-
O conhecimento em cibersegurança exige
que você tenha uma base sólida,
-
e essa base é composta pelo conhecimento
em sistemas operacionais.
-
E nós estamos aqui hoje
com dois mestres Jedi
-
para falar de um dos maiores sistemas
operacionais que existe,
-
que é o Windows.
-
E eu tenho a honra de poder participar
desse talk, desse bate-papo de hoje.
-
Sejam bem-vindos!
-
Professor André, tudo bem?
-
– Tudo joia, graças a Deus, e contigo?
– Tudo ótimo!
-
Bom, quem não me conhece,
meu nome é André, eu tenho 45 anos,
-
e estou na área de tecnologia há 26 anos.
-
Nesses 26 anos, eu trabalhei em empresas
de diversos portes e segmentos,
-
desde empresas muito pequenas
com sérias dificuldades financeiras,
-
em que eu tive que aprender
a extrair o melhor
-
que o sistema operacional tem a oferecer,
até empresas muito grandes.
-
Atualmente eu sou Cloud Solution
Architect na Microsoft,
-
trabalho em um time global,
-
com o foco primário em Active Directory
e identidade.
-
Seja muito bem-vindo, professor,
é um prazer estar aqui contigo.
-
E temos aqui também um outro monstro
representando essa gama
-
de operações Windows,
que é o professor Daniel.
-
– Tudo bem, Daniel, como você está?
– Tudo joia, Rafa.
-
Sou Daniel Vasconcelos, professor
universitário e professor aqui da FIAP,
-
sou CEO de uma consultoria
chamada DVCONNECT,
-
e já trabalhei em algumas empresas
como gerente de TI.
-
Comecei lá embaixo,
como analista de suporte,
-
geralmente como todo mundo começa,
dando o primeiro passo,
-
cheguei à gerência de TI
em uma empresa aos 23 anos,
-
e, hoje, eu sou CEO da DVCONNECT.
-
Então, a gente trabalha com opções cloud,
-
e a empresa também tem uma outra veia,
que é a veia de design.
-
Então, além da parte de infraestrutura
de sistemas operacionais,
-
a gente trabalha também
com a parte de identidade visual,
-
de desenvolvimento web e lojas virtuais.
-
– Seria isso.
– Show de bola.
-
Bem-vindos! Vamos lá?
-
Bom, a gente está falando de um curso
de Defesa Cibernética,
-
os nossos alunos aqui estão nos assistindo,
-
e uma das bases que eu encaro
ser essencial hoje,
-
é o aprendizado de sistemas operacionais.
-
E a gente fala muito, quando a gente
fala de cibersegurança, em Linux,
-
porém, mais que Linux, Windows,
eu vejo que é uma peça essencial,
-
porque é o que o usuário vai utilizar.
-
E aí eu já queria começar
esse bate-papo
-
para a gente descontrair um pouco
e vocês ficarem mais relaxados,
-
porque a gente começa com aquela tensão,
se apresenta,
-
mas para o pessoal que está nos assistindo,
eu queria que vocês falassem um pouco,
-
como começou essa história do Windows?
-
A gente escuta muita coisa em filme,
em cinema, do sistema operacional,
-
então, a gente sabe que o Gates,
criador da Microsoft, fundador,
-
criou o sistema operacional.
-
Vocês têm alguma versão da história
de como isso começou?
-
Eu queria que vocês compartilhassem
um pouco essa experiência da história
-
até da sua utilização com Windows,
-
se quiser começar, professor André,
por favor.
-
É um negócio que vem de muito,
muito tempo, né?
-
Então, lá em 1983, começou isso,
-
a maioria dos alunos talvez não fossem
nem nascidos ainda.
-
Eu imagino que não.
-
começa em 83.
-
Daí lá em 85 a gente já tem o Windows 1,0.
-
Só que ele não era um sistema operacional
propriamente dito.
-
Era, digamos assim,
uma espécie de utilitário que rodava
-
em cima de um sistema operacional
pré existente ou de MS-DOS e se propunha
-
a facilitar a execução de algumas tarefas
que antes era executada.
-
Somente o modo texto
por meio de um modo gráfico.
-
Isso aí lançado em 85 só muito me engano
-
e 87 vem Windows 2,0.
-
Ali já veio o conceito de maximizar,
minimizar.
-
No Windows a gente já tinha lá
a utilização de mouse e tal,
-
então o objetivo ali eu acho que sempre
foi tornar o uso intuitivo perfeito, né?
-
Daí em 1990, o Windows,
ele se torna um sistema operacional
-
propriamente dito,
com o Windows 3,0, né? Foi
-
um sucesso bem estrondoso
-
e aqui no Brasil o negocio estourou
mesmo com o Windows 3,1,
-
ali já não se dependia
mais do MS-DOS para executá lo,
-
então a coisa começa a muito tempo
até chegar onde nós estamos hoje.
-
Perfeito!
-
Você Puxa Deriel, como foi o contato
com a partir de então para a Microsoft?
-
Você começou com Windows
ou começou com Linux?
-
Qual foi essa história?
-
Não, eu comecei com Windows.
-
Honrando a raiz. Aí
-
eu comecei com quatro
-
e tomei a desses quatro, 05h04 mega de ré.
-
Isso mesmo, vocês ouviram quatro mega de.
-
Motor de overclock.
-
Eu achava.
-
E então o meu primeiro contato
com o Windows como usuário comum
-
pra criança adolescente
foi com Windows 3,113 ponto zero
-
três ponto
um três ponto onze em workstation e nisso
-
eu chamava e
-
esse foi o primeiro contato com o Windows
e teve o dó.
-
Não é que o sistema operacional
Microsoft também.
-
Então ele era um modo que a gente chama
do sistema operacional.
-
Não tinha que estar lá
o MS-DOS para instalar o Windows.
-
E essa foi a minha primeira vivência ali.
-
Eu era criancinha, então
-
colocou lá e me colocou com 11 anos
com Windows.
-
Eu falei cara, que que eu vou fazer que
só que tinha explorador de arquivos ali,
-
tinha aquelas janelas, então se abria uma,
-
podia minimizar, maximizar
e eu fui aprendendo mesmo imersiva mente.
