O conhecimento em cibersegurança exige
que você tenha uma base sólida,
e essa base é composta pelo conhecimento
em sistemas operacionais.
E nós estamos aqui hoje
com dois mestres Jedi
para falar de um dos maiores sistemas
operacionais que existe,
que é o Windows.
E eu tenho a honra de poder participar
desse talk, desse bate-papo de hoje.
Sejam bem-vindos!
Professor André, tudo bem?
– Tudo joia, graças a Deus, e contigo?
– Tudo ótimo!
Bom, quem não me conhece,
meu nome é André, eu tenho 45 anos,
e estou na área de tecnologia há 26 anos.
Nesses 26 anos, eu trabalhei em empresas
de diversos portes e segmentos,
desde empresas muito pequenas
com sérias dificuldades financeiras,
em que eu tive que aprender
a extrair o melhor
que o sistema operacional tem a oferecer,
até empresas muito grandes.
Atualmente eu sou Cloud Solution
Architect na Microsoft,
trabalho em um time global,
com o foco primário em Active Directory
e identidade.
Seja muito bem-vindo, professor,
é um prazer estar aqui contigo.
E temos aqui também um outro monstro
representando essa gama
de operações Windows,
que é o professor Daniel.
– Tudo bem, Daniel, como você está?
– Tudo joia, Rafa.
Sou Daniel Vasconcelos, professor
universitário e professor aqui da FIAP,
sou CEO de uma consultoria
chamada DVCONNECT,
e já trabalhei em algumas empresas
como gerente de TI.
Comecei lá embaixo,
como analista de suporte,
geralmente como todo mundo começa,
dando o primeiro passo,
cheguei à gerência de TI
em uma empresa aos 23 anos,
e, hoje, eu sou CEO da DVCONNECT.
Então, a gente trabalha com opções cloud,
e a empresa também tem uma outra veia,
que é a veia de design.
Então, além da parte de infraestrutura
de sistemas operacionais,
a gente trabalha também
com a parte de identidade visual,
de desenvolvimento web e lojas virtuais.
– Seria isso.
– Show de bola.
Bem-vindos! Vamos lá?
Bom, a gente está falando de um curso
de Defesa Cibernética,
os nossos alunos aqui estão nos assistindo,
e uma das bases que eu encaro
ser essencial hoje,
é o aprendizado de sistemas operacionais.
E a gente fala muito, quando a gente
fala de cibersegurança, em Linux,
porém, mais que Linux, Windows,
eu vejo que é uma peça essencial,
porque é o que o usuário vai utilizar.
E aí eu já queria começar
esse bate-papo
para a gente descontrair um pouco
e vocês ficarem mais relaxados,
porque a gente começa com aquela tensão,
se apresenta,
mas para o pessoal que está nos assistindo,
eu queria que vocês falassem um pouco,
como começou essa história do Windows?
A gente escuta muita coisa em filme,
em cinema, do sistema operacional,
então, a gente sabe que o Gates,
criador da Microsoft, fundador,
criou o sistema operacional.
Vocês têm alguma versão da história
de como isso começou?
Eu queria que vocês compartilhassem
um pouco essa experiência da história
até da sua utilização com Windows,
se quiser começar, professor André,
por favor.
É um negócio que vem de muito,
muito tempo, né?
Então, lá em 1983, começou isso,
a maioria dos alunos talvez não fossem
nem nascidos ainda...
Eu imagino que não.
Começa em 1983, e, em 1985,
a gente já tem o Windows 1.0.
Só que ele não era um sistema
operacional propriamente dito,
digamos assim, era uma espécie
de utilitário que rodava
em cima de um sistema operacional
pré-existente, DOS ou MS-DOS,
e se propunha a facilitar a execução
de algumas tarefas
que antes eram executadas
somente em modo texto
por meio de um modo gráfico,
isso aí lançado em 1985,
se eu não me engano.
E, em 1987, vem Windows 2.0,
ali já veio o conceito de maximizar,
minimizar.
No Windows 1.0 a gente já tinha lá
a utilização de mouse e tal,
então o objetivo ali eu acho que sempre
foi tornar o uso intuitivo.
Daí, em 1990, o Windows se torna
um sistema operacional propriamente dito,
com o Windows 3.0.
Teve um sucesso bem estrondoso,
e, aqui no Brasil, o negócio estourou
mesmo com o Windows 3.1,
ali já não se dependia
mais do MS-DOS para executá-lo,
então a coisa começa a muito tempo
até chegar onde nós estamos hoje.
Perfeito!
Você Puxa Deriel, como foi o contato
com a partir de então para a Microsoft?
Você começou com Windows
ou começou com Linux?
Qual foi essa história?
Não, eu comecei com Windows.
Honrando a raiz. Aí
eu comecei com quatro
e tomei a desses quatro, 05h04 mega de ré.
Isso mesmo, vocês ouviram quatro mega de.
Motor de overclock.
Eu achava.
E então o meu primeiro contato
com o Windows como usuário comum
pra criança adolescente
foi com Windows 3,113 ponto zero
três ponto
um três ponto onze em workstation e nisso
eu chamava e
esse foi o primeiro contato com o Windows
e teve o dó.
Não é que o sistema operacional
Microsoft também.
Então ele era um modo que a gente chama
do sistema operacional.
Não tinha que estar lá
o MS-DOS para instalar o Windows.
E essa foi a minha primeira vivência ali.
Eu era criancinha, então
colocou lá e me colocou com 11 anos
com Windows.
Eu falei cara, que que eu vou fazer que
só que tinha explorador de arquivos ali,
tinha aquelas janelas, então se abria uma,
podia minimizar, maximizar
e eu fui aprendendo mesmo imersiva mente.
