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  • 0:08 - 0:12
    O conhecimento em cibersegurança exige
    que você tenha uma base sólida,
  • 0:12 - 0:17
    e essa base é composta pelo conhecimento
    em sistemas operacionais.
  • 0:17 - 0:19
    E nós estamos aqui hoje
    com dois mestres Jedi
  • 0:19 - 0:22
    para falar de um dos maiores sistemas
    operacionais que existe,
  • 0:22 - 0:24
    que é o Windows.
  • 0:24 - 0:28
    E eu tenho a honra de poder participar
    desse talk, desse bate-papo de hoje.
  • 0:28 - 0:30
    Sejam bem-vindos!
  • 0:30 - 0:31
    Professor André, tudo bem?
  • 0:31 - 0:34
    – Tudo joia, graças a Deus, e contigo?
    – Tudo ótimo!
  • 0:34 - 0:38
    Bom, quem não me conhece,
    meu nome é André, eu tenho 45 anos,
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    e estou na área de tecnologia há 26 anos.
  • 0:41 - 0:44
    Nesses 26 anos, eu trabalhei
    em empresas de diversos portes,
  • 0:44 - 0:48
    de diversos segmentos,
    desde empresas muito pequenas,
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    com sérias dificuldades financeiras,
  • 0:50 - 0:54
    em que eu tive que aprender a extrair
    o melhor
  • 0:54 - 0:58
    que o sistema operacional tem a oferecer,
    até empresas muito grandes.
  • 0:58 - 1:01
    Atualmente eu sou o Claudio Solução
    Arquitetos na Microsoft
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    trabalho num time global com foco primário
    em Active Directory da entidade.
  • 1:08 - 1:09
    Seja muito bem vindo, professor!
  • 1:09 - 1:11
    Prazer está aqui contigo.
  • 1:11 - 1:15
    E temos aqui também um outro monstro
    representando essa gama de operações
  • 1:15 - 1:16
    Windows, que é o professor Daniel.
  • 1:16 - 1:20
    Tudo bem, Daniel,
    como é que você está? E Rafa. Vou.
  • 1:20 - 1:20
    Sozinha.
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    Vasconcelos Sou professor universitário
    aqui da FIAP.
  • 1:24 - 1:29
    Eu sou CEO de uma consultoria chamada
    Devir Connecting
  • 1:29 - 1:32
    e já trabalhei em algumas empresas
    como gerente de TI.
  • 1:32 - 1:35
    Comecei lá embaixo
    como analista de suporte,
  • 1:36 - 1:38
    geralmente com tudo no começo,
    no primeiro passo,
  • 1:38 - 1:42
    cheguei à gerência de TI em uma empresa
  • 1:42 - 1:47
    aos 23 anos e hoje
    eu sou CEO da TV Connect.
  • 1:48 - 1:51
    Então a gente trabalha com opções cloud
  • 1:51 - 1:54
    e a empresa também
    tem uma outra via que haveria de design.
  • 1:54 - 1:57
    Então, além da parte
  • 1:57 - 1:59
    de infraestrutura
    e de sistemas operacionais,
  • 1:59 - 2:02
    a gente trabalha também
    com a parte de identidade visual,
  • 2:02 - 2:06
    de desenvolvimento web e lojas virtuais.
  • 2:06 - 2:09
    E seria isso. Show de bola.
  • 2:09 - 2:10
    Bem vindos! Vamos lá?
  • 2:10 - 2:13
    Bom, a gente está falando
    de um curso de defesa cibernética.
  • 2:13 - 2:15
    Os nossos alunos aqui estão os assistindo.
  • 2:15 - 2:19
    E uma das bases que eu encaro,
    que é uma base essencial
  • 2:19 - 2:21
    hoje,
    o aprendizado de sistemas operacionais.
  • 2:21 - 2:24
    E a gente fala muito
    de falar de cibersegurança em Linux,
  • 2:24 - 2:27
    Mas mais que Linux, Windows,
    eu vejo que é uma peça essencial,
  • 2:28 - 2:30
    porque é o que o usuário vai utilizar.
  • 2:30 - 2:33
    E aí eu queria começar esse bate papo
    já, pra gente descontrair um pouco,
  • 2:33 - 2:36
    vocês ficarem mais relaxados
    porque a gente começa catequizando,
  • 2:36 - 2:40
    se apresentar e tal,
    mas só uns assistindo o que?
  • 2:40 - 2:41
    Só um pouquinho?
  • 2:41 - 2:43
    Como começou essa história do Windows?
  • 2:43 - 2:47
    A gente escuta muita coisa de filme
    em cinema, do sistema operacional.
  • 2:47 - 2:48
    A gente sabe foguetes.
  • 2:48 - 2:52
    Criador da Microsoft, fundador
    criou o sistema operacional
  • 2:52 - 2:55
    alguém sistema uma versão de vocês
    só de como isso começou, o que?
  • 2:55 - 2:58
    Que vocês compartilhasse um pouco
    essa experiên cia da história
  • 2:58 - 3:01
    até da sua utilização
    com Windows que você começar, por favor.
  • 3:02 - 3:04
    É um negócio que vende muito, muito,
    muito tempo, né?
  • 3:04 - 3:07
    Então lá em 83 começou isso.
  • 3:07 - 3:12
    A maioria dos alunos talvez não fossem
    nem nascidos, imagina eu. E
  • 3:12 - 3:14
    começa em 83.
  • 3:14 - 3:17
    Daí lá em 85 a gente já tem o Windows 1,0.
  • 3:17 - 3:21
    Só que ele não era um sistema operacional
    propriamente dito.
  • 3:21 - 3:24
    Era, digamos assim,
    uma espécie de utilitário que rodava
  • 3:24 - 3:30
    em cima de um sistema operacional
    pré existente ou de MS-DOS e se propunha
  • 3:30 - 3:36
    a facilitar a execução de algumas tarefas
    que antes era executada.
  • 3:36 - 3:39
    Somente o modo texto
    por meio de um modo gráfico.
  • 3:39 - 3:43
    Isso aí lançado em 85 só muito me engano
  • 3:43 - 3:46
    e 87 vem Windows 2,0.
  • 3:46 - 3:49
    Ali já veio o conceito de maximizar,
    minimizar.
  • 3:49 - 3:54
    No Windows a gente já tinha lá
    a utilização de mouse e tal,
  • 3:54 - 4:01
    então o objetivo ali eu acho que sempre
    foi tornar o uso intuitivo perfeito, né?
  • 4:01 - 4:06
    Daí em 1990, o Windows,
    ele se torna um sistema operacional
  • 4:06 - 4:12
    propriamente dito,
    com o Windows 3,0, né? Foi
  • 4:12 - 4:14
    um sucesso bem estrondoso
  • 4:14 - 4:18
    e aqui no Brasil o negocio estourou
    mesmo com o Windows 3,1,
  • 4:18 - 4:23
    ali já não se dependia
    mais do MS-DOS para executá lo,
  • 4:23 - 4:28
    então a coisa começa a muito tempo
    até chegar onde nós estamos hoje.
  • 4:28 - 4:28
    Perfeito!
  • 4:28 - 4:32
    Você Puxa Deriel, como foi o contato
    com a partir de então para a Microsoft?
  • 4:32 - 4:33
    Você começou com Windows
    ou começou com Linux?
  • 4:33 - 4:35
    Qual foi essa história?
  • 4:35 - 4:36
    Não, eu comecei com Windows.
  • 4:36 - 4:39
    Honrando a raiz. Aí
  • 4:39 - 4:41
    eu comecei com quatro
  • 4:41 - 4:45
    e tomei a desses quatro, 05h04 mega de ré.
  • 4:45 - 4:48
    Isso mesmo, vocês ouviram quatro mega de.
  • 4:48 - 4:49
    Motor de overclock.
  • 4:49 - 4:52
    Eu achava.
  • 4:52 - 4:57
    E então o meu primeiro contato
    com o Windows como usuário comum
  • 4:57 - 5:03
    pra criança adolescente
    foi com Windows 3,113 ponto zero
  • 5:03 - 5:07
    três ponto
    um três ponto onze em workstation e nisso
  • 5:07 - 5:10
    eu chamava e
  • 5:10 - 5:13
    esse foi o primeiro contato com o Windows
    e teve o dó.
  • 5:13 - 5:15
    Não é que o sistema operacional
    Microsoft também.
  • 5:15 - 5:19
    Então ele era um modo que a gente chama
    do sistema operacional.
  • 5:19 - 5:22
    Não tinha que estar lá
    o MS-DOS para instalar o Windows.
  • 5:22 - 5:25
    E essa foi a minha primeira vivência ali.
  • 5:25 - 5:28
    Eu era criancinha, então
  • 5:28 - 5:30
    colocou lá e me colocou com 11 anos
    com Windows.
  • 5:30 - 5:34
    Eu falei cara, que que eu vou fazer que
    só que tinha explorador de arquivos ali,
  • 5:34 - 5:37
    tinha aquelas janelas, então se abria uma,
  • 5:37 - 5:42
    podia minimizar, maximizar
    e eu fui aprendendo mesmo imersiva mente.
  • 5:42 - 5:46
    Então eu tinha um computador lá
    na família de pequeno
  • 5:46 - 5:51
    e a gente foi, foi explorando,
    começou lá com Windows 3,11, ai veio
  • 5:51 - 5:56
    eu tive contato com todos
    95, 98 Millenium.