-
Então eu tinha um computador lá
na família de pequeno
-
e a gente foi, foi explorando,
começou lá com Windows 3,11, ai veio
-
eu tive contato com todos
95, 98 Millenium.
-
Aí o XP que se eu não me engano
que ele se tornou independente mesmo,
-
ele precisava mais do nós,
-
se tornou totalmente mutável
como sistema de arquivos, etc.
-
Eu adorava o XP cheio de vírus,
era excelente,
-
todo o processo rodava como administrador
a nível de kernel do sistema.
-
Era ótimo, adorava.
-
E. Particularmente curtia o XP demais
e eu.
-
Gostava daquela, daquele papel de parede,
naquele background
-
que foi uma das imagens
mais vistas e famosas do mundo.
-
E isso foi que foi o meu primeiro contato.
-
Logo depois a gente veio
a parte profissional com Windows Server,
-
eu comecei com Windows
Server 2000, peguei um pouquinho do NT,
-
mas fui logo pro 2002 1000.
-
Ele teve uma
-
um pequeno período aí,
o que eu peguei firme mesmo,
-
que eu realmente implantei do zero
na minha empresa
-
foi o Windows 2003 Server, qual tem
algumas certificações voltadas a servidor.
-
Esse foi meu primeiro contato.
-
Eu cheguei a trabalhar com três, foram 11
-
e depois fui pro Windows NT.
-
Cheguei a fazer o Certification
PF do Windows NT
-
e mais a minha primeira certificação
foi Windows 2000,
-
meio que eu vi o Active
Active Directory nascer.
-
Do NT da tecnologia que ele chamava. De.
-
Tecnologia mesmo,
já que nós somos sobreviventes.
-
Somos fruto
-
dessa mudança da digitalização.
-
Eu saí dessa inclusão digital no mundo
digital antes do analógico para o digital.
-
Eu concordo plenamente.
-
O que eu enxergo,
o professor exige enxergar a Microsoft.
-
Ela tem aumentado a maturidade
de desenvolvimento do sistema operacional.
-
Vocês conseguem enxergar isso
-
não só a nível de usabilidade
pro desktop, para o usuário.
-
Porque gente, tem várias evoluções.
-
Se a gente pensar como era em 95,
como foi o 98 do 98, como foi O21000 XP
-
e depois disso até o Windows Vista
-
e depois até Windows oito
-
e depois até Windows 11, que é
o que a gente está atualmente utilizando.
-
A gente tem uma evolução gigante, claro,
-
quando a gente fala a nível de kernel,
muita coisa se mudou.
-
O kernel do Windows oito, por exemplo,
é o mesmo Windows 11 ainda, mas a nível de
-
usabilidade de se hoje de arquitetura,
muita coisa mudou e eu enxergo
-
essa mudança também
na parte de serviços e servidores.
-
Realmente aconteceu essa mudança.
-
Queria perguntar pra vocês
-
se a Microsoft está evoluindo
a nível de serviço de servidores.
-
Bem, entra no conceito deles,
vão pra nuvem, mas no sentido de serviço,
-
porque mudou muita coisa de 2000
pra cá ou não.
-
E a Microsoft não vê e não evolui
ao longo do tempo ela não chegar
-
onde chegou.
-
Mas pensa que assim
a cada versão do sistema operacional
-
era o que tinha de melhor naquela época?
-
Então, hoje,
-
quando a gente compara, por exemplo,
o Windows 11 com o que nós tínhamos lá
-
no Windows 95, pode parecer um absurdo,
é um abismo que separa as duas coisas, né?
-
Então, o que ocorre
é uma evolução ao longo do tempo
-
para atender necessidades atuais.
-
Pensa que o Windows 95, por exemplo,
-
ele atendia às necessidades
daquela época, né?
-
Então
-
sim, existe essa evolução.
-
Ela vai continuar existindo
-
e não só para a Microsoft,
-
como para outros provedores, para outros.
-
Sistemas. Sistemas. Enfim.
-
Perfeito para o que eu queria.
-
Quando a gente fala dessa evolução
-
hoje, quais são os principais serviços
que você implementa?
-
Nós só construir
-
quando a gente fala em sistemas Microsoft
ou falar um pouquinho do Prime.
-
Se ainda. Não.
-
Então aí pegando o gancho dessa evolução,
-
alguma dos serviços novos
que eu acho que pode causar.
-
Talvez o servidor de arquivos
seja o mais comum que todo mundo perceba.
-
Implementação compartilhar pastas,
fazer gestão de arquivos,
-
mas que mais que são os mais utilizados
-
a nível de serviço, surgiram
a questão de servidores de servidores.
-
Eu vou de Microsoft vou da matriz,
que seria o Active Directory,
-
que eu acho que ele é o pilar e o alicerce
de toda rede hoje, de toda empresa.
-
Então eu acho que eu acho
que ele seria o primeiro aliado a ele,
-
o Grupo Pólis,
as famosas de pessoas que elas vão fazer
-
configurações do sistema operacional
voltado a usuários e computadores, não.
-
Por exemplo,
eu quero automatizar um papel de parede,
-
eu quero automatizar uma instalação
de um pet ou de um software
-
que seja também esse
ponto que a Microsoft que seja compatível.
-
Então acho que seria o A.D..
-
Está esquecendo o. Pior.
-
A pior, é óbvio
o DNS que um é o aliado a outro.
-
Então eu acho que esse seria
um dos principais serviços aí.
-
Mas a gente tem, tem vários aí de
-
disse que não tem informação de auditoria
ou falha de ressarcimento, então
-
a gente pode ir longe.
-
Mas como servidor
acho que seria isso fonte de evolução.
-
Está falando aqui do Windows.
-
Eu acho que uma das coisas bacana fica lá
aquela discussão Windows e Linux.
-
O hoje o Windows tem WSL,
-
que é o Windows System for Linux
-
e ele já consegue pegar tudo,
o kernel do Linux você implementar, então
-
você consegue pegar lá e implementar
Docker Kubernetes, colocar containers de.
-
Forma nativa
e. De forma nativa com WSL dois.
-
Então é isso,
-
a gente falando de coisa de dez, 20 anos
atrás, a gente nem imaginava isso.
