Return to Video

TIMELAPSE OF THE FUTURE: A Journey to the End of Time (4K)

  • 0:03 - 0:05
    O que nos espera no futuro?
  • 0:06 - 0:13
    "Tudo tem suas maravilhas, até a escuridão e o silêncio ..."
  • 0:15 - 0:18
    Como será o futuro?
  • 0:18 - 0:22
    Como o universo encontrará seu fim?
  • 0:23 - 0:26
    Podemos nunca ter certeza absoluta.
  • 0:26 - 0:30
    Mas a ciência começou a pintar um quadro impressionante
    de como o futuro poderá se revelar.
  • 0:31 - 0:34
    Vamos fazer uma viagem até o fim dos tempos.
  • 0:35 - 0:38
    Viajaremos no tempo exponencialmente,
    dobrando nossa velocidade a cada 5 segundos.
  • 0:39 - 0:44
    Esta visão do futuro certamente evoluirá à medida
    que investigamos novas pistas. Mas uma coisa é certa:
  • 0:45 - 0:47
    O universo apenas começou.
  • 0:47 - 0:49
    [Era Antropocênica]
  • 0:49 - 1:01
    O holoceno terminou, o que fazemos agora e nos próximos anos afetará profundamente os próximos milhares de anos.
  • 1:04 - 1:12
    As únicas condições que os humanos modernos conheceram até agora, estão mudando, e mudando rapidamente.
  • 1:13 - 1:17
    Nada fica igual neste planeta, tudo muda,
  • 1:18 - 1:24
    A terra está entrando em um desses saltos e você não sabe
    o que vai estar do outro lado desses saltos.
  • 1:24 - 1:26
    [Campo magnético da Terra se inverte]
    A terra sempre está pulando.
  • 1:27 - 1:30
    [Retorno do cometa Hale-Bopp]
  • 1:33 - 1:36
    [Aumento drástico do nível do mar]
    As coisas se mexem neste planeta! As coisas
    não estão paradas, tudo está mudando.
  • 1:36 - 1:40
    [Impacto de meteoro de 30 metros]
    As coisas se mexem neste planeta! As coisas
    não estão paradas, tudo está mudando.
  • 1:40 - 1:43
    [Antares vira supernova]
  • 1:43 - 1:46
    [O Saara se torna tropical]
  • 1:47 - 1:50
    [As constelações começam a se mover]
  • 1:51 - 1:54
    [Voyager 1 passa a estrela mais próxima]
  • 1:54 - 1:57
    [O período inter-glacial termina]
  • 1:57 - 2:00
    [Erupção de um super vulcão]
  • 2:06 - 2:09
    [Uma nova ilha havaiana aparece]
  • 2:09 - 2:12
    [Novos arquipélagos]
  • 2:14 - 2:17
    [Pegadas da era Apollo desaparecem]
  • 2:18 - 2:21
    [Betelgeuse vira supernova]
  • 2:22 - 2:25
    [Monumentos de pedra desaparecem por erosão]
  • 2:30 - 2:33
    [Pulso mortal de raios gama]
  • 2:33 - 2:36
    [As luas de marte se tornam um anel]
  • 2:38 - 2:42
    [Os anéis de Saturno desaparecem]
  • 2:42 - 2:45
    [Antártica derrete]
  • 2:45 - 2:48
    [Grande impacto de asteróide]
  • 2:51 - 2:55
    [Novo supercontinente]
  • 2:58 - 2:59
    [Luminosidade do Sol aumenta]
  • 2:59 - 3:00
    À medida que começa a ficar sem combustível,
    o Sol não irá simplesmente apagar.
    [Luminosidade do Sol aumenta]
  • 3:00 - 3:03
    À medida que começa a ficar sem combustível,
    o Sol não irá simplesmente apagar.
    [Fotossíntese começa a terminar]
  • 3:03 - 3:05
    À medida que começa a ficar sem combustível,
    o Sol não irá simplesmente apagar.
    [Toda vida vegetal morre]
  • 3:06 - 3:12
    Seu núcleo irá colapsar, e o calor extra que isso gera,
    fará com que suas camadas exteriores se expandam.
    [Oceanos evaporam]
  • 3:12 - 3:13
    [Toda vida morre]
  • 3:13 - 3:16
    [O Sol se expande]
  • 3:17 - 3:19
    [Sol se torna uma gigante vermelha]
  • 3:19 - 3:21
    [Terra destruída pelo Sol moribundo]
  • 3:21 - 3:22
    [Sol se torna uma anã branca]
  • 3:22 - 3:24
    O Sol agora está morto.
