Linear Algebra: Introduction to Eigenvalues and Eigenvectors
-
0:01 - 0:07Para qualquer transformação
de Rn para Rn, fizemos -
0:07 - 0:10implicitamente, mas
é interessante encontrarmos -
0:10 - 0:12os vetores que são
alterados pelas -
0:12 - 0:14transformações.
-
0:14 - 0:17Portanto os vetores que possuem
a forma -- a transformação de -
0:17 - 0:21meu vetor, é igual
a alguma versão ampliada -
0:21 - 0:22de um vetor.
-
0:22 - 0:24Se isto não lhe parece familiar,
eu posso refrescar um -
0:24 - 0:26pouco sua memória.
-
0:26 - 0:28Quando estamos procurando
por vetores base -
0:28 - 0:29para a transformação --
deixe-me desenhar isto. -
0:29 - 0:31Isto foi de R2 para R2,
-
0:32 - 0:34de R2 para R2.
-
0:34 - 0:37Deixe-me desenhar o R2 bem aqui.
-
0:37 - 0:44Vamos dizer agora que eu tinha um vetor...
Vamos adicionar um vetor, digamos que v1 é -
0:44 - 0:46igual ao vetor um, dois.
-
0:46 - 0:49E nós tinhamos as linhas
que são prolongadas do vetor. -
0:49 - 0:52E nós fizemos isto
há muitos vídeos. -
0:52 - 0:55E eu tinha a transformação que
passava por esta linha. -
0:55 - 1:01Portanto se chamamos a linha de L, T era
a transformação de R2 para R2 -
1:01 - 1:05que passava vetores
por cima desta linha. -
1:05 - 1:13Portanto ele passava, passava
vetores por cima de L. -
1:13 - 1:16Portanto se você lembra desta
transformação, se eu tivesse um vetor -
1:16 - 1:19qualquer que parecesse
com isso, digamos que isto é x, -
1:19 - 1:22este é o vetor x, então a
transformação de x pareceria com -
1:22 - 1:22algo deste tipo.
-
1:22 - 1:25Que é passado por
cima desta linha. -
1:25 - 1:27Esta era a
transformação de x. -
1:27 - 1:29E, se você se recorda do vídeo,
nós estávamos procurando por -
1:29 - 1:32uma troca de base que nos permitiria
ao menos descobrir a matriz, -
1:32 - 1:35a matriz de transformação,
ao menos uma -
1:35 - 1:36base alternativa.
-
1:36 - 1:37Então nós poderíamos
descobrir a matriz para -
1:37 - 1:39a transformação em uma
base padrão. -
1:39 - 1:43E a bases que escolhemos eram
vetores base que não -
1:43 - 1:45mudavam muito com a
transformação, ou bases que -
1:45 - 1:47simplesmente eram ampliadas
pela transformação. -
1:47 - 1:53Por exemplo, quando peguei a
transformação de v1, ela foi simplesmente -
1:53 - 1:54igualada a v1.
-
1:54 - 1:59Ou digamos que, a transformação
de v1, foi simplesmente igual a -
1:59 - 2:03um vezes v1.
-
2:03 - 2:07Portanto se você segue isto,
este pequeno formato que -
2:07 - 2:09criamos, lambda, neste
caso, seria um. -
2:09 - 2:11E é claro, o vetor
neste caso é v1. -
2:11 - 2:15A transformação apenas
ampliou v1 por uma escala 1. -
2:15 - 2:19Agora se você também ou se, no mesmo
problema, tivéssemos outro vetor que se -
2:19 - 2:20parecesse com isto.
-
2:20 - 2:28Ok, seria o vetor...
Digamos que este vetor é o v2. -
2:28 - 2:32v2 é -- digamos que seja um
vetor dois, e um negativo. -
2:32 - 2:34E quando você toma a
transformação disto, visto que -
2:34 - 2:36era ortogonal à linha, ele
simplesmente foi -
2:36 - 2:38movido desta forma.
-
2:38 - 2:40E isto foi uma força vetorial
realmente interessante pois -
2:40 - 2:45bem, a transformação de
v2 nesta situação -
2:45 - 2:47é igual ao quê?
-
2:47 - 2:49Apenas v2 negativo.
-
2:49 - 2:50É igual a v2 negativo.
-
2:50 - 2:55Ou, você poderia dizer, que a
transformação de v2 é igual -
2:55 - 2:58a menos um vezes v2.
-
2:58 - 3:02E estes foram vetores interessantes
para nós porque quando -
3:02 - 3:06definimos uma nova base com estes
vetores como base, tornou-se -
3:06 - 3:09fácil de se descobrir qual a
matriz transformação. -
3:09 - 3:12E na verdade, esta base foi
fácil de se usar. -
3:12 - 3:14Exploraremos isto um
pouco mais no futuro. -
3:14 - 3:17Espero que tenham compreendido a
importância destes vetores. -
3:17 - 3:22Também havia casos onde os
planos estavam ampliados por -
3:22 - 3:24alguns vetores.
-
3:24 - 3:26E também tínhamos outro
vetor que despontava do -
3:26 - 3:27plano, desta forma.
-
3:27 - 3:29E estávamos transformando
coisas ao utilizarmos o -
3:29 - 3:31reflexo da imagem por sobre isto
e bem, naquela transformação, -
3:31 - 3:34estes vetores em vermelho
não se alteram, e -
3:34 - 3:36estes caras são passados por cima.
-
3:36 - 3:38Talvez estes vetores sejam
boas bases vetoriais. -
3:38 - 3:40Ou quem sabe estes seriam também
boas bases vetoriais. -
3:40 - 3:41E de fato são.