Então eu tinha um computador lá
na família de pequeno
e a gente foi, foi explorando,
começou lá com Windows 3,11, ai veio
eu tive contato com todos
95, 98 Millenium.
Aí o XP que se eu não me engano
que ele se tornou independente mesmo,
ele precisava mais do nós,
se tornou totalmente mutável
como sistema de arquivos, etc.
Eu adorava o XP cheio de vírus,
era excelente,
todo o processo rodava como administrador
a nível de kernel do sistema.
Era ótimo, adorava.
E. Particularmente curtia o XP demais
e eu.
Gostava daquela, daquele papel de parede,
naquele background
que foi uma das imagens
mais vistas e famosas do mundo.
E isso foi que foi o meu primeiro contato.
Logo depois a gente veio
a parte profissional com Windows Server,
eu comecei com Windows
Server 2000, peguei um pouquinho do NT,
mas fui logo pro 2002 1000.
Ele teve uma
um pequeno período aí,
o que eu peguei firme mesmo,
que eu realmente implantei do zero
na minha empresa
foi o Windows 2003 Server, qual tem
algumas certificações voltadas a servidor.
Esse foi meu primeiro contato.
Eu cheguei a trabalhar com três, foram 11
e depois fui pro Windows NT.
Cheguei a fazer o Certification
PF do Windows NT
e mais a minha primeira certificação
foi Windows 2000,
meio que eu vi o Active
Active Directory nascer.
Do NT da tecnologia que ele chamava. De.
Tecnologia mesmo,
já que nós somos sobreviventes.
Somos fruto
dessa mudança da digitalização.
Eu saí dessa inclusão digital no mundo
digital antes do analógico para o digital.
Eu concordo plenamente.
O que eu enxergo,
o professor exige enxergar a Microsoft.
Ela tem aumentado a maturidade
de desenvolvimento do sistema operacional.
Vocês conseguem enxergar isso
não só a nível de usabilidade
pro desktop, para o usuário.
Porque gente, tem várias evoluções.
Se a gente pensar como era em 95,
como foi o 98 do 98, como foi O21000 XP
e depois disso até o Windows Vista
e depois até Windows oito
e depois até Windows 11, que é
o que a gente está atualmente utilizando.
A gente tem uma evolução gigante, claro,
quando a gente fala a nível de kernel,
muita coisa se mudou.
O kernel do Windows oito, por exemplo,
é o mesmo Windows 11 ainda, mas a nível de
usabilidade de se hoje de arquitetura,
muita coisa mudou e eu enxergo
essa mudança também
na parte de serviços e servidores.
Realmente aconteceu essa mudança.
Queria perguntar pra vocês
se a Microsoft está evoluindo
a nível de serviço de servidores.
Bem, entra no conceito deles,
vão pra nuvem, mas no sentido de serviço,
porque mudou muita coisa de 2000
pra cá ou não.
E a Microsoft não vê e não evolui
ao longo do tempo ela não chegar
onde chegou.
Mas pensa que assim
a cada versão do sistema operacional
era o que tinha de melhor naquela época?
Então, hoje,
quando a gente compara, por exemplo,
o Windows 11 com o que nós tínhamos lá
no Windows 95, pode parecer um absurdo,
é um abismo que separa as duas coisas, né?
Então, o que ocorre
é uma evolução ao longo do tempo
para atender necessidades atuais.
Pensa que o Windows 95, por exemplo,
ele atendia às necessidades
daquela época, né?
Então
sim, existe essa evolução.
Ela vai continuar existindo
e não só para a Microsoft,
como para outros provedores, para outros.
Sistemas. Sistemas. Enfim.
Perfeito para o que eu queria.
Quando a gente fala dessa evolução
hoje, quais são os principais serviços
que você implementa?
Nós só construir
quando a gente fala em sistemas Microsoft
ou falar um pouquinho do Prime.
Se ainda. Não.
Então aí pegando o gancho dessa evolução,
alguma dos serviços novos
que eu acho que pode causar.
Talvez o servidor de arquivos
seja o mais comum que todo mundo perceba.
Implementação compartilhar pastas,
fazer gestão de arquivos,
mas que mais que são os mais utilizados
a nível de serviço, surgiram
a questão de servidores de servidores.
Eu vou de Microsoft vou da matriz,
que seria o Active Directory,
que eu acho que ele é o pilar e o alicerce
de toda rede hoje, de toda empresa.
Então eu acho que eu acho
que ele seria o primeiro aliado a ele,
o Grupo Pólis,
as famosas de pessoas que elas vão fazer
configurações do sistema operacional
voltado a usuários e computadores, não.
Por exemplo,
eu quero automatizar um papel de parede,
eu quero automatizar uma instalação
de um pet ou de um software
que seja também esse
ponto que a Microsoft que seja compatível.
Então acho que seria o A.D..
Está esquecendo o. Pior.
A pior, é óbvio
o DNS que um é o aliado a outro.
Então eu acho que esse seria
um dos principais serviços aí.
Mas a gente tem, tem vários aí de
disse que não tem informação de auditoria
ou falha de ressarcimento, então
a gente pode ir longe.
Mas como servidor
acho que seria isso fonte de evolução.
Está falando aqui do Windows.
Eu acho que uma das coisas bacana fica lá
aquela discussão Windows e Linux.
O hoje o Windows tem WSL,
que é o Windows System for Linux
e ele já consegue pegar tudo,
o kernel do Linux você implementar, então
você consegue pegar lá e implementar
Docker Kubernetes, colocar containers de.
Forma nativa
e. De forma nativa com WSL dois.
