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LIFE BEYOND II: The Museum of Alien Life (4K)

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  • 0:17 - 0:19
    Em todo universo,
  • 0:19 - 0:25
    Em todo universo,
    só há uma árvore da vida conhecida.
  • 0:31 - 0:34
    Ela está sozinha?
  • 0:34 - 0:40
    Ela está sozinha?
    Ou é parte de uma vasta floresta cósmica?
  • 0:46 - 0:53
    Imagine um museu
    contendo todo tipo de vida no universo.
  • 0:58 - 1:01
    Quais coisas estranhas este museu teria?
  • 1:16 - 1:19
    O que é possível dentro das leis da natureza?
  • 1:40 - 1:41
    LIFE
  • 1:41 - 1:46
    LIFE BEYOND
  • 1:49 - 1:50
    CAPÍTULO II
  • 1:50 - 1:55
    CAPÍTULO II
    O Museu da Vida Alienígena
  • 2:03 - 2:04
    Para termos qualquer esperança
  • 2:04 - 2:06
    de encontrarmos vida alienígena,
  • 2:06 - 2:07
    temos de saber o que procurar.
  • 2:12 - 2:14
    Mas onde começamos?
  • 2:15 - 2:16
    Como diluirmos
  • 2:17 - 2:18
    um aparentemente infinito
  • 2:18 - 2:20
    pacote de possibilidades?
  • 2:27 - 2:30
    Há uma coisa que temos certeza...
  • 2:31 - 2:32
    A natureza jogará
  • 2:32 - 2:33
    por suas próprias regras.
  • 2:37 - 2:38
    Não importa quão estranha
  • 2:38 - 2:40
    a vida alienígena poderá ser,
  • 2:40 - 2:41
    será limitada
  • 2:41 - 2:43
    pelas mesmas leis físicas
  • 2:43 - 2:45
    e químicas que nós.
  • 2:47 - 2:47
    6
  • 2:47 - 2:47
    6 C
  • 2:47 - 2:47
    6 C0
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    6 CO₂
  • 2:47 - 2:47
    6 CO₂ +
  • 2:47 - 2:47
    6 CO₂ + 6
  • 2:47 - 2:47
    6 CO₂ + 6 H
  • 2:47 - 2:47
    6 CO₂ + 6 H₂
  • 2:47 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O +
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + L
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Lu
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Lu
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Lu
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz →
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂
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    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂O
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂O₆
  • 2:48 - 2:48
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂O₆ +
  • 2:48 - 2:49
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂O₆ + 6
  • 2:49 - 2:49
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂O₆ + 6 O
  • 2:49 - 2:52
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂O₆ + 6 O₂
  • 2:52 - 2:52
    Além disso,
    6 CO₂ + 6 H₂O + Luz → C₆H₁₂O₆ + 6 O₂
  • 2:52 - 2:53
    Além disso,
  • 2:53 - 2:54
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:54
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:54 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅O
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH +
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2C
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ +
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + E
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + En
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Ene
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Ener
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Energ
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:55
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Energi
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:55 - 2:56
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Energia
    cada ambiente alienígena
    limitará ainda mais
  • 2:56 - 2:57
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Energia
    quais tipos de vida poderão evoluir.
  • 2:57 - 2:57
    ⁴⁵⁸ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Energia
    quais tipos de vida poderão evoluir.
  • 2:57 - 2:59
    ⁴⁰⁵⁰ hidrogênio | C₆H₁₂O₆ →2C₂H₅OH + 2CO₂ + Energia
    quais tipos de vida poderão evoluir.
  • 3:07 - 3:09
    Apesar desses limites naturais,
  • 3:09 - 3:12
    as possibilidades são
    espantosas de imaginar.
  • 3:14 - 3:16
    Trilhões de planetas,
  • 3:16 - 3:18
    cada um sendo um caldeirão
    único de químicos,
  • 3:18 - 3:21
    passando por suas próprias
    evoluções complexas.
