O conhecimento em cibersegurança exige que você tenha uma base sólida, e essa base é composta pelo conhecimento em sistemas operacionais. E nós estamos aqui hoje com dois mestres Jedi para falar de um dos maiores sistemas operacionais que existe, que é o Windows. E eu tenho a honra de poder participar desse talk, desse bate-papo de hoje. Sejam bem-vindos! Professor André, tudo bem? – Tudo joia, graças a Deus, e contigo? – Tudo ótimo! Bom, quem não me conhece, meu nome é André, eu tenho 45 anos, e estou na área de tecnologia há 26 anos. Nesses 26 anos, eu trabalhei em empresas de diversos portes e segmentos, desde empresas muito pequenas com sérias dificuldades financeiras, em que eu tive que aprender a extrair o melhor que o sistema operacional tem a oferecer, até empresas muito grandes. Atualmente eu sou Cloud Solution Architect na Microsoft, trabalho em um time global, com o foco primário em Active Directory e identidade. Seja muito bem-vindo, professor, é um prazer estar aqui contigo. E temos aqui também um outro monstro representando essa gama de operações Windows, que é o professor Daniel. – Tudo bem, Daniel, como você está? – Tudo joia, Rafa. Sou Daniel Vasconcelos, professor universitário e professor aqui da FIAP, sou CEO de uma consultoria chamada DVCONNECT, e já trabalhei em algumas empresas como gerente de TI. Comecei lá embaixo, como analista de suporte, geralmente como todo mundo começa, dando o primeiro passo, cheguei à gerência de TI em uma empresa aos 23 anos, e, hoje, eu sou CEO da DVCONNECT. Então, a gente trabalha com opções cloud, e a empresa também tem uma outra veia, que é a veia de design. Então, além da parte de infraestrutura de sistemas operacionais, a gente trabalha também com a parte de identidade visual, de desenvolvimento web e lojas virtuais. – Seria isso. – Show de bola. Bem-vindos! Vamos lá? Bom, a gente está falando de um curso de Defesa Cibernética, os nossos alunos aqui estão nos assistindo, e uma das bases que eu encaro ser essencial hoje, é o aprendizado de sistemas operacionais. E a gente fala muito, quando a gente fala de cibersegurança, em Linux, porém, mais que Linux, Windows, eu vejo que é uma peça essencial, porque é o que o usuário vai utilizar. E aí eu já queria começar esse bate-papo para a gente descontrair um pouco e vocês ficarem mais relaxados, porque a gente começa com aquela tensão, se apresenta, mas para o pessoal que está nos assistindo, eu queria que vocês falassem um pouco, como começou essa história do Windows? A gente escuta muita coisa em filme, em cinema, do sistema operacional, então, a gente sabe que o Gates, criador da Microsoft, fundador, criou o sistema operacional. Vocês têm alguma versão da história de como isso começou? Eu queria que vocês compartilhassem um pouco essa experiência da história até da sua utilização com Windows, se quiser começar, professor André, por favor. É um negócio que vem de muito, muito tempo, né? Então, lá em 1983, começou isso, a maioria dos alunos talvez não fossem nem nascidos ainda... Eu imagino que não. Começa em 1983, e, em 1985, a gente já tem o Windows 1.0. Só que ele não era um sistema operacional propriamente dito, digamos assim, era uma espécie de utilitário que rodava em cima de um sistema operacional pré-existente, DOS ou MS-DOS, e se propunha a facilitar a execução de algumas tarefas que antes eram executadas somente em modo texto por meio de um modo gráfico, isso aí lançado em 1985, se eu não me engano. E, em 1987, vem Windows 2.0, ali já veio o conceito de maximizar, minimizar. No Windows 1.0 a gente já tinha lá a utilização de mouse e tal, então o objetivo ali eu acho que sempre foi tornar o uso intuitivo. Daí, em 1990, o Windows se torna um sistema operacional propriamente dito, com o Windows 3.0. Teve um sucesso bem estrondoso, e, aqui no Brasil, o negócio estourou mesmo com o Windows 3.1, ali já não se dependia mais do MS-DOS para executá-lo, então, a coisa começa há muito tempo até chegar onde nós estamos hoje. Perfeito! E você, professor Daniel, como foi o contato com a parte do sistema operacional Microsoft? Você começou com o Windows ou começou com o Linux, qual foi essa história? – Não, eu comecei com o Windows. – Honrando a raiz aí. Eu comecei com o 486 Dx4 100, com 4MB de RAM, é isso mesmo que vocês ouviram, 4MB de RAM... – Motor de overclock... – Motor turbo, que a galera achava aqui. Então, o meu primeiro contato com o Windows, como usuário, como criança, adolescente, foi com Windows 3.11. Teve 3.0, 3.1, 3.11 Workstation, que o pessoal chamava, esse foi o meu primeiro contato com o Windows. E teve o DOS, que é um sistema operacional Microsoft também, então, ele era um mode, que a gente chama, do sistema operacional DOS, então, você tinha que instalar o MS-DOS para instalar o Windows. E essa foi a minha primeira vivência ali, eu era criancinha, então, me colocou lá, com 11 anos, com Windows, e eu falei: "Cara, o que eu vou fazer com isso aqui?" Tinha o explorador de arquivos ali, tinham aquelas janelas, então, você abria uma e podia