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Taxas nominais de juros de equilíbrio no mercado monetário

  • 0:00 - 0:02
    RKA4JL - Olá!
    Tudo bem com você?
  • 0:02 - 0:05
    Você vai assistir agora
    a mais uma aula de economia.
  • 0:05 - 0:11
    Nesta aula vamos conversar sobre o equilíbrio
    das taxas de juros nominais no mercado monetário.
  • 0:12 - 0:14
    Mas antes de falar sobre isso
    é importante lembrar
  • 0:14 - 0:17
    que quando observamos
    um gráfico de oferta e demanda
  • 0:18 - 0:21
    que relaciona a taxa de juros nominais
    com a quantidade de dinheiro
  • 0:21 - 0:26
    teremos uma curva de demanda por moeda
    tendo uma inclinação descendente.
  • 0:26 - 0:30
    Inclusive eu já falei o porquê disso
    em outros vídeos.
  • 0:30 - 0:33
    Agora, o que talvez
    você esteja se perguntando é
  • 0:33 - 0:35
    "Bem, esse é um mercado, certo?
  • 0:35 - 0:38
    Então deve ter algum
    ponto de equilíbrio aqui, não é?"
  • 0:38 - 0:40
    Sim, tem. E para encontrar esse ponto
  • 0:40 - 0:43
    precisamos pensar
    sobre a oferta de dinheiro.
  • 0:43 - 0:47
    Em outros vídeos nós começamos
    a pensar sobre a oferta de dinheiro
  • 0:47 - 0:52
    e em outros momentos vamos pensar
    sobre as diferentes políticas monetárias.
  • 0:52 - 0:59
    Mas em um modelo clássico presumimos
    uma oferta de moeda perfeitamente inelástica.
  • 0:59 - 1:03
    Sabendo disso, vamos traçar uma reta
    vertical para representar isso.
  • 1:03 - 1:07
    Ah, dizer que temos uma oferta de moeda
    perfeitamente inelástica
  • 1:08 - 1:13
    é o mesmo que dizer que a oferta de dinheiro
    não é afetada pela taxa de juros nominal.
  • 1:13 - 1:18
    Portanto, essa é a oferta de dinheiro
    que vou chamar de oferta de dinheiro 1.
  • 1:18 - 1:22
    Onde ela cruza a quantidade de
    dinheiro eu vou colocar M1.
  • 1:22 - 1:26
    Repare nesse ponto
    em que temos uma interseção.
  • 1:26 - 1:29
    Esse é o ponto de equilíbrio
    em nosso mercado monetário.
  • 1:29 - 1:32
    O equilíbrio da taxa
    de juros nominal é bem aqui.
  • 1:32 - 1:35
    Inclusive podemos
    chamar isso de R1.
  • 1:35 - 1:38
    Esse seria o custo de oportunidade
    para manter o dinheiro.
  • 1:38 - 1:42
    Agora é importante dar um aviso aqui:
    esse é o modelo clássico
  • 1:42 - 1:45
    e vamos falar mais sobre isso
    em outros momentos.
  • 1:45 - 1:49
    Inclusive a maioria
    das aulas introdutórias de economia
  • 1:49 - 1:54
    falam sobre esse modelo clássico no qual
    o banco central pode definir a oferta de dinheiro
  • 1:54 - 1:58
    e isso não muda de acordo
    com a taxa de juros nominal.
  • 1:58 - 2:03
    Sendo assim, a taxa de juros nominal
    é basicamente definida por esse ponto de equilíbrio.
  • 2:03 - 2:07
    Agora, no mundo em que vivemos,
    na verdade, acontece o contrário:
  • 2:07 - 2:11
    os bancos centrais realmente
    têm como meta uma taxa de juros nominal
  • 2:11 - 2:15
    e se o Banco Central for capaz de
    atingir essa taxa de juros alvo,
  • 2:15 - 2:18
    isso vai impactar
    a quantidade real de dinheiro.
  • 2:19 - 2:22
    Portanto, mantenha esse pequeno aviso
    em sua mente.
  • 2:22 - 2:26
    Mas em uma aula introdutória de economia
    nós assumimos esse mundo fictício.
  • 2:26 - 2:30
    Agora que temos esse pequeno modelo bem legal
    para o nosso mercado financeiro,
  • 2:30 - 2:35
    vamos pensar sobre o que poderia acontecer
    em diferentes situações.
  • 2:35 - 2:38
    Vamos pensar em uma situação na qual,
    por qualquer motivo,