  • 3:28 - 3:29
    Para guiar nosso pensamento,
  • 3:30 - 3:31
    esse museu da vida alienígena
  • 3:31 - 3:34
    será dividido em duas exibições:
  • 3:36 - 3:36
    Vida como a conhecemos,
  • 3:36 - 3:37
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
  • 3:37 - 3:38
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
    Lar de seres
  • 3:38 - 3:41
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
    com bioquímicas como a nossa.
  • 3:42 - 3:42
    EXIBIÇÃO II
    Vida Como Não Conhecemos
    Bioquímicas exóticas
  • 3:42 - 3:44
    EXIBIÇÃO II
    Vida Como Não Conhecemos
    Bioquímicas exóticas
    E vida como como a não conhecemos.
  • 3:44 - 3:44
    EXIBIÇÃO II
    Vida Como Não Conhecemos
    Bioquímicas exóticas
  • 3:44 - 3:45
    EXIBIÇÃO II
    Vida Como Não Conhecemos
    Bioquímicas exóticas
    Lar de seres
  • 3:45 - 3:48
    EXIBIÇÃO II
    Vida Como Não Conhecemos
    Bioquímicas exóticas
    que desafiam nosso conceito de vida.
  • 3:54 - 3:55
    Antes de mergulharmos
  • 3:55 - 3:57
    nas profundezas do desconhecido,
  • 3:57 - 3:59
    temos de nos perguntar:
  • 4:00 - 4:01
    e se a vida alienígena
  • 4:01 - 4:02
    for mais parecida conosco
  • 4:02 - 4:04
    do que imaginamos?
  • 4:11 - 4:13
    EXIBIÇÃO I
  • 4:13 - 4:15
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
  • 4:15 - 4:15
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
  • 4:15 - 4:16
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
    Se tem algo
  • 4:16 - 4:17
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
    que nos une
  • 4:17 - 4:20
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
    com as demais espécies desse museu,
  • 4:20 - 4:20
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
  • 4:20 - 4:21
    EXIBIÇÃO I
    Vida Como a Conhecemos
    Baseada em carbono e água
    é o carbono.
  • 4:22 - 4:22
    Carbono
  • 4:22 - 4:22
    Carbono⁴
  • 4:22 - 4:22
    S
    Carbono⁴ᵗʰ
  • 4:22 - 4:22
    Pe Pon
    Carbono⁴ᵗʰ e
  • 4:22 - 4:22
    C
    Pes Pon
    Carbono ⁴ᵗʰ el
  • 4:22 - 4:22
    R | C 0
    Peso At Pont
    Carbono ⁴ᵗʰ ele
  • 4:22 - 4:22
    R | C 00
    Peso Atô Ponto
    Carbono ⁴ᵗʰ elem
  • 4:22 - 4:22
    R + 7: | C 006
    Peso Atôm Ponto de
    Carbono ⁴ᵗʰ elemen
  • 4:22 - 4:23
    R + 7:9 | C 006
    Peso Atômi Ponto de Sublima
    Carbono ⁴ᵗʰ elemen
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9 | C 006
    Peso Atômic Ponto de Sublimaç
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 5 | C 006
    Peso Atômico Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais a
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56 | C 006
    Peso Atômico Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abund
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56. | C 006
    Peso Atômico Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abunda
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.2 | C 006
    Peso Atômico Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundan
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁ Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂ Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂. Ponto de Sublimação
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀ Ponto de Sublimação:
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁ Ponto de Sublimação: ³
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:23
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:23 - 4:25
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:25 - 4:25
    R + 7:9: 56.25 | 2º Período
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:25 - 4:26
    R + 7:9: 56.25 | 2º Período
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    O carbono é onipresente,
  • 4:26 - 4:26
    R + 7:9: 56.25 | 2º Período
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:26 - 4:27
    R + 7:9: 56.25 | 2º Período
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:27 - 4:28
    R + 7:9: 56.25 | Bloco p
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    é um dos
  • 4:28 - 4:29
    R + 7:9: 56.25 | Bloco p
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    elementos mais comuns
  • 4:29 - 4:29
    R + 7:9: 56.25 | Grupo 14
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    no universo.
