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  • 0:08 - 0:12
    O conhecimento em cibersegurança exige
    que você tenha uma base sólida,
  • 0:12 - 0:17
    e essa base é composta pelo conhecimento
    em sistemas operacionais.
  • 0:17 - 0:19
    E nós estamos aqui hoje
    com dois mestres Jedi
  • 0:19 - 0:22
    para falar de um dos maiores sistemas
    operacionais que existe,
  • 0:22 - 0:24
    que é o Windows.
  • 0:24 - 0:28
    E eu tenho a honra de poder participar
    desse talk, desse bate-papo de hoje.
  • 0:28 - 0:30
    Sejam bem-vindos!
  • 0:30 - 0:31
    Professor André, tudo bem?
  • 0:31 - 0:34
    – Tudo joia, graças a Deus, e contigo?
    – Tudo ótimo!
  • 0:34 - 0:38
    Bom, quem não me conhece,
    meu nome é André, eu tenho 45 anos,
  • 0:38 - 0:41
    e estou na área de tecnologia há 26 anos.
  • 0:41 - 0:45
    Nesses 26 anos, eu trabalhei em empresas
    de diversos portes e segmentos,
  • 0:45 - 0:50
    desde empresas muito pequenas
    com sérias dificuldades financeiras,
  • 0:50 - 0:54
    em que eu tive que aprender
    a extrair o melhor
  • 0:54 - 0:58
    que o sistema operacional tem a oferecer,
    até empresas muito grandes.
  • 0:58 - 1:01
    Atualmente eu sou Cloud Solution
    Architect na Microsoft,
  • 1:01 - 1:03
    trabalho em um time global,
  • 1:03 - 1:07
    com o foco primário em Active Directory
    e identidade.
  • 1:07 - 1:11
    Seja muito bem-vindo, professor,
    é um prazer estar aqui contigo.
  • 1:11 - 1:14
    E temos aqui também um outro monstro
    representando essa gama
  • 1:14 - 1:16
    de operações Windows,
    que é o professor Daniel.
  • 1:16 - 1:19
    – Tudo bem, Daniel, como você está?
    – Tudo joia, Rafa.
  • 1:19 - 1:24
    Sou Daniel Vasconcelos, professor
    universitário e professor aqui da FIAP,
  • 1:24 - 1:29
    sou CEO de uma consultoria
    chamada DVCONNECT,
  • 1:29 - 1:32
    e já trabalhei em algumas empresas
    como gerente de TI.
  • 1:32 - 1:36
    Comecei lá embaixo,
    como analista de suporte,
  • 1:36 - 1:38
    geralmente como todo mundo começa,
    dando o primeiro passo,
  • 1:38 - 1:44
    cheguei à gerência de TI
    em uma empresa aos 23 anos,
  • 1:44 - 1:48
    e, hoje, eu sou CEO da DVCONNECT.
  • 1:48 - 1:51
    Então, a gente trabalha com opções cloud,
  • 1:51 - 1:54
    e a empresa também tem uma outra veia,
    que é a veia de design.
  • 1:54 - 1:59
    Então, além da parte de infraestrutura
    de sistemas operacionais,
  • 1:59 - 2:02
    a gente trabalha também
    com a parte de identidade visual,
  • 2:02 - 2:06
    de desenvolvimento web e lojas virtuais.
  • 2:06 - 2:09
    – Seria isso.
    – Show de bola.
  • 2:09 - 2:10
    Bem-vindos! Vamos lá?
  • 2:10 - 2:13
    Bom, a gente está falando de um curso
    de Defesa Cibernética,
  • 2:13 - 2:15
    os nossos alunos aqui estão nos assistindo,
  • 2:15 - 2:19
    e uma das bases que eu encaro
    ser essencial hoje,
  • 2:19 - 2:21
    é o aprendizado de sistemas operacionais.
  • 2:21 - 2:24
    E a gente fala muito, quando a gente
    fala de cibersegurança, em Linux,
  • 2:24 - 2:28
    porém, mais que Linux, Windows,
    eu vejo que é uma peça essencial,
  • 2:28 - 2:30
    porque é o que o usuário vai utilizar.
  • 2:30 - 2:31
    E aí eu já queria começar
    esse bate-papo
  • 2:31 - 2:34
    para a gente descontrair um pouco
    e vocês ficarem mais relaxados,
  • 2:34 - 2:38
    porque a gente começa com aquela tensão,
    se apresenta,
  • 2:38 - 2:41
    mas para o pessoal que está nos assistindo,
    eu queria que vocês falassem um pouco,
  • 2:41 - 2:43
    como começou essa história do Windows?
  • 2:43 - 2:47
    A gente escuta muita coisa em filme,
    em cinema, do sistema operacional,
  • 2:47 - 2:50
    então, a gente sabe que o Gates,
    criador da Microsoft, fundador,
  • 2:50 - 2:52
    criou o sistema operacional.
  • 2:52 - 2:55
    Vocês têm alguma versão da história
    de como isso começou?
  • 2:55 - 2:58
    Eu queria que vocês compartilhassem
    um pouco essa experiência da história
  • 2:58 - 3:00
    até da sua utilização com Windows,
  • 3:00 - 3:02
    se quiser começar, professor André,
    por favor.
  • 3:02 - 3:04
    É um negócio que vem de muito,
    muito tempo, né?
  • 3:04 - 3:07
    Então, lá em 1983, começou isso,
  • 3:07 - 3:10
    a maioria dos alunos talvez não fossem
    nem nascidos ainda...
  • 3:10 - 3:12
    Eu imagino que não.
  • 3:12 - 3:17
    Começa em 1983, e, em 1985,
    a gente já tem o Windows 1.0.
  • 3:17 - 3:21
    Só que ele não era um sistema
    operacional propriamente dito,
  • 3:21 - 3:24
    digamos assim, era uma espécie
    de utilitário que rodava
  • 3:24 - 3:29
    em cima de um sistema operacional
    pré-existente, DOS ou MS-DOS,
  • 3:29 - 3:34
    e se propunha a facilitar a execução
    de algumas tarefas
  • 3:34 - 3:38
    que antes eram executadas
    somente em modo texto
  • 3:38 - 3:39
    por meio de um modo gráfico,
  • 3:39 - 3:43
    isso aí lançado em 1985,
    se eu não me engano.
  • 3:43 - 3:46
    E, em 1987, vem Windows 2.0,
  • 3:46 - 3:49
    ali já veio o conceito de maximizar,
    minimizar.
  • 3:49 - 3:54
    No Windows 1.0 a gente já tinha lá
    a utilização de mouse e tal,
  • 3:54 - 4:01
    então o objetivo ali eu acho que sempre
    foi tornar o uso intuitivo.
  • 4:01 - 4:07
    Daí, em 1990, o Windows se torna
    um sistema operacional propriamente dito,
  • 4:07 - 4:12
    com o Windows 3.0.
  • 4:12 - 4:14
    Teve um sucesso bem estrondoso,
  • 4:14 - 4:18
    e, aqui no Brasil, o negócio estourou
    mesmo com o Windows 3.1,
  • 4:18 - 4:23
    ali já não se dependia
    mais do MS-DOS para executá-lo,
  • 4:23 - 4:28
    então, a coisa começa há muito tempo
    até chegar onde nós estamos hoje.
  • 4:28 - 4:28
    Perfeito!
  • 4:28 - 4:30
    E você, professor Daniel,
    como foi o contato
  • 4:30 - 4:32
    com a parte do sistema operacional
    Microsoft?
  • 4:32 - 4:33
    Você começou com o Windows
    ou começou com o Linux,
  • 4:33 - 4:35
    qual foi essa história?
  • 4:35 - 4:39
    – Não, eu comecei com o Windows.
    – Honrando a raiz aí.
  • 4:39 - 4:45
    Eu comecei com o 486 Dx4 100,
    com 4MB de RAM,
  • 4:45 - 4:48
    é isso mesmo que vocês ouviram,
    4MB de RAM...
  • 4:48 - 4:53
    – Motor de overclock...
    – Motor turbo, que a galera achava aqui.
  • 4:53 - 4:57
    Então, o meu primeiro contato
    com o Windows, como usuário,
  • 4:57 - 5:02
    como criança, adolescente,
    foi com Windows 3.11.
  • 5:02 - 5:10
    Teve 3.0, 3.1, 3.11 Workstation,
    que o pessoal chamava,
  • 5:10 - 5:12
    esse foi o meu primeiro contato
    com o Windows.
  • 5:12 - 5:15
    E teve o DOS, que é um sistema
    operacional Microsoft também,
  • 5:15 - 5:17
    então, ele era um mode,
    que a gente chama,
  • 5:17 - 5:19
    do sistema operacional DOS,
  • 5:19 - 5:22
    então, você tinha que instalar
    o MS-DOS para instalar o Windows.
  • 5:22 - 5:26
    E essa foi a minha primeira vivência ali,
    eu era criancinha,
  • 5:26 - 5:30
    então, me colocou lá, com 11 anos,
    com Windows,
  • 5:30 - 5:32
    e eu falei: "Cara, o que eu vou fazer
    com isso aqui?"
  • 5:32 - 5:37
    Tinha o explorador de arquivos ali,
    tinham aquelas janelas,
  • 5:37 - 5:39
    então, você abria uma
    e podia minimizar, maximizar,
  • 5:39 - 5:42
    e eu fui aprendendo mesmo
    imersivamente.