  • 5:56 - 6:00
    Aí o XP que se eu não me engano
    que ele se tornou independente mesmo,
  • 6:00 - 6:01
    ele precisava mais do nós,
  • 6:01 - 6:05
    se tornou totalmente mutável
    como sistema de arquivos, etc.
  • 6:05 - 6:09
    Eu adorava o XP cheio de vírus,
    era excelente,
  • 6:09 - 6:11
    todo o processo rodava como administrador
    a nível de kernel do sistema.
  • 6:11 - 6:13
    Era ótimo, adorava.
  • 6:13 - 6:15
    E. Particularmente curtia o XP demais
    e eu.
  • 6:15 - 6:19
    Gostava daquela, daquele papel de parede,
    naquele background
  • 6:19 - 6:23
    que foi uma das imagens
    mais vistas e famosas do mundo.
  • 6:23 - 6:25
    E isso foi que foi o meu primeiro contato.
  • 6:25 - 6:29
    Logo depois a gente veio
    a parte profissional com Windows Server,
  • 6:29 - 6:32
    eu comecei com Windows
    Server 2000, peguei um pouquinho do NT,
  • 6:32 - 6:35
    mas fui logo pro 2002 1000.
  • 6:35 - 6:37
    Ele teve uma
  • 6:37 - 6:41
    um pequeno período aí,
    o que eu peguei firme mesmo,
  • 6:41 - 6:45
    que eu realmente implantei do zero
    na minha empresa
  • 6:45 - 6:51
    foi o Windows 2003 Server, qual tem
    algumas certificações voltadas a servidor.
  • 6:51 - 6:53
    Esse foi meu primeiro contato.
  • 6:53 - 6:57
    Eu cheguei a trabalhar com três, foram 11
  • 6:57 - 7:00
    e depois fui pro Windows NT.
  • 7:00 - 7:05
    Cheguei a fazer o Certification
    PF do Windows NT
  • 7:05 - 7:08
    e mais a minha primeira certificação
    foi Windows 2000,
  • 7:08 - 7:12
    meio que eu vi o Active
    Active Directory nascer.
  • 7:12 - 7:15
    Do NT da tecnologia que ele chamava. De.
  • 7:15 - 7:19
    Tecnologia mesmo,
    já que nós somos sobreviventes.
  • 7:19 - 7:20
    Somos fruto
  • 7:20 - 7:23
    dessa mudança da digitalização.
  • 7:23 - 7:27
    Eu saí dessa inclusão digital no mundo
    digital antes do analógico para o digital.
  • 7:27 - 7:28
    Eu concordo plenamente.
  • 7:28 - 7:31
    O que eu enxergo,
    o professor exige enxergar a Microsoft.
  • 7:31 - 7:34
    Ela tem aumentado a maturidade
    de desenvolvimento do sistema operacional.
  • 7:34 - 7:36
    Vocês conseguem enxergar isso
  • 7:36 - 7:40
    não só a nível de usabilidade
    pro desktop, para o usuário.
  • 7:40 - 7:42
    Porque gente, tem várias evoluções.
  • 7:42 - 7:49
    Se a gente pensar como era em 95,
    como foi o 98 do 98, como foi O21000 XP
  • 7:49 - 7:52
    e depois disso até o Windows Vista
  • 7:52 - 7:55
    e depois até Windows oito
  • 7:55 - 7:58
    e depois até Windows 11, que é
    o que a gente está atualmente utilizando.
  • 7:58 - 8:01
    A gente tem uma evolução gigante, claro,
  • 8:01 - 8:05
    quando a gente fala a nível de kernel,
    muita coisa se mudou.
  • 8:05 - 8:09
    O kernel do Windows oito, por exemplo,
    é o mesmo Windows 11 ainda, mas a nível de
  • 8:09 - 8:13
    usabilidade de se hoje de arquitetura,
    muita coisa mudou e eu enxergo
  • 8:13 - 8:18
    essa mudança também
    na parte de serviços e servidores.
  • 8:18 - 8:19
    Realmente aconteceu essa mudança.
  • 8:19 - 8:19
    Queria perguntar pra vocês
  • 8:19 - 8:23
    se a Microsoft está evoluindo
    a nível de serviço de servidores.
  • 8:23 - 8:26
    Bem, entra no conceito deles,
    vão pra nuvem, mas no sentido de serviço,
  • 8:26 - 8:30
    porque mudou muita coisa de 2000
    pra cá ou não.
  • 8:30 - 8:34
    E a Microsoft não vê e não evolui
    ao longo do tempo ela não chegar
  • 8:34 - 8:36
    onde chegou.
  • 8:36 - 8:40
    Mas pensa que assim
    a cada versão do sistema operacional
  • 8:40 - 8:42
    era o que tinha de melhor naquela época?
  • 8:42 - 8:43
    Então, hoje,
  • 8:43 - 8:46
    quando a gente compara, por exemplo,
    o Windows 11 com o que nós tínhamos lá
  • 8:46 - 8:52
    no Windows 95, pode parecer um absurdo,
    é um abismo que separa as duas coisas, né?
  • 8:52 - 8:56
    Então, o que ocorre
    é uma evolução ao longo do tempo
  • 8:56 - 8:59
    para atender necessidades atuais.
  • 8:59 - 9:01
    Pensa que o Windows 95, por exemplo,
  • 9:01 - 9:05
    ele atendia às necessidades
    daquela época, né?
  • 9:05 - 9:06
    Então
  • 9:07 - 9:08
    sim, existe essa evolução.
  • 9:08 - 9:11
    Ela vai continuar existindo
  • 9:11 - 9:13
    e não só para a Microsoft,
  • 9:13 - 9:16
    como para outros provedores, para outros.
  • 9:17 - 9:19
    Sistemas. Sistemas. Enfim.
  • 9:19 - 9:20
    Perfeito para o que eu queria.
  • 9:20 - 9:22
    Quando a gente fala dessa evolução
  • 9:22 - 9:25
    hoje, quais são os principais serviços
    que você implementa?
  • 9:25 - 9:26
    Nós só construir
  • 9:26 - 9:29
    quando a gente fala em sistemas Microsoft
    ou falar um pouquinho do Prime.
  • 9:29 - 9:31
    Se ainda. Não.
  • 9:31 - 9:34
    Então aí pegando o gancho dessa evolução,
  • 9:34 - 9:37
    alguma dos serviços novos
    que eu acho que pode causar.
  • 9:37 - 9:40
    Talvez o servidor de arquivos
    seja o mais comum que todo mundo perceba.
  • 9:40 - 9:43
    Implementação compartilhar pastas,
    fazer gestão de arquivos,
  • 9:43 - 9:44
    mas que mais que são os mais utilizados
  • 9:44 - 9:48
    a nível de serviço, surgiram
    a questão de servidores de servidores.
  • 9:48 - 9:53
    Eu vou de Microsoft vou da matriz,
    que seria o Active Directory,
  • 9:53 - 9:58
    que eu acho que ele é o pilar e o alicerce
    de toda rede hoje, de toda empresa.
  • 9:58 - 10:02
    Então eu acho que eu acho
    que ele seria o primeiro aliado a ele,
  • 10:02 - 10:08
    o Grupo Pólis,
    as famosas de pessoas que elas vão fazer
  • 10:08 - 10:12
    configurações do sistema operacional
    voltado a usuários e computadores, não.
  • 10:12 - 10:16
    Por exemplo,
    eu quero automatizar um papel de parede,
  • 10:16 - 10:20
    eu quero automatizar uma instalação
    de um pet ou de um software
  • 10:20 - 10:24
    que seja também esse
    ponto que a Microsoft que seja compatível.
  • 10:24 - 10:26
    Então acho que seria o A.D..
  • 10:26 - 10:28
    Está esquecendo o. Pior.
  • 10:28 - 10:33
    A pior, é óbvio
    o DNS que um é o aliado a outro.
  • 10:33 - 10:36
    Então eu acho que esse seria
    um dos principais serviços aí.
  • 10:36 - 10:39
    Mas a gente tem, tem vários aí de
  • 10:39 - 10:45
    disse que não tem informação de auditoria
    ou falha de ressarcimento, então
  • 10:45 - 10:46
    a gente pode ir longe.
  • 10:46 - 10:49
    Mas como servidor
    acho que seria isso fonte de evolução.
  • 10:50 - 10:51
    Está falando aqui do Windows.
  • 10:51 - 10:55
    Eu acho que uma das coisas bacana fica lá
    aquela discussão Windows e Linux.
  • 10:55 - 10:58
    O hoje o Windows tem WSL,
  • 10:58 - 11:02
    que é o Windows System for Linux
  • 11:02 - 11:06
    e ele já consegue pegar tudo,
    o kernel do Linux você implementar, então
  • 11:06 - 11:11
    você consegue pegar lá e implementar
    Docker Kubernetes, colocar containers de.
  • 11:11 - 11:14
    Forma nativa
    e. De forma nativa com WSL dois.
  • 11:14 - 11:15
    Então é isso,
  • 11:15 - 11:20
    a gente falando de coisa de dez, 20 anos
    atrás, a gente nem imaginava isso.
  • 11:20 - 11:23
    Então eu acho que é uma das evoluções
    bacanas.
  • 11:23 - 11:28
    Fora copyleft e outras coisas que envolvem
    inteligência artificial e que
  • 11:28 - 11:31
    que chegaram pra valer
  • 11:31 - 11:33
    ao. Que.
  • 11:33 - 11:36
    Eu testei, o Coppola tinha um pouco
    a nível de usuário.
  • 11:36 - 11:40
    Então você pede lá
    pra ele fazer um texto no Word
  • 11:40 - 11:43
    com uma imagem x alguma coisa x ele faz.