  • 4:29 - 4:30
    R + 7:9: 56.25 | Grupo 14
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:30 - 4:31
    R + 7:9: 56.25 | Grupo 14
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    E é
  • 4:31 - 4:31
    R + 7:9: 56.25 | [He] 2s² 2p²
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    muito bom em formar
  • 4:31 - 4:32
    R + 7:9: 56.25 | [He] 2s² 2p²
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    moléculas grandes e estáveis.
  • 4:32 - 4:33
    R + 7:9: 56.25
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:33 - 4:34
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:34 - 4:35
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:35 - 4:37
    R + 7:9: 56.25 | 2º Período
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:37 - 4:37
    R + 7:9: 56.25 | Bloco p
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:37 - 4:39
    R + 7:9: 56.25 | Bloco p
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    O carbono tem a habilidade rara
  • 4:39 - 4:39
    R + 7:9: 56.25 | Bloco p
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:39 - 4:40
    R + 7:9: 56.25 | Grupo 14
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    de formar ligações de quatro caminhos.
  • 4:40 - 4:41
    R + 7:9: 56.25 | Grupo 14
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:41 - 4:42
    R + 7:9: 56.25 | [HE] 2s² 2p²
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    com outros elementos.
  • 4:42 - 4:42
    R + 7:9: 56.25 | [HE] 2s² 2p²
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:42 - 4:42
    R + 7:9: 56.25 | [HE] 2s² 2p²
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    E de se conectar
  • 4:42 - 4:43
    R + 7:9: 56.25
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:43 - 4:43
    R + 7:9: 56.25
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
  • 4:43 - 4:45
    R + 7:9: 56.25 | C 006
    Peso Atômico: ₁₂.₀₁₁ Ponto de Sublimação: ³⁹¹⁵ ᴷ
    Carbono ⁴ᵗʰ elemento mais abundante
    em cadeias longas e estáveis.
  • 4:46 - 4:47
    Possibilitando a formação
  • 4:48 - 4:51
    de grandes moléculas complexas.
  • 4:56 - 4:59
    Essa versatilidade torna o carbono a peça central
  • 4:59 - 5:01
    na maquinaria molecular da vida.
  • 5:03 - 5:05
    E os mesmos compostos de carbono
  • 5:05 - 5:06
    que usamos foram
  • 5:06 - 5:09
    encontrados longe da Terra,
  • 5:09 - 5:10
    presos em meteoritos.
  • 5:11 - 5:11
    G
  • 5:11 - 5:11
    Gl
  • 5:11 - 5:11
    Gli
  • 5:11 - 5:11
    Glic
  • 5:11 - 5:11
    Glici
  • 5:11 - 5:11
    Glicin
  • 5:11 - 5:12
    Glicina
  • 5:12 - 5:15
    Glicina
    Flutuando em nuvens distantes
  • 5:15 - 5:15
    Glicina
  • 5:15 - 5:16
    Glicina
    de poeira cósmica.
  • 5:16 - 5:18
    Glicina
  • 5:18 - 5:20
    Glicina
    Os blocos construtores da vida,
  • 5:21 - 5:24
    flutuando feito neve pelo universo.
  • 5:30 - 5:32
    E se a vida alienígena ter selecionado outros
  • 5:33 - 5:35
    compostos de carbono para sua bioquímica,
  • 5:36 - 5:38
    terão muitos entre os quais escolherem.
  • 5:40 - 5:41
    Z DNA | B DNA
  • 5:42 - 5:44
    Os cientistas recentemente identificaram
  • 5:44 - 5:46
    mais de um milhão de alternativas
  • 5:46 - 5:48
    possíveis para o DNA...
