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← Branches - How to Use Git and GitHub

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Showing Revision 8 created 06/20/2016 by Udacity Robot.

  1. Você aprendeu como inicializar seu repositório e
  2. adicionar commits a ele usando a área de preparação.
  3. Até agora, cada commit que você criou se baseou no commit anterior,
  4. formando um histórico linear de commits.
  5. Agora vamos ver situações em que pode ser bom criar um histórico de commits
  6. que se ramifica em várias versões.
  7. Gerar uma linha reta de alterações faz muito
  8. sentido se você está só corrigindo bugs, adicionando novos recursos ou atualizando a documentação.
  9. Mas, e se você quiser tentar um novo recurso experimental que
  10. ainda não sabe se vai funcionar e quiser ter uma demonstração operacional
  11. para mostrar aos seus amigos quando eles perguntarem em que você está trabalhando?
  12. Ou talvez você esteja aprendendo italiano e queira fazer uma versão do seu projeto
  13. para falantes de italiano, deixando intacta a versão do seu idioma nativo.
  14. Nesse caso, é provável que você depois queira criar uma configuração para
  15. alternar entre os dois idiomas.
  16. Mas, como primeiro passo, apenas tente alterar o texto e
  17. ver se é preciso reelaborar o layout.
  18. Claro que você pode só fazer as alterações e
  19. registrar as IDs de todos os commits.
  20. E depois usar git checkout para voltar para a versão oficial real quando
  21. precisar mostrá-lo a alguém.
  22. E depois voltar para a outra versão.
  23. Mas, e se você encontrar um bug na versão oficial real e
  24. precisar fazer uma correção lá?
  25. Você precisaria atualizar seus registros e usar esse novo commit como a versão real.
  26. Isso daria um bocado de trabalho extra.
  27. Para facilitar essas situações, o Git permite a criação de rótulos para
  28. os commits.
  29. Esses rótulos são chamados de branches.
  30. Neste caso, teríamos três branches diferentes.
  31. Primeiro, teríamos o master.
  32. Master é o nome dado ao branch principal na maioria dos repositórios Git.
  33. Cada vez que você cria um repositório, o Git cria um branch master.
  34. Este branch provavelmente teria um nome como italian e
  35. este aqui poderíamos chamar de experimental, ou exp para abreviar.
  36. Lembra-se, na última lição, de quando você fez o check-out de commits antigos
  37. e recebeu a mensagem de HEAD desanexado?
  38. Basicamente, naquele ponto, o Git estava avisando que aquele era
  39. um commit que não estava rotulado com um nome de branch.
  40. Até agora, você sempre esteve em um estado de HEAD desanexado ou no branch master,
  41. que o Git cria para você.
  42. É possível fazer o check-out de um branch do mesmo modo que você fez o check-out de
  43. commits antes, só que com um nome de branch que um humano possa ler em vez de
  44. uma série impronunciável de caracteres.
  45. Se você fizer o check-out de um branch e
  46. depois criar um commit, o rótulo do branch será atualizado automaticamente para o novo commit.
  47. Esse branch também continua em check-out, então não é preciso fazer o check-out de novo.
  48. Foi assim que você conseguiu se manter no branch master sem saber nada
  49. sobre branches até agora.
  50. A título de terminologia, às vezes nos referimos ao último commit atual de
  51. um branch como a ponta desse branch.
  52. É possível ter vários rótulos de branches anexados a um único commit, mas
  53. a criação de um novo commit só atualizará o branch que está em check-out e
  54. deixará os outros quietos.
  55. Neste ponto,
  56. é natural imaginar se há uma forma de combinar dois branches;
  57. por exemplo, caso o recurso experimental tenha ficado pronto, mas
  58. o branch principal tenha crescido depois que os dois divergiram.
  59. O processo de combinar dois commits é conhecido como fusão, e
  60. vamos falar dele mais tarde na lição.
  61. Primeiro, familiarize-se com as tarefas de criar branches, fazer check-out e criar
  62. commits em branches.
  63. Caroline vai ajudá-lo a começar.