  • 11:43 - 11:46
    Bacana, até pega um serviço Microsoft X.
  • 11:46 - 11:48
    O pessoal tá numa reunião
    e tinha uma reunião ali
  • 11:48 - 11:52
    com grupos de pessoas de cada país
    falando idiomas diferentes, o copyleft.
  • 11:52 - 11:55
    Ele dividiu as tarefas,
  • 11:55 - 11:59
    ele traduziu os idiomas de cada grupo,
    entregou a tarefa para cada um.
  • 11:59 - 12:01
    Então o negócio é fácil, caramba!
  • 12:01 - 12:03
    E faz um resumo da reunião.
  • 12:03 - 12:05
    Tinha um stakeholder
    que fazia, faz o resumo da reunião.
  • 12:05 - 12:08
    Pensaria que o três ponto ia virar
    uma inteligência artificial
  • 12:08 - 12:10
    ou para um serviço
  • 12:10 - 12:13
    para o gerenciamento de uma reunião
    dentro do dentro de uma filter
  • 12:13 - 12:14
    de uma ferramenta do Windows.
  • 12:14 - 12:15
    É impressionante. Desse.
  • 12:15 - 12:18
    Ponto de vista que serve isso, né?
  • 12:18 - 12:21
    A primeira de quem teve aula comigo
    em algum momento
  • 12:21 - 12:23
    ouviu falar
    que a função de um servidor é servir.
  • 12:23 - 12:26
    Eu vou, vou desconfiado que o André
    foi meu professor.
  • 12:26 - 12:30
    Tá gente?
    Então eu sou assim, estou vendido aqui.
  • 12:30 - 12:31
    Deve ter ouvido
  • 12:31 - 12:34
    falar É isso que é a função do servidor
    é servir, né?
  • 12:35 - 12:36
    Então tudo é o cliente.
  • 12:36 - 12:40
    Server é exato, mas de fato
  • 12:40 - 12:44
    o principal
    o serviço é o Active Directory.
  • 12:44 - 12:47
    A questão é que muitos mencionam
  • 12:47 - 12:50
    e eu não concordo muito com essa afirmação
  • 12:50 - 12:53
    de que o Active Directory é o principal
  • 12:53 - 12:57
    serviço de gerenciamento de identidade
    do mundo.
  • 12:58 - 13:00
    De fato,
    ele é o mais utilizado, mas ele não faz
  • 13:00 - 13:04
    um gerenciamento de identidade de ASI.
  • 13:04 - 13:05
    Sim. Né?
  • 13:05 - 13:08
    E a parte de pessoal que por si só
  • 13:08 - 13:11
    é uma ciência, né?
  • 13:11 - 13:15
    Existe um treinamento de 32 horas
  • 13:15 - 13:18
    falando sobre arquitetura,
    sei fazer debug naquilo.
  • 13:18 - 13:21
    Enfim, muito legal o atividade,
  • 13:21 - 13:24
    entre outros serviços,
  • 13:24 - 13:26
    não só Microsoft
  • 13:26 - 13:30
    são extremamente dependentes do DNS
    e aí é aquela coisa
  • 13:30 - 13:36
    vai o server
    lá que a super popular Print Server.
  • 13:36 - 13:37
    Você tem
  • 13:37 - 13:42
    um sistema de gerenciamento
    de distribuição de pet fornecido pelo SUS.
  • 13:43 - 13:45
    Sim, gratuito.
  • 13:45 - 13:49
    Então a gente vem de uma época
    que a gente tinha que aprender
  • 13:49 - 13:51
    a extrair o que o sistema operacional
    oferecia.
  • 13:51 - 13:53
    Perfeito!
  • 13:53 - 13:56
    Hoje essa tem produto que faz toda parte,
  • 13:56 - 13:57
    mas é tirar leite da pedra.
  • 13:57 - 14:01
    Quando a gente chegou nesse negócio,
    era tudo mato, né?
  • 14:01 - 14:04
    Ninguém tinha profundidade,
    vamos dizer, desse conhecimento.
  • 14:04 - 14:05
    E a maioria não tem.
  • 14:05 - 14:08
    Até hoje muita gente tem muito mercado,
    eu costumo brincar,
  • 14:08 - 14:12
    inclusive outros casos que eu falei
    que a gente tem preocupação da vida
  • 14:12 - 14:15
    porque a pessoa não tem
    essa cruzada de estudar.
  • 14:15 - 14:18
    E para estudar você tem que imergir
    naquilo que realmente se dedicar,
  • 14:18 - 14:22
    colocar horas no seu dia
    a dia pra se aprofundar em cima disso,
  • 14:22 - 14:26
    senão você simplesmente vai trabalhar
    aquilo com NF, não com profundidade.
  • 14:26 - 14:31
    Daí o livro do Malcolm Gladwell
    chama Outliers.
  • 14:31 - 14:35
    Ele foi traduzido aqui no Brasil
    como Fora de série
  • 14:35 - 14:37
    e, entre outras coisas,
    a mensagem principal.
  • 14:37 - 14:41
    Aliás,
    assim você atinge a excelência em algo
  • 14:41 - 14:46
    quando você dedica pelo -10.000 horas
    em cima daquele tempo perfeito.
  • 14:46 - 14:52
    Então ele pega, por exemplo,
    os Beatles tal e pega também o Bill Gates
  • 14:52 - 14:55
    está comendo
    a Apple, conta um pouco da história e tal.
  • 14:55 - 14:56
    Recomendo muito a leitura.
  • 14:56 - 15:01
    Então, pra se ter essa profundidade
    técnica, não tem jeito,
  • 15:01 - 15:05
    você tem que fazer uma imersão naquilo,
  • 15:05 - 15:08
    respirar aquilo 24 horas por dia
    que você chegar lá.
  • 15:08 - 15:12
    Então eu gostaria de fazer uma curiosidade
    que e falar um pouquinho sobre o Active
  • 15:12 - 15:15
    Directory pra gente explicar um pouco mais
    com profundidade para os nossos alunos
  • 15:16 - 15:17
    o que que é o AD.
  • 15:17 - 15:20
    Porque a gente tem hoje, dentro
    do curso de acessibilidade Ética
  • 15:20 - 15:22
    na disciplina de Windows,
  • 15:22 - 15:25
    a gente trabalhar o foco de instalação,
    o foco de serviços
  • 15:25 - 15:29
    e o principal serviço que a gente ensina
    é a utilização do ativo direto,
  • 15:29 - 15:32
    que, como o professor André
    bem comentou, e não é
  • 15:32 - 15:36
    talvez o sistema
    que faça toda a gestão de identidade,
  • 15:37 - 15:39
    mas sim, talvez de gestão de uso.
  • 15:39 - 15:41
    O sistema que é mais utilizado
    pra gestão de usuários.
  • 15:41 - 15:45
    A gente pode dizer assim do mundo hoje
    com certeza é o AD.
  • 15:45 - 15:47
    E eu queria que vocês comentassem
    um pouquinho
  • 15:47 - 15:51
    que é o que ele faz,
    qual que são os modos operantes.
  • 15:51 - 15:54
    A gente fala muito de fizemos o que que é,
  • 15:54 - 15:57
    qual que é
    o foco, que é floresta, que é domínio.
  • 15:57 - 16:00
    Eu sei que a gente poderia fazer
    umas 20 horas de quest
  • 16:00 - 16:05
    só pra explicar isso aqui, mas
    é só pra gente atiçar essa curiosidade.
  • 16:05 - 16:08
    Os alunos estão estudando o que tem isso
    no conteúdo é que a gente pode,
  • 16:08 - 16:11
    que eles não só bicho isso,
    mas eles aprendam.
  • 16:11 - 16:15
    Isso é só para ter esse insight,
    pra saber que tem muito mais, que talvez
  • 16:15 - 16:19
    não esteja nem documentado publicamente,
    mas que faz parte daquele processo.
  • 16:19 - 16:21
    E para você entender com profundidade,
  • 16:21 - 16:24
    você tem que saber que acontece,
    que está ali que você começar.
  • 16:24 - 16:25
    Que para começar.
  • 16:25 - 16:27
    Pode ser
  • 16:27 - 16:29
    o Active Directory.
  • 16:29 - 16:32
    Ele é um controlador de domínio
    primeiramente
  • 16:32 - 16:36
    e então a gente vai lá
    e entende o que é um domínio.
  • 16:36 - 16:38
    O domínio é um endereço,
  • 16:38 - 16:42
    então ele vai ser uma máquina,
    por exemplo, ou, na verdade, um domínio.
  • 16:42 - 16:44
    Ele vai ser
  • 16:44 - 16:47
    toda a infraestrutura de uma empresa.
  • 16:47 - 16:50
    Então eu vou falar bem
    resumidamente, a gente vai fica.
  • 16:50 - 16:53
    Tranquilo. O Active Directory,
    o Rafa, comentou.
  • 16:53 - 16:56
    Ele é formado por domínio,
    árvores de domínios
  • 16:56 - 16:59
    e florestas e é floresta ou florestas.
  • 16:59 - 17:01
    Aí depende do tamanho da empresa.
  • 17:01 - 17:04
    Mas o que seria vocês entenderem?
  • 17:04 - 17:06
    Então, vou dar um exemplo aqui.
  • 17:06 - 17:09
    Não sei se posso falar nome correto,
  • 17:09 - 17:12
    o domínio coca cola, ponto
    com.br, ou melhor,
  • 17:12 - 17:16
    coca cola
    pontocom que a gente chama de domínio.