  • 5:42 - 5:46
    Então, tinha um computador lá
    na família, de pequeno,
  • 5:46 - 5:48
    e a gente foi explorando.
  • 5:48 - 5:50
    Começou lá com Windows 3.11,
  • 5:50 - 5:56
    eu tive contato com todos:
    95, 98, Millennium,
  • 5:56 - 6:00
    aí o XP, se eu não me engano,
    se tornou independente mesmo,
  • 6:00 - 6:01
    ele não precisava mais do DOS,
  • 6:01 - 6:05
    se tornou totalmente bootável
    com o sistema de arquivos etc.
  • 6:05 - 6:08
    Eu adorava o XP, cheio de vírus,
    era excelente,
  • 6:08 - 6:11
    todo o processo rodava como administrador
    a nível de kernel do sistema,
  • 6:11 - 6:13
    era ótimo, eu adorava.
  • 6:13 - 6:15
    Eu, particularmente, curti o XP demais.
  • 6:15 - 6:19
    Eu gostava daquele papel de parede,
    aquele background,
  • 6:19 - 6:23
    que foi uma das imagens
    mais vistas e famosas do mundo.
  • 6:23 - 6:25
    Aí esse foi o meu primeiro contato,
  • 6:25 - 6:29
    logo depois, veio a parte profissional
    com o Windows Server.
  • 6:29 - 6:32
    Eu comecei com o Windows Server 2000,
    peguei um pouquinho do NT,
  • 6:32 - 6:34
    mas fui logo para o 2000.
  • 6:34 - 6:40
    O Windows 2000 teve
    um pequeno período,
  • 6:40 - 6:45
    mas o que eu peguei firme mesmo,
    implantei do zero em uma minha empresa,
  • 6:45 - 6:47
    foi o Windows 2003 Server,
  • 6:47 - 6:51
    o qual tenho algumas certificações
    voltadas a servidor.
  • 6:51 - 6:53
    Esse foi meu primeiro contato.
  • 6:53 - 6:57
    Eu cheguei a trabalhar com o 3.11
  • 6:57 - 7:00
    e, depois, já fui para o Windows NT.
  • 7:00 - 7:05
    Cheguei a fazer o Certification PAAF
    do Windows NT
  • 7:05 - 7:08
    mas minha primeira certificação
    foi Windows 2000,
  • 7:08 - 7:12
    meio que eu vi o Active Directory
    nascer.
  • 7:12 - 7:15
    Da tecnologia NT, que eles chamavam
    na época, né?
  • 7:15 - 7:17
    – Biotechnology.
    – Isso mesmo.
  • 7:17 - 7:20
    – Somos sobreviventes.
    – Somos sobreviventes
  • 7:20 - 7:25
    dessa mudança da digitalização,
    ou seja, dessa inclusão digital,
  • 7:25 - 7:27
    do mundo digital antes do analógico
    para o digital,
  • 7:27 - 7:28
    eu concordo plenamente.
  • 7:28 - 7:30
    E o que eu enxergo professores?
  • 7:30 - 7:33
    Eu enxergo que a Microsoft tem
    aumentando a maturidade
  • 7:33 - 7:34
    de desenvolvimento no sistema operacional.
  • 7:34 - 7:36
    Não sei se vocês conseguem
    enxergar isso,
  • 7:36 - 7:40
    não só a nível de usabilidade
    para o desktop, para o usuário,
  • 7:40 - 7:42
    porque a gente tem várias
    evoluções, né?
  • 7:42 - 7:44
    Se a gente pensar como era
    o Windows 95,
  • 7:44 - 7:49
    como foi o 98, o 2000, o XP,
  • 7:49 - 7:55
    e, depois disso, até o Windows Vista,
    até o Windows 8,
  • 7:55 - 7:58
    e depois até o Windows 11, que é
    o que a gente está atualmente utilizando,
  • 7:58 - 8:01
    a gente tem uma evolução gigante.
  • 8:01 - 8:05
    Claro, quando a gente fala a nível
    de kernel, muita coisa mudou,
  • 8:05 - 8:08
    o kernel do Windows 8, por exemplo,
    é o mesmo do Windows 11 ainda,
  • 8:08 - 8:11
    mas a nível de usabilidade, de SEO
    e de arquitetura, muita coisa mudou.
  • 8:11 - 8:18
    E eu enxergo essa mudança também
    na parte de serviços e servidores,
  • 8:18 - 8:19
    realmente aconteceu essa mudança?
  • 8:19 - 8:19
    Eu queria perguntar para vocês:
  • 8:19 - 8:22
    a Microsoft está evoluindo a nível
    de serviço e servidores?
  • 8:22 - 8:25
    Não estou entrando nem no conceito
    on-premise e nuvem,
  • 8:25 - 8:26
    mas no sentido de serviço
  • 8:26 - 8:30
    porque mudou muita coisa do 2000
    para cá ou não?
  • 8:30 - 8:33
    Se a Microsoft não evoluir
    ao longo do tempo,
  • 8:33 - 8:35
    ela não chegaria onde chegou,
  • 8:35 - 8:40
    mas pensa que, a cada versão
    do sistema operacional,
  • 8:40 - 8:42
    era o que tinha de melhor
    naquela época.
  • 8:42 - 8:44
    Então, hoje, quando a gente compara,
  • 8:44 - 8:47
    por exemplo, o Windows 11 com o que
    nós tínhamos lá no Windows 95,
  • 8:47 - 8:49
    pode parecer um absurdo,
  • 8:49 - 8:52
    é um abismo que separa as duas coisas.
  • 8:52 - 8:56
    Então, o que ocorre é uma evolução
    ao longo do tempo
  • 8:56 - 8:59
    para atender às necessidades atuais.
  • 8:59 - 9:01
    Pensa que o Windows 95, por exemplo,
  • 9:01 - 9:05
    atendia às necessidades
    daquela época, né?
  • 9:05 - 9:08
    Então, sim, existe essa evolução,
  • 9:08 - 9:11
    ela vai continuar existindo,
  • 9:11 - 9:15
    e não só para a Microsoft,
    como para outros provedores,
  • 9:15 - 9:19
    para outros sistemas, enfim.
  • 9:19 - 9:19
    Perfeito!
  • 9:19 - 9:22
    Professor Daniel, quando a gente fala
    dessa evolução,
  • 9:22 - 9:26
    hoje, quais são os principais serviços
    que você implementa na sua consultoria
  • 9:26 - 9:28
    quando a gente fala em sistemas Microsoft,
  • 9:28 - 9:29
    vamos falar um pouquinho
    do on-premise ainda?
  • 9:29 - 9:33
    On-premise? Então, pegando o gancho
    dessa evolução,
  • 9:33 - 9:36
    alguma dos serviços novos,
    que eu acho que a Microsoft coloca...
  • 9:36 - 9:39
    Pode falar aleatoriamente, talvez
    o servidor de arquivo seja o mais comum
  • 9:39 - 9:40
    que todo mundo peça uma implementação:
  • 9:40 - 9:43
    compartilhar pastas,
    fazer gestão de arquivos,
  • 9:43 - 9:45
    mas quais são os mais utilizados
    a nível de serviço
  • 9:45 - 9:47
    hoje na questão de servidores?
  • 9:47 - 9:51
    Servidores da Microsoft,
    eu vou datar três:
  • 9:51 - 9:53
    seria o Active Directory,
  • 9:53 - 9:57
    que eu acho que é o pilar,
    o alicerce de toda rede,
  • 9:57 - 10:00
    hoje de toda empresa, então, eu acho
    que ele seria o primeiro,
  • 10:00 - 10:05
    e, aliado a ele, Group Policy,
    as famosas GPOs,
  • 10:05 - 10:10
    que vão fazer configurações
    do sistema operacional
  • 10:10 - 10:12
    voltado a usuários e computadores.
  • 10:12 - 10:16
    Por exemplo, eu quero automatizar
    um papel de parede,
  • 10:16 - 10:20
    eu quero automatizar uma instalação
    de um pet ou de um software,
  • 10:20 - 10:24
    que seja ....... ponto que a Microsoft
    que seja compatível.
  • 10:24 - 10:27
    Então, acho que seria o AD,
    estou até esquecendo...
  • 10:27 - 10:31
    – GPO?
    – A GPO e, óbvio, o DNS,
  • 10:31 - 10:33
    que um é aliado à outro.
  • 10:33 - 10:36
    Então, eu acho que esse seria
    um dos principais serviços aí,
  • 10:36 - 10:38
    mas a gente tem vários.
  • 10:38 - 10:41
    Falando de segurança da informação,
    de auditoria,
  • 10:41 - 10:44
    o failures service management,
  • 10:44 - 10:46
    a gente pode ir longe aí,
  • 10:46 - 10:48
    mas, como servidor,
    acho que seria isso.
  • 10:48 - 10:51
    E o fato de evolução, a gente está
    falando aqui do Windows,
  • 10:51 - 10:56
    eu acho que uma das coisas bacanas
    a cada discussão Windows e Linux,
  • 10:56 - 11:02
    hoje, o Windows tem o WSL,
    que é o Windows Subsystem for Linux,
  • 11:02 - 11:05
    e ele já consegue pegar todo o kernel
    do Linux, se você implementar,
  • 11:05 - 11:11
    então, você consegue implementar Docker,
    Kubernetes, colocar containers...
  • 11:11 - 11:14
    – De forma nativa, né?
    – De forma nativa, com o WSL 2.