    [Sol se torna uma anã branca]
  • 3:24 - 3:30
    Seus restos esfriando lentamente
    nas temperaturas congelantes do espaço profundo.
    [Sol se torna uma anã branca]
  • 3:40 - 3:44
    O destino do Sol é o mesmo de todas as estrelas.
  • 3:44 - 3:52
    Um dia, todas elas devem eventualmente morrer,
    e o cosmos será mergulhado em uma noite eterna.
  • 3:54 - 3:58
    Todas as estrelas, eventualmente, ficarão sem combustível.
    [Estrelas começam a morrer]
  • 3:58 - 4:06
    A temperatura do universo baixa.
    As estrelas, uma a uma, no céu noturno, irão se apagar.
  • 4:08 - 4:11
    E não haverão mais novas estrelas criadas.
  • 4:13 - 4:18
    Então o universo não terminará
    com um estrondo, mas com um lamento.
  • 4:20 - 4:21
    [Últimas anãs vermelhas morrem]
  • 4:21 - 4:23
    E não em chamas.
    [Últimas anãs vermelhas morrem]
  • 4:24 - 4:25
    Mas no gelo.
  • 4:30 - 4:38
    Com a morte do último sol,
    a era da luz e das estrelas chega ao fim.
    [Era Degenerada]
  • 4:40 - 4:48
    O universo torna-se um cemitério cósmico,
    repleto de restos de estrelas mortas.
  • 4:50 - 4:57
    O nosso sol torna-se uma anã branca, quente, denso e encolhido.
  • 5:02 - 5:10
    Sem combustível para queimar, o brilho fraco de uma anã branca
    vem do último calor residual, do seu forno extinto.
  • 5:16 - 5:18
    Olhando para ele de onde a Terra está agora,
  • 5:18 - 5:26
    só geraria a mesma quantidade de luz que a lua cheia numa noite clara.
  • 5:29 - 5:37
    O brilho fraco das anãs brancas proporcionará
    a única iluminação em um lugar escuro e vazio
  • 5:37 - 5:42
    cheio de estrelas mortas e buracos negros.
  • 5:51 - 5:59
    De certa forma, é um tipo de universo fantasma,
    serão os resíduos, as estrelas zumbis que nos levarão ao futuro.
  • 6:07 - 6:13
    Com o tempo, a gravidade ejeta estrelas
    e planetas mortos de suas galáxias,
    enviando-os para o vazio gelado.
  • 6:18 - 6:23
    Por puro acaso, algumas anãs marrom colidem
    e formam novas estrelas acidentais.
  • 6:28 - 6:31
    Estrelas de nêutrons colidindo iluminam a escuridão
    com supernovas ultra brilhantes.
  • 6:31 - 6:33
    [Colisões de estrelas de nêutrons]
    Estrelas de nêutrons colidindo iluminam a escuridão
    com supernovas ultra brilhantes.
  • 6:33 - 6:35
    [Colisões de estrelas de nêutrons]
  • 6:51 - 6:58
    Qualquer forma de vida sobrevivente
    pode encontrar refúgio em torno de velhas anãs brancas.
  • 7:06 - 7:12
    Mas com o tempo, até as anãs brancas
    irão desaparecer e morrer.
  • 7:13 - 7:17
    Uma anã negra será o destino final dessas últimas estrelas.
    [Estrelas se tornam anãs negras]
  • 7:17 - 7:24
    Anãs brancas que se tornaram tão frias
    que quase não emitem mais calor ou luz.
  • 7:27 - 7:33
    Anãs negras são bolas escuras, densas e decadentes
    de matéria degenerada.
  • 7:34 - 7:37
    Pouco mais do que as cinzas das estrelas,
  • 7:38 - 7:42
    Seus átomos constituintes são tão severamente esmagados
  • 7:42 - 7:46
    que as anãs negras são um milhão de vezes
    mais densas do que o nosso Sol.
  • 7:54 - 7:58
    As estrelas levam tanto tempo para chegar a esse ponto
  • 7:58 - 8:05
    que acreditamos que atualmente não exista
    nenhuma anã negra no universo.
  • 8:11 - 8:17
    Qualquer matéria que não escape da sua galáxia
    é sugada em um buraco negro supermassivo no centro.