Então é isso,
a gente falando de coisa de dez, 20 anos
atrás, a gente nem imaginava isso.
Então eu acho que é uma das evoluções
bacanas.
Fora copyleft e outras coisas que envolvem
inteligência artificial e que
que chegaram pra valer
ao. Que.
Eu testei, o Coppola tinha um pouco
a nível de usuário.
Então você pede lá
pra ele fazer um texto no Word
com uma imagem x alguma coisa x ele faz.
Bacana, até pega um serviço Microsoft X.
O pessoal tá numa reunião
e tinha uma reunião ali
com grupos de pessoas de cada país
falando idiomas diferentes, o copyleft.
Ele dividiu as tarefas,
ele traduziu os idiomas de cada grupo,
entregou a tarefa para cada um.
Então o negócio é fácil, caramba!
E faz um resumo da reunião.
Tinha um stakeholder
que fazia, faz o resumo da reunião.
Pensaria que o três ponto ia virar
uma inteligência artificial
ou para um serviço
para o gerenciamento de uma reunião
dentro do dentro de uma filter
de uma ferramenta do Windows.
É impressionante. Desse.
Ponto de vista que serve isso, né?
A primeira de quem teve aula comigo
em algum momento
ouviu falar
que a função de um servidor é servir.
Eu vou, vou desconfiado que o André
foi meu professor.
Tá gente?
Então eu sou assim, estou vendido aqui.
Deve ter ouvido
falar É isso que é a função do servidor
é servir, né?
Então tudo é o cliente.
Server é exato, mas de fato
o principal
o serviço é o Active Directory.
A questão é que muitos mencionam
e eu não concordo muito com essa afirmação
de que o Active Directory é o principal
serviço de gerenciamento de identidade
do mundo.
De fato,
ele é o mais utilizado, mas ele não faz
um gerenciamento de identidade de ASI.
Sim. Né?
E a parte de pessoal que por si só
é uma ciência, né?
Existe um treinamento de 32 horas
falando sobre arquitetura,
sei fazer debug naquilo.
Enfim, muito legal o atividade,
entre outros serviços,
não só Microsoft
são extremamente dependentes do DNS
e aí é aquela coisa
vai o server
lá que a super popular Print Server.
Você tem
um sistema de gerenciamento
de distribuição de pet fornecido pelo SUS.
Sim, gratuito.
Então a gente vem de uma época
que a gente tinha que aprender
a extrair o que o sistema operacional
oferecia.
Perfeito!
Hoje essa tem produto que faz toda parte,
mas é tirar leite da pedra.
Quando a gente chegou nesse negócio,
era tudo mato, né?
Ninguém tinha profundidade,
vamos dizer, desse conhecimento.
E a maioria não tem.
Até hoje muita gente tem muito mercado,
eu costumo brincar,
inclusive outros casos que eu falei
que a gente tem preocupação da vida
porque a pessoa não tem
essa cruzada de estudar.
E para estudar você tem que imergir
naquilo que realmente se dedicar,
colocar horas no seu dia
a dia pra se aprofundar em cima disso,
senão você simplesmente vai trabalhar
aquilo com NF, não com profundidade.
Daí o livro do Malcolm Gladwell
chama Outliers.
Ele foi traduzido aqui no Brasil
como Fora de série
e, entre outras coisas,
a mensagem principal.
Aliás,
assim você atinge a excelência em algo
quando você dedica pelo -10.000 horas
em cima daquele tempo perfeito.
Então ele pega, por exemplo,
os Beatles tal e pega também o Bill Gates
está comendo
a Apple, conta um pouco da história e tal.
Recomendo muito a leitura.
Então, pra se ter essa profundidade
técnica, não tem jeito,
você tem que fazer uma imersão naquilo,
respirar aquilo 24 horas por dia
que você chegar lá.
Então eu gostaria de fazer uma curiosidade
que e falar um pouquinho sobre o Active
Directory pra gente explicar um pouco mais
com profundidade para os nossos alunos
o que que é o AD.
Porque a gente tem hoje, dentro
do curso de acessibilidade Ética
na disciplina de Windows,
a gente trabalhar o foco de instalação,
o foco de serviços
e o principal serviço que a gente ensina
é a utilização do ativo direto,
que, como o professor André
bem comentou, e não é
talvez o sistema
que faça toda a gestão de identidade,
mas sim, talvez de gestão de uso.
O sistema que é mais utilizado
pra gestão de usuários.
A gente pode dizer assim do mundo hoje
com certeza é o AD.
E eu queria que vocês comentassem
um pouquinho
que é o que ele faz,
qual que são os modos operantes.
A gente fala muito de fizemos o que que é,
qual que é
o foco, que é floresta, que é domínio.
Eu sei que a gente poderia fazer
umas 20 horas de quest
só pra explicar isso aqui, mas
é só pra gente atiçar essa curiosidade.
Os alunos estão estudando o que tem isso
no conteúdo é que a gente pode,
que eles não só bicho isso,
mas eles aprendam.
Isso é só para ter esse insight,
pra saber que tem muito mais, que talvez
não esteja nem documentado publicamente,
mas que faz parte daquele processo.
E para você entender com profundidade,
você tem que saber que acontece,
que está ali que você começar.
Que para começar.
Pode ser
o Active Directory.
Ele é um controlador de domínio
primeiramente
e então a gente vai lá
e entende o que é um domínio.
O domínio é um endereço,
então ele vai ser uma máquina,
por exemplo, ou, na verdade, um domínio.
Ele vai ser
toda a infraestrutura de uma empresa.
Então eu vou falar bem
resumidamente, a gente vai fica.