  • 11:14 - 11:18
    Então, a gente falando de coisa
    de 10, 20 anos atrás,
  • 11:18 - 11:20
    a gente não imaginava isso,
  • 11:20 - 11:23
    eu acho que é uma das evoluções
    bacanas,
  • 11:23 - 11:28
    fora Copilot e outras coisas
    que envolvem Inteligência Artificial,
  • 11:28 - 11:31
    que chegaram para valer.
  • 11:31 - 11:33
    ........
  • 11:33 - 11:36
    Eu testei o Copilot um pouco
    a nível de usuário,
  • 11:36 - 11:40
    então, você pede lá para ele fazer
    um texto no Word
  • 11:40 - 11:42
    com uma imagem x, alguma coisa x,
  • 11:42 - 11:46
    ele faz bacana, até pegando um outro
    serviço Microsoft Teams.
  • 11:46 - 11:48
    O pessoal estava em uma reunião ali,
  • 11:48 - 11:52
    com grupos de pessoas de cada país
    falando idiomas diferentes,
  • 11:52 - 11:55
    o Copilot dividiu as tarefas,
  • 11:55 - 11:59
    traduziu os idiomas de cada grupo
    e entregou a tarefa para cada um.
  • 11:59 - 12:01
    Então, você fala assim: "Caramba".
  • 12:01 - 12:03
    Ele faz um resumo da reunião.
  • 12:03 - 12:05
    Tinha um stakeholder que fazia
    e ele faz um resumo da reunião.
  • 12:05 - 12:08
    Quem pensaria que o 3.i ia virar
    uma Inteligência Artificial
  • 12:08 - 12:10
    acoplada ao serviço
  • 12:10 - 12:13
    para o gerenciamento de uma reunião
    dentro de uma feature,
  • 12:13 - 12:15
    de uma ferramenta do Windows,
    é impressionante.
  • 12:15 - 12:18
    Do ponto de vista que serve isso,
  • 12:18 - 12:21
    primeiro, quem teve aula comigo
    em algum momento ouviu eu falar
  • 12:21 - 12:23
    que a função de um servidor é servir.
  • 12:23 - 12:27
    Eu vou ser desconfiado
    porque o André foi meu professor,
  • 12:27 - 12:30
    então, eu estou vendido aqui.
  • 12:30 - 12:32
    Deve ter ouvido falar isso,
  • 12:32 - 12:35
    que a função do servidor é servir, né?
  • 12:35 - 12:38
    – Então, tem o cloud server, né?
    – Exato.
  • 12:38 - 12:40
    Mas, de fato,
  • 12:40 - 12:44
    o principal serviço é o Active Directory.
  • 12:44 - 12:47
    A questão é que muitos mencionam
  • 12:47 - 12:50
    e eu não concordo muito
    com essa afirmação
  • 12:50 - 12:53
    de que o Active Directory
    é o principal serviço
  • 12:53 - 12:58
    de gerenciamento de identidade
    do mundo.
  • 12:58 - 12:59
    De fato, ele é o mais utilizado,
  • 12:59 - 13:05
    mas ele não faz um gerenciamento
    de identidade de A a Z.
  • 13:05 - 13:11
    E a parte de GPO que por si só
    é uma ciência, né?
  • 13:11 - 13:15
    Existia um treinamento de GPO
    que era de 32 horas
  • 13:15 - 13:20
    falando sobre arquitetura,
    fazer debug naquilo, enfim, muito legal.
  • 13:20 - 13:26
    O Activy Directory e outros serviços,
    não só Microsoft,
  • 13:26 - 13:28
    são extremamente dependentes do DNS,
  • 13:28 - 13:36
    e aí é aquela coisa: failure server,
    que é superpopular, print server.
  • 13:36 - 13:41
    Você ter um sistema de gerenciamento
    e distribuição de patches,
  • 13:41 - 13:43
    fornecido pelo WSUS...
  • 13:43 - 13:45
    – Sim.
    – Gratuito.
  • 13:45 - 13:49
    Então, a gente vem de uma época
    que a gente tinha que aprender
  • 13:49 - 13:51
    a extrair o que o sistema operacional
    oferecia.
  • 13:51 - 13:53
    Perfeito!
  • 13:53 - 13:56
    Hoje você tem produto que faz
    tudo à parte.
  • 13:56 - 13:57
    Mas tirar leite de pedra,
  • 13:57 - 14:01
    quando a gente chegou nesse negócio,
    era tudo mato, né?
  • 14:01 - 14:04
    Ninguém tinha profundidade
    desse conhecimento.
  • 14:04 - 14:06
    – E a maioria não tem até hoje.
    – Até hoje, né?
  • 14:06 - 14:08
    No entanto, a gente tem muito mercado,
  • 14:08 - 14:10
    eu costumo brincar, inclusive,
    em outros casts que eu falei,
  • 14:10 - 14:12
    que a gente tem emprego
    para o resto da vida,
  • 14:12 - 14:15
    porque a pessoa não tem
    essa curiosidade de estudar,
  • 14:15 - 14:18
    e, para estudar, você tem que imergir
    naquilo, tem que realmente se dedicar,
  • 14:18 - 14:22
    colocar horas do seu dia ali
    para se aprofundar em cima disso,
  • 14:22 - 14:26
    senão você simplesmente vai trabalhar
    aquilo com NNF, e não com profundidade.
  • 14:26 - 14:31
    Tem um livro do Malcolm Gladwell,
    chamado "Outliers",
  • 14:31 - 14:35
    que foi traduzido aqui no Brasil
    como "Fora de Série",
  • 14:35 - 14:37
    e, entre outras coisas,
    a mensagem principal ali
  • 14:37 - 14:41
    é que você atinge a excelência em algo
  • 14:41 - 14:46
    quando você dedica pelo 10 mil horas
    em cima daquele tempo.
  • 14:46 - 14:52
    Então, ele pega, por exemplo,
    os Beatles, e pega também o Bill Gates,
  • 14:52 - 14:55
    cita como exemplo, conta um pouco
    da história etc.,
  • 14:55 - 14:56
    recomendo muito a leitura.
  • 14:56 - 15:01
    Então, para se ter essa profundidade
    técnica, não tem jeito,
  • 15:01 - 15:05
    você tem que fazer uma imersão naquilo,
  • 15:05 - 15:08
    respirar aquilo 24 horas por dia,
    que você chega lá.
  • 15:08 - 15:10
    Eu gostaria de trazer
    uma curiosidade aqui
  • 15:10 - 15:13
    e falar um pouquinho
    sobre o Active Directory
  • 15:13 - 15:16
    para a gente explicar com um pouco mais
    de profundidade para os nossos alunos
  • 15:16 - 15:17
    o que é o AD.
  • 15:17 - 15:20
    Porque a gente tem hoje, dentro
    do curso de Defesa Cibernética,
  • 15:20 - 15:22
    a disciplina de Windows,
  • 15:22 - 15:25
    a gente trabalhar o foco de instalação,
    o foco de serviços,
  • 15:25 - 15:29
    e o principal serviço que a gente ensina
    é a utilização do Active Directory
  • 15:29 - 15:32
    que, como o professor André
    bem comentou,
  • 15:32 - 15:37
    não é talvez o sistema que faça
    toda a gestão de identidade,
  • 15:37 - 15:40
    mas sim talvez o sistema que é
    mais utilizado
  • 15:40 - 15:41
    para a gestão de usuários,
  • 15:41 - 15:45
    se a gente pode dizer assim
    do mundo hoje, com certeza, é o AD.
  • 15:45 - 15:48
    E eu queria que vocês comentassem
    um pouquinho o que é o AD,
  • 15:48 - 15:51
    o que ele faz e quais são os modos
    operantes?
  • 15:51 - 15:57
    A gente fala muito de FSMO,
    o que é floresta, domínio?
  • 15:57 - 16:00
    Eu sei que a gente poderia fazer
    umas 20 horas de cast
  • 16:00 - 16:02
    só para explicar isso aqui,
  • 16:02 - 16:05
    mas é só para a gente atiçar
    essa curiosidade dos nossos alunos
  • 16:05 - 16:07
    que estão estudando,
    porque tem isso no conteúdo,
  • 16:07 - 16:13
    e que eles não só mexam com isso,
    mas que aprendam a ter esse insight,
  • 16:13 - 16:14
    para saber que tem muito mais
  • 16:14 - 16:17
    e que talvez não esteja nem
    documentado publicamente,
  • 16:17 - 16:19
    mas que faz parte daquele processo.
  • 16:19 - 16:21
    E para você entender com profundidade,
  • 16:21 - 16:23
    você tem que saber o que acontece
    quando você está ali.
  • 16:23 - 16:25
    Então, quem quiser começar,
    fique à vontade.
  • 16:25 - 16:27
    – Quer começar professor?
    – Pode ser.
  • 16:27 - 16:32
    O Active Directory é um controlador
    de domínio primeiramente.
  • 16:32 - 16:38
    O que é um domínio?
    O domínio é um endereço.
  • 16:38 - 16:40
    Então, ele vai ser uma máquina,
    por exemplo,
  • 16:40 - 16:47
    ou, na verdade, um domínio vai ser
    toda a infraestrutura de uma empresa.
  • 16:47 - 16:51
    Então, eu vou falar bem
    resumidamente,
  • 16:51 - 16:53
    o Active Directory,
    como o Rafa comentou,
  • 16:53 - 16:56
    ele é formado por domínio,
    árvores de domínios
  • 16:56 - 17:01
    e floresta ou florestas,
    depende do tamanho da empresa.