minimizar, maximizar, e eu fui aprendendo mesmo imersivamente. Então, tinha um computador lá na família, de pequeno, e a gente foi explorando. Começou lá com Windows 3.11, eu tive contato com todos: 95, 98, Millennium, aí o XP, se eu não me engano, se tornou independente mesmo, ele não precisava mais do DOS, se tornou totalmente bootável com o sistema de arquivos etc. Eu adorava o XP, cheio de vírus, era excelente, todo o processo rodava como administrador a nível de kernel do sistema, era ótimo, eu adorava. Eu, particularmente, curti o XP demais. Eu gostava daquele papel de parede, aquele background, que foi uma das imagens mais vistas e famosas do mundo. Aí esse foi o meu primeiro contato, logo depois, veio a parte profissional com o Windows Server. Eu comecei com o Windows Server 2000, peguei um pouquinho do NT, mas fui logo para o 2000. O Windows 2000 teve um pequeno período, mas o que eu peguei firme mesmo, implantei do zero em uma minha empresa, foi o Windows 2003 Server, o qual tenho algumas certificações voltadas a servidor. Esse foi meu primeiro contato. Eu cheguei a trabalhar com o 3.11 e, depois, já fui para o Windows NT. Cheguei a fazer o Certification PAAF do Windows NT mas minha primeira certificação foi Windows 2000, meio que eu vi o Active Directory nascer. Da tecnologia NT, que eles chamavam na época, né? – Biotechnology. – Isso mesmo. – Somos sobreviventes. – Somos sobreviventes dessa mudança da digitalização, ou seja, dessa inclusão digital, do mundo digital antes do analógico para o digital, eu concordo plenamente. E o que eu enxergo professores? Eu enxergo que a Microsoft tem aumentando a maturidade de desenvolvimento no sistema operacional. Não sei se vocês conseguem enxergar isso, não só a nível de usabilidade para o desktop, para o usuário, porque a gente tem várias evoluções, né? Se a gente pensar como era o Windows 95, como foi o 98, o 2000, o XP, e, depois disso, até o Windows Vista, até o Windows 8, e depois até o Windows 11, que é o que a gente está atualmente utilizando, a gente tem uma evolução gigante. Claro, quando a gente fala a nível de kernel, muita coisa mudou, o kernel do Windows 8, por exemplo, é o mesmo do Windows 11 ainda, mas a nível de usabilidade, de SEO e de arquitetura, muita coisa mudou. E eu enxergo essa mudança também na parte de serviços e servidores, realmente aconteceu essa mudança? Eu queria perguntar para vocês: a Microsoft está evoluindo a nível de serviço e servidores? Não estou entrando nem no conceito on-premise e nuvem, mas no sentido de serviço porque mudou muita coisa do 2000 para cá ou não? Se a Microsoft não evoluir ao longo do tempo, ela não chegaria onde chegou, mas pensa que, a cada versão do sistema operacional, era o que tinha de melhor naquela época. Então, hoje, quando a gente compara, por exemplo, o Windows 11 com o que nós tínhamos lá no Windows 95, pode parecer um absurdo, é um abismo que separa as duas coisas. Então, o que ocorre é uma evolução ao longo do tempo para atender às necessidades atuais. Pensa que o Windows 95, por exemplo, atendia às necessidades daquela época, né? Então, sim, existe essa evolução, ela vai continuar existindo, e não só para a Microsoft, como para outros provedores, para outros sistemas, enfim. Perfeito! Professor Daniel, quando a gente fala dessa evolução, hoje, quais são os principais serviços que você implementa na sua consultoria quando a gente fala em sistemas Microsoft, vamos falar um pouquinho do on-premise ainda? On-premise? Então, pegando o gancho dessa evolução, alguma dos serviços novos, que eu acho que a Microsoft coloca... Pode falar aleatoriamente, talvez o servidor de arquivo seja o mais comum que todo mundo peça uma implementação: compartilhar pastas, fazer gestão de arquivos, mas quais são os mais utilizados a nível de serviço hoje na questão de servidores? Servidores da Microsoft, eu vou datar três: seria o Active Directory, que eu acho que é o pilar, o alicerce de toda rede, hoje de toda empresa, então, eu acho que ele seria o primeiro, e, aliado a ele, Group Policy, as famosas GPOs, que vão fazer configurações do sistema operacional voltado a usuários e computadores. Por exemplo, eu quero automatizar um papel de parede, eu quero automatizar uma instalação de um pet ou de um software, que seja ....... ponto que a Microsoft que seja compatível. Então, acho que seria o AD, estou até esquecendo... – GPO? – A GPO e, óbvio, o DNS, que um é aliado à outro. Então, eu acho que esse seria um dos principais serviços aí, mas a gente tem vários. Falando de segurança da informação, de auditoria, o failures service management, a gente pode ir longe aí, mas, como servidor, acho que seria isso. E o fato de evolução, a gente está falando aqui do Windows, eu acho que uma das coisas bacanas a cada discussão Windows e Linux, hoje, o Windows tem o WSL, que é o Windows Subsystem for Linux, e ele já consegue pegar todo o kernel do Linux, se você implementar, então, você consegue implementar Docker, Kubernetes, colocar containers... – De forma nativa, né? – De forma nativa, com o WSL 2. Então, a gente falando de coisa de 10, 20 anos atrás, a gente não imaginava isso, eu acho que é uma das evoluções bacanas, fora Copilot e outras coisas que envolvem Inteligência Artificial, que chegaram para valer. ........ Eu testei o Copilot um pouco a nível de usuário, então, você pede lá para ele fazer um texto no Word com uma imagem x, alguma coisa x, ele faz bacana, até pegando um outro serviço Microsoft Teams. O pessoal estava em uma reunião ali, com grupos de pessoas de cada país falando idiomas diferentes, o Copilot dividiu as tarefas, traduziu os idiomas de cada grupo e entregou a tarefa para cada um. Então, você fala assim: "Caramba". Ele faz um resumo da reunião. Tinha um stakeholder que fazia e ele faz um resumo da reunião. Quem pensaria que o 3.i ia virar uma Inteligência Artificial acoplada ao serviço para o gerenciamento de uma reunião dentro de uma feature, de uma ferramenta do Windows, é impressionante. Do ponto de vista que serve isso, primeiro, quem teve aula comigo em algum momento ouviu eu falar que a função de um servidor é servir. Eu vou ser desconfiado porque o André foi meu professor, então, eu estou vendido aqui. Deve ter ouvido falar isso, que a função do servidor é servir, né? – Então, tem o cloud server, né? – Exato. Mas, de fato, o principal serviço é o Active Directory. A questão é que muitos mencionam e eu não concordo muito com essa afirmação de que o Active Directory é o principal serviço de gerenciamento de identidade do mundo. De fato, ele é o mais utilizado, mas ele não faz um gerenciamento de identidade de A a Z. E a parte de GPO que por si só é uma ciência, né? Existia um treinamento de GPO que era de 32 horas falando sobre arquitetura, fazer debug naquilo, enfim, muito legal. O Activy Directory e outros serviços, não só Microsoft, são extremamente dependentes do DNS, e aí é aquela coisa: failure server, que é superpopular, print server. Você ter um sistema de gerenciamento e distribuição de patches, fornecido pelo WSUS... – Sim. – Gratuito. Então, a gente vem de uma época que a gente tinha que aprender a extrair o que o sistema operacional oferecia. Perfeito! Hoje você tem produto que faz tudo à parte. Mas tirar leite de pedra, quando a gente chegou nesse negócio, era tudo mato, né? Ninguém tinha profundidade desse conhecimento. – E a maioria não tem até hoje. – Até hoje, né? No entanto, a gente tem muito mercado, eu costumo brincar, inclusive, em outros casts que eu falei, que a gente tem emprego para o resto da vida, porque a pessoa não tem essa curiosidade de estudar, e, para estudar, você tem que imergir naquilo, tem que realmente se dedicar, colocar horas do seu dia ali para se aprofundar em cima disso, senão você simplesmente vai trabalhar aquilo com NNF, e não com profundidade. Tem um livro do Malcolm Gladwell, chamado "Outliers", que foi traduzido aqui no Brasil como "Fora de Série", e, entre outras coisas, a mensagem principal ali é que você atinge a excelência em algo quando você dedica pelo 10 mil horas em cima daquele tempo. Então, ele pega, por exemplo, os Beatles, e pega também o Bill Gates, cita como exemplo, conta um pouco da história etc., recomendo muito a leitura. Então, para se ter essa profundidade técnica, não tem jeito, você tem que fazer uma imersão naquilo, respirar aquilo 24 horas por dia, que você chega lá. Eu gostaria de trazer uma curiosidade aqui e falar um pouquinho sobre o Active Directory para a gente explicar com um pouco mais de profundidade para os nossos alunos o que é o AD. Porque a gente tem hoje, dentro do curso de Defesa Cibernética, a disciplina de Windows, a gente trabalhar o foco de instalação, o foco de serviços, e o principal serviço que a gente ensina é a utilização do Active Directory que, como o professor André bem comentou, não é talvez o sistema que faça toda a gestão de identidade, mas sim talvez o sistema que é mais utilizado para a gestão de usuários, se a gente pode dizer assim do mundo hoje, com certeza, é o AD. E eu queria que vocês comentassem um pouquinho o que é o AD, o que ele faz e quais são os modos operantes? A gente fala muito de firmus, o que é floresta, domínio? Eu sei que a gente poderia fazer umas 20 horas de cast só para explicar isso aqui, mas é só para a gente atiçar essa curiosidade dos nossos alunos que estão estudando, porque tem isso no conteúdo, e que eles não só mexam com isso, mas que aprendam a ter esse insight, para saber que tem muito mais e que talvez não esteja nem documentado publicamente, mas que faz parte daquele processo. E para você entender com profundidade, você tem que saber o que acontece quando você está ali. Então, quem quiser começar, fique à vontade. – Quer começar professor? – Pode ser. O Active Directory é um controlador de domínio primeiramente. O que é um domínio? O domínio é um endereço. Então, ele vai ser uma máquina, por exemplo, ou, na verdade, um domínio vai ser toda a infraestrutura de uma empresa. Então, eu vou falar bem resumidamente, o Active Directory, como o Rafa comentou, ele é formado por domínio, árvores