-
Então eu acho que é uma das evoluções
bacanas.
-
Fora copyleft e outras coisas que envolvem
inteligência artificial e que
-
que chegaram pra valer
-
ao. Que.
-
Eu testei, o Coppola tinha um pouco
a nível de usuário.
-
Então você pede lá
pra ele fazer um texto no Word
-
com uma imagem x alguma coisa x ele faz.
-
Bacana, até pega um serviço Microsoft X.
-
O pessoal tá numa reunião
e tinha uma reunião ali
-
com grupos de pessoas de cada país
falando idiomas diferentes, o copyleft.
-
Ele dividiu as tarefas,
-
ele traduziu os idiomas de cada grupo,
entregou a tarefa para cada um.
-
Então o negócio é fácil, caramba!
-
E faz um resumo da reunião.
-
Tinha um stakeholder
que fazia, faz o resumo da reunião.
-
Pensaria que o três ponto ia virar
uma inteligência artificial
-
ou para um serviço
-
para o gerenciamento de uma reunião
dentro do dentro de uma filter
-
de uma ferramenta do Windows.
-
É impressionante. Desse.
-
Ponto de vista que serve isso, né?
-
A primeira de quem teve aula comigo
em algum momento
-
ouviu falar
que a função de um servidor é servir.
-
Eu vou, vou desconfiado que o André
foi meu professor.
-
Tá gente?
Então eu sou assim, estou vendido aqui.
-
Deve ter ouvido
-
falar É isso que é a função do servidor
é servir, né?
-
Então tudo é o cliente.
-
Server é exato, mas de fato
-
o principal
o serviço é o Active Directory.
-
A questão é que muitos mencionam
-
e eu não concordo muito com essa afirmação
-
de que o Active Directory é o principal
-
serviço de gerenciamento de identidade
do mundo.
-
De fato,
ele é o mais utilizado, mas ele não faz
-
um gerenciamento de identidade de ASI.
-
Sim. Né?
-
E a parte de pessoal que por si só
-
é uma ciência, né?
-
Existe um treinamento de 32 horas
-
falando sobre arquitetura,
sei fazer debug naquilo.
-
Enfim, muito legal o atividade,
-
entre outros serviços,
-
não só Microsoft
-
são extremamente dependentes do DNS
e aí é aquela coisa
-
vai o server
lá que a super popular Print Server.
-
Você tem
-
um sistema de gerenciamento
de distribuição de pet fornecido pelo SUS.
-
Sim, gratuito.
-
Então a gente vem de uma época
que a gente tinha que aprender
-
a extrair o que o sistema operacional
oferecia.
-
Perfeito!
-
Hoje essa tem produto que faz toda parte,
-
mas é tirar leite da pedra.
-
Quando a gente chegou nesse negócio,
era tudo mato, né?
-
Ninguém tinha profundidade,
vamos dizer, desse conhecimento.
-
E a maioria não tem.
-
Até hoje muita gente tem muito mercado,
eu costumo brincar,
-
inclusive outros casos que eu falei
que a gente tem preocupação da vida
-
porque a pessoa não tem
essa cruzada de estudar.
-
E para estudar você tem que imergir
naquilo que realmente se dedicar,
-
colocar horas no seu dia
a dia pra se aprofundar em cima disso,
-
senão você simplesmente vai trabalhar
aquilo com NF, não com profundidade.
-
Daí o livro do Malcolm Gladwell
chama Outliers.
-
Ele foi traduzido aqui no Brasil
como Fora de série
-
e, entre outras coisas,
a mensagem principal.
-
Aliás,
assim você atinge a excelência em algo
-
quando você dedica pelo -10.000 horas
em cima daquele tempo perfeito.
-
Então ele pega, por exemplo,
os Beatles tal e pega também o Bill Gates
-
está comendo
a Apple, conta um pouco da história e tal.
-
Recomendo muito a leitura.
-
Então, pra se ter essa profundidade
técnica, não tem jeito,
-
você tem que fazer uma imersão naquilo,
-
respirar aquilo 24 horas por dia
que você chegar lá.
-
Então eu gostaria de fazer uma curiosidade
que e falar um pouquinho sobre o Active
-
Directory pra gente explicar um pouco mais
com profundidade para os nossos alunos
-
o que que é o AD.
-
Porque a gente tem hoje, dentro
do curso de acessibilidade Ética
-
na disciplina de Windows,
-
a gente trabalhar o foco de instalação,
o foco de serviços
-
e o principal serviço que a gente ensina
é a utilização do ativo direto,
-
que, como o professor André
bem comentou, e não é
-
talvez o sistema
que faça toda a gestão de identidade,
-
mas sim, talvez de gestão de uso.
-
O sistema que é mais utilizado
pra gestão de usuários.
-
A gente pode dizer assim do mundo hoje
com certeza é o AD.
-
E eu queria que vocês comentassem
um pouquinho
-
que é o que ele faz,
qual que são os modos operantes.
-
A gente fala muito de fizemos o que que é,
-
qual que é
o foco, que é floresta, que é domínio.
-
Eu sei que a gente poderia fazer
umas 20 horas de quest
-
só pra explicar isso aqui, mas
é só pra gente atiçar essa curiosidade.
-
Os alunos estão estudando o que tem isso
no conteúdo é que a gente pode,
-
que eles não só bicho isso,
mas eles aprendam.
-
Isso é só para ter esse insight,
pra saber que tem muito mais, que talvez
-
não esteja nem documentado publicamente,
mas que faz parte daquele processo.
-
E para você entender com profundidade,
-
você tem que saber que acontece,
que está ali que você começar.
-
Que para começar.
-
Pode ser
-
o Active Directory.
-
Ele é um controlador de domínio
primeiramente
-
e então a gente vai lá
e entende o que é um domínio.
-
O domínio é um endereço,
-
então ele vai ser uma máquina,
por exemplo, ou, na verdade, um domínio.
-
Ele vai ser
-
toda a infraestrutura de uma empresa.
-
Então eu vou falar bem
resumidamente, a gente vai fica.
-
Tranquilo. O Active Directory,
o Rafa, comentou.