  • 17:01 - 17:06
    Mas, para vocês entenderem,
    eu vou dar um exemplo aqui,
  • 17:06 - 17:09
    não sei se posso falar nomes,
    aí você cortam,
  • 17:09 - 17:11
    que é o domínio "coca-cola.com.br",
  • 17:11 - 17:16
    ou melhor, "coca-cola.com",
    que a gente chama de domínio pai.
  • 17:16 - 17:18
    Então, a Coca-Cola tem o domínio,
  • 17:18 - 17:21
    que é o pai de todos,
    que é o .com.
  • 17:21 - 17:24
    E aí você pode ter ali
    uma árvore de domínios.
  • 17:24 - 17:28
    A Coca-Cola é uma empresa enorme,
    multinacional, conhecida no mundo inteiro,
  • 17:28 - 17:31
    em nível mundial,
    então, ela tem ali o "coca-cola.com.br",
  • 17:31 - 17:35
    e você vai descendo a árvore de DNS,
    a árvore de domínios.
  • 17:35 - 17:38
    Então, você tem "coca-cola.com.br",
  • 17:38 - 17:42
    ".ar", na Argentina, o americano etc.,
  • 17:42 - 17:46
    você vai ter uma árvore de domínios.
  • 17:46 - 17:49
    Aí você tem a floresta,
    e o que é a floresta?
  • 17:49 - 17:52
    Eu gosto muito do exemplo da floresta,
  • 17:52 - 17:55
    saindo um pouco da Coca-Cola,
    porque acho que fica mais fácil,
  • 17:55 - 17:59
    que são as empresas Sadia e Perdigão.
  • 17:59 - 18:01
    Não sei se vocês sabem,
    mas Sadia e Perdigão,
  • 18:01 - 18:04
    quando você faz compra no mercado,
    vai para o mesmo CEO,
  • 18:04 - 18:07
    vai para o mesmo grupo,
    que é o BR Foods.
  • 18:07 - 18:11
    Então, a floresta é um grupo de empresa,
    é o máximo aí,
  • 18:11 - 18:15
    é a junção, às vezes, de um grande
    com o outro, de uma empresa com uma outra.
  • 18:15 - 18:19
    Então, por exemplo, o BR Foods
    é a floresta onde você tem a Sadia,
  • 18:19 - 18:21
    a Perdigão, os produtos Qualy,
  • 18:21 - 18:24
    e vários outros que eu não vou lembrar
    o nome aqui.
  • 18:24 - 18:26
    Então, acho que seria esse conceito:
  • 18:26 - 18:30
    você tem o domínio, a empresa,
    a infraestrutura, com os usuários,
  • 18:30 - 18:33
    com sua hierarquia,
    com seu projeto hierárquico.
  • 18:33 - 18:36
    Você tem uma árvore, pode ser por país,
    por departamento,
  • 18:36 - 18:37
    depende do tamanho da sua empresa,
  • 18:37 - 18:41
    e você tem a floresta,
    que é esse grande.
  • 18:41 - 18:44
    "Nossa, então a floresta é tudo isso?
  • 18:44 - 18:46
    Eu posso ter um domínio
    com uma floresta?"
  • 18:46 - 18:49
    Tranquilamente, você pode começar
    pequeno, uma startup,
  • 18:49 - 18:54
    você vai precisar criar uma floresta
    e pelo menos um domínio, um centralizador.
  • 18:54 - 18:57
    Então, basicamente, é assim
    que funciona o Active Directory,
  • 18:57 - 19:00
    ele vai fazer a autenticação
    dos seus usuários, dos seus computadores,
  • 19:00 - 19:02
    vai controlar seus computadores,
  • 19:02 - 19:08
    ele vai controlar toda a autenticação
    quando você faz na máquina cliente,
  • 19:08 - 19:12
    quando você loga, ele vai estar logando
    centralizado dentro de um domínio.
  • 19:12 - 19:15
    dentro do domínio que você colocar
    na sua empresa.
  • 19:15 - 19:16
    Perfeito!
  • 19:16 - 19:19
    É muito difícil a gente entender
    o Active Directory hoje
  • 19:19 - 19:21
    sem que a gente volte um pouquinho
    no tempo,
  • 19:21 - 19:24
    como era lá no Windows .....
  • 19:24 - 19:31
    Então, a gente tinha ali a figura do PDC,
    Primary Domain Controller, e do BDC,
  • 19:31 - 19:36
    e ali era um conceito chamado
    single-master,
  • 19:36 - 19:40
    onde todas as atividades administrativas
  • 19:40 - 19:45
    precisavam ser executadas no PDC.
  • 19:45 - 19:48
    E aí, se o PDC ficasse indisponível
    por qualquer razão que fosse,
  • 19:48 - 19:52
    você ia lá, marcava uma flag no BDC
    e o tornava PDC
  • 19:52 - 19:56
    para executar essas atividades.
  • 19:56 - 20:01
    Com o Active Directory,
    do Windows 2000,
  • 20:01 - 20:05
    a gente passou a ter o conceito
    de multi-master,
  • 20:05 - 20:11
    onde a maioria das atividades
    administrativas pode ser executada
  • 20:11 - 20:14
    em qualquer controlador de domínio
    gravável,
  • 20:14 - 20:17
    porque a gente também tem
    os controladores somente de leitura.
  • 20:17 - 20:19
    – Perfeito, .......
  • 20:19 - 20:26
    No entanto, no esquema multi-master
    é possível,
  • 20:26 - 20:30
    altamente provável, que ocorram conflitos.
  • 20:30 - 20:34
    O Active Directory tem algoritmos
    bastante robustos, funcionais,
  • 20:34 - 20:37
    para lidar com esses conflitos,
  • 20:37 - 20:43
    só que, idealmente, alguns conflitos
    precisam ser eliminados na raiz.
  • 20:43 - 20:49
    Então, ainda que a gente tenha
    o esquema multi-master,
  • 20:49 - 20:54
    algumas tarefas são executadas
    no modo single-master
  • 20:54 - 20:59
    e é aí que começa a entrar
    os mestres de operações, os FSMO.
  • 20:59 - 21:03
    Então, nós temos cinco mestres
    de operações:
  • 21:03 - 21:05
    são dois de floresta,
  • 21:05 - 21:10
    ou seja, isso também se refere
    a partições com o Active Directory,
  • 21:10 - 21:13
    e três mestres de operação de domínio.
  • 21:13 - 21:16
    Então, por exemplo, se eu tenho
    uma floresta com um domínio,
  • 21:16 - 21:19
    eu vou ter cinco mestres de operação,
  • 21:19 - 21:22
    se eu tenho uma floresta
    com dois domínios,
  • 21:22 - 21:24
    eu vou ter oito,
  • 21:24 - 21:30
    porque o outro domínio vai ter os três
    mestres de operação do domínio dele.
  • 21:30 - 21:34
    E, dessa forma, evita-se
    que determinados conflitos
  • 21:34 - 21:37
    ocorram no Active Directory.
  • 21:37 - 21:43
    Então, por exemplo, o Schema
    é o coração do AD,
  • 21:43 - 21:47
    é ele que controla objetos,
    classes de objetos e atributos.
  • 21:47 - 21:51
    – São os IDs, né?
    – Muito mais do que isso.
  • 21:51 - 21:53
    Então, quando eu falo de classe
    de objeto, por exemplo,
  • 21:53 - 22:00
    é no Schema que é determinado
    que um objeto do tipo "usuário"
  • 22:00 - 22:02
    tem um atributo chamado "departamento",
  • 22:02 - 22:06
    ou tem um atributo chamado "e-mail"
    ou "telefone", ou qualquer coisa assim.
  • 22:06 - 22:13
    A mesma coisa se aplica para um grupo,
    para uma conta de computador, enfim.
  • 22:13 - 22:17
    Então, nesse caso, isso sendo controlado
    no Schema, existe uma partição
  • 22:17 - 22:21
    e essa partição é replicada para todos
    os controladores de domínio da floresta.
  • 22:21 - 22:26
    Eu tenho uma floresta que tem
    30 domínios-filhos,
  • 22:26 - 22:31
    todos os controladores de domínio
    vão ter essa partição.
  • 22:31 - 22:35
    E aí é uma maneira de lidar
    com certos conflitos,
  • 22:35 - 22:36
    depois a gente pode até aprofundar
  • 22:36 - 22:39
    e falar de cada um dos mestre
    de operações
  • 22:39 - 22:44
    – que dá uma semana de conversa.
    – Tem chão para um cast de 20 horas.
  • 22:44 - 22:48
    – Eu gosto muito desse negócio.
    – Eu vejo a profundidade sobre isso.
  • 22:48 - 22:51
    É uma coisa importante sobre
    o que o André comentou,
  • 22:51 - 22:55
    são as relações de confiança
    entre os domínios.
  • 22:55 - 22:56
    Eu tenho domínio.
  • 22:56 - 22:59
    Ele estabelece uma relação de confiança
    com domínio.
  • 22:59 - 23:03
    BN e uma filial
    ou um parceiro que seja e vai conhecer.
  • 23:03 - 23:07
    Então você vai fazendo
    essas relações que são bem.
  • 23:07 - 23:08
    Deixa controla. Antes.
  • 23:08 - 23:10
    De. Realizar essa transição.
  • 23:10 - 23:14
    Então, por exemplo,
    eu, Daniel Vasconcelos,
  • 23:14 - 23:18
    estou aqui na Lins hoje pela FIAP,
    mas o meu usuário,
  • 23:18 - 23:21
    por ter uma relação de confiança do
  • 23:21 - 23:25
    do subdomínio, que seja da Lins com
  • 23:25 - 23:25
    Campos
  • 23:25 - 23:28
    paulista, por exemplo,
    eu consigo me logar lá tranquilamente.