de domínios e floresta ou florestas, depende do tamanho da empresa. Mas, para vocês entenderem, eu vou dar um exemplo aqui, não sei se posso falar nomes, aí você cortam, que é o domínio "coca-cola.com.br", ou melhor, "coca-cola.com", que a gente chama de domínio pai. Então, a Coca-Cola tem o domínio, que é o pai de todos, que é o .com. E aí você pode ter ali uma árvore de domínios. A Coca-Cola é uma empresa enorme, multinacional, conhecida no mundo inteiro, em nível mundial, então, ela tem ali o "coca-cola.com.br", e você vai descendo a árvore de DNS, a árvore de domínios. Então, você tem "coca-cola.com.br", ".ar", na Argentina, o americano etc., você vai ter uma árvore de domínios. Aí você tem a floresta, e o que é a floresta? Eu gosto muito do exemplo da floresta, saindo um pouco da Coca-Cola, porque acho que fica mais fácil, que são as empresas Sadia e Perdigão. Não sei se vocês sabem, mas Sadia e Perdigão, quando você faz compra no mercado, vai para o mesmo CEO, vai para o mesmo grupo, que é o BR Foods. Então, a floresta é um grupo de empresa, é o máximo aí, é a junção, às vezes, de um grande com o outro, de uma empresa com uma outra. Então, por exemplo, o BR Foods é a floresta onde você tem a Sadia, a Perdigão, os produtos Qualy, e vários outros que eu não vou lembrar o nome aqui. então acho que seria esse conceito. Então se tem um domínio, a empresa, infraestrutura, com os usuários, com a sua hierarquia, com o seu projeto hierárquico, você tem uma árvore, Pode ser por país, pode ser departamento, depende também da sua empresa. E você tem a floresta que é grande, a floresta e tudo isso. Então eu posso ter um domínio com uma floresta tranquilamente. Você pode começar pequena aí uma startup. Você vai precisar criar uma floresta e vai criar para -1 domínio, um centralizador. Então, basicamente assim funciona o Active Directory vai fazer autenticação dos seus usuários, dos seus computadores, vai comprar seus computadores, ele que vai controlar de toda autenticação. Quando você faz lá na máquina cliente você log, ele vai estar logando centralizado dentro de um domínio dentro do domínio que você colocar na sua empresa. Perfeito! É muito difícil a gente entender o Active Directory hoje sem a gente voltar um pouquinho no tempo, como que era lá no Windows antigo, né? Então a gente tinha ali a figura do PdC, primeiro, do Homem Controller e do BdC, né? E ali era um conceito chamado cinco ou mais cinco ou máster, né? Onde todas as atividades administrativas precisavam ser executadas no PDC, né? E aí, se eu pudesse ficar assim disponível, qualquer razão que fosse, sei lá, marcava uma flag no BdC, tornava ele PdC para executar essa atividade com Active Directory. Sim, do lado do 2000 Windows 2000. A gente passou a ter o conceito de multi máster, onde a maioria das atividades administrativas podem ser executadas em qualquer controlador de domínio gravado, porque a gente também tem os controladores, somente a leitura. Perfeito, né? No entanto, no esquema multi master é possível, né? Altamente provável que ocorram conflitos com Active Directory. Tem algoritmos bastante robustos funcionais para lidar com esses conflitos. Só que, idealmente, alguns conflitos precisam ser eliminados na raiz. Então, ainda que a gente tenha o esquema multi máster, algumas tarefas elas são executadas no modo single máster e é aí que começa a entrar os métodos de operações. Nós fizemos. Então nós temos cinco mestres de operações, são dois de floresta. Ou seja, a isso também se refere a partições do Active Directory e tal e três mestres de operação de domínio. Então, por exemplo, se eu tenho uma floresta com um domínio, eu vou ter cinco mestre de operação. Se eu tenho uma floresta com dois domínios, eu vou ter oito, porque o outro domínio vai ter os três metros de operação do domínio dele e dessa forma evita se que determinados conflitos ocorram no Active Directory. Então, por exemplo, o esquema estou até o coração dele. É ele que controla objetos, classes de objetos e atributos são widgets. Muito mais do que isso. Então, quando eu falo de classe, de objeto, por exemplo, estou lá no esquema que é determinado que um objeto do tipo usuário tem um atributo chamado departamento ou tem um atributo chamado e-mail ou telefone, ou qualquer coisa assim. A mesma coisa se aplica para um grupo, para uma conta de computador, enfim. Então, nesse caso, isso sendo controlado no esquema existe uma partição e essa partição é replicada para todos os controladores de domínio da floresta. Ai eu tenho uma floresta que tem 30 domínios, filhos, todos os controladores de domínio vai ter essa partição e. E aí é uma maneira de lidar com certos conflitos. A gente pode até aprofundar, falar cada um dos mestre de operações que dá uma semana de. Convenção para um cache de 20 horas. Legal, Eu gosto muito desse negócio. Dele, mas eu vejo a profundidade sobre isso. É uma coisa mais importante do que um. É como é as relações de confiança entre os domínios. Eu tenho domínio. Ele estabelece uma relação de confiança com domínio. BN