Tranquilo. O Active Directory,
o Rafa, comentou.
Ele é formado por domínio,
árvores de domínios
e florestas e é floresta ou florestas.
Aí depende do tamanho da empresa.
Mas o que seria vocês entenderem?
Então, vou dar um exemplo aqui.
Não sei se posso falar nome correto,
o domínio coca cola, ponto
com.br, ou melhor,
coca cola
pontocom que a gente chama de domínio.
Então a coca cola tem o domínio
que é o pai de todos, que é o ponto com.
E aí você pode ter ali
uma árvore de domínios.
A Coca Cola é uma empresa enorme,
multinacional, conhecida no mundo inteiro
em nível mundial,
então ela tem ali coca cola, ponto com.br.
E então você vai descendo a árvore de DNS,
a árvore de domínios.
Aí então você tem coca cola,
ponto com.br e ponto a erre
na Argentina, o americano, etc, etc.
Você vai ter uma árvore de domínios
aí, por exemplo, aí você tem a floresta.
O que é a floresta?
Eu gosto um desenho da floresta.
Eu vou dar um exemplo aqui,
saindo um pouco da coca cola,
que acho que fica mais fácil,
que são as empresas Sadia e Perdigão.
Não sei se vocês sabem,
mas Sadia e Perdigão,
quando você faz compra no mercado,
vai para o mesmo.
Se o mesmo grupo que é o BR Food,
então a floresta é um grupo de empresa
e o máximo aí
é a junção às vezes de um grande
com o outro, de uma empresa com uma outra.
Então, por exemplo, o BR Food,
a floresta onde você tem na Sadia,
você tem Perdigão,
tem as produtos Qualy, vários outros
que eu não vou lembrar o nome aqui,
então acho que seria esse conceito.
Então se tem um domínio, a empresa,
infraestrutura, com os usuários,
com a sua hierarquia, com o seu projeto
hierárquico, você tem uma árvore,
Pode ser por país, pode ser departamento,
depende também da sua empresa.
E você tem a floresta que é grande,
a floresta e tudo isso.
Então eu posso ter um domínio
com uma floresta tranquilamente.
Você pode começar pequena aí uma startup.
Você vai precisar criar uma floresta e vai
criar para -1 domínio, um centralizador.
Então, basicamente assim funciona
o Active Directory vai fazer autenticação
dos seus usuários, dos seus computadores,
vai comprar seus computadores,
ele que vai
controlar de toda autenticação.
Quando você faz lá na máquina cliente
você log, ele vai estar logando
centralizado dentro de um domínio
dentro do domínio
que você colocar na sua empresa.
Perfeito!
É muito difícil a gente entender
o Active Directory hoje sem a gente
voltar um pouquinho no tempo,
como que era lá no Windows antigo, né?
Então a gente tinha ali a figura do PdC,
primeiro,
do Homem Controller e do BdC, né?
E ali era um conceito chamado cinco
ou mais cinco ou máster, né?
Onde todas as atividades administrativas
precisavam ser executadas no PDC, né?
E aí, se eu pudesse ficar assim
disponível, qualquer razão que fosse,
sei lá, marcava uma flag no BdC,
tornava ele PdC
para executar essa atividade
com Active Directory.
Sim, do lado do 2000 Windows 2000.
A gente passou a
ter o conceito de multi máster,
onde a maioria
das atividades administrativas
podem ser executadas
em qualquer controlador de domínio
gravado,
porque a gente também tem
os controladores, somente a leitura.
Perfeito, né?
No entanto,
no esquema multi master é possível, né?
Altamente provável que ocorram conflitos
com Active Directory.
Tem algoritmos bastante robustos
funcionais para lidar com esses conflitos.
Só que, idealmente, alguns conflitos
precisam ser eliminados na raiz.
Então,
ainda que a gente tenha o esquema multi
máster, algumas tarefas
elas são executadas no modo single máster
e é aí que começa a entrar
os métodos de operações.
Nós fizemos.
Então nós temos cinco mestres
de operações, são dois de floresta.
Ou seja, a isso também se refere
a partições do Active
Directory e tal
e três mestres de operação de domínio.
Então, por exemplo,
se eu tenho uma floresta com um domínio,
eu vou ter cinco mestre de operação.
Se eu tenho uma
floresta com dois domínios,
eu vou ter oito,
porque o outro domínio vai ter
os três metros de operação do domínio dele
e dessa forma
evita se que determinados conflitos
ocorram no Active Directory.
Então, por exemplo,
o esquema estou até o coração dele.
É ele que controla objetos,
classes de objetos
e atributos são widgets.
Muito mais do que isso.
Então, quando eu falo de classe,
de objeto, por exemplo,
estou lá no esquema que é determinado
que um objeto do tipo usuário
tem um atributo chamado departamento
ou tem um atributo chamado e-mail
ou telefone, ou qualquer coisa assim.
A mesma coisa
se aplica para um grupo, para
uma conta de computador, enfim.
Então, nesse caso,
isso sendo controlado no esquema
existe uma partição
e essa partição é replicada para todos
os controladores de domínio da floresta.
Ai eu tenho uma floresta que tem
30 domínios, filhos,
todos os controladores de
domínio vai ter essa partição
e. E aí é uma
maneira de lidar com certos conflitos.
A gente pode até aprofundar,
falar cada um dos mestre de operações
que dá uma semana de.
Convenção para um cache de 20 horas.
Legal, Eu gosto muito desse negócio.
Dele,
mas eu vejo a profundidade sobre isso.
É uma coisa mais importante do que um.
É como é as relações de confiança
entre os domínios.
Eu tenho domínio.
