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Em 1995, a Quarta Conferência Mundial
sobre as Mulheres, realizada em Pequim
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estabeleceu um plano progressivo
para o avanço dos direitos da mulher.
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(aplausos)
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Porém, 26 anos mais tarde,
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progressos relativos à igualdade de
género, empoderamento das mulheres e saúde
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são demasiado lentos e desiguais.
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A pandemia da COVID-19 levou também ao
retrocesso dos progressos já alcançados.
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Devemos e podemos fazer muito melhor!
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Devemos trabalhar em conjunto
na promoção e respeito
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dos direitos das mulheres e raparigas,
em toda a sua diversidade,
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assegurando que têm acesso a
serviços de saúde sexual e reprodutiva
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de qualidade, baseados nos direitos,
acessíveis e abrangentes.
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Devemos prevenir a violência
contra mulheres e crianças
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e assegurar que os sistemas de saúde
são capazes de apoiar e cuidar
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dos sobreviventes de violência.
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(aplausos)
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Devemos promover a liderança da mulher
no setor da saúde e dos cuidados de saúde,
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assegurando que têm condições
de trabalho dignas.
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Devemos pôr fim às doenças incuráveis,
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assegurando que mulheres
e raparigas têm o tempo,
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oportunidades e recursos necessários
para ter acesso a dietas nutritivas
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e para se envolverem em atividades
que promovam a sua saúde.
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Devemos também acabar com o preconceito
que existe com a participação da mulher
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em cargos de liderança e na ciência,
e investir em investigação
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que dê prioridade à saúde e ao bem-estar
de todas as mulheres, em todo o lado.
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Devemos juntar as nossas cabeças
e corações
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e trabalhar mais e mais rápido
para tornar a saúde da mulher
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e a igualdade de género
uma realidade para todos nós.
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Devemos e podemos fazer muito melhor!