  • 17:16 - 17:18
    Então a coca cola tem o domínio
  • 17:18 - 17:21
    que é o pai de todos, que é o ponto com.
  • 17:21 - 17:24
    E aí você pode ter ali
    uma árvore de domínios.
  • 17:24 - 17:28
    A Coca Cola é uma empresa enorme,
    multinacional, conhecida no mundo inteiro
  • 17:28 - 17:31
    em nível mundial,
    então ela tem ali coca cola, ponto com.br.
  • 17:31 - 17:35
    E então você vai descendo a árvore de DNS,
    a árvore de domínios.
  • 17:35 - 17:39
    Aí então você tem coca cola,
    ponto com.br e ponto a erre
  • 17:39 - 17:42
    na Argentina, o americano, etc, etc.
  • 17:42 - 17:46
    Você vai ter uma árvore de domínios
  • 17:46 - 17:48
    aí, por exemplo, aí você tem a floresta.
  • 17:48 - 17:49
    O que é a floresta?
  • 17:49 - 17:51
    Eu gosto um desenho da floresta.
  • 17:51 - 17:52
    Eu vou dar um exemplo aqui,
  • 17:52 - 17:55
    saindo um pouco da coca cola,
    que acho que fica mais fácil,
  • 17:55 - 17:58
    que são as empresas Sadia e Perdigão.
  • 17:58 - 18:01
    Não sei se vocês sabem,
    mas Sadia e Perdigão,
  • 18:01 - 18:04
    quando você faz compra no mercado,
    vai para o mesmo.
  • 18:04 - 18:07
    Se o mesmo grupo que é o BR Food,
  • 18:07 - 18:11
    então a floresta é um grupo de empresa
    e o máximo aí
  • 18:11 - 18:15
    é a junção às vezes de um grande
    com o outro, de uma empresa com uma outra.
  • 18:15 - 18:19
    Então, por exemplo, o BR Food,
    a floresta onde você tem na Sadia,
  • 18:19 - 18:22
    você tem Perdigão,
    tem as produtos Qualy, vários outros
  • 18:22 - 18:26
    que eu não vou lembrar o nome aqui,
    então acho que seria esse conceito.
  • 18:26 - 18:30
    Então se tem um domínio, a empresa,
    infraestrutura, com os usuários,
  • 18:30 - 18:34
    com a sua hierarquia, com o seu projeto
    hierárquico, você tem uma árvore,
  • 18:34 - 18:37
    Pode ser por país, pode ser departamento,
    depende também da sua empresa.
  • 18:37 - 18:42
    E você tem a floresta que é grande,
    a floresta e tudo isso.
  • 18:42 - 18:47
    Então eu posso ter um domínio
    com uma floresta tranquilamente.
  • 18:47 - 18:49
    Você pode começar pequena aí uma startup.
  • 18:49 - 18:54
    Você vai precisar criar uma floresta e vai
    criar para -1 domínio, um centralizador.
  • 18:54 - 18:58
    Então, basicamente assim funciona
    o Active Directory vai fazer autenticação
  • 18:58 - 19:02
    dos seus usuários, dos seus computadores,
    vai comprar seus computadores,
  • 19:02 - 19:03
    ele que vai
  • 19:04 - 19:06
    controlar de toda autenticação.
  • 19:06 - 19:08
    Quando você faz lá na máquina cliente
  • 19:08 - 19:12
    você log, ele vai estar logando
    centralizado dentro de um domínio
  • 19:12 - 19:15
    dentro do domínio
    que você colocar na sua empresa.
  • 19:15 - 19:16
    Perfeito!
  • 19:16 - 19:20
    É muito difícil a gente entender
    o Active Directory hoje sem a gente
  • 19:20 - 19:24
    voltar um pouquinho no tempo,
    como que era lá no Windows antigo, né?
  • 19:24 - 19:27
    Então a gente tinha ali a figura do PdC,
  • 19:27 - 19:30
    primeiro,
    do Homem Controller e do BdC, né?
  • 19:31 - 19:33
    E ali era um conceito chamado cinco
  • 19:33 - 19:36
    ou mais cinco ou máster, né?
  • 19:36 - 19:40
    Onde todas as atividades administrativas
  • 19:40 - 19:45
    precisavam ser executadas no PDC, né?
  • 19:45 - 19:48
    E aí, se eu pudesse ficar assim
    disponível, qualquer razão que fosse,
  • 19:48 - 19:52
    sei lá, marcava uma flag no BdC,
    tornava ele PdC
  • 19:52 - 19:56
    para executar essa atividade
  • 19:56 - 19:58
    com Active Directory.
  • 19:58 - 20:01
    Sim, do lado do 2000 Windows 2000.
  • 20:02 - 20:02
    A gente passou a
  • 20:02 - 20:05
    ter o conceito de multi máster,
  • 20:05 - 20:09
    onde a maioria
    das atividades administrativas
  • 20:09 - 20:11
    podem ser executadas
  • 20:11 - 20:14
    em qualquer controlador de domínio
    gravado,
  • 20:14 - 20:17
    porque a gente também tem
    os controladores, somente a leitura.
  • 20:17 - 20:19
    Perfeito, né?
  • 20:19 - 20:22
    No entanto,
  • 20:22 - 20:26
    no esquema multi master é possível, né?
  • 20:26 - 20:30
    Altamente provável que ocorram conflitos
  • 20:30 - 20:31
    com Active Directory.
  • 20:31 - 20:37
    Tem algoritmos bastante robustos
    funcionais para lidar com esses conflitos.
  • 20:37 - 20:41
    Só que, idealmente, alguns conflitos
  • 20:41 - 20:43
    precisam ser eliminados na raiz.
  • 20:43 - 20:48
    Então,
    ainda que a gente tenha o esquema multi
  • 20:48 - 20:54
    máster, algumas tarefas
    elas são executadas no modo single máster
  • 20:54 - 20:58
    e é aí que começa a entrar
    os métodos de operações.
  • 20:58 - 20:59
    Nós fizemos.
  • 20:59 - 21:05
    Então nós temos cinco mestres
    de operações, são dois de floresta.
  • 21:05 - 21:09
    Ou seja, a isso também se refere
    a partições do Active
  • 21:09 - 21:13
    Directory e tal
    e três mestres de operação de domínio.
  • 21:13 - 21:14
    Então, por exemplo,
  • 21:14 - 21:19
    se eu tenho uma floresta com um domínio,
    eu vou ter cinco mestre de operação.
  • 21:19 - 21:20
    Se eu tenho uma
  • 21:20 - 21:24
    floresta com dois domínios,
    eu vou ter oito,
  • 21:24 - 21:29
    porque o outro domínio vai ter
    os três metros de operação do domínio dele
  • 21:30 - 21:32
    e dessa forma
  • 21:32 - 21:37
    evita se que determinados conflitos
    ocorram no Active Directory.
  • 21:37 - 21:39
    Então, por exemplo,
  • 21:39 - 21:43
    o esquema estou até o coração dele.
  • 21:43 - 21:45
    É ele que controla objetos,
  • 21:45 - 21:49
    classes de objetos
    e atributos são widgets.
  • 21:49 - 21:51
    Muito mais do que isso.
  • 21:51 - 21:53
    Então, quando eu falo de classe,
    de objeto, por exemplo,
  • 21:53 - 21:57
    estou lá no esquema que é determinado
  • 21:57 - 22:02
    que um objeto do tipo usuário
    tem um atributo chamado departamento
  • 22:02 - 22:05
    ou tem um atributo chamado e-mail
    ou telefone, ou qualquer coisa assim.
  • 22:06 - 22:09
    A mesma coisa
    se aplica para um grupo, para
  • 22:09 - 22:13
    uma conta de computador, enfim.
  • 22:13 - 22:16
    Então, nesse caso,
    isso sendo controlado no esquema
  • 22:16 - 22:19
    existe uma partição
    e essa partição é replicada para todos
  • 22:19 - 22:22
    os controladores de domínio da floresta.
  • 22:22 - 22:26
    Ai eu tenho uma floresta que tem
    30 domínios, filhos,
  • 22:26 - 22:30
    todos os controladores de
    domínio vai ter essa partição
  • 22:30 - 22:32
    e. E aí é uma
  • 22:32 - 22:35
    maneira de lidar com certos conflitos.
  • 22:35 - 22:36
    A gente pode até aprofundar,
  • 22:36 - 22:40
    falar cada um dos mestre de operações
    que dá uma semana de.
  • 22:40 - 22:44
    Convenção para um cache de 20 horas.
  • 22:44 - 22:45
    Legal, Eu gosto muito desse negócio.
  • 22:45 - 22:48
    Dele,
    mas eu vejo a profundidade sobre isso.
  • 22:48 - 22:50
    É uma coisa mais importante do que um.
  • 22:50 - 22:53
    É como é as relações de confiança
  • 22:53 - 22:55
    entre os domínios.
  • 22:55 - 22:56
    Eu tenho domínio.
  • 22:56 - 22:59
    Ele estabelece uma relação de confiança
    com domínio.
  • 22:59 - 23:03
    BN e uma filial
    ou um parceiro que seja e vai conhecer.
  • 23:03 - 23:07
    Então você vai fazendo
    essas relações que são bem.
  • 23:07 - 23:08
    Deixa controla. Antes.
  • 23:08 - 23:10
    De. Realizar essa transição.