Ele estabelece uma relação de confiança
com domínio.
BN e uma filial
ou um parceiro que seja e vai conhecer.
Então você vai fazendo
essas relações que são bem.
Deixa controla. Antes.
De. Realizar essa transição.
Então, por exemplo,
eu, Daniel Vasconcelos,
estou aqui na Lins hoje pela FIAP,
mas o meu usuário,
por ter uma relação de confiança do
do subdomínio, que seja da Lins com
Campos
paulista, por exemplo,
eu consigo me logar lá tranquilamente.
Perfeito mesmo.
São duas regiões geográficas diferentes,
inclusive perfeito.
Excelente.
Quando a gente fala de ADL,
é um mundo gigante.
Mas a gente tem outros serviços
da Microsoft, por exemplo.
E esse que é a parte
servidor web é a Microsoft.
Querendo ou não,
ela adicionou mais pontos,
talvez de investimento,
porque ela evoluiu também,
como a gente vinha comentando
conforme o tempo e tal.
E surgiu também
um mercado que ela explorou
muito,
que é o mercado de virtualização com o Ray
havia hibernado, dava de braçada sozinha
e a Microsoft trouxe um pouco
essa ferramenta também, de poder
ela ter o seu supervisor,
ter o seu visualizador
para poder trabalhar esse ponto.
No entanto, que o próprio Windows
hoje utiliza nativamente para
poder, enfim, para diversas qualidades
que vocês comentasse um pouquinho.
Como vocês enxergaram essa transição,
essa evolução do seu operacional
para trazer mais essa filtro
de virtualização que no caso do mercado,
a gente tinha a parte de Linux
que trazia isso com KVM,
mas a Microsoft trouxe muito isso.
No reaprendi também a Microsoft.
Ela tinha um outro produto
de virtualização que eu
não me recordo o nome, mas assim era bem
primário mesmo.
Depois veio o conceito
hiper vital, veio o produto,
o Hyper VI que foi descontinuado agora
então vai ter suporte
até 2029 janeiro 2029.
Mas o foco agora está no RH.
Aí sim,
é só que o conceito de virtualização
não vem dali Enquanto a gente voltar
na época do meio frame,
lá na década de 70,
que a gente tinha uma máquina central
responsável por todo o armazenamento
e processar, então, né.
E nós tínhamos ali terminais burros
conectados a essa máquina central
e isso eu fazia input de dados ali,
mas localmente não ocorria nada
no sentido de processamento,
de armazenamento e tal.
Então o conceito
ele já vem de muito tempo, né?
E aí foi
atingindo um nível de maturidade
legal, né?
Que culminou
na verdade com computação em nuvem,
computação em nuvem ela não existiria
se não existisse a virtualização.
Fato.
Então,
no hype havia um baita de um produto,
assim como muitos produtos da Microsoft.
Fácil de instalar,
fácil de configurar, intuitivo tal, né?
Eu recomendo para os alunos,
sempre que possível,
que instale o Hyper-V
para criar seus laboratórios e tal,
Mas é um produto que ele vem de muito
tempo, né?
Sim, é uma evolução.
É como o próprio processador
que vai evoluindo com as suas filtros
e vai travar acontecendo,
vai trabalhando perfeito.
E Daniel,
esse mundo de cloud, Professor André
deu o gatilho de introdução
e a gente tinha tudo num primeiro olhar.
E a Microsoft e o Prime e tal
e agora a gente teve
até bot Cloud Apache, nuvem híbrida
e até voltando, porque o Quad
o adeus integra em nuvem também.
E com o Azure, a Dell com outros produtos.
Entra rede. E.
Aí. Já
estou sendo atualizado ao vivo aqui
já foi um aprendizado.
Mas eu vi a documentação
que você vai ter o Windows Server 2025, aí
sim sai um Switch e mais o on premise
ainda é o Active Directory,
então eles separaram
e eu entrei de Pro para nuvem.
Eu o Active Directory para.
O porque sobre isso vai ter integração
ainda que vocês enxergam
sobre essa junção entre on premise nuvem.
Nesse momento
a gente fala do Sam Personal e do serviço.
Então eu acho que a tendência, tudo
num futuro não muito distante,
é tudo ser realmente cloud,
tudo ser cloud, então,
mas algum serviço, algumas coisas.
Algumas empresas ainda ficam meio
ressabiadas de put.
Vou deixar tudo ali em cloud,
tudo da minha base X, Y,
Z e da minha importância. Então
o que está acontecendo?
Isso é a hibridização.
Então você ainda tem um premise
e trabalha híbrido com e depois
com a nuvem da Microsoft, que é o entra
e o entrar ID, o nosso entrar.
Então.
Ahn, eu acho uma quebra de paradigma.
Eu acho sensacional.
E dentro da nuvem
que a gente chama dentro do Edge, ou seja,
uma WS, sejam os concorrentes quem forem.
A virtualização ainda é presente, então
a nuvem é um ambiente, é a virtualização.
Ação é uma feature, é um,
é um produto daquele, daquele ambiente.
Então, se a gente for ver, poxa,
que bacana!
Aí a Microsoft teve que correr, como você
disse, a ver remexer
começou aí
e a Microsoft veio com Hyper vim.
É sensacional, né?
A gente poder ter, fazer,
pegar o ambiente de
deve colocar na nuvem, fazer testes antes.
Antigamente eu lembro que
ainda tem, ainda tem algumas coisas,
mas você montar
o que a gente chama de disaster recover,
você montar o ambiente inteiro
clonado em um outro lugar,
num outro andar, num outro espaço físico.
Hoje a gente já consegue fazer
tudo isso via nuvem.