  • 8:17 - 8:20
    [Buracos negros engolem matéria livre]
  • 8:26 - 8:32
    Buracos negros adormecidos a muito tempo
    acordam para um último espetáculo.
  • 8:52 - 8:59
    A energia rotacional dos buracos negros
    torna-se a última fonte de energia viável para quaisquer
    civilizações exóticas futuras.
  • 9:05 - 9:09
    Temos um tempo de vida baseado na energia que temos agora,
  • 9:11 - 9:16
    Você poderia imaginar sistemas vivos conscientes
    que têm um ritmo muito diferente e, portanto,
  • 9:16 - 9:20
    podem se estender por pelo menos
    muito mais tempo do que você imaginaria de outra forma.
  • 9:22 - 9:23
    Você poderia ter um sistema vivo
  • 9:23 - 9:28
    onde se ele tivesse um pensamento
    a cada 10 trilhões de anos, pareceria normal.
  • 9:30 - 9:35
    Mesmo que a nossa vida morra, alguém poderia imaginar
  • 9:35 - 9:38
    que em algum momento arbitrariamente distante no futuro,
  • 9:38 - 9:44
    uma flutuação ocorra que permita que a vida inteligente
    exista novamente por um pouco de tempo.
  • 9:44 - 9:48
    Então você pode ter ilhas no tempo, de inteligência.
  • 9:54 - 9:56
    [Expansão do espaço-tempo]
  • 9:56 - 10:05
    À medida que a expansão do Universo acelera, ela começa
    a espalhar a matéria mais rapidamente do que a velocidade da luz.
  • 10:05 - 10:14
    Neste ponto, galáxias e estrelas distantes estão recuando tão rápido
    que sua luz se tornou indetectável.
  • 10:14 - 10:22
    Os segredos do cosmos estão guardados para sempre.
  • 10:25 - 10:28
    As teorias atuais predizem que os átomos começarão
    a se decompor, destruindo toda a matéria remanescente no Universo.
  • 10:28 - 10:33
    [Decaimento do próton]
    As teorias atuais predizem que os átomos começarão
    a se decompor, destruindo toda a matéria remanescente no Universo.
  • 10:35 - 10:40
    Um próton, um dos blocos de construção fundamentais
    da matéria atômica que nos compõe,
  • 10:40 - 10:42
    pode simplesmente desmoronar-se espontaneamente.
  • 10:44 - 10:48
    Qualquer material que evite a atração de um buraco negro
  • 10:48 - 10:52
    acaba por morrer à medida que os prótons se desintegram.
  • 10:58 - 11:07
    A decomposição do próton ainda não está provada - e assim este capítulo
    do futuro pode parecer muito diferente à luz de novas descobertas.
  • 11:18 - 11:23
    A matéria dentro das anãs negras, a última matéria do universo,
  • 11:23 - 11:30
    eventualmente evaporará e será levada para o vazio como radiação
  • 11:30 - 11:34
    não deixando absolutamente nada para trás.
  • 11:35 - 11:39
    [Era dos Buracos Negros]
  • 11:42 - 11:49
    Com as anãs negras mortas, não restará um único átomo de matéria.
  • 11:52 - 11:59
    Tudo o que restará do nosso então rico Cosmos
    serão partículas de luz e buracos negros.
  • 12:07 - 12:09
    A Era do Buraco Negro Começa.
  • 12:12 - 12:18
    Sem planetas, sem estrelas, sem restos estelares persistentes
    a que a vida se abrace.
  • 12:20 - 12:27
    No entanto, mesmo agora, o tempo só agora começou a passar.
  • 12:29 - 12:33
    Na escala de uma vida humana, o universo acaba de emergir do útero.
  • 12:36 - 12:43
    Frio, escuro e vazio - é assim que o cosmos vai passar a maior parte da sua vida.
  • 12:47 - 12:57
    Nosso universo dá à vida apenas um breve momento para brilhar -
    um refúgio no tempo, a salvo de seu nascimento em chamas e morte gelada.
  • 12:57 - 13:02
    A flecha do tempo cria uma janela brilhante na adolescência do universo
  • 13:02 - 13:05
    durante a qual a vida é possível.
  • 13:08 - 13:12
    Mas é uma janela que não permanece aberta por muito tempo
  • 13:15 - 13:24
    como uma fração da vida útil do universo, medida desde
    o seu início até a evaporação do último buraco negro
  • 13:24 - 13:30
    a vida como a conhecemos só é possível
    para um milésimo de um bilionésimo de um bilionésimo
  • 13:30 - 13:36
    de um bilionésimo de um bilionésimo de um bilionésimo de um bilionésimo de um por cento.
