que a gente já tem aqui
  • 2:54 - 2:57
    o nosso protocolo HTTPS,
  • 2:57 - 3:00
    indicando que é só uma conexão segura.
  • 3:00 - 3:05
    Mas veja, não é porque eu tenho um https
    aqui que eu estou 100% seguro.
  • 3:05 - 3:11
    Na realidade isso só diz
    que eu tenho um certificado em uso,
  • 3:11 - 3:15
    não necessariamente
    que esse é o certificado do Google.
  • 3:15 - 3:17
    Já já a gente
    vê como é que a gente valida isso.
  • 3:17 - 3:22
    Na sequência
    nós temos o endereço DNS do Google
  • 3:22 - 3:27
    e aqui está subtendido
    a porta quatro, quatro, três.
  • 3:28 - 3:28
    Como é
  • 3:28 - 3:31
    que a gente consegue ver
    todos esses detalhes?
  • 3:31 - 3:34
    Se a gente clicar aqui
    em cima do ícone do Google
  • 3:34 - 3:37
    ou clica em cima do dia
    a dia em que aparece?
  • 3:37 - 3:40
    Quando a gente tem aqui o HTTPS,
  • 3:40 - 3:44
    nós conseguimos ver as informações desse
    site.
  • 3:44 - 3:48
    Por exemplo, ele está indicando
    que essa conexão a segura.
  • 3:48 - 3:50
    Se eu clico para pedir mais informações,
  • 3:50 - 3:55
    ele me traz um briefing
    e me traz um acesso ao certificado,
  • 3:55 - 3:57
    aonde eu consigo checar, por exemplo,
  • 3:57 - 4:00
    quem foi que emitiu esse certificado.
  • 4:00 - 4:05
    No caso, esse cara foi emitido pra Google
    por uma companhia chamada GTS.
  • 4:05 - 4:11
    Será um C3, que no caso é o próprio
    serviço de segurança da Google.
  • 4:11 - 4:14
    A gente também consegue ver
    a data de emissão
  • 4:14 - 4:17
    e os efeitos de uso desse certificado,
  • 4:17 - 4:20
    como por exemplo a chave pública.
  • 4:20 - 4:23
    Isso porque toda comunicação https
    funciona
  • 4:23 - 4:27
    baseada em chave pública e privada.
  • 4:27 - 4:30
    A chave pública a gente vai utilizar
  • 4:30 - 4:34
    para assinar qualquer
    dado qualquer e mandar para o servidor,
  • 4:34 - 4:35
    afinal,
  • 4:35 - 4:38
    só a chave privada vai abrir esse dado.
  • 4:38 - 4:42
    Já quando eu assino com a chave privada,
    a pública consegue abrir.
  • 4:42 - 4:47
    E isso não é tão interessante
    quando eu quero garantir segurança.
  • 4:47 - 4:49
    E aí, como é que eu faço?
  • 4:49 - 4:53
    Normalmente, quando eu chamo esse site,
    a gente já negocia ali,
  • 4:53 - 4:58
    utilizando as chaves públicas,
    um acordo de senha para a gente
  • 4:58 - 5:02
    usar um outro certificado privado
    para a gente usar.
  • 5:02 - 5:05
    E dessa forma a gente escapa
    desse problema
  • 5:05 - 5:10
    do assinar com a chave privada
    e ler com a chave pública.
  • 5:10 - 5:14
    Outro detalhe importante
    é que a gente tem mais algumas informações
  • 5:14 - 5:17
    e detalhes sobre esse certificado.
  • 5:17 - 5:20
    Mas voltando aqui no quadradinho,
    vejam que a gente também
  • 5:20 - 5:27
    vai ter algumas opções,
    como os cookies que estão em uso ou mesmo
  • 5:27 - 5:28
    as informações sobre os
  • 5:28 - 5:32
    trekkings, que são os acessos
    que a gente está pedindo.
  • 5:32 - 5:35
    Os trekkings vão ser referentes
    a basicamente
  • 5:35 - 5:39
    qualquer coisa que a gente queira acessar,
    desde a localização
  • 5:39 - 5:43
    ou até a possibilidade de armazenar
    algum dado no computador.
  • 5:43 - 5:48
    Só que o CUC ele
    é um pouquinho mais delicado, o cookie.
  • 5:48 - 5:51
    Teoricamente
    são dados que nós estamos salvando
  • 5:51 - 5:54
    nessa máquina
    para acelerar a nossa página.
  • 5:54 - 5:57
    Ela é uma espécie de client side
  • 5:57 - 6:00
    ou processamento do lado cliente,
  • 6:00 - 6:04
    aonde a gente
    consegue aliviar o tráfego do servidor,
  • 6:04 - 6:07
    só que expondo ao risco de ter parte
  • 6:07 - 6:10
    do meu código disponível
    na máquina do usuário.
  • 6:10 - 6:15
    Além disso, Cookie também salva
    vários outros componentes da página,
  • 6:15 - 6:19
    como fotos muito acessadas,
    logomarcas e coisas do gênero.
  • 6:19 - 6:21
    Então ele está em Minas sendo usado.
  • 6:21 - 6:25
    O problema é qual dado eu to passando
    pra ele já.
  • 6:25 - 6:29
    Quando a gente fala do server side,
    ele vai compor
  • 6:29 - 6:33
    todos os dados
    que a gente tem do lado do servidor
  • 6:33 - 6:36
    e aí a gente termina
    tendo um pouco mais de segurança.
  • 6:36 - 6:39
    Eu vou me preocupar muito com o ataque
    que vou tentar explorar,
  • 6:39 - 6:42
    mas isso tudo vai vir via rede
  • 6:42 - 6:48
    e não simplesmente disponibilizei esse
    código aberto para todo mundo.
  • 6:48 - 6:49
    Além disso,
  • 6:49 - 6:53
    essa nossa
    interação nem sempre é bem sucedida
  • 6:53 - 6:56
    e justamente por isso o HTTP tem códigos.
  • 6:56 - 6:59
    Toda vez que você recebe um código
    200, por exemplo,
  • 6:59 - 7:03
    é porque a sua solicitação deu certo.
  • 7:03 - 7:07
    Toda a família 200
    quer dizer, solicitação bem sucedida.
  • 7:07 - 7:10
    Já quando a gente fala da família 500,
    a gente está falando
  • 7:10 - 7:12
    da família, dos erros.
  • 7:12 - 7:16
    O famoso erro 404 já está noutra família
  • 7:16 - 7:21
    para indicar falha no server side,
    aonde eu não consegui achar o endereço.
  • 7:21 - 7:25
    Então cada código
    vai ter ali a sua família
  • 7:26 - 7:30
    e dentro dessas famílias
    os erros que ele está justificando.
  • 7:31 - 7:34
    Veja que só para manter uma aplicação
    web no ar
  • 7:34 - 7:34
    a gente já tem que ter
  • 7:34 - 7:39
    uma série de cuidados
    e trabalhar minunciosamente vários pontos.
  • 7:39 - 7:41
    Mas são justamente esses pequenos pontos
  • 7:41 - 7:45
    que me permitem arquitetar uma solução web
  • 7:45 - 7:49
    que vai ser ao
    mesmo tempo útil e segura. E.
Title:
vimeo.com/.../929617616
Video Language:
Portuguese, Brazilian
Duration:
07:52

Portuguese, Brazilian subtitles

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