e uma filial ou um parceiro que seja e vai conhecer. Então você vai fazendo essas relações que são bem. Deixa controla. Antes. De. Realizar essa transição. Então, por exemplo, eu, Daniel Vasconcelos, estou aqui na Lins hoje pela FIAP, mas o meu usuário, por ter uma relação de confiança do do subdomínio, que seja da Lins com Campos paulista, por exemplo, eu consigo me logar lá tranquilamente. Perfeito mesmo. São duas regiões geográficas diferentes, inclusive perfeito. Excelente. Quando a gente fala de ADL, é um mundo gigante. Mas a gente tem outros serviços da Microsoft, por exemplo. E esse que é a parte servidor web é a Microsoft. Querendo ou não, ela adicionou mais pontos, talvez de investimento, porque ela evoluiu também, como a gente vinha comentando conforme o tempo e tal. E surgiu também um mercado que ela explorou muito, que é o mercado de virtualização com o Ray havia hibernado, dava de braçada sozinha e a Microsoft trouxe um pouco essa ferramenta também, de poder ela ter o seu supervisor, ter o seu visualizador para poder trabalhar esse ponto. No entanto, que o próprio Windows hoje utiliza nativamente para poder, enfim, para diversas qualidades que vocês comentasse um pouquinho. Como vocês enxergaram essa transição, essa evolução do seu operacional para trazer mais essa filtro de virtualização que no caso do mercado, a gente tinha a parte de Linux que trazia isso com KVM, mas a Microsoft trouxe muito isso. No reaprendi também a Microsoft. Ela tinha um outro produto de virtualização que eu não me recordo o nome, mas assim era bem primário mesmo. Depois veio o conceito hiper vital, veio o produto, o Hyper VI que foi descontinuado agora então vai ter suporte até 2029 janeiro 2029. Mas o foco agora está no RH. Aí sim, é só que o conceito de virtualização não vem dali Enquanto a gente voltar na época do meio frame, lá na década de 70, que a gente tinha uma máquina central responsável por todo o armazenamento e processar, então, né. E nós tínhamos ali terminais burros conectados a essa máquina central e isso eu fazia input de dados ali, mas localmente não ocorria nada no sentido de processamento, de armazenamento e tal. Então o conceito ele já vem de muito tempo, né? E aí foi atingindo um nível de maturidade legal, né? Que culminou na verdade com computação em nuvem, computação em nuvem ela não existiria se não existisse a virtualização. Fato. Então, no hype havia um baita de um produto, assim como muitos produtos da Microsoft. Fácil de instalar, fácil de configurar, intuitivo tal, né? Eu recomendo para os alunos, sempre que possível, que instale o Hyper-V para criar seus laboratórios e tal, Mas é um produto que ele vem de muito tempo, né? Sim, é uma evolução. É como o próprio processador que vai evoluindo com as suas filtros e vai travar acontecendo, vai trabalhando perfeito. E Daniel, esse mundo de cloud, Professor André deu o gatilho de introdução e a gente tinha tudo num primeiro olhar. E a Microsoft e o Prime e tal e agora a gente teve até bot Cloud Apache, nuvem híbrida e até voltando, porque o Quad o adeus integra em nuvem também. E com o Azure, a Dell com outros produtos. Entra rede. E. Aí. Já estou sendo atualizado ao vivo aqui já foi um aprendizado. Mas eu vi a documentação que você vai ter o Windows Server 2025, aí sim sai um Switch e mais o on premise ainda é o Active Directory, então eles separaram e eu entrei de Pro para nuvem. Eu o Active Directory para. O porque sobre isso vai ter integração ainda que vocês enxergam sobre essa junção entre on premise nuvem. Nesse momento a gente fala do Sam Personal e do serviço. Então eu acho que a tendência, tudo num futuro não muito distante, é tudo ser realmente cloud, tudo ser cloud, então, mas algum serviço, algumas coisas. Algumas empresas ainda ficam meio ressabiadas de put. Vou deixar tudo ali em cloud, tudo da minha base X, Y, Z e da minha importância. Então o que está acontecendo? Isso é a hibridização. Então você ainda tem um premise e trabalha híbrido com e depois com a nuvem da Microsoft, que é o entra e o entrar ID, o nosso entrar. Então. Ahn, eu acho uma quebra de paradigma. Eu acho sensacional. E dentro da nuvem que a gente chama dentro do Edge, ou seja, uma WS, sejam os concorrentes quem forem. A virtualização ainda é presente, então a nuvem é um ambiente, é a virtualização. Ação é uma feature, é um, é um produto daquele, daquele ambiente. Então, se a gente for ver, poxa, que bacana! Aí a Microsoft teve que correr, como você disse, a ver remexer começou aí e a Microsoft veio com Hyper vim. É sensacional, né? A gente poder ter, fazer, pegar o ambiente de deve colocar na nuvem, fazer testes antes. Antigamente eu lembro que ainda tem, ainda tem algumas coisas, mas você montar o que a gente chama de disaster recover, você montar o ambiente inteiro clonado em um outro lugar, num outro andar, num outro espaço físico. Hoje a gente já consegue fazer tudo isso via nuvem. Então, imaginar, quero tirar o que a gente ganhou, que a gente mudou culturalmente, foi formidável. Uma das perguntas que eu queria