-
Ele é formado por domínio,
árvores de domínios
-
e florestas e é floresta ou florestas.
-
Aí depende do tamanho da empresa.
-
Mas o que seria vocês entenderem?
-
Então, vou dar um exemplo aqui.
-
Não sei se posso falar nome correto,
-
o domínio coca cola, ponto
com.br, ou melhor,
-
coca cola
pontocom que a gente chama de domínio.
-
Então a coca cola tem o domínio
-
que é o pai de todos, que é o ponto com.
-
E aí você pode ter ali
uma árvore de domínios.
-
A Coca Cola é uma empresa enorme,
multinacional, conhecida no mundo inteiro
-
em nível mundial,
então ela tem ali coca cola, ponto com.br.
-
E então você vai descendo a árvore de DNS,
a árvore de domínios.
-
Aí então você tem coca cola,
ponto com.br e ponto a erre
-
na Argentina, o americano, etc, etc.
-
Você vai ter uma árvore de domínios
-
aí, por exemplo, aí você tem a floresta.
-
O que é a floresta?
-
Eu gosto um desenho da floresta.
-
Eu vou dar um exemplo aqui,
-
saindo um pouco da coca cola,
que acho que fica mais fácil,
-
que são as empresas Sadia e Perdigão.
-
Não sei se vocês sabem,
mas Sadia e Perdigão,
-
quando você faz compra no mercado,
vai para o mesmo.
-
Se o mesmo grupo que é o BR Food,
-
então a floresta é um grupo de empresa
e o máximo aí
-
é a junção às vezes de um grande
com o outro, de uma empresa com uma outra.
-
Então, por exemplo, o BR Food,
a floresta onde você tem na Sadia,
-
você tem Perdigão,
tem as produtos Qualy, vários outros
-
que eu não vou lembrar o nome aqui,
então acho que seria esse conceito.
-
Então se tem um domínio, a empresa,
infraestrutura, com os usuários,
-
com a sua hierarquia, com o seu projeto
hierárquico, você tem uma árvore,
-
Pode ser por país, pode ser departamento,
depende também da sua empresa.
-
E você tem a floresta que é grande,
a floresta e tudo isso.
-
Então eu posso ter um domínio
com uma floresta tranquilamente.
-
Você pode começar pequena aí uma startup.
-
Você vai precisar criar uma floresta e vai
criar para -1 domínio, um centralizador.
-
Então, basicamente assim funciona
o Active Directory vai fazer autenticação
-
dos seus usuários, dos seus computadores,
vai comprar seus computadores,
-
ele que vai
-
controlar de toda autenticação.
-
Quando você faz lá na máquina cliente
-
você log, ele vai estar logando
centralizado dentro de um domínio
-
dentro do domínio
que você colocar na sua empresa.
-
Perfeito!
-
É muito difícil a gente entender
o Active Directory hoje sem a gente
-
voltar um pouquinho no tempo,
como que era lá no Windows antigo, né?
-
Então a gente tinha ali a figura do PdC,
-
primeiro,
do Homem Controller e do BdC, né?
-
E ali era um conceito chamado cinco
-
ou mais cinco ou máster, né?
-
Onde todas as atividades administrativas
-
precisavam ser executadas no PDC, né?
-
E aí, se eu pudesse ficar assim
disponível, qualquer razão que fosse,
-
sei lá, marcava uma flag no BdC,
tornava ele PdC
-
para executar essa atividade
-
com Active Directory.
-
Sim, do lado do 2000 Windows 2000.
-
A gente passou a
-
ter o conceito de multi máster,
-
onde a maioria
das atividades administrativas
-
podem ser executadas
-
em qualquer controlador de domínio
gravado,
-
porque a gente também tem
os controladores, somente a leitura.
-
Perfeito, né?
-
No entanto,
-
no esquema multi master é possível, né?
-
Altamente provável que ocorram conflitos
-
com Active Directory.
-
Tem algoritmos bastante robustos
funcionais para lidar com esses conflitos.
-
Só que, idealmente, alguns conflitos
-
precisam ser eliminados na raiz.
-
Então,
ainda que a gente tenha o esquema multi
-
máster, algumas tarefas
elas são executadas no modo single máster
-
e é aí que começa a entrar
os métodos de operações.
-
Nós fizemos.
-
Então nós temos cinco mestres
de operações, são dois de floresta.
-
Ou seja, a isso também se refere
a partições do Active
-
Directory e tal
e três mestres de operação de domínio.
-
Então, por exemplo,
-
se eu tenho uma floresta com um domínio,
eu vou ter cinco mestre de operação.
-
Se eu tenho uma
-
floresta com dois domínios,
eu vou ter oito,
-
porque o outro domínio vai ter
os três metros de operação do domínio dele
-
e dessa forma
-
evita se que determinados conflitos
ocorram no Active Directory.
-
Então, por exemplo,
-
o esquema estou até o coração dele.
-
É ele que controla objetos,
-
classes de objetos
e atributos são widgets.
-
Muito mais do que isso.
-
Então, quando eu falo de classe,
de objeto, por exemplo,
-
estou lá no esquema que é determinado
-
que um objeto do tipo usuário
tem um atributo chamado departamento
-
ou tem um atributo chamado e-mail
ou telefone, ou qualquer coisa assim.
-
A mesma coisa
se aplica para um grupo, para
-
uma conta de computador, enfim.
-
Então, nesse caso,
isso sendo controlado no esquema
-
existe uma partição
e essa partição é replicada para todos
-
os controladores de domínio da floresta.
-
Ai eu tenho uma floresta que tem
30 domínios, filhos,
-
todos os controladores de
domínio vai ter essa partição
-
e. E aí é uma
-
maneira de lidar com certos conflitos.
-
A gente pode até aprofundar,
-
falar cada um dos mestre de operações
que dá uma semana de.
-
Convenção para um cache de 20 horas.
-
Legal, Eu gosto muito desse negócio.
-
Dele,
mas eu vejo a profundidade sobre isso.
-
É uma coisa mais importante do que um.
-
É como é as relações de confiança
-
entre os domínios.
-
Eu tenho domínio.
-
Ele estabelece uma relação de confiança
com domínio.