  • 13:45 - 13:49
    Os buracos negros tornam-se o bloco de construção fundamental do universo.
  • 13:53 - 14:00
    Uma galáxia será basicamente um buraco negro supermassivo no centro
    com buracos negros menores orbitando.
  • 14:02 - 14:07
    Galáxias zumbi cheias de buracos negros continuam a evoluir.
  • 14:10 - 14:15
    Eles vão devorar uns aos outros e eles vão ficar maiores
    e talvez caiam no buraco negro supermassivo, que também vai ficar maior.
  • 14:15 - 14:18
    O universo ainda vai ser um lugar dinâmico e emocionante
  • 14:18 - 14:24
    mas as escalas de tempo agora são em trilhões de anos
    em vez de milhares ou milhões de anos.
  • 14:29 - 14:30
    [Fusão de buracos negros]
  • 14:30 - 14:33
    Nesta era longínqua, as fusões de buracos negros tornam-se o evento principal.
    [Fusão de buracos negros]
  • 14:33 - 14:36
    Nesta era longínqua, as fusões de buracos negros tornam-se o evento principal.
  • 14:39 - 14:46
    Alguns crescem para tamanhos enormes,
    possivelmente trilhões de vezes a massa do nosso sol.
  • 14:49 - 14:56
    Quando se fundem, enviam ondas gravitacionais poderosas
    que ressoam por todo o universo.
  • 14:56 - 15:00
    Os buracos negros podem bater no espaço-tempo como martelos num tambor.
  • 15:09 - 15:12
    E eles têm uma canção muito característica,
  • 15:18 - 15:22
    Imaginem dois buracos negros que viveram uma longa vida juntos
  • 15:22 - 15:30
    no final de suas vidas estão se contornando
    atravessando milhares de quilômetros em uma fração de segundo.
  • 15:32 - 15:39
    ao fazê-lo, deixam atrás de si uma vibração espacial -
    uma onda real no espaço-tempo.
  • 15:53 - 15:59
    espaço se comprime e expande enquanto se emana além
    desses buracos negros ecoando no universo
  • 16:03 - 16:08
    Essas são as ondas gravitacionais, elas são
    literalmente os sons do espaço zumbindo
  • 16:08 - 16:10
    e elas viajarão para fora desses buracos negros à velocidade da luz
  • 16:10 - 16:16
    enquanto eles zumbem e se fundem em
    um buraco negro giratório e silencioso.
  • 16:21 - 16:28
    Se você estiver perto o suficiente, seu ouvido ressoaria
    com o apertar e esticar do espaço
  • 16:28 - 16:30
    você literalmente ouviria o som.
  • 16:39 - 16:44
    Imagine um buraco negro mais leve caindo num buraco negro muito pesado,
  • 16:44 - 16:55
    os sons que está a ouvir são um buraco negro leve
    batendo no espaço cada vez que se aproxima.
  • 16:58 - 17:03
    À medida que cai, fica mais rápido e fica mais alto.
  • 17:23 - 17:26
    Os cientistas costumavam pensar que os buracos negros eram imortais,
  • 17:26 - 17:28
    mas mesmo estes um dia irão eventualmente morrer.
  • 17:29 - 17:33
    Agora estamos falando de escalas temporais de duração inimaginável,
  • 17:33 - 17:35
    quadrilhões de anos no futuro
  • 17:36 - 17:40
    Nessa escala de tempo, mesmo os buracos negros começam a evaporar.
  • 17:43 - 17:47
    [Radiação Hawking]
  • 17:52 - 17:59
    De acordo com a mecânica quântica, o espaço está cheio
    de partículas e antipartículas virtuais
  • 17:59 - 18:08
    que se materializam constantemente em pares, separando-se,
    juntando-se novamente e se aniquilando.
  • 18:13 - 18:21
    Na presença de um buraco negro, um membro de
    um par de partículas virtuais pode cair no buraco
  • 18:21 - 18:26
    deixando o outro membro sem um parceiro com o qual aniquilar.
  • 18:27 - 18:34
    A partícula abandonada parece ser radiação emitida pelo buraco negro.
  • 18:37 - 18:38
    E assim os buracos negros não são eternos.