  • 5:48 - 5:50
    Todas baseadas em carbono.
  • 5:58 - 5:59
    Se descobrirmos
  • 5:59 - 6:01
    outras formas de vida baseadas em carbono,
  • 6:02 - 6:04
    estaremos profundamente relacionados.
  • 6:08 - 6:10
    Serão nossas irmãs cósmicas.
  • 6:13 - 6:15
    Mas se parecerão conosco?
  • 6:20 - 6:22
    Se vierem de planetas parecidos com a Terra,
  • 6:23 - 6:24
    poderemos compartilhar ainda mais em comum,
  • 6:25 - 6:27
    do que apenas nossa bioquímica.
  • 6:30 - 6:31
    Como seria a vida
  • 6:31 - 6:32
    em outros planetas,
  • 6:32 - 6:33
    se tiver evoluído?
  • 6:33 - 6:34
    Seria como
  • 6:35 - 6:37
    a Terra atual?
  • 6:37 - 6:39
    Ou seria algo completamente diferente?
  • 6:40 - 6:41
    Tem aqueles
  • 6:41 - 6:42
    que argumentam que,
  • 6:42 - 6:44
    a partir da ideia da evolução convergente,
  • 6:45 - 6:48
    se as condições em outros planetas forem parecidas com o nosso,
  • 6:48 - 6:50
    então veremos formas de vida bem parecidas:
  • 6:54 - 6:57
    organismos animais e vegetais,
  • 6:57 - 7:00
    que nos pareceriam bem familiares.
  • 7:12 - 7:13
    Na Terra,
  • 7:13 - 7:15
    certas coisas como visão,
  • 7:15 - 7:17
    ecolocalização e voo
  • 7:17 - 7:19
    evoluíram várias vezes,
  • 7:19 - 7:20
    independentemente,
  • 7:20 - 7:22
    em espécies diferentes.
  • 7:24 - 7:26
    Esse processo de evolução convergente,
  • 7:26 - 7:29
    poderia ocorrer em exoplanetas parecidos com a Terra,
  • 7:29 - 7:32
    onde as criaturas compartilham pressões ambientais parecidas.
  • 7:35 - 7:37
    Não há garantia,
  • 7:37 - 7:39
    mas podem haver certas
  • 7:39 - 7:42
    universalidades da vida...
  • 7:44 - 7:46
    Os maiores sucessos da evolução,
  • 7:46 - 7:49
    repetindo-se pelo universo.
  • 7:58 - 7:59
    Cada característica estaria sintonizada
  • 7:59 - 8:02
    com seu ambiente local.
  • 8:03 - 8:04
    Planetas pouco iluminados,
  • 8:04 - 8:08
    produziriam grandes olhos para absorverem mais luz,
  • 8:08 - 8:09
    como mamíferos noturnos.
  • 8:14 - 8:15
    Algumas pessoas foram
  • 8:15 - 8:16
    tão longe a dizer
  • 8:17 - 8:18
    que um organismo parecido com o Humano,
  • 8:19 - 8:19
    humanoides,
  • 8:19 - 8:22
    ocorrerão em outros planetas.
  • 8:26 - 8:27
    A existência de outros
  • 8:27 - 8:29
    organismos iguais aos Humanos,
  • 8:29 - 8:30
    parece improvável,
  • 8:30 - 8:32
    vendo a cadeia longa e complicada
  • 8:32 - 8:33
    de eventos
  • 8:33 - 8:34
    que nos produziu.
  • 8:35 - 8:37
    Mas não podemos deixar de fora.
  • 8:41 - 8:42
    Se apenas um em cada
  • 8:42 - 8:45
    100 trilhões de planetas tipo a Terra produziu
  • 8:45 - 8:46
    uma forma parecida com a Humana,
  • 8:46 - 8:47
    poderiam haver
  • 8:47 - 8:50
    milhares de criaturas iguais a nós lá fora.