-
BN e uma filial
ou um parceiro que seja e vai conhecer.
-
Então você vai fazendo
essas relações que são bem.
-
Deixa controla. Antes.
-
De. Realizar essa transição.
-
Então, por exemplo,
eu, Daniel Vasconcelos,
-
estou aqui na Lins hoje pela FIAP,
mas o meu usuário,
-
por ter uma relação de confiança do
-
do subdomínio, que seja da Lins com
-
Campos
-
paulista, por exemplo,
eu consigo me logar lá tranquilamente.
-
Perfeito mesmo.
-
São duas regiões geográficas diferentes,
inclusive perfeito.
-
Excelente.
-
Quando a gente fala de ADL,
é um mundo gigante.
-
Mas a gente tem outros serviços
da Microsoft, por exemplo.
-
E esse que é a parte
servidor web é a Microsoft.
-
Querendo ou não,
ela adicionou mais pontos,
-
talvez de investimento,
porque ela evoluiu também,
-
como a gente vinha comentando
conforme o tempo e tal.
-
E surgiu também
um mercado que ela explorou
-
muito,
que é o mercado de virtualização com o Ray
-
havia hibernado, dava de braçada sozinha
e a Microsoft trouxe um pouco
-
essa ferramenta também, de poder
ela ter o seu supervisor,
-
ter o seu visualizador
para poder trabalhar esse ponto.
-
No entanto, que o próprio Windows
hoje utiliza nativamente para
-
poder, enfim, para diversas qualidades
que vocês comentasse um pouquinho.
-
Como vocês enxergaram essa transição,
essa evolução do seu operacional
-
para trazer mais essa filtro
de virtualização que no caso do mercado,
-
a gente tinha a parte de Linux
que trazia isso com KVM,
-
mas a Microsoft trouxe muito isso.
-
No reaprendi também a Microsoft.
-
Ela tinha um outro produto
-
de virtualização que eu
não me recordo o nome, mas assim era bem
-
primário mesmo.
-
Depois veio o conceito
hiper vital, veio o produto,
-
o Hyper VI que foi descontinuado agora
então vai ter suporte
-
até 2029 janeiro 2029.
-
Mas o foco agora está no RH.
-
Aí sim,
é só que o conceito de virtualização
-
não vem dali Enquanto a gente voltar
na época do meio frame,
-
lá na década de 70,
que a gente tinha uma máquina central
-
responsável por todo o armazenamento
e processar, então, né.
-
E nós tínhamos ali terminais burros
-
conectados a essa máquina central
-
e isso eu fazia input de dados ali,
mas localmente não ocorria nada
-
no sentido de processamento,
de armazenamento e tal.
-
Então o conceito
ele já vem de muito tempo, né?
-
E aí foi
-
atingindo um nível de maturidade
legal, né?
-
Que culminou
na verdade com computação em nuvem,
-
computação em nuvem ela não existiria
se não existisse a virtualização.
-
Fato.
-
Então,
no hype havia um baita de um produto,
-
assim como muitos produtos da Microsoft.
-
Fácil de instalar,
fácil de configurar, intuitivo tal, né?
-
Eu recomendo para os alunos,
sempre que possível,
-
que instale o Hyper-V
para criar seus laboratórios e tal,
-
Mas é um produto que ele vem de muito
tempo, né?
-
Sim, é uma evolução.
-
É como o próprio processador
que vai evoluindo com as suas filtros
-
e vai travar acontecendo,
vai trabalhando perfeito.
-
E Daniel,
esse mundo de cloud, Professor André
-
deu o gatilho de introdução
e a gente tinha tudo num primeiro olhar.
-
E a Microsoft e o Prime e tal
e agora a gente teve
-
até bot Cloud Apache, nuvem híbrida
-
e até voltando, porque o Quad
o adeus integra em nuvem também.
-
E com o Azure, a Dell com outros produtos.
-
Entra rede. E.
-
Aí. Já
-
estou sendo atualizado ao vivo aqui
já foi um aprendizado.
-
Mas eu vi a documentação
que você vai ter o Windows Server 2025, aí
-
sim sai um Switch e mais o on premise
ainda é o Active Directory,
-
então eles separaram
e eu entrei de Pro para nuvem.
-
Eu o Active Directory para.
-
O porque sobre isso vai ter integração
ainda que vocês enxergam
-
sobre essa junção entre on premise nuvem.
-
Nesse momento
a gente fala do Sam Personal e do serviço.
-
Então eu acho que a tendência, tudo
-
num futuro não muito distante,
é tudo ser realmente cloud,
-
tudo ser cloud, então,
-
mas algum serviço, algumas coisas.
-
Algumas empresas ainda ficam meio
ressabiadas de put.
-
Vou deixar tudo ali em cloud,
-
tudo da minha base X, Y,
Z e da minha importância. Então
-
o que está acontecendo?
-
Isso é a hibridização.
-
Então você ainda tem um premise
e trabalha híbrido com e depois
-
com a nuvem da Microsoft, que é o entra
-
e o entrar ID, o nosso entrar.
-
Então.
-
Ahn, eu acho uma quebra de paradigma.
-
Eu acho sensacional.
-
E dentro da nuvem
que a gente chama dentro do Edge, ou seja,
-
uma WS, sejam os concorrentes quem forem.
-
A virtualização ainda é presente, então
-
a nuvem é um ambiente, é a virtualização.
-
Ação é uma feature, é um,
é um produto daquele, daquele ambiente.
-
Então, se a gente for ver, poxa,
que bacana!
-
Aí a Microsoft teve que correr, como você
disse, a ver remexer
-
começou aí
e a Microsoft veio com Hyper vim.
-
É sensacional, né?
-
A gente poder ter, fazer,
-
pegar o ambiente de
deve colocar na nuvem, fazer testes antes.
-
Antigamente eu lembro que
-
ainda tem, ainda tem algumas coisas,
mas você montar
-
o que a gente chama de disaster recover,
você montar o ambiente inteiro
-
clonado em um outro lugar,
num outro andar, num outro espaço físico.
-
Hoje a gente já consegue fazer
-
tudo isso via nuvem.
-
Então, imaginar,
quero tirar o que a gente ganhou,
-
que a gente mudou culturalmente,
foi formidável.