  • 18:38 - 18:42
    [Evaporação dos buracos negros]
    E assim os buracos negros não são eternos.
  • 18:43 - 18:51
    Evaporam a um ritmo crescente até
    desaparecerem, numa explosão gigantesca.
  • 18:52 - 18:56
    [Buracos negros começam a morrer]
  • 18:58 - 19:07
    Mecânica quântica permitiu que partículas e
    radiação escapassem da prisão definitiva - um buraco negro.
  • 19:07 - 19:13
    Os buracos negros começam a evaporar,
    apagando as últimas estruturas de grande escala no Universo.
  • 19:14 - 19:19
    Quando morrem, iluminam a escuridão uma a uma.
  • 20:00 - 20:04
    [Energia nega infla o universo]
    Como os buracos negros morrem lentamente, o universo continua a se expandir
    impulsionado por uma força misteriosa que ainda não entendemos.
  • 20:04 - 20:10
    Como os buracos negros morrem lentamente, o universo continua a se expandir
    impulsionado por uma força misteriosa que ainda não entendemos.
  • 20:12 - 20:18
    Esta é a fronteira do conhecimento humano - uma fronteira para exploração e descoberta.
  • 20:18 - 20:23
    Filósofos e poetas fizeram a pergunta:
    o mundo vai acabar em fogo ou gelo?
  • 20:24 - 20:26
    Podemos agora dar uma resposta.
  • 20:28 - 20:34
    As últimas evidências mostram que o universo
    não está encolhendo, mas sim expandindo, fora de controle.
  • 20:35 - 20:38
    e achamos que o universo acabará em gelo
  • 20:39 - 20:41
    em triliões e triliões de anos a partir de agora.
  • 20:45 - 20:50
    O espaço vazio tem energia e cada
    pequeno centímetro cúbico de espaço,
  • 20:50 - 20:52
    quer haja ou não coisas, quer haja ou não
  • 20:52 - 20:57
    partículas, matéria, radiação ou o que quer que seja
    ainda ha energia mesmo no próprio espaço.
  • 21:01 - 21:05
    E esta energia de acordo com Einstein exerce um empurrão no universo.
  • 21:07 - 21:10
    O que é a coisa estranha que está a acelerar o universo?
  • 21:10 - 21:13
    Nós chamamos de energia escura.
  • 21:15 - 21:18
    E essa coisa é a coisa dominante do universo.
  • 21:18 - 21:24
    Quase 3/4 do conteúdo energético
    da matéria do universo é essa energia escura
  • 21:24 - 21:26
    e nós não sabemos o que é isso.
  • 21:30 - 21:35
    A energia escura, ao contrário da matéria ou
    da radiação, não se dilui à medida que o Universo se expande.
  • 21:36 - 21:42
    Isso tem implicações cruciais para
    o que o Universo vai fazer no futuro.
  • 21:44 - 21:46
    Então, qual será o futuro do universo?
  • 21:48 - 21:51
    Bem, se a energia escura permanecer dominante e repulsiva...
  • 21:52 - 21:55
    o Universo se expandirá para sempre.
  • 22:01 - 22:06
    Mais rápido, mais rápido e mais rápido, um universo em fuga.
  • 22:08 - 22:16
    70% da energia do universo reside
    no espaço vazio e não compreendemos porquê.
  • 22:18 - 22:20
    Mas sabemos o que vai acontecer
  • 22:21 - 22:27
    se essa energia continuar a estar lá,
    o universo se tornará frio, escuro e vazio.
  • 22:30 - 22:32
    Esse é o futuro como poderia ser.
  • 22:33 - 22:37
    Não sabemos porque ainda não
    entendemos a natureza da energia escura.
  • 22:37 - 22:42
    Até entendermos, não saberemos o futuro,
    nem sequer compreenderemos as nossas próprias origens
  • 22:42 - 22:45
    e é por isso que queremos conhecer e estudar este assunto.
  • 22:47 - 22:54
    Descobrir a verdadeira natureza da energia escura
    pode mudar drasticamente a nossa visão do futuro.
  • 22:56 - 23:03
    Se, de alguma forma, enfraquecer ao longo do tempo,
    o Universo pode desmoronar-se sob a gravidade - um "grande colapso".
  • 23:04 - 23:10
    Se se fortalecer, pode destruir o universo
    pelas costuras - um "grande rasgo".