  • 23:10 - 23:14
    Então, por exemplo,
    eu, Daniel Vasconcelos,
  • 23:14 - 23:18
    estou aqui na Lins hoje pela FIAP,
    mas o meu usuário,
  • 23:18 - 23:21
    por ter uma relação de confiança do
  • 23:21 - 23:25
    do subdomínio, que seja da Lins com
  • 23:25 - 23:25
    Campos
  • 23:25 - 23:28
    paulista, por exemplo,
    eu consigo me logar lá tranquilamente.
  • 23:28 - 23:30
    Perfeito mesmo.
  • 23:30 - 23:32
    São duas regiões geográficas diferentes,
    inclusive perfeito.
  • 23:32 - 23:34
    Excelente.
  • 23:34 - 23:36
    Quando a gente fala de ADL,
    é um mundo gigante.
  • 23:36 - 23:39
    Mas a gente tem outros serviços
    da Microsoft, por exemplo.
  • 23:39 - 23:43
    E esse que é a parte
    servidor web é a Microsoft.
  • 23:43 - 23:46
    Querendo ou não,
    ela adicionou mais pontos,
  • 23:46 - 23:48
    talvez de investimento,
    porque ela evoluiu também,
  • 23:48 - 23:51
    como a gente vinha comentando
    conforme o tempo e tal.
  • 23:51 - 23:53
    E surgiu também
    um mercado que ela explorou
  • 23:53 - 23:58
    muito,
    que é o mercado de virtualização com o Ray
  • 23:58 - 24:04
    havia hibernado, dava de braçada sozinha
    e a Microsoft trouxe um pouco
  • 24:04 - 24:08
    essa ferramenta também, de poder
    ela ter o seu supervisor,
  • 24:08 - 24:11
    ter o seu visualizador
    para poder trabalhar esse ponto.
  • 24:11 - 24:15
    No entanto, que o próprio Windows
    hoje utiliza nativamente para
  • 24:15 - 24:19
    poder, enfim, para diversas qualidades
    que vocês comentasse um pouquinho.
  • 24:19 - 24:23
    Como vocês enxergaram essa transição,
    essa evolução do seu operacional
  • 24:24 - 24:28
    para trazer mais essa filtro
    de virtualização que no caso do mercado,
  • 24:28 - 24:31
    a gente tinha a parte de Linux
    que trazia isso com KVM,
  • 24:31 - 24:33
    mas a Microsoft trouxe muito isso.
  • 24:33 - 24:35
    No reaprendi também a Microsoft.
  • 24:35 - 24:37
    Ela tinha um outro produto
  • 24:37 - 24:42
    de virtualização que eu
    não me recordo o nome, mas assim era bem
  • 24:43 - 24:44
    primário mesmo.
  • 24:44 - 24:47
    Depois veio o conceito
    hiper vital, veio o produto,
  • 24:47 - 24:52
    o Hyper VI que foi descontinuado agora
    então vai ter suporte
  • 24:52 - 24:59
    até 2029 janeiro 2029.
  • 24:59 - 25:03
    Mas o foco agora está no RH.
  • 25:03 - 25:06
    Aí sim,
    é só que o conceito de virtualização
  • 25:06 - 25:09
    não vem dali Enquanto a gente voltar
    na época do meio frame,
  • 25:09 - 25:14
    lá na década de 70,
    que a gente tinha uma máquina central
  • 25:14 - 25:18
    responsável por todo o armazenamento
    e processar, então, né.
  • 25:18 - 25:23
    E nós tínhamos ali terminais burros
  • 25:23 - 25:26
    conectados a essa máquina central
  • 25:26 - 25:30
    e isso eu fazia input de dados ali,
    mas localmente não ocorria nada
  • 25:30 - 25:33
    no sentido de processamento,
    de armazenamento e tal.
  • 25:33 - 25:36
    Então o conceito
    ele já vem de muito tempo, né?
  • 25:36 - 25:38
    E aí foi
  • 25:38 - 25:43
    atingindo um nível de maturidade
    legal, né?
  • 25:43 - 25:47
    Que culminou
    na verdade com computação em nuvem,
  • 25:47 - 25:51
    computação em nuvem ela não existiria
    se não existisse a virtualização.
  • 25:51 - 25:53
    Fato.
  • 25:53 - 25:57
    Então,
    no hype havia um baita de um produto,
  • 25:58 - 26:01
    assim como muitos produtos da Microsoft.
  • 26:01 - 26:06
    Fácil de instalar,
    fácil de configurar, intuitivo tal, né?
  • 26:06 - 26:11
    Eu recomendo para os alunos,
    sempre que possível,
  • 26:11 - 26:15
    que instale o Hyper-V
    para criar seus laboratórios e tal,
  • 26:15 - 26:19
    Mas é um produto que ele vem de muito
    tempo, né?
  • 26:19 - 26:21
    Sim, é uma evolução.
  • 26:21 - 26:24
    É como o próprio processador
    que vai evoluindo com as suas filtros
  • 26:24 - 26:26
    e vai travar acontecendo,
    vai trabalhando perfeito.
  • 26:26 - 26:29
    E Daniel,
    esse mundo de cloud, Professor André
  • 26:29 - 26:34
    deu o gatilho de introdução
    e a gente tinha tudo num primeiro olhar.
  • 26:34 - 26:37
    E a Microsoft e o Prime e tal
    e agora a gente teve
  • 26:37 - 26:40
    até bot Cloud Apache, nuvem híbrida
  • 26:40 - 26:44
    e até voltando, porque o Quad
    o adeus integra em nuvem também.
  • 26:44 - 26:46
    E com o Azure, a Dell com outros produtos.
  • 26:46 - 26:51
    Entra rede. E.
  • 26:51 - 26:51
    Aí. Já
  • 26:51 - 26:54
    estou sendo atualizado ao vivo aqui
    já foi um aprendizado.
  • 26:54 - 26:58
    Mas eu vi a documentação
    que você vai ter o Windows Server 2025, aí
  • 26:58 - 27:04
    sim sai um Switch e mais o on premise
    ainda é o Active Directory,
  • 27:04 - 27:08
    então eles separaram
    e eu entrei de Pro para nuvem.
  • 27:08 - 27:10
    Eu o Active Directory para.
  • 27:10 - 27:13
    O porque sobre isso vai ter integração
    ainda que vocês enxergam
  • 27:13 - 27:16
    sobre essa junção entre on premise nuvem.
  • 27:16 - 27:19
    Nesse momento
    a gente fala do Sam Personal e do serviço.
  • 27:19 - 27:23
    Então eu acho que a tendência, tudo
  • 27:23 - 27:29
    num futuro não muito distante,
    é tudo ser realmente cloud,
  • 27:29 - 27:31
    tudo ser cloud, então,
  • 27:31 - 27:33
    mas algum serviço, algumas coisas.
  • 27:33 - 27:37
    Algumas empresas ainda ficam meio
    ressabiadas de put.
  • 27:37 - 27:38
    Vou deixar tudo ali em cloud,
  • 27:38 - 27:42
    tudo da minha base X, Y,
    Z e da minha importância. Então
  • 27:42 - 27:43
    o que está acontecendo?
  • 27:43 - 27:45
    Isso é a hibridização.
  • 27:45 - 27:51
    Então você ainda tem um premise
    e trabalha híbrido com e depois
  • 27:51 - 27:54
    com a nuvem da Microsoft, que é o entra
  • 27:54 - 27:57
    e o entrar ID, o nosso entrar.
  • 27:57 - 27:58
    Então.
  • 27:58 - 28:01
    Ahn, eu acho uma quebra de paradigma.
  • 28:01 - 28:04
    Eu acho sensacional.
  • 28:04 - 28:07
    E dentro da nuvem
    que a gente chama dentro do Edge, ou seja,
  • 28:07 - 28:10
    uma WS, sejam os concorrentes quem forem.
  • 28:10 - 28:14
    A virtualização ainda é presente, então
  • 28:14 - 28:18
    a nuvem é um ambiente, é a virtualização.
  • 28:18 - 28:23
    Ação é uma feature, é um,
    é um produto daquele, daquele ambiente.
  • 28:23 - 28:26
    Então, se a gente for ver, poxa,
    que bacana!
  • 28:26 - 28:30
    Aí a Microsoft teve que correr, como você
    disse, a ver remexer
  • 28:30 - 28:33
    começou aí
    e a Microsoft veio com Hyper vim.
  • 28:33 - 28:35
    É sensacional, né?
  • 28:35 - 28:37
    A gente poder ter, fazer,
  • 28:37 - 28:42
    pegar o ambiente de
    deve colocar na nuvem, fazer testes antes.
  • 28:42 - 28:44
    Antigamente eu lembro que
  • 28:44 - 28:47
    ainda tem, ainda tem algumas coisas,
    mas você montar
  • 28:47 - 28:52
    o que a gente chama de disaster recover,
    você montar o ambiente inteiro
  • 28:52 - 28:56
    clonado em um outro lugar,
    num outro andar, num outro espaço físico.
  • 28:56 - 28:58
    Hoje a gente já consegue fazer
  • 28:58 - 28:59
    tudo isso via nuvem.
  • 28:59 - 29:02
    Então, imaginar,
    quero tirar o que a gente ganhou,
  • 29:02 - 29:06
    que a gente mudou culturalmente,
    foi formidável.
  • 29:06 - 29:09
    Uma das perguntas que eu queria comentar
    é que muitas empresas
  • 29:09 - 29:12
    às vezes não não usam não full cloud
  • 29:12 - 29:15
    porque eles tem medo da performance,
    principalmente quando de fala de fala.