-
Uma das perguntas que eu queria comentar
é que muitas empresas
-
às vezes não não usam não full cloud
-
porque eles tem medo da performance,
principalmente quando de fala de fala.
-
O server é print server
-
e diversos problemas são apresentados.
-
Imagine um cartório que tem impressora,
tem uma escala de alto
-
desempenho que ficaria ali
um livro em questão de minutos.
-
Tem um outro volume de de scanner
para geralmente de imagens,
-
e muita gente
fala que isso ainda fica lento,
-
tal como vocês enxergam o processador.
-
Como você
enxerga a questão de performance?
-
Quando a gente vai ficar muito
tempo nesse modelo híbrido ou
-
a nuvem total, ou só utilizar o full
nuvem?
-
É uma realidade que hoje
cada vez mais estar presente.
-
Eu não acredito nisso,
eu não acredito nisso.
-
Até uma visão
um pouquinho diferente do professor,
-
um modelo híbrido.
-
Ele veio para ficar e tá
-
por que é uma startup pequenininha
que está nascendo agora.
-
Provavelmente ela vai nascer no modelo
Cloud only.
-
Agora você pega uma empresa centenária
-
que ainda tem mainframe
e tem muita empresa que ainda tem.
-
Não vai conseguir
-
se livrar de tudo isso, sabe?
-
E ia falar
não vou adotar o modelo cloud only, né?
-
Então eu não acredito
-
nisso, que esse modelo
-
cloud on only vai se tornar um padrão.
-
Eu particularmente
não acredito na questão de performance.
-
O que a nuvem vai trazer para nós?
-
A prestação de um serviço
-
de infraestrutura, né?
-
Mas existe um modelo de compatibilidade,
responsabilidade compartilhada?
-
Sim, o cliente.
-
Ele é responsável por uma parte,
o provedor e procura por outra, né?
-
Quando a gente fala de conectividade,
-
é comparar isso com décadas atrás,
quando a gente conectava na internet
-
depois da meia noite para pagar um preço
único.
-
Sim, a gente está muito bem hoje.
-
Então, questões de performance
podem existir?
-
Claro que podem.
-
Existem, É claro que existem.
-
Mas elas são tratadas
-
e mitigadas de uma forma bastante eficaz.
-
Agora falando de nuvem assim,
até para contextualizar
-
para os alunos, eu sempre utilizo
-
se faço um paralelo
com o serviço de energia elétrica,
-
que inclusive tem tido um monte
de problema aqui em São Paulo, é justo.
-
Imagina o seguinte você chega em casa
-
depois de um dia cansado para caramba,
-
exaustivo de trabalho e tal,
-
e você abre a porta,
pressiona o interruptor de luz,
-
tudo o que você quer naquele momento
que tem a luminosidade no ambiente,
-
que tem energia
para você tomar um banho quente e tal.
-
No momento que você aperta o interruptor,
-
você não pensa
-
que aquela energia está sendo gerada
numa usina hidrelétrica.
-
De repente, do outro lado do país,
que ela está sendo transmitida
-
por meios de transmissão
diversos até chegar à sua casa.
-
Você não se questiona se,
-
por exemplo, vai faltar energia em função
-
de ter mais pessoas
morando na sua cidade ou não.
-
Sim, você não se questiona
se os equipamentos utilizados
-
pela empresa provedora
estão atualizados ou não são?
-
Pergunta Nada disso. Você quer.
-
Luz? Acenda a luz, acenda.
-
Agora, se você
-
pega isso
e transporta para um outro universo,
-
por exemplo,
eu sempre falo de uma metalúrgica.
-
Eles fazem parafuso
porque a arruela, o cor dele, está ali.
-
Só que para que eles possam fabricar
esse parafuso, porque a arruela
-
tem toda uma infraestrutura de TI
que não está relacionada com o core deles
-
e que eles precisam empenhar
esforço, atenção, investimento sim.
-
Então tem uma rede,
tem um sistema de refrigeração
-
que normalmente não acompanha
o crescimento de um datacenter.
-
Você vai enfiando a máquina lá dentro,
o ar condicionado nunca está atualizado,
-
você tem
-
sistema de desumidificação de ar.
-
Eventualmente, você vai ter a fonte
redundante de energia elétrica, né?
-
Só que você só quer fazer um parafuso.
-
Então a computação em nuvem
ela vem para ajudar nesse sentido.
-
Poxa, vamos fazer o seguinte
você não quer só fazer parafuso, Tá bom,
-
Eu te dou toda a infraestrutura aqui,
eu cuido dessa infraestrutura
-
e você faz o parafuso em paz.
-
Sem se preocupar com o resto.
-
Exato.
-
Exato.
-
Então, eu sempre uso essa analogia, sabe?
-
De detalhes, das diferenças
em relação à utilização.
-
Bem colocado.
-
É só fazendo um parênteses.
-
Lógico que você falou assim.
-
É que o que você colocou que eu acredito
no cloud de um ano foi bem assim.
-
Mas eu acredito no Claudio, onde.
-
Eu falei que seria Cloud only,
-
mas eu
acho que tudo vai ter um pouco da nuvem.
-
Se foi a for pass,
se for software a certo, mas depende.
-
Mas eu acredito ainda que vai ser
-
muita coisa, A gente vai ficar realmente
bem, vai voltar a nuvem.
-
Então, por exemplo, eu acho que uma coisa,
uma quebra de paradigma,
-
que o processamento não vai ser mais
-
feito, um prêmio, um futuro.
-
Então, a parte processamento,
a gente não vai mais se preocupar
-
em comprar computador, game, etc.
-
A gente vai ter o Game Pass
ainda da Microsoft, Xbox com Windows,
-
então todo o processamento
não está na sua casa ou
-
na sua empresa, vai estar na nuvem.
-
É isso que eu quero chegar.
-
Eu acredito num futuro que eu acho que
eu vou chegar em casa com o meu celular.
-
Eu vou apontar ele para uma parede,
para uma TV e ele vai me conectar.
-
Eu falo joga na tela
-
e eu vou ter o meu teclado ali, sem fio
e vou começar a trabalhar, entendeu?