Então, imaginar,
quero tirar o que a gente ganhou,
que a gente mudou culturalmente,
foi formidável.
Uma das perguntas que eu queria comentar
é que muitas empresas
às vezes não não usam não full cloud
porque eles tem medo da performance,
principalmente quando de fala de fala.
O server é print server
e diversos problemas são apresentados.
Imagine um cartório que tem impressora,
tem uma escala de alto
desempenho que ficaria ali
um livro em questão de minutos.
Tem um outro volume de de scanner
para geralmente de imagens,
e muita gente
fala que isso ainda fica lento,
tal como vocês enxergam o processador.
Como você
enxerga a questão de performance?
Quando a gente vai ficar muito
tempo nesse modelo híbrido ou
a nuvem total, ou só utilizar o full
nuvem?
É uma realidade que hoje
cada vez mais estar presente.
Eu não acredito nisso,
eu não acredito nisso.
Até uma visão
um pouquinho diferente do professor,
um modelo híbrido.
Ele veio para ficar e tá
por que é uma startup pequenininha
que está nascendo agora.
Provavelmente ela vai nascer no modelo
Cloud only.
Agora você pega uma empresa centenária
que ainda tem mainframe
e tem muita empresa que ainda tem.
Não vai conseguir
se livrar de tudo isso, sabe?
E ia falar
não vou adotar o modelo cloud only, né?
Então eu não acredito
nisso, que esse modelo
cloud on only vai se tornar um padrão.
Eu particularmente
não acredito na questão de performance.
O que a nuvem vai trazer para nós?
A prestação de um serviço
de infraestrutura, né?
Mas existe um modelo de compatibilidade,
responsabilidade compartilhada?
Sim, o cliente.
Ele é responsável por uma parte,
o provedor e procura por outra, né?
Quando a gente fala de conectividade,
é comparar isso com décadas atrás,
quando a gente conectava na internet
depois da meia noite para pagar um preço
único.
Sim, a gente está muito bem hoje.
Então, questões de performance
podem existir?
Claro que podem.
Existem, É claro que existem.
Mas elas são tratadas
e mitigadas de uma forma bastante eficaz.
Agora falando de nuvem assim,
até para contextualizar
para os alunos, eu sempre utilizo
se faço um paralelo
com o serviço de energia elétrica,
que inclusive tem tido um monte
de problema aqui em São Paulo, é justo.
Imagina o seguinte você chega em casa
depois de um dia cansado para caramba,
exaustivo de trabalho e tal,
e você abre a porta,
pressiona o interruptor de luz,
tudo o que você quer naquele momento
que tem a luminosidade no ambiente,
que tem energia
para você tomar um banho quente e tal.
No momento que você aperta o interruptor,
você não pensa
que aquela energia está sendo gerada
numa usina hidrelétrica.
De repente, do outro lado do país,
que ela está sendo transmitida
por meios de transmissão
diversos até chegar à sua casa.
Você não se questiona se,
por exemplo, vai faltar energia em função
de ter mais pessoas
morando na sua cidade ou não.
Sim, você não se questiona
se os equipamentos utilizados
pela empresa provedora
estão atualizados ou não são?
Pergunta Nada disso. Você quer.
Luz? Acenda a luz, acenda.
Agora, se você
pega isso
e transporta para um outro universo,
por exemplo,
eu sempre falo de uma metalúrgica.
Eles fazem parafuso
porque a arruela, o cor dele, está ali.
Só que para que eles possam fabricar
esse parafuso, porque a arruela
tem toda uma infraestrutura de TI
que não está relacionada com o core deles
e que eles precisam empenhar
esforço, atenção, investimento sim.
Então tem uma rede,
tem um sistema de refrigeração
que normalmente não acompanha
o crescimento de um datacenter.
Você vai enfiando a máquina lá dentro,
o ar condicionado nunca está atualizado,
você tem
sistema de desumidificação de ar.
Eventualmente, você vai ter a fonte
redundante de energia elétrica, né?
Só que você só quer fazer um parafuso.
Então a computação em nuvem
ela vem para ajudar nesse sentido.
Poxa, vamos fazer o seguinte
você não quer só fazer parafuso, Tá bom,
Eu te dou toda a infraestrutura aqui,
eu cuido dessa infraestrutura
e você faz o parafuso em paz.
Sem se preocupar com o resto.
Exato.
Exato.
Então, eu sempre uso essa analogia, sabe?
De detalhes, das diferenças
em relação à utilização.
Bem colocado.
É só fazendo um parênteses.
Lógico que você falou assim.
É que o que você colocou que eu acredito
no cloud de um ano foi bem assim.
Mas eu acredito no Claudio, onde.
Eu falei que seria Cloud only,
mas eu
acho que tudo vai ter um pouco da nuvem.
Se foi a for pass,
se for software a certo, mas depende.
Mas eu acredito ainda que vai ser
muita coisa, A gente vai ficar realmente
bem, vai voltar a nuvem.
Então, por exemplo, eu acho que uma coisa,
uma quebra de paradigma,
que o processamento não vai ser mais
feito, um prêmio, um futuro.
Então, a parte processamento,
a gente não vai mais se preocupar
em comprar computador, game, etc.
A gente vai ter o Game Pass
ainda da Microsoft, Xbox com Windows,
então todo o processamento
não está na sua casa ou
na sua empresa, vai estar na nuvem.
É isso que eu quero chegar.
Eu acredito num futuro que eu acho que
eu vou chegar em casa com o meu celular.
Eu vou apontar ele para uma parede,
para uma TV e ele vai me conectar.
Eu falo joga na tela
e eu vou ter o meu teclado ali, sem fio
e vou começar a trabalhar, entendeu?