  • 29:15 - 29:18
    O server é print server
  • 29:18 - 29:20
    e diversos problemas são apresentados.
  • 29:20 - 29:22
    Imagine um cartório que tem impressora,
    tem uma escala de alto
  • 29:22 - 29:26
    desempenho que ficaria ali
    um livro em questão de minutos.
  • 29:26 - 29:31
    Tem um outro volume de de scanner
    para geralmente de imagens,
  • 29:31 - 29:32
    e muita gente
    fala que isso ainda fica lento,
  • 29:32 - 29:34
    tal como vocês enxergam o processador.
  • 29:34 - 29:36
    Como você
    enxerga a questão de performance?
  • 29:36 - 29:40
    Quando a gente vai ficar muito
    tempo nesse modelo híbrido ou
  • 29:40 - 29:42
    a nuvem total, ou só utilizar o full
    nuvem?
  • 29:42 - 29:45
    É uma realidade que hoje
    cada vez mais estar presente.
  • 29:45 - 29:48
    Eu não acredito nisso,
    eu não acredito nisso.
  • 29:48 - 29:52
    Até uma visão
    um pouquinho diferente do professor,
  • 29:53 - 29:54
    um modelo híbrido.
  • 29:54 - 29:57
    Ele veio para ficar e tá
  • 29:57 - 30:02
    por que é uma startup pequenininha
    que está nascendo agora.
  • 30:02 - 30:06
    Provavelmente ela vai nascer no modelo
    Cloud only.
  • 30:06 - 30:09
    Agora você pega uma empresa centenária
  • 30:09 - 30:15
    que ainda tem mainframe
    e tem muita empresa que ainda tem.
  • 30:15 - 30:16
    Não vai conseguir
  • 30:16 - 30:19
    se livrar de tudo isso, sabe?
  • 30:19 - 30:23
    E ia falar
    não vou adotar o modelo cloud only, né?
  • 30:23 - 30:26
    Então eu não acredito
  • 30:26 - 30:29
    nisso, que esse modelo
  • 30:29 - 30:32
    cloud on only vai se tornar um padrão.
  • 30:32 - 30:38
    Eu particularmente
    não acredito na questão de performance.
  • 30:38 - 30:42
    O que a nuvem vai trazer para nós?
  • 30:42 - 30:44
    A prestação de um serviço
  • 30:44 - 30:47
    de infraestrutura, né?
  • 30:47 - 30:53
    Mas existe um modelo de compatibilidade,
    responsabilidade compartilhada?
  • 30:53 - 30:54
    Sim, o cliente.
  • 30:54 - 30:59
    Ele é responsável por uma parte,
    o provedor e procura por outra, né?
  • 30:59 - 31:02
    Quando a gente fala de conectividade,
  • 31:03 - 31:07
    é comparar isso com décadas atrás,
    quando a gente conectava na internet
  • 31:07 - 31:09
    depois da meia noite para pagar um preço
    único.
  • 31:09 - 31:12
    Sim, a gente está muito bem hoje.
  • 31:12 - 31:15
    Então, questões de performance
    podem existir?
  • 31:15 - 31:16
    Claro que podem.
  • 31:16 - 31:19
    Existem, É claro que existem.
  • 31:19 - 31:21
    Mas elas são tratadas
  • 31:21 - 31:24
    e mitigadas de uma forma bastante eficaz.
  • 31:24 - 31:29
    Agora falando de nuvem assim,
    até para contextualizar
  • 31:29 - 31:33
    para os alunos, eu sempre utilizo
  • 31:33 - 31:36
    se faço um paralelo
    com o serviço de energia elétrica,
  • 31:36 - 31:39
    que inclusive tem tido um monte
    de problema aqui em São Paulo, é justo.
  • 31:39 - 31:42
    Imagina o seguinte você chega em casa
  • 31:42 - 31:46
    depois de um dia cansado para caramba,
  • 31:46 - 31:49
    exaustivo de trabalho e tal,
  • 31:49 - 31:53
    e você abre a porta,
    pressiona o interruptor de luz,
  • 31:53 - 31:57
    tudo o que você quer naquele momento
    que tem a luminosidade no ambiente,
  • 31:57 - 32:01
    que tem energia
    para você tomar um banho quente e tal.
  • 32:01 - 32:04
    No momento que você aperta o interruptor,
  • 32:04 - 32:06
    você não pensa
  • 32:06 - 32:11
    que aquela energia está sendo gerada
    numa usina hidrelétrica.
  • 32:11 - 32:14
    De repente, do outro lado do país,
    que ela está sendo transmitida
  • 32:14 - 32:19
    por meios de transmissão
    diversos até chegar à sua casa.
  • 32:19 - 32:25
    Você não se questiona se,
  • 32:25 - 32:28
    por exemplo, vai faltar energia em função
  • 32:28 - 32:31
    de ter mais pessoas
    morando na sua cidade ou não.
  • 32:31 - 32:36
    Sim, você não se questiona
    se os equipamentos utilizados
  • 32:36 - 32:39
    pela empresa provedora
    estão atualizados ou não são?
  • 32:39 - 32:41
    Pergunta Nada disso. Você quer.
  • 32:41 - 32:43
    Luz? Acenda a luz, acenda.
  • 32:44 - 32:44
    Agora, se você
  • 32:44 - 32:47
    pega isso
    e transporta para um outro universo,
  • 32:47 - 32:51
    por exemplo,
    eu sempre falo de uma metalúrgica.
  • 32:51 - 32:56
    Eles fazem parafuso
    porque a arruela, o cor dele, está ali.
  • 32:56 - 33:03
    Só que para que eles possam fabricar
    esse parafuso, porque a arruela
  • 33:03 - 33:09
    tem toda uma infraestrutura de TI
    que não está relacionada com o core deles
  • 33:09 - 33:13
    e que eles precisam empenhar
    esforço, atenção, investimento sim.
  • 33:13 - 33:17
    Então tem uma rede,
    tem um sistema de refrigeração
  • 33:17 - 33:20
    que normalmente não acompanha
    o crescimento de um datacenter.
  • 33:20 - 33:25
    Você vai enfiando a máquina lá dentro,
    o ar condicionado nunca está atualizado,
  • 33:25 - 33:27
    você tem
  • 33:27 - 33:30
    sistema de desumidificação de ar.
  • 33:30 - 33:35
    Eventualmente, você vai ter a fonte
    redundante de energia elétrica, né?
  • 33:35 - 33:38
    Só que você só quer fazer um parafuso.
  • 33:38 - 33:41
    Então a computação em nuvem
    ela vem para ajudar nesse sentido.
  • 33:42 - 33:45
    Poxa, vamos fazer o seguinte
    você não quer só fazer parafuso, Tá bom,
  • 33:45 - 33:49
    Eu te dou toda a infraestrutura aqui,
    eu cuido dessa infraestrutura
  • 33:49 - 33:53
    e você faz o parafuso em paz.
  • 33:53 - 33:54
    Sem se preocupar com o resto.
  • 33:54 - 33:55
    Exato.
  • 33:55 - 33:55
    Exato.
  • 33:55 - 33:58
    Então, eu sempre uso essa analogia, sabe?
  • 33:59 - 34:02
    De detalhes, das diferenças
    em relação à utilização.
  • 34:02 - 34:03
    Bem colocado.
  • 34:03 - 34:05
    É só fazendo um parênteses.
  • 34:05 - 34:06
    Lógico que você falou assim.
  • 34:06 - 34:11
    É que o que você colocou que eu acredito
    no cloud de um ano foi bem assim.
  • 34:11 - 34:14
    Mas eu acredito no Claudio, onde.
  • 34:15 - 34:17
    Eu falei que seria Cloud only,
  • 34:17 - 34:20
    mas eu
    acho que tudo vai ter um pouco da nuvem.
  • 34:20 - 34:25
    Se foi a for pass,
    se for software a certo, mas depende.
  • 34:25 - 34:28
    Mas eu acredito ainda que vai ser
  • 34:28 - 34:31
    muita coisa, A gente vai ficar realmente
    bem, vai voltar a nuvem.
  • 34:31 - 34:36
    Então, por exemplo, eu acho que uma coisa,
    uma quebra de paradigma,
  • 34:36 - 34:39
    que o processamento não vai ser mais
  • 34:39 - 34:42
    feito, um prêmio, um futuro.
  • 34:42 - 34:45
    Então, a parte processamento,
    a gente não vai mais se preocupar
  • 34:45 - 34:48
    em comprar computador, game, etc.
  • 34:48 - 34:52
    A gente vai ter o Game Pass
    ainda da Microsoft, Xbox com Windows,
  • 34:52 - 34:55
    então todo o processamento
    não está na sua casa ou
  • 34:55 - 34:58
    na sua empresa, vai estar na nuvem.
  • 34:58 - 34:59
    É isso que eu quero chegar.
  • 34:59 - 35:03
    Eu acredito num futuro que eu acho que
    eu vou chegar em casa com o meu celular.
  • 35:03 - 35:08
    Eu vou apontar ele para uma parede,
    para uma TV e ele vai me conectar.
  • 35:09 - 35:10
    Eu falo joga na tela
  • 35:10 - 35:14
    e eu vou ter o meu teclado ali, sem fio
    e vou começar a trabalhar, entendeu?
  • 35:14 - 35:19
    Seja aqui sim, futuro muito distante,
    mas do jeito que as coisas
  • 35:19 - 35:23
    estão funcionando rapidamente, eu
    acho que eu acredito que o processamento
  • 35:23 - 35:27
    ele não ficará mais dentro da nossa casa,
    dentro da nossa empresa.