  • 2:38 - 2:41
    as pessoas perdem a
    confiança na rede elétrica.
  • 2:42 - 2:45
    O que aconteceria com a curva
    de demanda por dinheiro?
  • 2:45 - 2:47
    Eu vou chamar
    essa curva aqui de MD1.
  • 2:47 - 2:50
    Enfim, pause este vídeo
    e pense um pouco sobre isso.
  • 2:51 - 2:54
    Se as pessoas perderem
    a confiança na rede elétrica,
  • 2:54 - 2:59
    o motivo de precaução para reter
    esse dinheiro se torna mais forte.
  • 2:59 - 3:03
    Independentemente de qual seja
    o custo de oportunidade de reter dinheiro,
  • 3:03 - 3:05
    as pessoas gostariam de reter mais.
  • 3:05 - 3:12
    Porque você sabe, talvez elas achem que
    não são capazes de acessar o dinheiro caso falte luz,
  • 3:12 - 3:17
    talvez não possam ir a um caixa eletrônico
    e quem sabe os bancos parem de funcionar.
  • 3:17 - 3:23
    Sendo assim, qualquer que seja a taxa de juros nominal,
    as pessoas vão preferir ter mais dinheiro
  • 3:23 - 3:27
    e isso mudaria a curva de demanda
    por dinheiro para a direita.
  • 3:27 - 3:31
    Inclusive a gente pode chamar
    essa curva aqui agora de MD2.
  • 3:31 - 3:33
    Temos essa mudança para a direita.
  • 3:33 - 3:38
    E então se isso acontecesse, se você tivesse
    esse aumento na demanda por dinheiro,
  • 3:39 - 3:42
    o que aconteceria com o equilíbrio real
    da taxa de juros nominal?
  • 3:43 - 3:45
    Se você olhar
    para esse ponto bem aqui,
  • 3:45 - 3:47
    assumindo que a quantidade
    de dinheiro não mudou,
  • 3:47 - 3:51
    teremos um novo ponto de equilíbrio
    para a taxa de juros.
  • 3:51 - 3:55
    Repare que a taxa de juros nominal
    subiu e isso faz total sentido.
  • 3:55 - 4:01
    Se mais pessoas quiserem manter dinheiro
    para levar essas pessoas a abrirem mão desse dinheiro,
  • 4:01 - 4:04
    é preciso oferecer mais a elas.
  • 4:04 - 4:07
    O custo de oportunidade de manter
    esse dinheiro tem que subir.
  • 4:08 - 4:09
    Agora que já conversamos sobre isso
  • 4:09 - 4:12
    também podemos imaginar
    o cenário inverso, não é?
  • 4:12 - 4:17
    Se por algum motivo as pessoas pensarem
    que é muito menos provável que as luzes se apaguem,
  • 4:17 - 4:20
    ou seja, que a luz acabe,
    elas podem dizer:
  • 4:20 - 4:24
    "Sabe, eu não preciso de tanto dinheiro
    para realizar transações
  • 4:24 - 4:27
    e eu não gosto muito de especulações".
  • 4:27 - 4:31
    Dessa forma, a curva de demanda por dinheiro
    se deslocaria para a esquerda
  • 4:31 - 4:37
    e nessa situação teremos uma redução
    do ponto de equilíbrio da taxa de juros nominal.
  • 4:37 - 4:39
    Enfim, espero
    que você tenha entendido essas ideias,
  • 4:39 - 4:44
    mas é sempre importante compreender
    esses modelos como um grão de areia.
  • 4:44 - 4:48
    Afinal, são simplificações do mundo real,
    especialmente aqui,
  • 4:48 - 4:52
    onde estamos assumindo uma oferta
    de dinheiro perfeitamente inelástica,
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    porque, na verdade,
    não é o caso do mundo real.
  • 4:55 - 5:00
    Mas podemos estudar dessa forma
    para começar a compreender o mercado monetário.
  • 5:00 - 5:03
    Mais uma vez eu quero deixar
    para você um grande abraço
  • 5:03 - 5:05
    e dizer que encontro
    você na próxima!
Titre:
Taxas nominais de juros de equilíbrio no mercado monetário
Description:

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Langue de la vidéo:
Portuguese
Équipe:
Khan Academy
Projet :
Accessibility Brazil
Durée:
05:11

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