  • 9:02 - 9:07
    Mas na verdade, é mais provável que
    encontremos algo menor na cadeia alimentar.
  • 9:10 - 9:11
    A evolução convergente
  • 9:11 - 9:14
    também ocorre em vegetais
  • 9:14 - 9:16
    e a fotossíntese C4
  • 9:16 - 9:17
    surgiu de forma idependente
  • 9:17 - 9:19
    mais de 40 vezes.
  • 9:21 - 9:24
    As plantas alienígenas seriam parecidas com as nossas,
  • 9:24 - 9:26
    ou seriam algo totalmente diferente?
  • 9:37 - 9:37
    Na Terra,
  • 9:38 - 9:39
    as plantas parecem verdes
  • 9:39 - 9:40
    por absorverem
  • 9:40 - 9:41
    as outras ondas luminosas
  • 9:41 - 9:43
    no espectro de luz do Sol.
  • 9:45 - 9:48
    Mas as estrelas tem muitas cores
  • 9:52 - 9:54
    e as plantas alienígenas evoluiriam
  • 9:54 - 9:55
    diferentes pigmentos
  • 9:55 - 9:58
    para se adaptarem no espectro único de seu sol.
  • 10:04 - 10:08
    Plantas que se alimentassem de estrelas mais
    quentes poderiam parecer avermelhadas,
  • 10:08 - 10:11
    ao absorverem a luz azul rica de energia.
  • 10:20 - 10:24
    Ao redor de fracas Anãs Vermelhas,
    a vegetação poderia parecer negra,
  • 10:25 - 10:28
    ao adaptar-se para absorver todas
    as ondas de luz visíveis.
  • 10:45 - 10:48
    A própria Terra pode ter sido púrpura,
  • 10:48 - 10:52
    devido a um pigmento chamado retinal, que foi
    um precursor inicial da clorofila.
  • 10:55 - 10:58
    Alguns acreditam que a simplicidade
    molecular do retinal
  • 10:58 - 11:01
    poderá torná-lo um pigmento mais universal.
  • 11:04 - 11:09
    Se for assim, poderemos descobrir que
    a púrpura é a cor preferida da vida.
  • 11:20 - 11:24
    Mas a cor da vegetação alienígena
    é mais do que uma curiosidade:
  • 11:26 - 11:29
    é informação química que pode
    ser vista a anos luz de distância.
  • 11:35 - 11:39
    As plantas da Terra deixam uma onda
    de assinatura na luz refletida por nosso planeta.
  • 11:40 - 11:43
    Encontrar um sinal parecido de outro
    mundo poderá apontar o caminho
  • 11:44 - 11:45
    de vegetação alienígena.
  • 11:50 - 11:54
    Talvez este será nosso primeiro vislumbre
    de vida alienígena;
  • 11:55 - 11:58
    uma luz vibrante, deixada por
    um mundo distinto.
  • 12:12 - 12:20
    Mas a maior influência na vida não será de sua estrela;
    será de seu planeta natal.
  • 12:21 - 12:23
    O que aconteceria se mudar a
    duração do dia planetário?
  • 12:23 - 12:25
    O que aconteceria se mudar a
    inclinação de um planeta?
  • 12:26 - 12:28
    O que aconteceria ao mudar
    a forma da órbita?
  • 12:28 - 12:31
    O que aconteceria ao mudar
    a gravidade do planeta?
  • 12:34 - 12:39
    Planetas com longas órbitas elípticas
    veriam estações drásticas.
  • 12:41 - 12:45
    Poderiam haver mundos que pareceriam
    mortos por milhares de anos,
  • 12:46 - 12:47
    para então acordarem para a vida.
  • 13:03 - 13:07
    A maioria dos planetas rochosos descobertos até
    agora têm sido massivas "Super Terras".