comentar é que muitas empresas às vezes não não usam não full cloud porque eles tem medo da performance, principalmente quando de fala de fala. O server é print server e diversos problemas são apresentados. Imagine um cartório que tem impressora, tem uma escala de alto desempenho que ficaria ali um livro em questão de minutos. Tem um outro volume de de scanner para geralmente de imagens, e muita gente fala que isso ainda fica lento, tal como vocês enxergam o processador. Como você enxerga a questão de performance? Quando a gente vai ficar muito tempo nesse modelo híbrido ou a nuvem total, ou só utilizar o full nuvem? É uma realidade que hoje cada vez mais estar presente. Eu não acredito nisso, eu não acredito nisso. Até uma visão um pouquinho diferente do professor, um modelo híbrido. Ele veio para ficar e tá por que é uma startup pequenininha que está nascendo agora. Provavelmente ela vai nascer no modelo Cloud only. Agora você pega uma empresa centenária que ainda tem mainframe e tem muita empresa que ainda tem. Não vai conseguir se livrar de tudo isso, sabe? E ia falar não vou adotar o modelo cloud only, né? Então eu não acredito nisso, que esse modelo cloud on only vai se tornar um padrão. Eu particularmente não acredito na questão de performance. O que a nuvem vai trazer para nós? A prestação de um serviço de infraestrutura, né? Mas existe um modelo de compatibilidade, responsabilidade compartilhada? Sim, o cliente. Ele é responsável por uma parte, o provedor e procura por outra, né? Quando a gente fala de conectividade, é comparar isso com décadas atrás, quando a gente conectava na internet depois da meia noite para pagar um preço único. Sim, a gente está muito bem hoje. Então, questões de performance podem existir? Claro que podem. Existem, É claro que existem. Mas elas são tratadas e mitigadas de uma forma bastante eficaz. Agora falando de nuvem assim, até para contextualizar para os alunos, eu sempre utilizo se faço um paralelo com o serviço de energia elétrica, que inclusive tem tido um monte de problema aqui em São Paulo, é justo. Imagina o seguinte você chega em casa depois de um dia cansado para caramba, exaustivo de trabalho e tal, e você abre a porta, pressiona o interruptor de luz, tudo o que você quer naquele momento que tem a luminosidade no ambiente, que tem energia para você tomar um banho quente e tal. No momento que você aperta o interruptor, você não pensa que aquela energia está sendo gerada numa usina hidrelétrica. De repente, do outro lado do país, que ela está sendo transmitida por meios de transmissão diversos até chegar à sua casa. Você não se questiona se, por exemplo, vai faltar energia em função de ter mais pessoas morando na sua cidade ou não. Sim, você não se questiona se os equipamentos utilizados pela empresa provedora estão atualizados ou não são? Pergunta Nada disso. Você quer. Luz? Acenda a luz, acenda. Agora, se você pega isso e transporta para um outro universo, por exemplo, eu sempre falo de uma metalúrgica. Eles fazem parafuso porque a arruela, o cor dele, está ali. Só que para que eles possam fabricar esse parafuso, porque a arruela tem toda uma infraestrutura de TI que não está relacionada com o core deles e que eles precisam empenhar esforço, atenção, investimento sim. Então tem uma rede, tem um sistema de refrigeração que normalmente não acompanha o crescimento de um datacenter. Você vai enfiando a máquina lá dentro, o ar condicionado nunca está atualizado, você tem sistema de desumidificação de ar. Eventualmente, você vai ter a fonte redundante de energia elétrica, né? Só que você só quer fazer um parafuso. Então a computação em nuvem ela vem para ajudar nesse sentido. Poxa, vamos fazer o seguinte você não quer só fazer parafuso, Tá bom, Eu te dou toda a infraestrutura aqui, eu cuido dessa infraestrutura e você faz o parafuso em paz. Sem se preocupar com o resto. Exato. Exato. Então, eu sempre uso essa analogia, sabe? De detalhes, das diferenças em relação à utilização. Bem colocado. É só fazendo um parênteses. Lógico que você falou assim. É que o que você colocou que eu acredito no cloud de um ano foi bem assim. Mas eu acredito no Claudio, onde. Eu falei que seria Cloud only, mas eu acho que tudo vai ter um pouco da nuvem. Se foi a for pass, se for software a certo, mas depende. Mas eu acredito ainda que vai ser muita coisa, A gente vai ficar realmente bem, vai voltar a nuvem. Então, por exemplo, eu acho que uma coisa, uma quebra de paradigma, que o processamento não vai ser mais feito, um prêmio, um futuro. Então, a parte processamento, a gente não vai mais se preocupar em comprar computador, game, etc. A gente vai ter o Game Pass ainda da Microsoft, Xbox com Windows, então todo o processamento não está na sua casa ou na sua empresa, vai estar na nuvem. É isso que eu quero chegar. Eu acredito num futuro que eu acho que eu vou chegar em casa com o meu celular. Eu vou apontar ele para uma parede, para uma TV e ele vai me conectar. Eu falo joga na tela e eu vou ter o meu teclado ali, sem fio e vou começar a