-
3:41 - 3:45Em geral, estamos sempre interessados
em vetores que -
3:45 - 3:47são apenas ampliados
por uma transformação. -
3:47 - 3:49Não serão todos os vetores, certo?
-
3:49 - 3:51Este vetor que desenhei aqui,
este vetor x, ele não é -
3:51 - 3:55ampliado, ele é alterado,
a sua direção -
3:55 - 3:57é alterada.
-
3:57 - 4:00Os vetores que são ampliados podem
alterar sua direção -- eles podem -
4:00 - 4:03ir desta direção para esta,
ou quem sabe -
4:03 - 4:04para esta.
-
4:04 - 4:07Quem sabe talvez seja x e a
transformação de x seja -
4:07 - 4:08uma versão ampliada de x.
-
4:08 - 4:10Talvez seja isto.
-
4:12 - 4:17A linha que de fato é gera o espaço
vetorial não será alterada. -
4:17 - 4:19É com isto que iremos
nos preocupar. -
4:19 - 4:21Estes vetores tem um
nome especial. -
4:21 - 4:24E quero deixar isto bem
claro pois estes são vetores -
4:24 - 4:25realmente úteis.
-
4:25 - 4:27Não é apenas um jogo matemático
com o qual estamos -
4:27 - 4:30lidando, apesar de às vezes
cairmos nesta armadilha. -
4:30 - 4:31Eles são realmente úteis.
-
4:31 - 4:34Eles são úteis para definir
bases pois nestas bases -
4:34 - 4:37é mais fácil de achar
a matrizes de transformação. -
4:37 - 4:39Eles são sistemas de coordenadas
mais naturais. -
4:39 - 4:42E muitas vezes, as matrizes de transformação
nestas bases são -
4:42 - 4:44mais fáceis de
se lidar. -
4:44 - 4:47Por isto elas possuem
nomes especiais. -
4:47 - 4:50Qualquer vetor que satisfaça isto
aqui é chamado de -
4:50 - 4:58autovetor para a
transformação T. -
4:58 - 5:02E o lambda, o múltiplo que ele
se torna -- este é o autovalor -
5:02 - 5:12associado ao autovetor.
-
5:17 - 5:20Então, no exemplo que acabei
de dar onde a transformação está -
5:20 - 5:24girando ao redor desta linha, v1, o
vetor um, dois, é um autovetor -
5:24 - 5:27de nossa transformação.
-
5:27 - 5:31Portanto um, dois é um
autovetor. -
5:34 - 5:36E seu autovalor
correspondente é igual a um. -
5:42 - 5:44Este termo também
é um autovetor -- o vetor -
5:44 - 5:45dois, menos um.
-
5:45 - 5:48Ele também é
um autovetor. -
5:48 - 5:50Uma palavra muito bonita, mas o que
isto significa é que houve a ampliação -
5:50 - 5:52de um vetor por uma transformação.
-
5:52 - 5:55Ele não é alterado em nenhuma forma
mais importante do que o -
5:55 - 5:56fator de ampliação.
-
5:56 - 6:04E seu autovalor correspondente
é igual a menos um. -
6:04 - 6:06Se esta transformação --
eu não sei qual a sua -
6:06 - 6:07matriz de transformação.
-
6:07 - 6:08Eu esqueci qual era.
-
6:08 - 6:11Nós na verdade a
descobrimos há pouco. -
6:11 - 6:16Se a matriz de transformação pode ser
representada como a matriz -
6:16 - 6:18produto vetorial -- e
deveria ser; é uma -
6:18 - 6:23transformação linear -- então
qualquer v que satisfaça a -
6:23 - 6:28transformação de -- digamos que a
transformação de v é igual a -
6:28 - 6:33lambda v, que também
seria, você sabe, -
6:33 - 6:33a transformação de [? v ?]
-
6:33 - 6:36seria igual a A vezes v.
-
6:36 - 6:39Eles também são chamados de
autovetores de A, pois A é -
6:39 - 6:42simplesmente a matriz representação
-
6:42 - 6:43da transformação.
-
6:43 - 6:52Neste caso, este seria um
autovetor de A, e isto seria -
6:52 - 6:54o autovalor associado ao
-
6:54 - 6:55autovetor.
-
6:59 - 7:01Portanto, se você nos dá
a matriz representação de -
7:01 - 7:02uma transformação linear.
-
7:02 - 7:04Você também pode descobri-los.
-
7:04 - 7:06Agora, no próximo vídeo que iremos
ver nós de fato -
7:06 - 7:07veremos como descobrir
estes valores. -
7:07 - 7:10Mas o que quero que vocês
entendam deste vídeo é -
7:10 - 7:14que podemos dizer que os
vetores não se -
7:14 - 7:15alteram muito.
-
7:15 - 7:17Mas quero que vocês
entendam o que isto significa. -
7:17 - 7:20O vetor literalmente é ampliado
ou invertido. -
7:20 - 7:22A sua direção ou a linha
que eles prolongam -
7:22 - 7:23fundamentalmente não
se alteram. -
7:23 - 7:26E a razão pela qual elas são
interessantes para nós é que, bem, -
7:26 - 7:29uma das razões pela qual elas
nos são interessantes é que -
7:29 - 7:33elas são bases vetoriais
muito interessantes -- bases vetoriais -
7:33 - 7:37cujas matrizes de transformação são
talvez computacionalmente -
7:37 - 7:42mais simples, ou matrizes que formam
melhores sistemas de coordenadas.
Show all