  • 13:09 - 13:12
    GJ 357 D
    Super Terra
    Distância: ~31 Anos Luz
    Massa: ~7× da Terra
    Temperatura: ~ -53°C
  • 13:13 - 13:15
    Como a vida evoluiria nesses mundos?
  • 13:19 - 13:22
    Nos mares, a gravidade nem importaria.
  • 13:30 - 13:32
    Um planeta de grande gravidade
    não é inteiramente assim.
  • 13:34 - 13:38
    Se estiver no mar, onde toda vida
    começa, mal há gravidade,
  • 13:38 - 13:40
    pois você têm a mesma densidade
    da água ao redor.
  • 13:43 - 13:47
    É quando os animais vão ao
    solo que eles a sentem.
  • 13:52 - 13:54
    Uma grande quantidade de
    força g necessitaria
  • 13:54 - 13:57
    grandes ossos e massa muscular na vida
    complexa no solo.
  • 14:00 - 14:03
    Também precisariam de um sistema
    circulatório mais robusto.
  • 14:05 - 14:11
    E a vida vegetal seria travada pelo custo energético
    de carregar nutrientes numa gravidade maior.
  • 14:17 - 14:21
    Planetas de baixa gravidade perderiam suas
    atmosferas com maior facilidade
  • 14:22 - 14:25
    e não teriam um campo magnético para
    protegê-los dos raios cósmicos.
  • 14:36 - 14:39
    Mas mundos menores poderiam ter oases secretos;
  • 14:46 - 14:49
    grandes sistemas de caverna que
    seriam esconderijos para a vida.
  • 15:03 - 15:06
    Com uma temperatura regular e
    proteção contra raios cósmicos,
  • 15:06 - 15:11
    a vida poderia prosperar no subterrâneo
    em planetas com superfícies letais.
  • 15:27 - 15:33
    Os menores planetas habitáveis possíveis são
    estimados em 2,5% a massa da Terra.
  • 15:35 - 15:38
    Se a vida evoluir na superfície destes mundos,
  • 15:39 - 15:41
    seria uma visão a reverenciar.
  • 15:45 - 15:47
    A vida vegetal cresceria até
    tamanhos de arranha-céus,
  • 15:47 - 15:51
    sendo capaz de carregar nutrientes mais alto,
    devido a baixa gravidade.
  • 15:59 - 16:03
    E sem a necessidade de grandes esqueletos
    e massa muscular,
  • 16:03 - 16:06
    os animais teriam corpos inimagináveis.
  • 16:22 - 16:28
    Apesar de nossa imaginação, grandes formas de vida
    complexas são provavelmente uma raridade cósmica.
  • 16:32 - 16:35
    Aqui na Terra, foram precisos três
    bilhões de anos para a evolução
  • 16:35 - 16:37
    produzir uma vida vegetal e animal complexa.
  • 16:40 - 16:43
    Organismos simples são mais resistentes,
    mais adaptáveis
  • 16:43 - 16:44
    e mais espalhados.
  • 16:48 - 16:51
    A maior coleção no museu
    da vida alienígena
  • 16:51 - 16:54
    provavelmente seria a Sala dos Micróbios.
  • 17:10 - 17:15
    Ainda assim, encontrar o menor micróbio alienígena
    seria uma descoberta profunda.
  • 17:31 - 17:34
    E a vida do tamanho duma mordida
    deixaria uma grande pegada.
  • 17:36 - 17:40
    Como estromatólitos na Terra, camadas de
    micróbios poderiam construir imensos
  • 17:40 - 17:41
    montes de pedra com o tempo.
  • 17:42 - 17:44
    Deixando estruturas de causar calafrios.
  • 17:49 - 17:51
    E em grandes números, alguma bactéria
  • 17:51 - 17:54
    alienígena poderia deixar
    uma bioassinatura distinta,
  • 17:56 - 17:59
    ao exalarem gases que não
    coexistiriam naturalmente:
  • 17:59 - 18:01
    como oxigênio e metano.
