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Minima, maxima and critical points

  • 0:01 - 0:03
    Desenhei uma função maluca
    em amarelo.
  • 0:03 - 0:05
    E quero pensar em quando essa função
  • 0:05 - 0:09
    tem valores máximos e mínimos.
  • 0:09 - 0:11
    E para o objetivo desse vídeo
    podemos assumir
  • 0:11 - 0:14
    que o gráfico da função fica
    cada vez mais decrescente.
  • 0:14 - 0:17
    Enquanto <i>x</i> fica mais e mais negativo,
    e mais decrescente
  • 0:17 - 0:21
    enquanto <i>x</i> passa pelo intervalo
    que eu defini aqui.
  • 0:21 - 0:25
    Então qual o valor máximo dessa função?
  • 0:25 - 0:30
    Podemos deduzir olhando.
    Parece estar nesse ponto.
  • 0:30 - 0:36
    Então podemos chamar de
    máximo global.
  • 0:36 - 0:40
    A função nunca terá um
    valor maior que esse.
  • 0:40 - 0:44
    Então podemos dizer que temos
    um máximo global nesse ponto.
  • 0:44 - 0:53
    No ponto <i>x</i> zero, pois <i>f</i> de <i>x</i> zero
    é maior ou igual
  • 0:53 - 0:56
    a f de <i>x</i> para qualquer <i>x</i> no domínio.
  • 0:56 - 0:59
    E é óbvio quando você olha assim.
  • 0:59 - 1:03
    Agora, teremos um ponto mínimo global
    da maneira que eu desenhei?
  • 1:03 - 1:08
    Bem, não, essa função pode ter
    valores arbitrariamente negativos.
  • 1:08 - 1:11
    Se aproxima a menos infinito quando
    x tende a menos infinito.
  • 1:11 - 1:14
    Se aproxima a menos infinito quando
    x tende a mais infinito.
  • 1:14 - 1:16
    Então temos-- deixe-me escrever.
  • 1:16 - 1:24
    Não temos mínimo global.
  • 1:24 - 1:26
    Vou te fazer uma pergunta:
  • 1:26 - 1:30
    Temos mínimos locais ou máximos locais?
  • 1:30 - 1:32
    Quando digo mínimos, é o plural de mínimo
  • 1:32 - 1:36
    e máximos é o plural de máximo.
  • 1:36 - 1:40
    Então temos mínimos locais aqui,
    ou mínimo local?
  • 1:40 - 1:44
    Bem, um mínimo local, pode-se imaginar,
    significa que o valor da função
  • 1:44 - 1:47
    nesse ponto é menos que qualquer
    outro ponto em volta.
  • 1:47 - 1:54
    Bem aqui, parece que temos
    um mínimo local.
  • 1:54 - 1:58
    E não estou te dando uma definição
    rigorosa aqui, mas uma forma
  • 1:58 - 2:03
    de pensar é, podemos dizer que temos
    um mínimo local em x um.
  • 2:03 - 2:07
    Se temos uma região ao redor de <i>x</i> um,
    onde f de x um é menor que
  • 2:07 - 2:10
    um <i>f</i> de <i>x</i> para qualquer <i>x</i>
    nessa região aqui.
  • 2:10 - 2:13
    E é bem fácil de visualizar.
  • 2:13 - 2:19
    Esse é um ponto baixo para qualquer
    valor de f em torno disso, bem aqui.
  • 2:19 - 2:21
    E temos alguns outros mínimos locais?
  • 2:21 - 2:23
    Bem, não parece que temos.
  • 2:23 - 2:25
    Agora, veremos máximos locais.
  • 2:25 - 2:31
    Esse daqui-- vou fazer aqui em roxo.
  • 2:31 - 2:35
    Não quero que as pessoas se confundam,
    na verdade vou fazer nessa cor.
  • 2:35 - 2:38
    Esse ponto aqui parece ser
    um máximo local.
