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← Lynda Benglis" "A onda do mundo" | ART21 "Exclusivo"

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Showing Revision 1 created 06/01/2017 by Maria Binx.

  1. [Lynda Benglis: "A onda do mundo"]
  2. [som de cigarras]
  3. Eu sinto que todos artistas estão
    em um tipo de situação
  4. que imita os padrões das suas primeiras memórias.
  5. Eu nasci em Louisiana.
  6. Lago Charles, Louisiana.
  7. Eu me lembro de pegar pequenos
    gravetos e pedaços de musgo
  8. e alguém me contou que dava
    pra construir um barco assim,
  9. com uma folha, e um graveto, e musgo.
  10. Então, eu comecei a brincar
    muito com o que havia no chão,
  11. apenas pensando na natureza.
  12. Acho que todas as crianças fazem isso.
  13. Mais tarde, comecei a viajar
    até o pântano de lancha.
  14. Louisiana tem toda uma área de vias navegáveis
  15. que desembocam no Golfo.
  16. Então, existiam todos esses canais e caminhos,
  17. e eu os conhecia.
  18. Eu realmente preferia estar na água dessa forma
  19. e descobrir essas coisas diferentes,
  20. barcos que haviam naufragado anos antes.
  21. [som de chuva caindo em pranchas de madeira]
  22. [Queens, Nova Iorque]
  23. [som de correntes de metal]
  24. [Bob Spring, Modern Art Foundry]
  25. Isso é um pouco como,
  26. "Bem vinda de volta, Lynda."
  27. Lynda fez o modelo para isso,
  28. essa peça,
  29. neste cômodo.
  30. [som de ferramentas contra metal]
  31. Eu fiquei muito agradecida.
  32. Eu pensei que podia ter se perdido no mar;
  33. eu não sabia onde estava,
  34. e aí eu vi ela sendo armazenado em Louisiana.
  35. As pessoas que a conhecem, e conhecem a história
  36. podem ver a fonte!
  37. Era no concurso da World's Fair
    em Nova Orleans;
  38. era a última World's Fair em 1984.
  39. Então, eu inscrevi minha ideia, que era uma onda.
  40. Eu sempre me intriguei com ondas,
  41. não as grandes que você vê
    em Acapulco ou no pacífico,
  42. Você sabe onde elas rolam e elas podem...
  43. Mas eu sempre me intriguei com as pequenas ondas do Golfo
  44. porque elas foram as primeiras que eu vi.
  45. Acho que deve ter sido nos anos 70,
  46. Eu tive a ideia de fazer fontes.
  47. Porque o que eu estava fazendo com o uretano
  48. era um tipo congelado de forma líquida,
  49. e eu pensava que a forma líquida poderia
    ser extendida lindamente com água
  50. Eu tinha feito ondas saindo da parede.
  51. Para isso, eu queria fazer uma em posição livre.
  52. Eu fiz uma viga de bronze de 50 metros
  53. a partir da ideia de uma espécie de
    guarda-chuva de bronze líquido com água.
  54. E ela construiu o modelo disso com espuma.
  55. Na escala de um para um, densidade
    de 2,5 quilos de espuma de poliuretano.
  56. Eu estava usando uma estrutura de arame por baixo,
  57. E, neste caso, eu pensei na ideia de um balão metereológico.
  58. Então, ela colocou aqui por baixo
    o formato original disso
  59. e depois cobriu com plástico.
  60. E aí, começou a aplicar a espuma
  61. e deixar a água correr.
  62. O ambiente inteiro teve que ser lacrado,
  63. e ela estava em..
  64. Bem, hoje você diria que numa
    espécie de roupa espacial
  65. porque os vapores disso eram um pouco tóxicos.
  66. Então, tivemos que trazer ar fresco de fora,
  67. entrava por um tubo em seu uniforme.
  68. Depois que ele terminou o modelo,
  69. nós fizemos moldes nele.
  70. E aí fizemos a modelagem.
  71. Dentro, há um arranjo de canos,
  72. câmaras d'água, e todo o resto.
  73. E é muito ter isso de volta.
  74. E vamos cuidar disso por ela,
  75. e de todo o resto.
  76. Quer dizer, essa peça estava
    numa área de armazenamento
  77. por anos depois da World's Fair,
  78. então está envelhecida.
  79. [Jeffrey Spring, Modern Art Foundry]
  80. A superfície precisa ser restaurada,
    ou recolorida,
  81. para sua satisfação.
  82. Contanto que a água corra, é isso que resta.
  83. Ok, então sem dourar, certo?
  84. Nada?
  85. Acabamos de cortar os portões...
  86. Sim, sim...
  87. ... e dar um acabamento na superfície.
  88. Ótimo. Ok, vamos colocar a água.
  89. [som da água batendo contra concreto]
  90. Eu fiquei muito animado em descobrir que ainda existia.
  91. [Kenner, Louisiana]
  92. Estava no meio de um monte de coisas ao ar livre,
  93. e esquecido,
  94. totalmente esquecido.
  95. Eu pensei que o furacão o tivesse jogado longe
  96. e estava ancorado em algum lugar.
  97. [som de água espirrando da fonte]
  98. [New Orleans, Louisiana]
  99. [Na etiqueta: Lynda Benglis; americana, nascida em 1941, " A onda do mundo", 1983-1984; bronze, emprestada da Cidade de Kenner]
  100. Eu penso no meu trabalho como sendo muito clássico.
  101. Essencialmente, eu acho que repito ideias da natureza,
  102. e as processo e interpreto.
  103. Eu percebi que o que aprendemos a fazer
  104. é reprimir nossas titilações
  105. ou nossas emoções sobre o que vemos
  106. e chamamos isso de "gosto".
  107. O que é o jeito que vemos?
  108. Para o que respondemos sem criar um gosto
  109. que seja aceitável para todos?
  110. Não estou tentando satisfazer ninguém.
  111. Eu faço as coisas porque sou curiosa,
  112. essa é a razão.
  113. Eu não penso em exposições,
  114. eu não penso em nada além de
  115. "é emocionante para mim sentir o mesmo tipo de emoção
  116. que eu sentia quando criança."