  • 23:10 - 23:13
    [Era dos buracos negros]
  • 23:13 - 23:22
    Os físicos cada vez mais suspeitam que podem existir múltiplos universos
    além do nosso, cada um com suas próprias leis únicas de física.
  • 23:25 - 23:34
    Alguns abrigariam as condições certas para a vida,
    outros poderiam desmoronar ou ser despedaçados.
  • 23:35 - 23:42
    Outros ainda podem ser muito mais exóticos do que qualquer coisa que possamos imaginar.
  • 23:47 - 23:53
    Novas peças deste quebra cabeças estão por aí, à espera de serem encontradas.
  • 23:53 - 23:59
    A previsão parece ser para um um universo eterno, frio e vazio.
  • 24:03 - 24:09
    Mas então é claro que temos de perguntar
    "poderá este fim levar a um novo começo?"
  • 24:11 - 24:18
    E há idéias pelas quais o que realmente é o fim do nosso universo,
    poderia de alguma forma ser o início de um novo.
  • 24:23 - 24:30
    Alguns especulam que pode haver uma maneira de
    escapar do nosso universo antes que a entropia apague tudo.
  • 24:33 - 24:38
    Poderíamos criar universos virtuais simulados, ou com energia suficiente,
    criar outro similar ao nosso.
  • 24:43 - 24:49
    Calculamos as equações matemáticas que parecem dizer
    que se você tem um esmagador de átomos
  • 24:49 - 24:53
    que pode concentrar quantidades tremendas
    de energia em um único ponto,
  • 24:53 - 24:58
    talvez você possa abrir um portal, um universo bebê.
  • 25:03 - 25:10
    Enfrentar a morte de tudo o que existe
    talvez seja a sua única possibilidade de fuga.
  • 25:12 - 25:17
    E isso também levanta uma possibilidade
    muito intrigante - pura especulação, é claro,
  • 25:17 - 25:21
    de que talvez qualquer universo que tenha vida inteligente nele
  • 25:21 - 25:26
    criará universos bebês, criará botes salva-vidas
    e proliferará novos universos.
  • 25:26 - 25:29
    [O último buraco negro se evapora]
  • 25:30 - 25:37
    Assim, uma evolução pode acontecer, entre os universos no multiverso.
    A sobrevivência do mais apto, pode ocorrer.
  • 25:38 - 25:44
    e, assim, aqueles universos que não têm
    vida inteligente são inférteis, não têm filhos,
  • 25:44 - 25:48
    mas aqueles universos que têm
    temperaturas amenas, estrelas como o nosso
  • 25:48 - 25:53
    criariam civilizações que poderiam abrir
    novos universos, e eles então proliferariam.
  • 25:59 - 26:06
    Se não há como escapar do universo, então a entropia continuará marchando,
    destruindo os últimos buracos negros supermassivos remanescentes.
  • 26:09 - 26:18
    À medida que o último explode e morre, ele banha o universo em luz uma última vez.
  • 27:24 - 27:31
    Depois de um tempo inimaginável,
    até os buracos negros terão evaporado
  • 27:31 - 27:39
    e o universo não passará de um mar de fótons
    que tenderão gradualmente para a mesma temperatura
  • 27:39 - 27:45
    enquanto a expansão do universo
    os esfria para o zero absoluto.
  • 27:57 - 28:04
    Uma vez que os últimos vestígios das últimas estrelas
    finalmente decaírem para nada,
  • 28:04 - 28:12
    e tudo atingir a mesma temperatura,
    a história do universo finalmente chega ao fim.
  • 28:12 - 28:15
    O TEMPO TORNA-SE INSIGNIFICANTE
  • 28:15 - 28:22
    Pela primeira vez em sua vida o universo será permanente e imutável.
  • 28:22 - 28:28
    A entropia finalmente para de aumentar
    porque o cosmos não pode ficar mais desordenado.
  • 28:28 - 28:33
    Nada acontece, e continua não acontecendo...
  • 28:33 - 28:35
    para sempre.
  • 28:38 - 28:46
    "Tudo tem as suas maravilhas, até a escuridão e o silêncio..
    ...e eu aprendi que, seja qual for o estado em que eu me encontre, nele estarei contente".

    - Helen Keller
  • 28:48 - 28:52
    Produzido por MelodySheep <3
タイトル:
TIMELAPSE OF THE FUTURE: A Journey to the End of Time (4K)
概説:

more » « less
Video Language:
English
Duration:
29:21

Portuguese subtitles

改訂 Compare revisions