trabalhar, entendeu? Seja aqui sim, futuro muito distante, mas do jeito que as coisas estão funcionando rapidamente, eu acho que eu acredito que o processamento ele não ficará mais dentro da nossa casa, dentro da nossa empresa. Quer dizer, então seria o processamento, seria externo e aí vai longe. A gente tem que falar das zonas que você vai contratar, falando do e se é bom, se tem Brasil, se América Latina. Se você contratar uma zona dos Estados Unidos, aí o assunto aqui vai lá. Olha só da onde saiu a conversa do Windows, Para onde a gente chegou. E aí eu concordo totalmente contigo, é computação em nuvem. Ela já está presente na vida da maioria das pessoas sem que ela saiba. Você tem um é meio do rádio, meio destino aqui Outlook Desde quando. Começou o Outlook. Tem uma rádio meias, tem um Gmail. Isso é nuvem. E essa nuvem. Assim. Lá atrás, no Windows nove X, nós tínhamos o Windows Update. Você conectava numa página, ele fazia uma varredura o seu sistema operacional e te dava as atualizações que você necessitava. Nuvem Então a maioria das pessoas já utilizam a nuvem sem que se dê conta disso. O conceito era diferente, a gente chamava de nuvem. Eu acho ela exatamente essa. Ela já era dada perfeitamente da nossa área. Então quando a gente fala de cibersegurança, a gente lembra muito da Microsoft como sistema. Quem seguro? Daí que depende de muita atualização. MAC Isso é o que o mercado fala. Mas na minha opinião, hoje o Windows ou os sistemas mais seguros a nível de tecnologia de cibersegurança do mundo, a nível de com proteção de stake, de proteção de golpe, proteção de memória e alta entropia, proteção de segmentação de paginação de contra full guard. O Windows é riquíssimo, muito mais seguro do que talvez muitos sistemas operacionais aí que o pessoal gosta tanto o Linux com o que a gente vai dizer. Ou seja, o Windows realmente é um sistema muito parrudo na questão de segurança, mas é a opinião de vocês numa pergunta, nessa questão, puxando uma faísca para esse assunto, porque quem da Microsoft? E a gente sabe a resposta? Porque é o que é mais utilizado e onde que o pessoal vai querer mais bater para descobrir vulnerabilidades? Mas por que ainda tem esse estigma da Microsoft de ser um profissional mais vulnerável em si? Fala Pode. Porque a maioria não sabe o que faz, porque é assim. De fato existe todos esses recursos, né? É só que a maioria das pessoas não conhece, não tem profundidade técnica para fazer um bom uso daquilo que o sistema operacional oferece nativamente, né? Então é por isso que gera essas coisas. Por exemplo, acho que todos nós aqui conhecemos ou já ouvimos falar de alguém que, por exemplo, trabalha num helpdesk e que de liberar uma máquina para o usuário tem um check list do que deve ser feito e uma das tarefas é desativar o vírus do Windows. Sim né? Então porque não sabe usar. Primeiro de fato o sistema operacional mais utilizado ou logo torna se um alvo gigantesco e superficial, mais a maioria não sabe o que está fazendo. Perfeito! Então, pegando o gancho do André, além dos usuários, eu acho que também tem é facto isso que ele é o mais popular. Ele é o que se pegar o market share aí a nível de desktop é 50%, vai o Windows e é o resto. Se você pegar uma lixeira hoje em dia tem o Android que o pessoal coloca, mas para mim o Android é uma outra plataforma que é mobile e fica um pouco complicado. A gente compara os dois que vem do Unix, etc. Agora sim, imagina só, você tem um sistema operacional que ele é feito para várias arquiteturas de hardware diferente, né? Diferente do da própria Apple. Como é que o SN que é tudo integrado, Então o ciclo é mais fechadinho e dá aquela sensação de mais seguro. E a Microsoft? Eu acho que ela trabalhou como 1 £, então ela tem, Ela tem um equilíbrio de dar um pouco de liberdade para o usuário ir e deixar a retaguarda aí pra gente, pra gente usar, né? Agora imagina na Microsoft, no Linux tem essa premissa, mas quando você vai instalar algum software ou algum serviço seu, dá lá uma PT Gate da vida e você vai dentro de um repositório que toda uma consulta que fica dentro de uma base dentro do servidor da Microsoft. Se você quer instalar alguma aplicação, geralmente a gente vai aonde a gente vai no Google Play. Store eu vou lá Microsoft Store. Pode ser. Mas eu entendi o ponto Vocês, Conceição, de um executável de um binário, ela é padrão, mas no software comenta sobre qualquer pessoa pode criar um binário para ser usado no. Exato exato, por ele ser pop também. O mais usado, né? Então você vai lá no WW o ponto x pt ponto com.br Receber não? Olha que eu baixe aqui esse manual. Então você está muito mais a mercê do que o Linux, que ele é um pouco mais, ele é um pouco mais fechado, ele é, ele é open, mas ele ele tem um repositório onde vai centralizar isso Daí há mais o Linux a gente também pega. Eu sei que você pega a maneira de você executar o pacote, você vai que fazer ali um comando? Eu vou fazer a pergunta se vocês preferem Windows e Linux, seria capciosa e seria capcioso. Aí colocar esse termo. Você pode fazer porque eu