  • 18:07 - 18:09
    Há formas de criar oxigênio sem vida.
  • 18:09 - 18:11
    Há formas de criar metano sem vida.
  • 18:11 - 18:13
    Mas ter ambos na atmosfera juntos?
  • 18:13 - 18:17
    É quase impossível a não ser que tenha
    uma biologia fazendo esses gases na superfície.
  • 18:18 - 18:21
    E deixaria uma marca no espectro
    de cores do planeta.
  • 18:23 - 18:26
    Os telescópios espaciais da próxima geração
    poderão encontrar um sinal do tipo,
  • 18:29 - 18:31
    num mundo perto de casa.
  • 18:32 - 18:37
    A estrela mais parecida com o Sol, com um
    exoplaneta parecido com a Terra, na
  • 18:37 - 18:40
    zona habitável provavelmente está
    a apenas 20 anos luz de distância
  • 18:40 - 18:42
    e pode ser visto com o olho nu.
  • 18:46 - 18:52
    Mas podem haver alvos melhores do que
    pequenos planetas iguais a Terra.
  • 18:55 - 19:02
    As Anãs Marrons: pequenas demais para serem
    estrelas, grandes demais para serem planetas.
  • 19:06 - 19:10
    Muitas Anãs Marrons são quentes demais
    para apoiarem a vida como conhecemos.
  • 19:11 - 19:13
    Mas algumas são frias o bastante.
  • 19:14 - 19:15
    WISE 0855-0714
  • 19:15 - 19:15
    WISE 0855-0714
    Subanã marrom
  • 19:15 - 19:15
    WISE 0855-0714
    Subanã marrom
    Distância: 7 Anos Luz
  • 19:15 - 19:16
    WISE 0855-0714
    Subanã marrom
    Distância: 7 Anos Luz
    Massa: 3,10x a de Júpiter
  • 19:16 - 19:23
    WISE 0855-0714
    Subanã marrom
    Distância: 7 Anos Luz
    Massa: 3,10x a de Júpiter
    Temperatura: -50 - -13ºC
  • 19:24 - 19:29
    Todos os principais elementos da vida foram
    detectados em suas atmosferas.
  • 19:32 - 19:36
    E nestas nuvens, algumas camadas
    poderiam ter temperaturas e
  • 19:36 - 19:37
    pressões ideais para habitabilidade.
  • 19:46 - 19:49
    Podem haver planktons
    fotossintéticos nestes céus,
  • 19:50 - 19:52
    mantidos no ar por correntes ascendentes.
  • 19:58 - 20:01
    E com força o bastante, esses ventos
    poderiam até apoiar uma vida maior
  • 20:01 - 20:03
    e mais complexa.
  • 20:06 - 20:07
    Predadores.
  • 20:15 - 20:19
    Há mais de 25 bilhões de Anãs
    Marrons só em nossa galáxia
  • 20:19 - 20:24
    e seus tamanhos as tornarão fáceis
    alvos para estudo.
  • 20:27 - 20:35
    O primeiro espécime que descobriremos do museu
    da vida alienígena talvez nem seja de um planeta.
  • 20:44 - 20:46
    Isso levanta uma questão importante:
  • 20:48 - 20:50
    e se estivermos procurando
    nos lugares errados?
  • 20:53 - 20:55
    E se a natureza tiver outras ideias?
  • 20:59 - 21:01
    EXIBIÇÃO II
  • 21:01 - 21:03
    EXIBIÇÃO II
    Vida Como Não Conhecemos
  • 21:03 - 21:08
    EXIBIÇÃO II
    Vida Como Não Conhecemos
    Bioquímicas Exóticas
  • 21:21 - 21:26
    A maior parte do universo ou é muito frio
    ou muito quente para água líquida e a
  • 21:26 - 21:28
    bioquímica que apoia
    a vida como conhecemos.