  • 23:28 - 23:30
    Perfeito mesmo.
  • 23:30 - 23:32
    São duas regiões geográficas diferentes,
    inclusive perfeito.
  • 23:32 - 23:34
    Excelente.
  • 23:34 - 23:36
    Quando a gente fala de ADL,
    é um mundo gigante.
  • 23:36 - 23:39
    Mas a gente tem outros serviços
    da Microsoft, por exemplo.
  • 23:39 - 23:43
    E esse que é a parte
    servidor web é a Microsoft.
  • 23:43 - 23:46
    Querendo ou não,
    ela adicionou mais pontos,
  • 23:46 - 23:48
    talvez de investimento,
    porque ela evoluiu também,
  • 23:48 - 23:51
    como a gente vinha comentando
    conforme o tempo e tal.
  • 23:51 - 23:53
    E surgiu também
    um mercado que ela explorou
  • 23:53 - 23:58
    muito,
    que é o mercado de virtualização com o Ray
  • 23:58 - 24:04
    havia hibernado, dava de braçada sozinha
    e a Microsoft trouxe um pouco
  • 24:04 - 24:08
    essa ferramenta também, de poder
    ela ter o seu supervisor,
  • 24:08 - 24:11
    ter o seu visualizador
    para poder trabalhar esse ponto.
  • 24:11 - 24:15
    No entanto, que o próprio Windows
    hoje utiliza nativamente para
  • 24:15 - 24:19
    poder, enfim, para diversas qualidades
    que vocês comentasse um pouquinho.
  • 24:19 - 24:23
    Como vocês enxergaram essa transição,
    essa evolução do seu operacional
  • 24:24 - 24:28
    para trazer mais essa filtro
    de virtualização que no caso do mercado,
  • 24:28 - 24:31
    a gente tinha a parte de Linux
    que trazia isso com KVM,
  • 24:31 - 24:33
    mas a Microsoft trouxe muito isso.
  • 24:33 - 24:35
    No reaprendi também a Microsoft.
  • 24:35 - 24:37
    Ela tinha um outro produto
  • 24:37 - 24:42
    de virtualização que eu
    não me recordo o nome, mas assim era bem
  • 24:43 - 24:44
    primário mesmo.
  • 24:44 - 24:47
    Depois veio o conceito
    hiper vital, veio o produto,
  • 24:47 - 24:52
    o Hyper VI que foi descontinuado agora
    então vai ter suporte
  • 24:52 - 24:59
    até 2029 janeiro 2029.
  • 24:59 - 25:03
    Mas o foco agora está no RH.
  • 25:03 - 25:06
    Aí sim,
    é só que o conceito de virtualização
  • 25:06 - 25:09
    não vem dali Enquanto a gente voltar
    na época do meio frame,
  • 25:09 - 25:14
    lá na década de 70,
    que a gente tinha uma máquina central
  • 25:14 - 25:18
    responsável por todo o armazenamento
    e processar, então, né.
  • 25:18 - 25:23
    E nós tínhamos ali terminais burros
  • 25:23 - 25:26
    conectados a essa máquina central
  • 25:26 - 25:30
    e isso eu fazia input de dados ali,
    mas localmente não ocorria nada
  • 25:30 - 25:33
    no sentido de processamento,
    de armazenamento e tal.
  • 25:33 - 25:36
    Então o conceito
    ele já vem de muito tempo, né?
  • 25:36 - 25:38
    E aí foi
  • 25:38 - 25:43
    atingindo um nível de maturidade
    legal, né?
  • 25:43 - 25:47
    Que culminou
    na verdade com computação em nuvem,
  • 25:47 - 25:51
    computação em nuvem ela não existiria
    se não existisse a virtualização.
  • 25:51 - 25:53
    Fato.
  • 25:53 - 25:57
    Então,
    no hype havia um baita de um produto,
  • 25:58 - 26:01
    assim como muitos produtos da Microsoft.
  • 26:01 - 26:06
    Fácil de instalar,
    fácil de configurar, intuitivo tal, né?
  • 26:06 - 26:11
    Eu recomendo para os alunos,
    sempre que possível,
  • 26:11 - 26:15
    que instale o Hyper-V
    para criar seus laboratórios e tal,
  • 26:15 - 26:19
    Mas é um produto que ele vem de muito
    tempo, né?
  • 26:19 - 26:21
    Sim, é uma evolução.
  • 26:21 - 26:24
    É como o próprio processador
    que vai evoluindo com as suas filtros
  • 26:24 - 26:26
    e vai travar acontecendo,
    vai trabalhando perfeito.
  • 26:26 - 26:29
    E Daniel,
    esse mundo de cloud, Professor André
  • 26:29 - 26:34
    deu o gatilho de introdução
    e a gente tinha tudo num primeiro olhar.
  • 26:34 - 26:37
    E a Microsoft e o Prime e tal
    e agora a gente teve
  • 26:37 - 26:40
    até bot Cloud Apache, nuvem híbrida
  • 26:40 - 26:44
    e até voltando, porque o Quad
    o adeus integra em nuvem também.
  • 26:44 - 26:46
    E com o Azure, a Dell com outros produtos.
  • 26:46 - 26:51
    Entra rede. E.
  • 26:51 - 26:51
    Aí. Já
  • 26:51 - 26:54
    estou sendo atualizado ao vivo aqui
    já foi um aprendizado.
  • 26:54 - 26:58
    Mas eu vi a documentação
    que você vai ter o Windows Server 2025, aí
  • 26:58 - 27:04
    sim sai um Switch e mais o on premise
    ainda é o Active Directory,
  • 27:04 - 27:08
    então eles separaram
    e eu entrei de Pro para nuvem.
  • 27:08 - 27:10
    Eu o Active Directory para.
  • 27:10 - 27:13
    O porque sobre isso vai ter integração
    ainda que vocês enxergam
  • 27:13 - 27:16
    sobre essa junção entre on premise nuvem.
  • 27:16 - 27:19
    Nesse momento
    a gente fala do Sam Personal e do serviço.
  • 27:19 - 27:23
    Então eu acho que a tendência, tudo
  • 27:23 - 27:29
    num futuro não muito distante,
    é tudo ser realmente cloud,
  • 27:29 - 27:31
    tudo ser cloud, então,
  • 27:31 - 27:33
    mas algum serviço, algumas coisas.
  • 27:33 - 27:37
    Algumas empresas ainda ficam meio
    ressabiadas de put.
  • 27:37 - 27:38
    Vou deixar tudo ali em cloud,
  • 27:38 - 27:42
    tudo da minha base X, Y,
    Z e da minha importância. Então
  • 27:42 - 27:43
    o que está acontecendo?
  • 27:43 - 27:45
    Isso é a hibridização.
  • 27:45 - 27:51
    Então você ainda tem um premise
    e trabalha híbrido com e depois
  • 27:51 - 27:54
    com a nuvem da Microsoft, que é o entra
  • 27:54 - 27:57
    e o entrar ID, o nosso entrar.
  • 27:57 - 27:58
    Então.
  • 27:58 - 28:01
    Ahn, eu acho uma quebra de paradigma.
  • 28:01 - 28:04
    Eu acho sensacional.
  • 28:04 - 28:07
    E dentro da nuvem
    que a gente chama dentro do Edge, ou seja,
  • 28:07 - 28:10
    uma WS, sejam os concorrentes quem forem.
  • 28:10 - 28:14
    A virtualização ainda é presente, então
  • 28:14 - 28:18
    a nuvem é um ambiente, é a virtualização.
  • 28:18 - 28:23
    Ação é uma feature, é um,
    é um produto daquele, daquele ambiente.
  • 28:23 - 28:26
    Então, se a gente for ver, poxa,
    que bacana!
  • 28:26 - 28:30
    Aí a Microsoft teve que correr, como você
    disse, a ver remexer
  • 28:30 - 28:33
    começou aí
    e a Microsoft veio com Hyper vim.
  • 28:33 - 28:35
    É sensacional, né?
  • 28:35 - 28:37
    A gente poder ter, fazer,
  • 28:37 - 28:42
    pegar o ambiente de
    deve colocar na nuvem, fazer testes antes.
  • 28:42 - 28:44
    Antigamente eu lembro que
  • 28:44 - 28:47
    ainda tem, ainda tem algumas coisas,
    mas você montar
  • 28:47 - 28:52
    o que a gente chama de disaster recover,
    você montar o ambiente inteiro
  • 28:52 - 28:56
    clonado em um outro lugar,
    num outro andar, num outro espaço físico.
  • 28:56 - 28:58
    Hoje a gente já consegue fazer
  • 28:58 - 28:59
    tudo isso via nuvem.
  • 28:59 - 29:02
    Então, imaginar,
    quero tirar o que a gente ganhou,
  • 29:02 - 29:06
    que a gente mudou culturalmente,
    foi formidável.
  • 29:06 - 29:09
    Uma das perguntas que eu queria comentar
    é que muitas empresas
  • 29:09 - 29:12
    às vezes não não usam não full cloud
  • 29:12 - 29:15
    porque eles tem medo da performance,
    principalmente quando de fala de fala.
  • 29:15 - 29:18
    O server é print server
  • 29:18 - 29:20
    e diversos problemas são apresentados.