Seja aqui sim, futuro muito distante,
mas do jeito que as coisas
estão funcionando rapidamente, eu
acho que eu acredito que o processamento
ele não ficará mais dentro da nossa casa,
dentro da nossa empresa.
Quer dizer, então seria o processamento,
seria externo e aí vai longe.
A gente tem que falar das zonas
que você vai contratar, falando do
e se é bom,
se tem Brasil, se América Latina.
Se você contratar uma zona dos Estados
Unidos, aí o assunto aqui vai lá.
Olha só da onde saiu a conversa
do Windows, Para onde a gente chegou.
E aí eu concordo
totalmente contigo, é computação em nuvem.
Ela já está presente na vida
da maioria das pessoas sem que ela saiba.
Você tem um é meio do rádio, meio
destino aqui Outlook Desde quando.
Começou o Outlook.
Tem uma rádio meias, tem um Gmail.
Isso é nuvem.
E essa nuvem. Assim.
Lá atrás, no Windows nove X,
nós tínhamos o Windows Update.
Você conectava numa página,
ele fazia uma varredura
o seu sistema operacional
e te dava as atualizações
que você necessitava.
Nuvem Então a maioria das pessoas
já utilizam a nuvem
sem que se dê conta disso.
O conceito era diferente,
a gente chamava de nuvem.
Eu acho ela exatamente essa.
Ela já era
dada perfeitamente da nossa área.
Então
quando a gente fala de cibersegurança,
a gente lembra muito da Microsoft
como sistema.
Quem seguro?
Daí que depende de muita atualização.
MAC Isso é o que o mercado fala.
Mas na minha opinião, hoje o Windows
ou os sistemas mais seguros
a nível de tecnologia de cibersegurança
do mundo, a nível de com proteção
de stake, de proteção de golpe,
proteção de memória e alta entropia,
proteção de segmentação de paginação
de contra full guard.
O Windows é riquíssimo,
muito mais seguro do que talvez
muitos sistemas operacionais
aí que o pessoal gosta tanto
o Linux com o que a gente vai dizer.
Ou seja, o Windows realmente é um sistema
muito parrudo na questão de segurança,
mas é a opinião de vocês
numa pergunta, nessa questão,
puxando uma faísca para esse assunto,
porque quem da Microsoft?
E a gente sabe a resposta?
Porque é o que é mais utilizado
e onde que o pessoal vai querer mais bater
para descobrir vulnerabilidades?
Mas por que ainda tem esse estigma
da Microsoft de ser um profissional
mais vulnerável em si?
Fala Pode.
Porque a maioria não sabe o que faz,
porque é assim.
De fato existe todos esses recursos, né?
É só que
a maioria das pessoas não conhece,
não tem profundidade técnica
para fazer um bom uso daquilo
que o sistema operacional
oferece nativamente, né?
Então
é por isso que gera essas coisas.
Por exemplo,
acho que todos nós aqui conhecemos
ou já ouvimos falar de alguém
que, por exemplo, trabalha num helpdesk
e que de liberar uma máquina
para o usuário tem um check list
do que deve ser feito e uma das tarefas
é desativar o vírus do Windows.
Sim né?
Então porque não sabe usar.
Primeiro
de fato o sistema operacional
mais utilizado ou logo torna
se um alvo gigantesco e superficial, mais
a maioria não sabe o que está fazendo.
Perfeito!
Então, pegando o gancho do André,
além dos usuários,
eu acho que também tem é facto
isso que ele é o mais popular.
Ele é o que se pegar o market share aí
a nível de desktop é 50%, vai
o Windows e é o resto.
Se você pegar uma lixeira hoje em dia
tem o Android que o pessoal coloca,
mas para mim
o Android é uma outra plataforma
que é mobile e fica um pouco complicado.
A gente compara os dois
que vem do Unix, etc.
Agora sim, imagina só,
você tem um sistema operacional
que ele é feito para várias arquiteturas
de hardware diferente, né?
Diferente do da própria Apple.
Como é que o SN que é tudo integrado,
Então
o ciclo é mais fechadinho
e dá aquela sensação de mais seguro.
E a Microsoft?
Eu acho que ela trabalhou como 1 £,
então ela tem, Ela tem um equilíbrio
de dar um pouco de liberdade
para o usuário ir
e deixar a retaguarda aí pra gente,
pra gente usar, né?
Agora imagina na Microsoft, no Linux
tem essa premissa,
mas quando você vai instalar
algum software ou algum serviço seu,
dá lá uma PT Gate da vida
e você vai dentro de um repositório
que toda uma consulta que fica dentro de
uma base dentro do servidor da Microsoft.
Se você quer instalar alguma aplicação,
geralmente a gente vai aonde
a gente vai no Google Play.
Store eu vou lá Microsoft Store.
Pode ser.
Mas eu entendi o ponto Vocês, Conceição,
de um executável de um binário,
ela é padrão, mas no software comenta
sobre qualquer pessoa
pode criar um binário para ser usado no.
Exato exato, por ele ser pop também.
O mais usado, né?
Então você vai lá no WW
o ponto x pt ponto com.br Receber não?
Olha que eu baixe aqui esse manual.
Então você está muito mais a mercê do que
o Linux, que ele é um pouco mais,
ele é um pouco mais fechado,
ele é,
ele é open, mas ele ele tem um repositório
onde vai centralizar isso Daí
há mais o Linux a gente também pega.
Eu sei que você pega a maneira de você
executar o pacote, você vai que fazer ali
um comando?
Eu vou fazer a pergunta
se vocês preferem Windows e Linux,
seria capciosa e seria capcioso.