  • 2:38 - 2:41
    Local, não lox. Tem a ver
    com salmão.
  • 2:41 - 2:46
    Máximo local bem aqui.
  • 2:46 - 2:53
    Máximo local, podemos dizer que no ponto
    x um, e no ponto-- perdão, no ponto x dois
  • 2:53 - 3:00
    temos o máximo local em <i>x</i> dois
    porque f de x dois é maior que
  • 3:00 - 3:04
    <i>f</i> de <i>x</i> para qualquer <i>x</i>
    na vizinhança, perto de x dois.
  • 3:04 - 3:07
    Não estou sendo rigoroso, mas você
    pode perceber apenas olhando.
  • 3:07 - 3:10
    Justo o suficiente, identificamos todos os
  • 3:10 - 3:16
    máximos e mínimos, frequentemente
    chamados de extremos para essa função.
  • 3:16 - 3:18
    E como podemos identificá-los se
  • 3:18 - 3:21
    soubéssemos algo sobre
    a derivada da função?
  • 3:21 - 3:25
    Vamos olhar a derivada para cada
    um desses pontos.
  • 3:25 - 3:30
    Nesse primeiro ponto aqui,
    se eu fosse visualizar a reta tangente.
  • 3:30 - 3:33
    Vou fazer numa cor melhor que marrom.
  • 3:33 - 3:37
    Se eu fosse visualizar a reta tangente
    se pareceria com algo assim.
  • 3:37 - 3:39
    A inclinação aqui é zero.
  • 3:39 - 3:43
    Diremos que <i>f</i> linha de <i>x</i> zero
    é igual a zero.
  • 3:43 - 3:46
    A inclinação da reta tangente
    nesse ponto é zero.
  • 3:46 - 3:47
    E aqui?
  • 3:47 - 3:52
    Bem, de novo, a reta tangente
    se pareceria com algo assim.
  • 3:52 - 3:59
    Novamente, diremos <i>f</i> linha de
    x um é igual a zero.
  • 3:59 - 4:01
    E aqui?
  • 4:01 - 4:05
    Aqui, a reta tangente não é definida.
  • 4:05 - 4:09
    Temos uma inclinação positiva passando
    e então, imediatamente se torna negativa.
  • 4:09 - 4:14
    Então aqui, <i>f</i> linha de <i>x</i> dois
    não é definida.
  • 4:14 - 4:19
    Não, vou escrever indefinida.
  • 4:19 - 4:22
    Temos algo interessante e, de novo,
    não estou provando rigorosamente.
  • 4:22 - 4:24
    Só quero que você tenha a intuição aqui.
  • 4:24 - 4:29
    Vemos que se tivermos um tipo de extremo--
    e não estou falando quando
  • 4:29 - 4:32
    <i>x</i> está num ponto final
    do intervalo.
  • 4:32 - 4:36
    Só para ser claro, o que quero dizer
    quando x é um ponto final de um intervalo.
  • 4:36 - 4:39
    Digamos que a função é,
  • 4:39 - 4:43
    digamos que temos um intervalo
    a partir daqui.
  • 4:43 - 4:46
    Digamos que a função começa aqui
    e continua.
  • 4:46 - 4:48
    Esse seria um ponto máximo,
    mas seria um ponto final.
  • 4:48 - 4:52
    Não estamos falando sobre pontos finais,
    estamos falando sobre quando
  • 4:52 - 4:56
    temos pontos na curva, ou quando
    nosso intervalo é infinito.
  • 4:56 - 5:01
    Não estamos falando de
    pontos assim ou assim.
  • 5:01 - 5:06
    Estamos falando sobre os pontos
    dentro da curva.
  • 5:06 - 5:11
    Se você tem um ponto num intervalo,
    será mínimo ou máximo.
  • 5:11 - 5:13
    E vemos a intuição aqui.
  • 5:13 - 5:15
    Se temos-- então não-ponto final,
  • 5:15 - 5:25
    não-ponto final, mínimo ou máximo
  • 5:25 - 5:28
    e digamos que <i>x</i> é igual a <i>a</i>.