  • 29:20 - 29:22
    Imagine um cartório que tem impressora,
    tem uma escala de alto
  • 29:22 - 29:26
    desempenho que ficaria ali
    um livro em questão de minutos.
  • 29:26 - 29:31
    Tem um outro volume de de scanner
    para geralmente de imagens,
  • 29:31 - 29:32
    e muita gente
    fala que isso ainda fica lento,
  • 29:32 - 29:34
    tal como vocês enxergam o processador.
  • 29:34 - 29:36
    Como você
    enxerga a questão de performance?
  • 29:36 - 29:40
    Quando a gente vai ficar muito
    tempo nesse modelo híbrido ou
  • 29:40 - 29:42
    a nuvem total, ou só utilizar o full
    nuvem?
  • 29:42 - 29:45
    É uma realidade que hoje
    cada vez mais estar presente.
  • 29:45 - 29:48
    Eu não acredito nisso,
    eu não acredito nisso.
  • 29:48 - 29:52
    Até uma visão
    um pouquinho diferente do professor,
  • 29:53 - 29:54
    um modelo híbrido.
  • 29:54 - 29:57
    Ele veio para ficar e tá
  • 29:57 - 30:02
    por que é uma startup pequenininha
    que está nascendo agora.
  • 30:02 - 30:06
    Provavelmente ela vai nascer no modelo
    Cloud only.
  • 30:06 - 30:09
    Agora você pega uma empresa centenária
  • 30:09 - 30:15
    que ainda tem mainframe
    e tem muita empresa que ainda tem.
  • 30:15 - 30:16
    Não vai conseguir
  • 30:16 - 30:19
    se livrar de tudo isso, sabe?
  • 30:19 - 30:23
    E ia falar
    não vou adotar o modelo cloud only, né?
  • 30:23 - 30:26
    Então eu não acredito
  • 30:26 - 30:29
    nisso, que esse modelo
  • 30:29 - 30:32
    cloud on only vai se tornar um padrão.
  • 30:32 - 30:38
    Eu particularmente
    não acredito na questão de performance.
  • 30:38 - 30:42
    O que a nuvem vai trazer para nós?
  • 30:42 - 30:44
    A prestação de um serviço
  • 30:44 - 30:47
    de infraestrutura, né?
  • 30:47 - 30:53
    Mas existe um modelo de compatibilidade,
    responsabilidade compartilhada?
  • 30:53 - 30:54
    Sim, o cliente.
  • 30:54 - 30:59
    Ele é responsável por uma parte,
    o provedor e procura por outra, né?
  • 30:59 - 31:02
    Quando a gente fala de conectividade,
  • 31:03 - 31:07
    é comparar isso com décadas atrás,
    quando a gente conectava na internet
  • 31:07 - 31:09
    depois da meia noite para pagar um preço
    único.
  • 31:09 - 31:12
    Sim, a gente está muito bem hoje.
  • 31:12 - 31:15
    Então, questões de performance
    podem existir?
  • 31:15 - 31:16
    Claro que podem.
  • 31:16 - 31:19
    Existem, É claro que existem.
  • 31:19 - 31:21
    Mas elas são tratadas
  • 31:21 - 31:24
    e mitigadas de uma forma bastante eficaz.
  • 31:24 - 31:29
    Agora falando de nuvem assim,
    até para contextualizar
  • 31:29 - 31:33
    para os alunos, eu sempre utilizo
  • 31:33 - 31:36
    se faço um paralelo
    com o serviço de energia elétrica,
  • 31:36 - 31:39
    que inclusive tem tido um monte
    de problema aqui em São Paulo, é justo.
  • 31:39 - 31:42
    Imagina o seguinte você chega em casa
  • 31:42 - 31:46
    depois de um dia cansado para caramba,
  • 31:46 - 31:49
    exaustivo de trabalho e tal,
  • 31:49 - 31:53
    e você abre a porta,
    pressiona o interruptor de luz,
  • 31:53 - 31:57
    tudo o que você quer naquele momento
    que tem a luminosidade no ambiente,
  • 31:57 - 32:01
    que tem energia
    para você tomar um banho quente e tal.
  • 32:01 - 32:04
    No momento que você aperta o interruptor,
  • 32:04 - 32:06
    você não pensa
  • 32:06 - 32:11
    que aquela energia está sendo gerada
    numa usina hidrelétrica.
  • 32:11 - 32:14
    De repente, do outro lado do país,
    que ela está sendo transmitida
  • 32:14 - 32:19
    por meios de transmissão
    diversos até chegar à sua casa.
  • 32:19 - 32:25
    Você não se questiona se,
  • 32:25 - 32:28
    por exemplo, vai faltar energia em função
  • 32:28 - 32:31
    de ter mais pessoas
    morando na sua cidade ou não.
  • 32:31 - 32:36
    Sim, você não se questiona
    se os equipamentos utilizados
  • 32:36 - 32:39
    pela empresa provedora
    estão atualizados ou não são?
  • 32:39 - 32:41
    Pergunta Nada disso. Você quer.
  • 32:41 - 32:43
    Luz? Acenda a luz, acenda.
  • 32:44 - 32:44
    Agora, se você
  • 32:44 - 32:47
    pega isso
    e transporta para um outro universo,
  • 32:47 - 32:51
    por exemplo,
    eu sempre falo de uma metalúrgica.
  • 32:51 - 32:56
    Eles fazem parafuso
    porque a arruela, o cor dele, está ali.
  • 32:56 - 33:03
    Só que para que eles possam fabricar
    esse parafuso, porque a arruela
  • 33:03 - 33:09
    tem toda uma infraestrutura de TI
    que não está relacionada com o core deles
  • 33:09 - 33:13
    e que eles precisam empenhar
    esforço, atenção, investimento sim.
  • 33:13 - 33:17
    Então tem uma rede,
    tem um sistema de refrigeração
  • 33:17 - 33:20
    que normalmente não acompanha
    o crescimento de um datacenter.
  • 33:20 - 33:25
    Você vai enfiando a máquina lá dentro,
    o ar condicionado nunca está atualizado,
  • 33:25 - 33:27
    você tem
  • 33:27 - 33:30
    sistema de desumidificação de ar.
  • 33:30 - 33:35
    Eventualmente, você vai ter a fonte
    redundante de energia elétrica, né?
  • 33:35 - 33:38
    Só que você só quer fazer um parafuso.
  • 33:38 - 33:41
    Então a computação em nuvem
    ela vem para ajudar nesse sentido.
  • 33:42 - 33:45
    Poxa, vamos fazer o seguinte
    você não quer só fazer parafuso, Tá bom,
  • 33:45 - 33:49
    Eu te dou toda a infraestrutura aqui,
    eu cuido dessa infraestrutura
  • 33:49 - 33:53
    e você faz o parafuso em paz.
  • 33:53 - 33:54
    Sem se preocupar com o resto.
  • 33:54 - 33:55
    Exato.
  • 33:55 - 33:55
    Exato.
  • 33:55 - 33:58
    Então, eu sempre uso essa analogia, sabe?
  • 33:59 - 34:02
    De detalhes, das diferenças
    em relação à utilização.
  • 34:02 - 34:03
    Bem colocado.
  • 34:03 - 34:05
    É só fazendo um parênteses.
  • 34:05 - 34:06
    Lógico que você falou assim.
  • 34:06 - 34:11
    É que o que você colocou que eu acredito
    no cloud de um ano foi bem assim.
  • 34:11 - 34:14
    Mas eu acredito no Claudio, onde.
  • 34:15 - 34:17
    Eu falei que seria Cloud only,
  • 34:17 - 34:20
    mas eu
    acho que tudo vai ter um pouco da nuvem.
  • 34:20 - 34:25
    Se foi a for pass,
    se for software a certo, mas depende.
  • 34:25 - 34:28
    Mas eu acredito ainda que vai ser
  • 34:28 - 34:31
    muita coisa, A gente vai ficar realmente
    bem, vai voltar a nuvem.
  • 34:31 - 34:36
    Então, por exemplo, eu acho que uma coisa,
    uma quebra de paradigma,
  • 34:36 - 34:39
    que o processamento não vai ser mais
  • 34:39 - 34:42
    feito, um prêmio, um futuro.
  • 34:42 - 34:45
    Então, a parte processamento,
    a gente não vai mais se preocupar
  • 34:45 - 34:48
    em comprar computador, game, etc.
  • 34:48 - 34:52
    A gente vai ter o Game Pass
    ainda da Microsoft, Xbox com Windows,
  • 34:52 - 34:55
    então todo o processamento
    não está na sua casa ou
  • 34:55 - 34:58
    na sua empresa, vai estar na nuvem.
  • 34:58 - 34:59
    É isso que eu quero chegar.
  • 34:59 - 35:03
    Eu acredito num futuro que eu acho que
    eu vou chegar em casa com o meu celular.
  • 35:03 - 35:08
    Eu vou apontar ele para uma parede,
    para uma TV e ele vai me conectar.
  • 35:09 - 35:10
    Eu falo joga na tela
  • 35:10 - 35:14
    e eu vou ter o meu teclado ali, sem fio
    e vou começar a trabalhar, entendeu?
  • 35:14 - 35:19
    Seja aqui sim, futuro muito distante,
    mas do jeito que as coisas
  • 35:19 - 35:23
    estão funcionando rapidamente, eu
    acho que eu acredito que o processamento
  • 35:23 - 35:27
    ele não ficará mais dentro da nossa casa,
    dentro da nossa empresa.