  • 35:27 - 35:31
    Quer dizer, então seria o processamento,
    seria externo e aí vai longe.
  • 35:31 - 35:33
    A gente tem que falar das zonas
    que você vai contratar, falando do
  • 35:33 - 35:37
    e se é bom,
    se tem Brasil, se América Latina.
  • 35:37 - 35:40
    Se você contratar uma zona dos Estados
    Unidos, aí o assunto aqui vai lá.
  • 35:40 - 35:45
    Olha só da onde saiu a conversa
    do Windows, Para onde a gente chegou.
  • 35:45 - 35:47
    E aí eu concordo
  • 35:47 - 35:50
    totalmente contigo, é computação em nuvem.
  • 35:50 - 35:55
    Ela já está presente na vida
    da maioria das pessoas sem que ela saiba.
  • 35:55 - 35:57
    Você tem um é meio do rádio, meio
  • 35:57 - 36:00
    destino aqui Outlook Desde quando.
  • 36:00 - 36:02
    Começou o Outlook.
  • 36:02 - 36:04
    Tem uma rádio meias, tem um Gmail.
    Isso é nuvem.
  • 36:04 - 36:06
    E essa nuvem. Assim.
  • 36:06 - 36:10
    Lá atrás, no Windows nove X,
  • 36:10 - 36:11
    nós tínhamos o Windows Update.
  • 36:11 - 36:13
    Você conectava numa página,
  • 36:13 - 36:15
    ele fazia uma varredura
    o seu sistema operacional
  • 36:15 - 36:20
    e te dava as atualizações
    que você necessitava.
  • 36:20 - 36:23
    Nuvem Então a maioria das pessoas
    já utilizam a nuvem
  • 36:23 - 36:25
    sem que se dê conta disso.
  • 36:25 - 36:27
    O conceito era diferente,
    a gente chamava de nuvem.
  • 36:27 - 36:29
    Eu acho ela exatamente essa.
  • 36:29 - 36:32
    Ela já era
    dada perfeitamente da nossa área.
  • 36:32 - 36:34
    Então
    quando a gente fala de cibersegurança,
  • 36:34 - 36:36
    a gente lembra muito da Microsoft
    como sistema.
  • 36:36 - 36:37
    Quem seguro?
  • 36:37 - 36:39
    Daí que depende de muita atualização.
  • 36:39 - 36:41
    MAC Isso é o que o mercado fala.
  • 36:41 - 36:43
    Mas na minha opinião, hoje o Windows
    ou os sistemas mais seguros
  • 36:43 - 36:47
    a nível de tecnologia de cibersegurança
    do mundo, a nível de com proteção
  • 36:47 - 36:51
    de stake, de proteção de golpe,
    proteção de memória e alta entropia,
  • 36:51 - 36:54
    proteção de segmentação de paginação
    de contra full guard.
  • 36:55 - 36:58
    O Windows é riquíssimo,
    muito mais seguro do que talvez
  • 36:58 - 37:01
    muitos sistemas operacionais
    aí que o pessoal gosta tanto
  • 37:01 - 37:03
    o Linux com o que a gente vai dizer.
  • 37:03 - 37:06
    Ou seja, o Windows realmente é um sistema
    muito parrudo na questão de segurança,
  • 37:06 - 37:11
    mas é a opinião de vocês
    numa pergunta, nessa questão,
  • 37:11 - 37:14
    puxando uma faísca para esse assunto,
    porque quem da Microsoft?
  • 37:14 - 37:15
    E a gente sabe a resposta?
  • 37:15 - 37:17
    Porque é o que é mais utilizado
  • 37:17 - 37:20
    e onde que o pessoal vai querer mais bater
    para descobrir vulnerabilidades?
  • 37:20 - 37:23
    Mas por que ainda tem esse estigma
    da Microsoft de ser um profissional
  • 37:24 - 37:26
    mais vulnerável em si?
  • 37:26 - 37:29
    Fala Pode.
  • 37:29 - 37:33
    Porque a maioria não sabe o que faz,
  • 37:33 - 37:34
    porque é assim.
  • 37:34 - 37:38
    De fato existe todos esses recursos, né?
  • 37:38 - 37:41
    É só que
    a maioria das pessoas não conhece,
  • 37:41 - 37:45
    não tem profundidade técnica
    para fazer um bom uso daquilo
  • 37:45 - 37:49
    que o sistema operacional
    oferece nativamente, né?
  • 37:50 - 37:51
    Então
  • 37:51 - 37:53
    é por isso que gera essas coisas.
  • 37:53 - 37:57
    Por exemplo,
    acho que todos nós aqui conhecemos
  • 37:57 - 38:01
    ou já ouvimos falar de alguém
    que, por exemplo, trabalha num helpdesk
  • 38:01 - 38:04
    e que de liberar uma máquina
    para o usuário tem um check list
  • 38:04 - 38:09
    do que deve ser feito e uma das tarefas
    é desativar o vírus do Windows.
  • 38:09 - 38:11
    Sim né?
  • 38:11 - 38:13
    Então porque não sabe usar.
  • 38:13 - 38:15
    Primeiro
  • 38:15 - 38:19
    de fato o sistema operacional
    mais utilizado ou logo torna
  • 38:19 - 38:24
    se um alvo gigantesco e superficial, mais
    a maioria não sabe o que está fazendo.
  • 38:24 - 38:25
    Perfeito!
  • 38:25 - 38:28
    Então, pegando o gancho do André,
  • 38:28 - 38:31
    além dos usuários,
  • 38:31 - 38:33
    eu acho que também tem é facto
  • 38:33 - 38:36
    isso que ele é o mais popular.
  • 38:36 - 38:39
    Ele é o que se pegar o market share aí
  • 38:39 - 38:43
    a nível de desktop é 50%, vai
  • 38:43 - 38:46
    o Windows e é o resto.
  • 38:46 - 38:49
    Se você pegar uma lixeira hoje em dia
    tem o Android que o pessoal coloca,
  • 38:49 - 38:51
    mas para mim
    o Android é uma outra plataforma
  • 38:51 - 38:53
    que é mobile e fica um pouco complicado.
  • 38:53 - 38:57
    A gente compara os dois
    que vem do Unix, etc.
  • 38:57 - 39:00
    Agora sim, imagina só,
    você tem um sistema operacional
  • 39:00 - 39:05
    que ele é feito para várias arquiteturas
    de hardware diferente, né?
  • 39:05 - 39:08
    Diferente do da própria Apple.
  • 39:08 - 39:10
    Como é que o SN que é tudo integrado,
    Então
  • 39:10 - 39:16
    o ciclo é mais fechadinho
    e dá aquela sensação de mais seguro.
  • 39:16 - 39:17
    E a Microsoft?
  • 39:17 - 39:20
    Eu acho que ela trabalhou como 1 £,
    então ela tem, Ela tem um equilíbrio
  • 39:20 - 39:23
    de dar um pouco de liberdade
    para o usuário ir
  • 39:23 - 39:26
    e deixar a retaguarda aí pra gente,
    pra gente usar, né?
  • 39:27 - 39:30
    Agora imagina na Microsoft, no Linux
  • 39:30 - 39:31
    tem essa premissa,
  • 39:31 - 39:34
    mas quando você vai instalar
    algum software ou algum serviço seu,
  • 39:34 - 39:39
    dá lá uma PT Gate da vida
    e você vai dentro de um repositório
  • 39:39 - 39:44
    que toda uma consulta que fica dentro de
    uma base dentro do servidor da Microsoft.
  • 39:44 - 39:49
    Se você quer instalar alguma aplicação,
    geralmente a gente vai aonde
  • 39:49 - 39:51
    a gente vai no Google Play.
  • 39:51 - 39:55
    Store eu vou lá Microsoft Store.
  • 39:55 - 39:56
    Pode ser.
  • 39:56 - 39:59
    Mas eu entendi o ponto Vocês, Conceição,
    de um executável de um binário,
  • 39:59 - 40:01
    ela é padrão, mas no software comenta
  • 40:01 - 40:03
    sobre qualquer pessoa
    pode criar um binário para ser usado no.
  • 40:03 - 40:06
    Exato exato, por ele ser pop também.
  • 40:06 - 40:07
    O mais usado, né?
  • 40:07 - 40:12
    Então você vai lá no WW
    o ponto x pt ponto com.br Receber não?
  • 40:12 - 40:14
    Olha que eu baixe aqui esse manual.
  • 40:14 - 40:17
    Então você está muito mais a mercê do que
  • 40:17 - 40:22
    o Linux, que ele é um pouco mais,
    ele é um pouco mais fechado,
  • 40:22 - 40:22
    ele é,
  • 40:22 - 40:26
    ele é open, mas ele ele tem um repositório
  • 40:26 - 40:30
    onde vai centralizar isso Daí
    há mais o Linux a gente também pega.
  • 40:30 - 40:36
    Eu sei que você pega a maneira de você
    executar o pacote, você vai que fazer ali
  • 40:36 - 40:36
    um comando?
  • 40:36 - 40:38
    Eu vou fazer a pergunta
    se vocês preferem Windows e Linux,
  • 40:38 - 40:40
    seria capciosa e seria capcioso.
  • 40:40 - 40:41
    Aí colocar esse termo.
  • 40:41 - 40:43
    Você pode fazer porque eu adoro.
  • 40:43 - 40:45
    Eu não tenho uma preferência,
  • 40:45 - 40:49
    apesar de ter vivido a Microsoft
    e trabalhado com isso.