-
Seja aqui sim, futuro muito distante,
mas do jeito que as coisas
-
estão funcionando rapidamente, eu
acho que eu acredito que o processamento
-
ele não ficará mais dentro da nossa casa,
dentro da nossa empresa.
-
Quer dizer, então seria o processamento,
seria externo e aí vai longe.
-
A gente tem que falar das zonas
que você vai contratar, falando do
-
e se é bom,
se tem Brasil, se América Latina.
-
Se você contratar uma zona dos Estados
Unidos, aí o assunto aqui vai lá.
-
Olha só da onde saiu a conversa
do Windows, Para onde a gente chegou.
-
E aí eu concordo
-
totalmente contigo, é computação em nuvem.
-
Ela já está presente na vida
da maioria das pessoas sem que ela saiba.
-
Você tem um é meio do rádio, meio
-
destino aqui Outlook Desde quando.
-
Começou o Outlook.
-
Tem uma rádio meias, tem um Gmail.
Isso é nuvem.
-
E essa nuvem. Assim.
-
Lá atrás, no Windows nove X,
-
nós tínhamos o Windows Update.
-
Você conectava numa página,
-
ele fazia uma varredura
o seu sistema operacional
-
e te dava as atualizações
que você necessitava.
-
Nuvem Então a maioria das pessoas
já utilizam a nuvem
-
sem que se dê conta disso.
-
O conceito era diferente,
a gente chamava de nuvem.
-
Eu acho ela exatamente essa.
-
Ela já era
dada perfeitamente da nossa área.
-
Então
quando a gente fala de cibersegurança,
-
a gente lembra muito da Microsoft
como sistema.
-
Quem seguro?
-
Daí que depende de muita atualização.
-
MAC Isso é o que o mercado fala.
-
Mas na minha opinião, hoje o Windows
ou os sistemas mais seguros
-
a nível de tecnologia de cibersegurança
do mundo, a nível de com proteção
-
de stake, de proteção de golpe,
proteção de memória e alta entropia,
-
proteção de segmentação de paginação
de contra full guard.
-
O Windows é riquíssimo,
muito mais seguro do que talvez
-
muitos sistemas operacionais
aí que o pessoal gosta tanto
-
o Linux com o que a gente vai dizer.
-
Ou seja, o Windows realmente é um sistema
muito parrudo na questão de segurança,
-
mas é a opinião de vocês
numa pergunta, nessa questão,
-
puxando uma faísca para esse assunto,
porque quem da Microsoft?
-
E a gente sabe a resposta?
-
Porque é o que é mais utilizado
-
e onde que o pessoal vai querer mais bater
para descobrir vulnerabilidades?
-
Mas por que ainda tem esse estigma
da Microsoft de ser um profissional
-
mais vulnerável em si?
-
Fala Pode.
-
Porque a maioria não sabe o que faz,
-
porque é assim.
-
De fato existe todos esses recursos, né?
-
É só que
a maioria das pessoas não conhece,
-
não tem profundidade técnica
para fazer um bom uso daquilo
-
que o sistema operacional
oferece nativamente, né?
-
Então
-
é por isso que gera essas coisas.
-
Por exemplo,
acho que todos nós aqui conhecemos
-
ou já ouvimos falar de alguém
que, por exemplo, trabalha num helpdesk
-
e que de liberar uma máquina
para o usuário tem um check list
-
do que deve ser feito e uma das tarefas
é desativar o vírus do Windows.
-
Sim né?
-
Então porque não sabe usar.
-
Primeiro
-
de fato o sistema operacional
mais utilizado ou logo torna
-
se um alvo gigantesco e superficial, mais
a maioria não sabe o que está fazendo.
-
Perfeito!
-
Então, pegando o gancho do André,
-
além dos usuários,
-
eu acho que também tem é facto
-
isso que ele é o mais popular.
-
Ele é o que se pegar o market share aí
-
a nível de desktop é 50%, vai
-
o Windows e é o resto.
-
Se você pegar uma lixeira hoje em dia
tem o Android que o pessoal coloca,
-
mas para mim
o Android é uma outra plataforma
-
que é mobile e fica um pouco complicado.
-
A gente compara os dois
que vem do Unix, etc.
-
Agora sim, imagina só,
você tem um sistema operacional
-
que ele é feito para várias arquiteturas
de hardware diferente, né?
-
Diferente do da própria Apple.
-
Como é que o SN que é tudo integrado,
Então
-
o ciclo é mais fechadinho
e dá aquela sensação de mais seguro.
-
E a Microsoft?
-
Eu acho que ela trabalhou como 1 £,
então ela tem, Ela tem um equilíbrio
-
de dar um pouco de liberdade
para o usuário ir
-
e deixar a retaguarda aí pra gente,
pra gente usar, né?
-
Agora imagina na Microsoft, no Linux
-
tem essa premissa,
-
mas quando você vai instalar
algum software ou algum serviço seu,
-
dá lá uma PT Gate da vida
e você vai dentro de um repositório
-
que toda uma consulta que fica dentro de
uma base dentro do servidor da Microsoft.
-
Se você quer instalar alguma aplicação,
geralmente a gente vai aonde
-
a gente vai no Google Play.
-
Store eu vou lá Microsoft Store.
-
Pode ser.
-
Mas eu entendi o ponto Vocês, Conceição,
de um executável de um binário,
-
ela é padrão, mas no software comenta
-
sobre qualquer pessoa
pode criar um binário para ser usado no.
-
Exato exato, por ele ser pop também.
-
O mais usado, né?
-
Então você vai lá no WW
o ponto x pt ponto com.br Receber não?
-
Olha que eu baixe aqui esse manual.
-
Então você está muito mais a mercê do que
-
o Linux, que ele é um pouco mais,
ele é um pouco mais fechado,
-
ele é,
-
ele é open, mas ele ele tem um repositório
-
onde vai centralizar isso Daí
há mais o Linux a gente também pega.
-
Eu sei que você pega a maneira de você
executar o pacote, você vai que fazer ali
-
um comando?
-
Eu vou fazer a pergunta
se vocês preferem Windows e Linux,
-
seria capciosa e seria capcioso.