  • 5:28 - 5:31
    Se você sabe que existe um ponto
    máximo ou mínimo
  • 5:31 - 5:34
    em algum ponto <i>x</i> igual a <i>a</i>
    e x não é o ponto final.
  • 5:34 - 5:37
    <i>x</i> não é o ponto final de algum intervalo.
  • 5:37 - 5:39
    Isso te diz algo interessante ou
    pelo menos a intuição.
  • 5:39 - 5:46
    Vemos que a derivada em <i>x</i> igual a
    a será igual a zero ou
  • 5:46 - 5:52
    a derivada em <i>x</i> igual a <i>a</i> será
    indefinida.
  • 5:52 - 5:54
    E vemos isso em cada um dos casos.
  • 5:54 - 5:56
    Derivada é zero, derivada é zero.
  • 5:56 - 5:58
    Derivada é indefinida.
  • 5:58 - 6:03
    E temos uma palavra para esses pontos
    onde a derivada
  • 6:03 - 6:07
    ou é zero ou a derivada é indefinida.
  • 6:07 - 6:14
    Chamamos de pontos críticos.
  • 6:14 - 6:18
    Assim, para essa função,
    os pontos críticos.
  • 6:18 - 6:25
    Os pontos críticos são-- se incluirmos
    x zero.
  • 6:25 - 6:30
    Podemos incluir <i>x</i> um, em <i>x</i> zero
    e x um, a derivada é zero
  • 6:30 - 6:34
    e <i>x</i> dois, onde a função é indefinida.
  • 6:34 - 6:39
    Agora, se temos um não-ponto final,
    mínimo ou máximo,
  • 6:39 - 6:44
    então será um ponto crítico, mas
    podemos dizer da outra maneira.
  • 6:44 - 6:47
    Se podemos achar um ponto crítico
    onde a derivada é zero ou
  • 6:47 - 6:53
    a derivada é indefinida, será
    ponto máximo ou mínimo?
  • 6:53 - 7:02
    E para pensar nisso, vamos imaginar
    esse ponto aqui, chamamos de x três.
  • 7:02 - 7:04
    Se olharmos pra reta tangente aqui;
  • 7:04 - 7:06
    se olharmos pra inclinação aqui,
  • 7:06 - 7:10
    parece <i>f</i> linha de <i>x</i> três é igual a zero.
  • 7:10 - 7:12
    Baseado em nossa definição
    de ponto crítico,
  • 7:12 - 7:16
    <i>x</i> três também seria ponto crítico.
  • 7:16 - 7:20
    Mas não parece ser um
    ponto máximo ou mínimo.
  • 7:20 - 7:22
    Então ponto mínimo e máximo.
  • 7:22 - 7:24
    Isso não é um ponto final.
  • 7:24 - 7:28
    Será certamente um ponto crítico,
    mas um ponto crítico,
  • 7:28 - 7:32
    ser um ponto crítico por si não significa
    que está em um ponto mínimo ou máximo.
  • 7:32 - 7:34
    Para ser claro, em todos os pontos
  • 7:34 - 7:36
    estamos em um ponto mínimo ou máximo.
  • 7:36 - 7:38
    Aqui, estamos no ponto crítico.
  • 7:38 - 7:42
    Todos esses são pontos críticos, mas não
    é ponto mínimo ou máximo.
  • 7:42 - 7:46
    No próximo vídeo vamos pensar em
    como você pode diferenciar,
  • 7:46 - 7:51
    ou como você pode dizer quando existe
    ponto mínimo ou máximo num ponto crítico.
  • 7:51 - 7:55
    Legendado por [Miguel Infante]
    Revisado por [Soraia Novaes]
Title:
Minima, maxima and critical points
Description:

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Video Language:
English
Team:
Khan Academy
Duration:
07:53

Portuguese, Brazilian subtitles

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