  • 40:49 - 40:53
    Ter certificações, agradeço,
    mas eu sou bem neutro com relação a isso
  • 40:53 - 40:58
    que eu trabalho com Linux
    e eu faço um trabalho
  • 40:58 - 41:00
    ano a ano de desktop né?
  • 41:00 - 41:03
    E eu se pegar o Linux de 2010
    e de 20 anos,
  • 41:03 - 41:07
    de 24 anos atrás e do que é hoje.
  • 41:07 - 41:10
    Então a evolução é grande, não Tem sim.
  • 41:10 - 41:16
    O que o professor mencionou, na verdade
    qualquer um vai no site Baixa Talk
  • 41:16 - 41:20
    e de fato isso é verdade.
  • 41:20 - 41:22
    Mas aí pega um pouquinho
    daquilo que eu falei,
  • 41:22 - 41:25
    que a maioria não sabe o que está fazendo,
    porque
  • 41:25 - 41:28
    ainda que a pessoa possa baixar.
  • 41:28 - 41:32
    Falando no ambiente corporativo,
    se alguém entrou no site qualquer
  • 41:32 - 41:37
    e baixou algo, é porque um outro
    alguém permitiu o perfil, o primeiro ponto
  • 41:37 - 41:38
    e o segundo.
  • 41:38 - 41:42
    Se algo foi executado é porque um outro
    alguém permitiu que ele executasse.
  • 41:42 - 41:44
    Também o que dá pra controlar. Né?
  • 41:44 - 41:47
    Porque tudo isso é controlável, né?
  • 41:47 - 41:50
    E a questão Windows, Linux
  • 41:50 - 41:52
    eu acho que existe muito mais
  • 41:52 - 41:56
    idealismo envolvido
    que antigamente ficava aquela coisa assim
  • 41:56 - 42:01
    Não, não vou pagar licença,
    eu aqui é software livre e tal.
  • 42:01 - 42:04
    Só que assim, se você quiser
    ter um Linux suportado igual
  • 42:04 - 42:09
    você tem um Windows suportado,
    você tem que pagar né? E
  • 42:09 - 42:13
    pra mim não tem melhor ou pior, né?
  • 42:13 - 42:16
    Eles atendem necessidades diferentes,
  • 42:16 - 42:17
    sabe?
  • 42:17 - 42:19
    A o Windows tem o Yes legal.
  • 42:19 - 42:22
    Pra mim
    faz muito mais sentido ter um Apache
  • 42:22 - 42:25
    Jeans, por exemplo,
  • 42:25 - 42:27
    ou então a rodar.
  • 42:27 - 42:31
    Faz muito mais sentido
    eu ter um squid ou iptables
  • 42:32 - 42:36
    no Linux, óbvio, do que colocar
    algo semelhante no Windows, né?
  • 42:36 - 42:40
    Então são produtos que atendem
    necessidades diferentes.
  • 42:40 - 42:42
    Lembra que eu falei
    a função do servidor é servir?
  • 42:42 - 42:44
    Quem vai me servir melhor?
  • 42:44 - 42:45
    Windows ou Linux?
  • 42:45 - 42:49
    Eu sei escolher o que que trazer mais
    professores, fazer um debate aqui
  • 42:50 - 42:52
    sobre, isso. Por outro lado,
  • 42:52 - 42:55
    você vai colocar o Linux
    pra rodar na estação de um usuário
  • 42:55 - 42:59
    que tem afinidade baixissima
    com tecnologia.
  • 42:59 - 43:00
    Esse cara vai conseguir produzir?
  • 43:00 - 43:01
    Talvez não.
  • 43:01 - 43:02
    Entendeu?
  • 43:02 - 43:06
    Então são cenários,
    são situações onde um vai atender melhor
  • 43:06 - 43:10
    e o outro vai atender melhor. Em outro
  • 43:10 - 43:12
    mobiliário, dados diferentes.
  • 43:12 - 43:15
    Indo para a reta final do nosso podcast,
  • 43:15 - 43:18
    eu queria pedir para que vocês
    dessem dicas.
  • 43:18 - 43:22
    Os alunos querem fazer certificações,
    estudar sobre Python, Microsoft,
  • 43:22 - 43:23
    quais são as dicas?
  • 43:23 - 43:27
    Quais são os caminhos,
    aqueles caminhos das pedras, Dicas de ouro
  • 43:27 - 43:30
    para o profissional que quer estudar mais
    sobre as operações Windows
  • 43:30 - 43:35
    para trabalhar na área de cibersegurança
    e no mercado geral de tecnologia.
  • 43:35 - 43:36
    Hoje as certificações.
  • 43:36 - 43:41
    Elas são a grande maioria voltada ao web,
  • 43:41 - 43:44
    a nuvem.
  • 43:44 - 43:47
    O que eu recomendo para todos os alunos
  • 43:47 - 43:50
    antes de vocês é que eles se especializar
  • 43:50 - 43:53
    em algo muito grande, dar um passo maior
    que a perna que a gente chama.
  • 43:53 - 43:56
    Então somos claro, Professor,
    quero ser Red Tim Maia.
  • 43:56 - 44:00
    Eu falei de ciência
    quer esquecer, quer seja de Tim, tudo bem.
  • 44:00 - 44:03
    Mas aí você tem que entender
    que para você penetrar,
  • 44:03 - 44:07
    fazer um esforço mínimo de mídia
    ou alguma coisa,
  • 44:07 - 44:11
    um bloquinho ou um wedding,
    você vai precisar ter a base.
  • 44:11 - 44:14
    Então, o que eu recomendo é você absorver
  • 44:14 - 44:17
    bem uma base, seja de programação.
  • 44:17 - 44:20
    Você vai ter que gostar de programação,
    vai ter gostar de Python,
  • 44:20 - 44:22
    que é uma linguagem aberta.
  • 44:22 - 44:24
    Se vai precisar entender
    redes de computadores,
  • 44:24 - 44:28
    você vai precisar entender
    os sistemas operacionais Linux e Windows.
  • 44:29 - 44:34
    Então eu acho que você tem que ter essa
    base, porque eu vou ter que
  • 44:34 - 44:35
    esquece de Windows,
  • 44:35 - 44:39
    vou ter que entender Linux, você vai
    ter que entender o Linux, até porque tem
  • 44:39 - 44:43
    gente comentando WSL aqui no começo,
    então a Microsoft é super aberta.
  • 44:43 - 44:47
    Você ter um kernel Linux
    para a convergência, né?
  • 44:47 - 44:49
    Então hoje o. SUS é quase Windows
  • 44:49 - 44:51
    quase, o Windows é quase o Windows.
  • 44:51 - 44:55
    Então eu acho que isso seria a base,
    você ter uma base e hoje
  • 44:55 - 44:58
    a gente não estuda o modelo
    OSE até hoje a toa.
  • 44:58 - 45:02
    Então eu acho que
    acho que seria minha principal dica
  • 45:02 - 45:05
    para você começar no Windows
  • 45:05 - 45:09
    você entender a base desses carinhas
    aí de redes.
  • 45:09 - 45:14
    As certificações no cloud seria.
  • 45:14 - 45:16
    Show.
  • 45:16 - 45:19
    Da minha parte o mais básico.
  • 45:19 - 45:22
    Estude para aprender,
    não para passar na prova.
  • 45:22 - 45:26
    É para conhecer sistema operacional rede.
  • 45:26 - 45:28
    Eu sempre recomendo os livros Tannenbaum.
  • 45:28 - 45:32
    Legal a leitura, bem pesada sim,
    mas para quem gosta.
  • 45:32 - 45:34
    Profundidade. Exato.
  • 45:34 - 45:38
    A certificação Windows atual gente
  • 45:38 - 45:42
    tem quase 800 horas e 801 que é o Windows
  • 45:42 - 45:47
    Server 2022
    mais voltado para ambientes híbridos, né?
  • 45:47 - 45:51
    E do ponto de vista de segurança,
    não tem aquela diquinha boa.
  • 45:52 - 45:55
    Não tem porque segurança é uma jornada,
  • 45:55 - 45:58
    não dá para você fazer o segundo gol
    antes de fazer o primeiro
  • 45:58 - 46:01
    gol entrar em campo. E aí
  • 46:01 - 46:04
    o que eu posso recomendar é que conheçam,
  • 46:04 - 46:08
    diz. Da frente para trás, de trás
    para a frente, do avesso.
  • 46:08 - 46:11
    O Security Privilege Access da Microsoft,
  • 46:11 - 46:18
    a capa do MS Barra SP,
    a roadmap que ali tem
  • 46:18 - 46:19
    todas as tarefas que precisam
  • 46:19 - 46:24
    ser executadas
    dentro de uma linha de tempo para mudar
  • 46:24 - 46:29
    o nível de maturidade de segurança
    no ambiente corporativo.
  • 46:29 - 46:31
    Muito obrigado Professor Daniel
  • 46:31 - 46:34
    Professor André pela participação
    nesse podcast e nós enxergamos.
  • 46:34 - 46:38
    Então o pessoal que a palavra
    além de Windows
  • 46:38 - 46:42
    é além de entendimento
    e ter muita profundidade.
  • 46:42 - 46:46
    Estudar, se dedicar, entender
    que a presença do Windows,
  • 46:46 - 46:52
    ela sempre estará conosco
    na nossa jornada de cibersegurança e.
Title:
vimeo.com/.../932159958
Video Language:
Portuguese, Brazilian
Duration:
46:55

Portuguese, Brazilian subtitles

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