-
Aí colocar esse termo.
-
Você pode fazer porque eu adoro.
-
Eu não tenho uma preferência,
-
apesar de ter vivido a Microsoft
e trabalhado com isso.
-
Ter certificações, agradeço,
mas eu sou bem neutro com relação a isso
-
que eu trabalho com Linux
e eu faço um trabalho
-
ano a ano de desktop né?
-
E eu se pegar o Linux de 2010
e de 20 anos,
-
de 24 anos atrás e do que é hoje.
-
Então a evolução é grande, não Tem sim.
-
O que o professor mencionou, na verdade
qualquer um vai no site Baixa Talk
-
e de fato isso é verdade.
-
Mas aí pega um pouquinho
daquilo que eu falei,
-
que a maioria não sabe o que está fazendo,
porque
-
ainda que a pessoa possa baixar.
-
Falando no ambiente corporativo,
se alguém entrou no site qualquer
-
e baixou algo, é porque um outro
alguém permitiu o perfil, o primeiro ponto
-
e o segundo.
-
Se algo foi executado é porque um outro
alguém permitiu que ele executasse.
-
Também o que dá pra controlar. Né?
-
Porque tudo isso é controlável, né?
-
E a questão Windows, Linux
-
eu acho que existe muito mais
-
idealismo envolvido
que antigamente ficava aquela coisa assim
-
Não, não vou pagar licença,
eu aqui é software livre e tal.
-
Só que assim, se você quiser
ter um Linux suportado igual
-
você tem um Windows suportado,
você tem que pagar né? E
-
pra mim não tem melhor ou pior, né?
-
Eles atendem necessidades diferentes,
-
sabe?
-
A o Windows tem o Yes legal.
-
Pra mim
faz muito mais sentido ter um Apache
-
Jeans, por exemplo,
-
ou então a rodar.
-
Faz muito mais sentido
eu ter um squid ou iptables
-
no Linux, óbvio, do que colocar
algo semelhante no Windows, né?
-
Então são produtos que atendem
necessidades diferentes.
-
Lembra que eu falei
a função do servidor é servir?
-
Quem vai me servir melhor?
-
Windows ou Linux?
-
Eu sei escolher o que que trazer mais
professores, fazer um debate aqui
-
sobre, isso. Por outro lado,
-
você vai colocar o Linux
pra rodar na estação de um usuário
-
que tem afinidade baixissima
com tecnologia.
-
Esse cara vai conseguir produzir?
-
Talvez não.
-
Entendeu?
-
Então são cenários,
são situações onde um vai atender melhor
-
e o outro vai atender melhor. Em outro
-
mobiliário, dados diferentes.
-
Indo para a reta final do nosso podcast,
-
eu queria pedir para que vocês
dessem dicas.
-
Os alunos querem fazer certificações,
estudar sobre Python, Microsoft,
-
quais são as dicas?
-
Quais são os caminhos,
aqueles caminhos das pedras, Dicas de ouro
-
para o profissional que quer estudar mais
sobre as operações Windows
-
para trabalhar na área de cibersegurança
e no mercado geral de tecnologia.
-
Hoje as certificações.
-
Elas são a grande maioria voltada ao web,
-
a nuvem.
-
O que eu recomendo para todos os alunos
-
antes de vocês é que eles se especializar
-
em algo muito grande, dar um passo maior
que a perna que a gente chama.
-
Então somos claro, Professor,
quero ser Red Tim Maia.
-
Eu falei de ciência
quer esquecer, quer seja de Tim, tudo bem.
-
Mas aí você tem que entender
que para você penetrar,
-
fazer um esforço mínimo de mídia
ou alguma coisa,
-
um bloquinho ou um wedding,
você vai precisar ter a base.
-
Então, o que eu recomendo é você absorver
-
bem uma base, seja de programação.
-
Você vai ter que gostar de programação,
vai ter gostar de Python,
-
que é uma linguagem aberta.
-
Se vai precisar entender
redes de computadores,
-
você vai precisar entender
os sistemas operacionais Linux e Windows.
-
Então eu acho que você tem que ter essa
base, porque eu vou ter que
-
esquece de Windows,
-
vou ter que entender Linux, você vai
ter que entender o Linux, até porque tem
-
gente comentando WSL aqui no começo,
então a Microsoft é super aberta.
-
Você ter um kernel Linux
para a convergência, né?
-
Então hoje o. SUS é quase Windows
-
quase, o Windows é quase o Windows.
-
Então eu acho que isso seria a base,
você ter uma base e hoje
-
a gente não estuda o modelo
OSE até hoje a toa.
-
Então eu acho que
acho que seria minha principal dica
-
para você começar no Windows
-
você entender a base desses carinhas
aí de redes.
-
As certificações no cloud seria.
-
Show.
-
Da minha parte o mais básico.
-
Estude para aprender,
não para passar na prova.
-
É para conhecer sistema operacional rede.
-
Eu sempre recomendo os livros Tannenbaum.
-
Legal a leitura, bem pesada sim,
mas para quem gosta.
-
Profundidade. Exato.
-
A certificação Windows atual gente
-
tem quase 800 horas e 801 que é o Windows
-
Server 2022
mais voltado para ambientes híbridos, né?
-
E do ponto de vista de segurança,
não tem aquela diquinha boa.
-
Não tem porque segurança é uma jornada,
-
não dá para você fazer o segundo gol
antes de fazer o primeiro
-
gol entrar em campo. E aí
-
o que eu posso recomendar é que conheçam,
-
diz. Da frente para trás, de trás
para a frente, do avesso.
-
O Security Privilege Access da Microsoft,
-
a capa do MS Barra SP,
a roadmap que ali tem
-
todas as tarefas que precisam
-
ser executadas
dentro de uma linha de tempo para mudar
-
o nível de maturidade de segurança
no ambiente corporativo.
-
Muito obrigado Professor Daniel
-
Professor André pela participação
nesse podcast e nós enxergamos.
-
Então o pessoal que a palavra
além de Windows
-
é além de entendimento
e ter muita profundidade.
-
Estudar, se dedicar, entender
que a presença do Windows,
-
ela sempre estará conosco
na nossa jornada de cibersegurança e.