  • 35:27 - 35:31
    Quer dizer, então seria o processamento,
    seria externo e aí vai longe.
  • 35:31 - 35:33
    A gente tem que falar das zonas
    que você vai contratar, falando do
  • 35:33 - 35:37
    e se é bom,
    se tem Brasil, se América Latina.
  • 35:37 - 35:40
    Se você contratar uma zona dos Estados
    Unidos, aí o assunto aqui vai lá.
  • 35:40 - 35:45
    Olha só da onde saiu a conversa
    do Windows, Para onde a gente chegou.
  • 35:45 - 35:47
    E aí eu concordo
  • 35:47 - 35:50
    totalmente contigo, é computação em nuvem.
  • 35:50 - 35:55
    Ela já está presente na vida
    da maioria das pessoas sem que ela saiba.
  • 35:55 - 35:57
    Você tem um é meio do rádio, meio
  • 35:57 - 36:00
    destino aqui Outlook Desde quando.
  • 36:00 - 36:02
    Começou o Outlook.
  • 36:02 - 36:04
    Tem uma rádio meias, tem um Gmail.
    Isso é nuvem.
  • 36:04 - 36:06
    E essa nuvem. Assim.
  • 36:06 - 36:10
    Lá atrás, no Windows nove X,
  • 36:10 - 36:11
    nós tínhamos o Windows Update.
  • 36:11 - 36:13
    Você conectava numa página,
  • 36:13 - 36:15
    ele fazia uma varredura
    o seu sistema operacional
  • 36:15 - 36:20
    e te dava as atualizações
    que você necessitava.
  • 36:20 - 36:23
    Nuvem Então a maioria das pessoas
    já utilizam a nuvem
  • 36:23 - 36:25
    sem que se dê conta disso.
  • 36:25 - 36:27
    O conceito era diferente,
    a gente chamava de nuvem.
  • 36:27 - 36:29
    Eu acho ela exatamente essa.
  • 36:29 - 36:32
    Ela já era
    dada perfeitamente da nossa área.
  • 36:32 - 36:34
    Então
    quando a gente fala de cibersegurança,
  • 36:34 - 36:36
    a gente lembra muito da Microsoft
    como sistema.
  • 36:36 - 36:37
    Quem seguro?
  • 36:37 - 36:39
    Daí que depende de muita atualização.
  • 36:39 - 36:41
    MAC Isso é o que o mercado fala.
  • 36:41 - 36:43
    Mas na minha opinião, hoje o Windows
    ou os sistemas mais seguros
  • 36:43 - 36:47
    a nível de tecnologia de cibersegurança
    do mundo, a nível de com proteção
  • 36:47 - 36:51
    de stake, de proteção de golpe,
    proteção de memória e alta entropia,
  • 36:51 - 36:54
    proteção de segmentação de paginação
    de contra full guard.
  • 36:55 - 36:58
    O Windows é riquíssimo,
    muito mais seguro do que talvez
  • 36:58 - 37:01
    muitos sistemas operacionais
    aí que o pessoal gosta tanto
  • 37:01 - 37:03
    o Linux com o que a gente vai dizer.
  • 37:03 - 37:06
    Ou seja, o Windows realmente é um sistema
    muito parrudo na questão de segurança,
  • 37:06 - 37:11
    mas é a opinião de vocês
    numa pergunta, nessa questão,
  • 37:11 - 37:14
    puxando uma faísca para esse assunto,
    porque quem da Microsoft?
  • 37:14 - 37:15
    E a gente sabe a resposta?
  • 37:15 - 37:17
    Porque é o que é mais utilizado
  • 37:17 - 37:20
    e onde que o pessoal vai querer mais bater
    para descobrir vulnerabilidades?
  • 37:20 - 37:23
    Mas por que ainda tem esse estigma
    da Microsoft de ser um profissional
  • 37:24 - 37:26
    mais vulnerável em si?
  • 37:26 - 37:29
    Fala Pode.
  • 37:29 - 37:33
    Porque a maioria não sabe o que faz,
  • 37:33 - 37:34
    porque é assim.
  • 37:34 - 37:38
    De fato existe todos esses recursos, né?
  • 37:38 - 37:41
    É só que
    a maioria das pessoas não conhece,
  • 37:41 - 37:45
    não tem profundidade técnica
    para fazer um bom uso daquilo
  • 37:45 - 37:49
    que o sistema operacional
    oferece nativamente, né?
  • 37:50 - 37:51
    Então
  • 37:51 - 37:53
    é por isso que gera essas coisas.
  • 37:53 - 37:57
    Por exemplo,
    acho que todos nós aqui conhecemos
  • 37:57 - 38:01
    ou já ouvimos falar de alguém
    que, por exemplo, trabalha num helpdesk
  • 38:01 - 38:04
    e que de liberar uma máquina
    para o usuário tem um check list
  • 38:04 - 38:09
    do que deve ser feito e uma das tarefas
    é desativar o vírus do Windows.
  • 38:09 - 38:11
    Sim né?
  • 38:11 - 38:13
    Então porque não sabe usar.
  • 38:13 - 38:15
    Primeiro
  • 38:15 - 38:19
    de fato o sistema operacional
    mais utilizado ou logo torna
  • 38:19 - 38:24
    se um alvo gigantesco e superficial, mais
    a maioria não sabe o que está fazendo.
  • 38:24 - 38:25
    Perfeito!
  • 38:25 - 38:28
    Então, pegando o gancho do André,
  • 38:28 - 38:31
    além dos usuários,
  • 38:31 - 38:33
    eu acho que também tem é facto
  • 38:33 - 38:36
    isso que ele é o mais popular.
  • 38:36 - 38:39
    Ele é o que se pegar o market share aí
  • 38:39 - 38:43
    a nível de desktop é 50%, vai
  • 38:43 - 38:46
    o Windows e é o resto.
  • 38:46 - 38:49
    Se você pegar uma lixeira hoje em dia
    tem o Android que o pessoal coloca,
  • 38:49 - 38:51
    mas para mim
    o Android é uma outra plataforma
  • 38:51 - 38:53
    que é mobile e fica um pouco complicado.
  • 38:53 - 38:57
    A gente compara os dois
    que vem do Unix, etc.
  • 38:57 - 39:00
    Agora sim, imagina só,
    você tem um sistema operacional
  • 39:00 - 39:05
    que ele é feito para várias arquiteturas
    de hardware diferente, né?
  • 39:05 - 39:08
    Diferente do da própria Apple.
  • 39:08 - 39:10
    Como é que o SN que é tudo integrado,
    Então
  • 39:10 - 39:16
    o ciclo é mais fechadinho
    e dá aquela sensação de mais seguro.
  • 39:16 - 39:17
    E a Microsoft?
  • 39:17 - 39:20
    Eu acho que ela trabalhou como 1 £,
    então ela tem, Ela tem um equilíbrio
  • 39:20 - 39:23
    de dar um pouco de liberdade
    para o usuário ir
  • 39:23 - 39:26
    e deixar a retaguarda aí pra gente,
    pra gente usar, né?
  • 39:27 - 39:30
    Agora imagina na Microsoft, no Linux
  • 39:30 - 39:31
    tem essa premissa,
  • 39:31 - 39:34
    mas quando você vai instalar
    algum software ou algum serviço seu,
  • 39:34 - 39:39
    dá lá uma PT Gate da vida
    e você vai dentro de um repositório
  • 39:39 - 39:44
    que toda uma consulta que fica dentro de
    uma base dentro do servidor da Microsoft.
  • 39:44 - 39:49
    Se você quer instalar alguma aplicação,
    geralmente a gente vai aonde
  • 39:49 - 39:51
    a gente vai no Google Play.
  • 39:51 - 39:55
    Store eu vou lá Microsoft Store.
  • 39:55 - 39:56
    Pode ser.
  • 39:56 - 39:59
    Mas eu entendi o ponto Vocês, Conceição,
    de um executável de um binário,
  • 39:59 - 40:01
    ela é padrão, mas no software comenta
  • 40:01 - 40:03
    sobre qualquer pessoa
    pode criar um binário para ser usado no.
  • 40:03 - 40:06
    Exato exato, por ele ser pop também.
  • 40:06 - 40:07
    O mais usado, né?
  • 40:07 - 40:12
    Então você vai lá no WW
    o ponto x pt ponto com.br Receber não?
  • 40:12 - 40:14
    Olha que eu baixe aqui esse manual.
  • 40:14 - 40:17
    Então você está muito mais a mercê do que
  • 40:17 - 40:22
    o Linux, que ele é um pouco mais,
    ele é um pouco mais fechado,
  • 40:22 - 40:22
    ele é,
  • 40:22 - 40:26
    ele é open, mas ele ele tem um repositório
  • 40:26 - 40:30
    onde vai centralizar isso Daí
    há mais o Linux a gente também pega.
  • 40:30 - 40:36
    Eu sei que você pega a maneira de você
    executar o pacote, você vai que fazer ali
  • 40:36 - 40:36
    um comando?
  • 40:36 - 40:38
    Eu vou fazer a pergunta
    se vocês preferem Windows e Linux,
  • 40:38 - 40:40
    seria capciosa e seria capcioso.
  • 40:40 - 40:41
    Aí colocar esse termo.
  • 40:41 - 40:43
    Você pode fazer porque eu adoro.
  • 40:43 - 40:45
    Eu não tenho uma preferência,
  • 40:45 - 40:49
    apesar de ter vivido a Microsoft
    e trabalhado com isso.