adoro. Eu não tenho uma preferência, apesar de ter vivido a Microsoft e trabalhado com isso. Ter certificações, agradeço, mas eu sou bem neutro com relação a isso que eu trabalho com Linux e eu faço um trabalho ano a ano de desktop né? E eu se pegar o Linux de 2010 e de 20 anos, de 24 anos atrás e do que é hoje. Então a evolução é grande, não Tem sim. O que o professor mencionou, na verdade qualquer um vai no site Baixa Talk e de fato isso é verdade. Mas aí pega um pouquinho daquilo que eu falei, que a maioria não sabe o que está fazendo, porque ainda que a pessoa possa baixar. Falando no ambiente corporativo, se alguém entrou no site qualquer e baixou algo, é porque um outro alguém permitiu o perfil, o primeiro ponto e o segundo. Se algo foi executado é porque um outro alguém permitiu que ele executasse. Também o que dá pra controlar. Né? Porque tudo isso é controlável, né? E a questão Windows, Linux eu acho que existe muito mais idealismo envolvido que antigamente ficava aquela coisa assim Não, não vou pagar licença, eu aqui é software livre e tal. Só que assim, se você quiser ter um Linux suportado igual você tem um Windows suportado, você tem que pagar né? E pra mim não tem melhor ou pior, né? Eles atendem necessidades diferentes, sabe? A o Windows tem o Yes legal. Pra mim faz muito mais sentido ter um Apache Jeans, por exemplo, ou então a rodar. Faz muito mais sentido eu ter um squid ou iptables no Linux, óbvio, do que colocar algo semelhante no Windows, né? Então são produtos que atendem necessidades diferentes. Lembra que eu falei a função do servidor é servir? Quem vai me servir melhor? Windows ou Linux? Eu sei escolher o que que trazer mais professores, fazer um debate aqui sobre, isso. Por outro lado, você vai colocar o Linux pra rodar na estação de um usuário que tem afinidade baixissima com tecnologia. Esse cara vai conseguir produzir? Talvez não. Entendeu? Então são cenários, são situações onde um vai atender melhor e o outro vai atender melhor. Em outro mobiliário, dados diferentes. Indo para a reta final do nosso podcast, eu queria pedir para que vocês dessem dicas. Os alunos querem fazer certificações, estudar sobre Python, Microsoft, quais são as dicas? Quais são os caminhos, aqueles caminhos das pedras, Dicas de ouro para o profissional que quer estudar mais sobre as operações Windows para trabalhar na área de cibersegurança e no mercado geral de tecnologia. Hoje as certificações. Elas são a grande maioria voltada ao web, a nuvem. O que eu recomendo para todos os alunos antes de vocês é que eles se especializar em algo muito grande, dar um passo maior que a perna que a gente chama. Então somos claro, Professor, quero ser Red Tim Maia. Eu falei de ciência quer esquecer, quer seja de Tim, tudo bem. Mas aí você tem que entender que para você penetrar, fazer um esforço mínimo de mídia ou alguma coisa, um bloquinho ou um wedding, você vai precisar ter a base. Então, o que eu recomendo é você absorver bem uma base, seja de programação. Você vai ter que gostar de programação, vai ter gostar de Python, que é uma linguagem aberta. Se vai precisar entender redes de computadores, você vai precisar entender os sistemas operacionais Linux e Windows. Então eu acho que você tem que ter essa base, porque eu vou ter que esquece de Windows, vou ter que entender Linux, você vai ter que entender o Linux, até porque tem gente comentando WSL aqui no começo, então a Microsoft é super aberta. Você ter um kernel Linux para a convergência, né? Então hoje o. SUS é quase Windows quase, o Windows é quase o Windows. Então eu acho que isso seria a base, você ter uma base e hoje a gente não estuda o modelo OSE até hoje a toa. Então eu acho que acho que seria minha principal dica para você começar no Windows você entender a base desses carinhas aí de redes. As certificações no cloud seria. Show. Da minha parte o mais básico. Estude para aprender, não para passar na prova. É para conhecer sistema operacional rede. Eu sempre recomendo os livros Tannenbaum. Legal a leitura, bem pesada sim, mas para quem gosta. Profundidade. Exato. A certificação Windows atual gente tem quase 800 horas e 801 que é o Windows Server 2022 mais voltado para ambientes híbridos, né? E do ponto de vista de segurança, não tem aquela diquinha boa. Não tem porque segurança é uma jornada, não dá para você fazer o segundo gol antes de fazer o primeiro gol entrar em campo. E aí o que eu posso recomendar é que conheçam, diz. Da frente para trás, de trás para a frente, do avesso. O Security Privilege Access da Microsoft, a capa do MS Barra SP, a roadmap que ali tem todas as tarefas que precisam ser executadas dentro de uma linha de tempo para mudar o nível de maturidade de segurança no ambiente corporativo. Muito obrigado Professor Daniel Professor André pela participação nesse podcast e nós enxergamos. Então o pessoal que a palavra além de Windows é além de entendimento e ter muita profundidade. Estudar, se dedicar, entender que a presença do Windows, ela sempre estará conosco na nossa jornada de cibersegurança e.