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← Você é seus micróbios - Jessica Green and Karen Guillemi

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Showing Revision 13 created 09/28/2020 by Raissa Mendes.

  1. Como seres humanos,
  2. nós nos vemos como indivíduos
    únicos e independentes,
  3. mas nunca estamos sozinhos!
  4. Milhões de seres microscópicos
    habitam nossos corpos,
  5. e não existem dois corpos iguais.
  6. Cada um é um habitat diferente
    para comunidades de micróbios:
  7. desde os áridos desertos da nossa pele
  8. até as vilas dos nossos lábios
  9. e as cidades nas nossas bocas.
  10. Até mesmo um único dente possui
    sua própria vizinhança característica
  11. e nossos intestinos são metrópoles
    parceiras de micróbios interativos.
  12. Nas movimentadas ruas
    dos nossos intestinos,
  13. vemos um fluxo constante de alimentos,
  14. e cada micróbio tem uma tarefa.
  15. Aqui está a bactéria
    celulótica, por exemplo.
  16. O trabalho delas é quebrar a celulose,
  17. um componente comum
    em vegetais, em açúcares.
  18. Aqueles açúcares simples
    então se movem para os respiradores,
  19. outro grupo de micróbios que abocanham
  20. esses açúcares simples
    e os queimam como combustível.
  21. Enquanto o alimento viaja
    através do nosso trato digestivo,
  22. ele alcança os fermentos
    que extraem energia desses açúcares,
  23. convertendo-os em substâncias químicas,
    como álcool e gás hidrogênio,
  24. os quais eles expelem como dejeto.
  25. Nas profundezas
    das nossas cidades-intestinos,
  26. os micróbios ganham a vida
    com o lixo dos fermentadores.
  27. Em cada passo desse processo,
  28. energia é liberada,
  29. e essa energia é absorvida
  30. pelas células do trato digestivo.
  31. Esta cidade que acabamos de ver
    é diferente em cada um de nós.
  32. Cada pessoa tem uma comunidade
    única e diversa de micróbios intestinais
  33. que podem processar o alimento
    de diferentes formas.
  34. Os micróbios do intestino
    de uma pessoa podem ser capazes
  35. de liberar apenas uma fração das calorias
  36. que os micróbios do intestino
    de outra podem extrair.
  37. Então, o que determina a formação da nossa
    comunidade de micróbios intestinais?
  38. Bem, fatores como
    nossa composição genética
  39. e os micróbios que encontramos
    no transcurso da nossa vida
  40. podem contribuir para
    nossos microssistemas microbiais.
  41. Os alimentos que comemos
    também influenciam
  42. quais micróbios vivem no nosso intestino.
  43. Por exemplo, alimento feito
    de moléculas complexas,
  44. como uma maçã,
  45. requer uma série de diferentes
    trabalhadores microbiais para quebrá-las.
  46. No entanto, se um alimento é feito
    de moléculas simples, como um pirulito,
  47. alguns desses trabalhadores
    são despedidos do seu emprego.
  48. Esses trabalhadores deixam
    a cidade, para nunca mais voltar.
  49. O que não funciona bem são
    as comunidades de micróbios intestinais
  50. com pouca diversidade de trabalhadores.
  51. Por exemplo, seres humanos
    que sofrem de doenças
  52. como diabetes ou inflamação
    crônica do intestino,
  53. normalmente possuem uma menor
    variedade de micróbios em seus intestinos.
  54. Nós não entendemos
    completamente a melhor forma
  55. de lidar com nossas sociedades
    microbiais individuais,
  56. mas é provável que mudanças
    no estilo de vida,
  57. tais como uma dieta complexa e variada,
    alimentos baseados em vegetais,
  58. possam ajudar a revitalizar
    o ecossistema microbial no nosso intestino
  59. e toda a paisagem do nosso corpo.
  60. Assim, nós realmente
    não estamos sós em nosso corpo.
  61. Nossos corpos são o lar
    para milhões de diferentes micróbios,
  62. e precisamos deles
    tanto quanto eles precisam de nós.
  63. Quanto mais aprendemos
    sobre como nossos micróbios
  64. interagem uns com os outros
    e com nosso corpo,
  65. mais vamos saber como podemos nutrir
  66. este mundo complexo e invisível
  67. que molda nossa identidade pessoal,
  68. nossa saúde,
  69. e nosso bem-estar.