  • 40:49 - 40:53
    Ter certificações, agradeço,
    mas eu sou bem neutro com relação a isso
  • 40:53 - 40:58
    que eu trabalho com Linux
    e eu faço um trabalho
  • 40:58 - 41:00
    ano a ano de desktop né?
  • 41:00 - 41:03
    E eu se pegar o Linux de 2010
    e de 20 anos,
  • 41:03 - 41:07
    de 24 anos atrás e do que é hoje.
  • 41:07 - 41:10
    Então a evolução é grande, não Tem sim.
  • 41:10 - 41:16
    O que o professor mencionou, na verdade
    qualquer um vai no site Baixa Talk
  • 41:16 - 41:20
    e de fato isso é verdade.
  • 41:20 - 41:22
    Mas aí pega um pouquinho
    daquilo que eu falei,
  • 41:22 - 41:25
    que a maioria não sabe o que está fazendo,
    porque
  • 41:25 - 41:28
    ainda que a pessoa possa baixar.
  • 41:28 - 41:32
    Falando no ambiente corporativo,
    se alguém entrou no site qualquer
  • 41:32 - 41:37
    e baixou algo, é porque um outro
    alguém permitiu o perfil, o primeiro ponto
  • 41:37 - 41:38
    e o segundo.
  • 41:38 - 41:42
    Se algo foi executado é porque um outro
    alguém permitiu que ele executasse.
  • 41:42 - 41:44
    Também o que dá pra controlar. Né?
  • 41:44 - 41:47
    Porque tudo isso é controlável, né?
  • 41:47 - 41:50
    E a questão Windows, Linux
  • 41:50 - 41:52
    eu acho que existe muito mais
  • 41:52 - 41:56
    idealismo envolvido
    que antigamente ficava aquela coisa assim
  • 41:56 - 42:01
    Não, não vou pagar licença,
    eu aqui é software livre e tal.
  • 42:01 - 42:04
    Só que assim, se você quiser
    ter um Linux suportado igual
  • 42:04 - 42:09
    você tem um Windows suportado,
    você tem que pagar né? E
  • 42:09 - 42:13
    pra mim não tem melhor ou pior, né?
  • 42:13 - 42:16
    Eles atendem necessidades diferentes,
  • 42:16 - 42:17
    sabe?
  • 42:17 - 42:19
    A o Windows tem o Yes legal.
  • 42:19 - 42:22
    Pra mim
    faz muito mais sentido ter um Apache
  • 42:22 - 42:25
    Jeans, por exemplo,
  • 42:25 - 42:27
    ou então a rodar.
  • 42:27 - 42:31
    Faz muito mais sentido
    eu ter um squid ou iptables
  • 42:32 - 42:36
    no Linux, óbvio, do que colocar
    algo semelhante no Windows, né?
  • 42:36 - 42:40
    Então são produtos que atendem
    necessidades diferentes.
  • 42:40 - 42:42
    Lembra que eu falei
    a função do servidor é servir?
  • 42:42 - 42:44
    Quem vai me servir melhor?
  • 42:44 - 42:45
    Windows ou Linux?
  • 42:45 - 42:49
    Eu sei escolher o que que trazer mais
    professores, fazer um debate aqui
  • 42:50 - 42:52
    sobre, isso. Por outro lado,
  • 42:52 - 42:55
    você vai colocar o Linux
    pra rodar na estação de um usuário
  • 42:55 - 42:59
    que tem afinidade baixissima
    com tecnologia.
  • 42:59 - 43:00
    Esse cara vai conseguir produzir?
  • 43:00 - 43:01
    Talvez não.
  • 43:01 - 43:02
    Entendeu?
  • 43:02 - 43:06
    Então são cenários,
    são situações onde um vai atender melhor
  • 43:06 - 43:10
    e o outro vai atender melhor. Em outro
  • 43:10 - 43:12
    mobiliário, dados diferentes.
  • 43:12 - 43:15
    Indo para a reta final do nosso podcast,
  • 43:15 - 43:18
    eu queria pedir para que vocês
    dessem dicas.
  • 43:18 - 43:22
    Os alunos querem fazer certificações,
    estudar sobre Python, Microsoft,
  • 43:22 - 43:23
    quais são as dicas?
  • 43:23 - 43:27
    Quais são os caminhos,
    aqueles caminhos das pedras, Dicas de ouro
  • 43:27 - 43:30
    para o profissional que quer estudar mais
    sobre as operações Windows
  • 43:30 - 43:35
    para trabalhar na área de cibersegurança
    e no mercado geral de tecnologia.
  • 43:35 - 43:36
    Hoje as certificações.
  • 43:36 - 43:41
    Elas são a grande maioria voltada ao web,
  • 43:41 - 43:44
    a nuvem.
  • 43:44 - 43:47
    O que eu recomendo para todos os alunos
  • 43:47 - 43:50
    antes de vocês é que eles se especializar
  • 43:50 - 43:53
    em algo muito grande, dar um passo maior
    que a perna que a gente chama.
  • 43:53 - 43:56
    Então somos claro, Professor,
    quero ser Red Tim Maia.
  • 43:56 - 44:00
    Eu falei de ciência
    quer esquecer, quer seja de Tim, tudo bem.
  • 44:00 - 44:03
    Mas aí você tem que entender
    que para você penetrar,
  • 44:03 - 44:07
    fazer um esforço mínimo de mídia
    ou alguma coisa,
  • 44:07 - 44:11
    um bloquinho ou um wedding,
    você vai precisar ter a base.
  • 44:11 - 44:14
    Então, o que eu recomendo é você absorver
  • 44:14 - 44:17
    bem uma base, seja de programação.
  • 44:17 - 44:20
    Você vai ter que gostar de programação,
    vai ter gostar de Python,
  • 44:20 - 44:22
    que é uma linguagem aberta.
  • 44:22 - 44:24
    Se vai precisar entender
    redes de computadores,
  • 44:24 - 44:28
    você vai precisar entender
    os sistemas operacionais Linux e Windows.
  • 44:29 - 44:34
    Então eu acho que você tem que ter essa
    base, porque eu vou ter que
  • 44:34 - 44:35
    esquece de Windows,
  • 44:35 - 44:39
    vou ter que entender Linux, você vai
    ter que entender o Linux, até porque tem
  • 44:39 - 44:43
    gente comentando WSL aqui no começo,
    então a Microsoft é super aberta.
  • 44:43 - 44:47
    Você ter um kernel Linux
    para a convergência, né?
  • 44:47 - 44:49
    Então hoje o. SUS é quase Windows
  • 44:49 - 44:51
    quase, o Windows é quase o Windows.
  • 44:51 - 44:55
    Então eu acho que isso seria a base,
    você ter uma base e hoje
  • 44:55 - 44:58
    a gente não estuda o modelo
    OSE até hoje a toa.
  • 44:58 - 45:02
    Então eu acho que
    acho que seria minha principal dica
  • 45:02 - 45:05
    para você começar no Windows
  • 45:05 - 45:09
    você entender a base desses carinhas
    aí de redes.
  • 45:09 - 45:14
    As certificações no cloud seria.
  • 45:14 - 45:16
    Show.
  • 45:16 - 45:19
    Da minha parte o mais básico.
  • 45:19 - 45:22
    Estude para aprender,
    não para passar na prova.
  • 45:22 - 45:26
    É para conhecer sistema operacional rede.
  • 45:26 - 45:28
    Eu sempre recomendo os livros Tannenbaum.
  • 45:28 - 45:32
    Legal a leitura, bem pesada sim,
    mas para quem gosta.
  • 45:32 - 45:34
    Profundidade. Exato.
  • 45:34 - 45:38
    A certificação Windows atual gente
  • 45:38 - 45:42
    tem quase 800 horas e 801 que é o Windows
  • 45:42 - 45:47
    Server 2022
    mais voltado para ambientes híbridos, né?
  • 45:47 - 45:51
    E do ponto de vista de segurança,
    não tem aquela diquinha boa.
  • 45:52 - 45:55
    Não tem porque segurança é uma jornada,
  • 45:55 - 45:58
    não dá para você fazer o segundo gol
    antes de fazer o primeiro
  • 45:58 - 46:01
    gol entrar em campo. E aí
  • 46:01 - 46:04
    o que eu posso recomendar é que conheçam,
  • 46:04 - 46:08
    diz. Da frente para trás, de trás
    para a frente, do avesso.
  • 46:08 - 46:11
    O Security Privilege Access da Microsoft,
  • 46:11 - 46:18
    a capa do MS Barra SP,
    a roadmap que ali tem
  • 46:18 - 46:19
    todas as tarefas que precisam
  • 46:19 - 46:24
    ser executadas
    dentro de uma linha de tempo para mudar
  • 46:24 - 46:29
    o nível de maturidade de segurança
    no ambiente corporativo.
  • 46:29 - 46:31
    Muito obrigado Professor Daniel
  • 46:31 - 46:34
    Professor André pela participação
    nesse podcast e nós enxergamos.
  • 46:34 - 46:38
    Então o pessoal que a palavra
    além de Windows
  • 46:38 - 46:42
    é além de entendimento
    e ter muita profundidade.
  • 46:42 - 46:46
    Estudar, se dedicar, entender
    que a presença do Windows,
  • 46:46 - 46:52
    ela sempre estará conosco
    na nossa jornada de cibersegurança e.
Title:
vimeo.com/.../932159958
Video Language:
Portuguese, Brazilian
Duration:
46:55

Portuguese, Brazilian subtitles

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