Aí colocar esse termo.
Você pode fazer porque eu adoro.
Eu não tenho uma preferência,
apesar de ter vivido a Microsoft
e trabalhado com isso.
Ter certificações, agradeço,
mas eu sou bem neutro com relação a isso
que eu trabalho com Linux
e eu faço um trabalho
ano a ano de desktop né?
E eu se pegar o Linux de 2010
e de 20 anos,
de 24 anos atrás e do que é hoje.
Então a evolução é grande, não Tem sim.
O que o professor mencionou, na verdade
qualquer um vai no site Baixa Talk
e de fato isso é verdade.
Mas aí pega um pouquinho
daquilo que eu falei,
que a maioria não sabe o que está fazendo,
porque
ainda que a pessoa possa baixar.
Falando no ambiente corporativo,
se alguém entrou no site qualquer
e baixou algo, é porque um outro
alguém permitiu o perfil, o primeiro ponto
e o segundo.
Se algo foi executado é porque um outro
alguém permitiu que ele executasse.
Também o que dá pra controlar. Né?
Porque tudo isso é controlável, né?
E a questão Windows, Linux
eu acho que existe muito mais
idealismo envolvido
que antigamente ficava aquela coisa assim
Não, não vou pagar licença,
eu aqui é software livre e tal.
Só que assim, se você quiser
ter um Linux suportado igual
você tem um Windows suportado,
você tem que pagar né? E
pra mim não tem melhor ou pior, né?
Eles atendem necessidades diferentes,
sabe?
A o Windows tem o Yes legal.
Pra mim
faz muito mais sentido ter um Apache
Jeans, por exemplo,
ou então a rodar.
Faz muito mais sentido
eu ter um squid ou iptables
no Linux, óbvio, do que colocar
algo semelhante no Windows, né?
Então são produtos que atendem
necessidades diferentes.
Lembra que eu falei
a função do servidor é servir?
Quem vai me servir melhor?
Windows ou Linux?
Eu sei escolher o que que trazer mais
professores, fazer um debate aqui
sobre, isso. Por outro lado,
você vai colocar o Linux
pra rodar na estação de um usuário
que tem afinidade baixissima
com tecnologia.
Esse cara vai conseguir produzir?
Talvez não.
Entendeu?
Então são cenários,
são situações onde um vai atender melhor
e o outro vai atender melhor. Em outro
mobiliário, dados diferentes.
Indo para a reta final do nosso podcast,
eu queria pedir para que vocês
dessem dicas.
Os alunos querem fazer certificações,
estudar sobre Python, Microsoft,
quais são as dicas?
Quais são os caminhos,
aqueles caminhos das pedras, Dicas de ouro
para o profissional que quer estudar mais
sobre as operações Windows
para trabalhar na área de cibersegurança
e no mercado geral de tecnologia.
Hoje as certificações.
Elas são a grande maioria voltada ao web,
a nuvem.
O que eu recomendo para todos os alunos
antes de vocês é que eles se especializar
em algo muito grande, dar um passo maior
que a perna que a gente chama.
Então somos claro, Professor,
quero ser Red Tim Maia.
Eu falei de ciência
quer esquecer, quer seja de Tim, tudo bem.
Mas aí você tem que entender
que para você penetrar,
fazer um esforço mínimo de mídia
ou alguma coisa,
um bloquinho ou um wedding,
você vai precisar ter a base.
Então, o que eu recomendo é você absorver
bem uma base, seja de programação.
Você vai ter que gostar de programação,
vai ter gostar de Python,
que é uma linguagem aberta.
Se vai precisar entender
redes de computadores,
você vai precisar entender
os sistemas operacionais Linux e Windows.
Então eu acho que você tem que ter essa
base, porque eu vou ter que
esquece de Windows,
vou ter que entender Linux, você vai
ter que entender o Linux, até porque tem
gente comentando WSL aqui no começo,
então a Microsoft é super aberta.
Você ter um kernel Linux
para a convergência, né?
Então hoje o. SUS é quase Windows
quase, o Windows é quase o Windows.
Então eu acho que isso seria a base,
você ter uma base e hoje
a gente não estuda o modelo
OSE até hoje a toa.
Então eu acho que
acho que seria minha principal dica
para você começar no Windows
você entender a base desses carinhas
aí de redes.
As certificações no cloud seria.
Show.
Da minha parte o mais básico.
Estude para aprender,
não para passar na prova.
É para conhecer sistema operacional rede.
Eu sempre recomendo os livros Tannenbaum.
Legal a leitura, bem pesada sim,
mas para quem gosta.
Profundidade. Exato.
A certificação Windows atual gente
tem quase 800 horas e 801 que é o Windows
Server 2022
mais voltado para ambientes híbridos, né?
E do ponto de vista de segurança,
não tem aquela diquinha boa.
Não tem porque segurança é uma jornada,
não dá para você fazer o segundo gol
antes de fazer o primeiro
gol entrar em campo. E aí
o que eu posso recomendar é que conheçam,
diz. Da frente para trás, de trás
para a frente, do avesso.
O Security Privilege Access da Microsoft,
a capa do MS Barra SP,
a roadmap que ali tem
todas as tarefas que precisam
ser executadas
dentro de uma linha de tempo para mudar
o nível de maturidade de segurança
no ambiente corporativo.
Muito obrigado Professor Daniel
Professor André pela participação
nesse podcast e nós enxergamos.
Então o pessoal que a palavra
além de Windows
é além de entendimento
e ter muita profundidade.
Estudar, se dedicar, entender
que a presença do Windows,
ela sempre estará conosco
na nossa jornada de cibersegurança e.