  • 21:32 - 21:34
    Mas caso nossos vieses nos confundam,
  • 21:35 - 21:36
    precisaremos lançar uma rede maior.
  • 21:39 - 21:41
    Teremos de procurar pela vida fora
    da zona habitável,
  • 21:42 - 21:45
    em lugares que parecem
    muito hósteis à nós.
  • 21:50 - 21:53
    Ambientes exóticos precisarão
    de bioquímicas exóticas.
  • 21:54 - 21:57
    E enquanto nenhum elemento se iguala a
    versatilidade do carbono,
  • 21:57 - 21:59
    um concorrente fica perto.
  • 22:08 - 22:11
    De cara, o silício parece
    similar com o carbono.
  • 22:13 - 22:17
    Tem as mesmas ligações de quatro caminhos
    e também é abundante no universo.
  • 22:19 - 22:23
    Mas um olhar aproximado mostra que
    eles são falsos gêmeos.
  • 22:27 - 22:32
    As ligações do silício são fracas e menos
    capazes de formarem grandes moléculas complexas.
  • 22:36 - 22:40
    Apesar disso, podem aguentar uma variação
    maior de temperaturas,
  • 22:41 - 22:44
    abrindo possibilidades intrigantes.
  • 22:47 - 22:50
    A vida baseada no átomo de silício
    em vez no do carbono,
  • 22:51 - 22:53
    seria mais resistente ao frio extremo.
  • 22:55 - 22:58
    Possibilitando uma nova área
    de formas estranhas.
  • 23:01 - 23:03
    Mas o silício tem um problema:
  • 23:05 - 23:08
    na presença do oxigênio,
    vira rocha sólida.
  • 23:10 - 23:13
    Para evitar isso, seres de silício
  • 23:13 - 23:16
    poderão ser confinados em ambientes
    sem oxigênio.
  • 23:17 - 23:19
    Como a frígida lua de Saturno, Titã.
  • 23:19 - 23:23
    TITÃ
    Lua de Saturno
    Distância: 1,2 Milhões de Km
    Massa: .023x da Terra
    Temperatura: -129ºC
  • 23:23 - 23:27
    Seus vastos lagos de metano e etano
    líquido podem ser um lugar ideal
  • 23:27 - 23:29
    para a vida baseada em silício
  • 23:29 - 23:31
    ou outras bioquímicas radicais.
  • 23:37 - 23:40
    Sem ampla luz solar, seres em mundos
  • 23:40 - 23:43
    como Titã, provavelmente
    seriam quimiossintéticos.
  • 23:43 - 23:46
    Derivando sua energia ao
    decomporem rochas.
  • 24:02 - 24:04
    Tais formas de vida teriam metabolismos
  • 24:04 - 24:08
    super lentos, com ciclos de vida
    medidos nos milhões de anos.
  • 24:16 - 24:21
    E mundos congelados não são os únicos
    lugares possíveis para uma vida exótica.
  • 24:23 - 24:23
    CoRoT-7B
  • 24:23 - 24:23
    CoRoT-7B
    Super Terra
  • 24:23 - 24:24
    CoRoT-7B
    Super Terra
    Distância: ~520 Anos Luz
  • 24:24 - 24:24
    CoRoT-7B
    Super Terra
    Distância: ~520 Anos Luz
    Massa: -8x da Terra
  • 24:24 - 24:26
    CoRoT-7B
    Super Terra
    Distância: ~520 Anos Luz
    Massa: -8x da Terra
    Temperatura: 1026-1526ºC
  • 24:26 - 24:30
    Em altas temperaturas, ligações de silício
    rígidas pelo oxigênio ficam mais
  • 24:30 - 24:32
    flexíveis e reativas.
  • 24:33 - 24:35
    Causando uma química mais dinâmica.
  • 24:40 - 24:43
    Isso levou à uma proposta bem bizarra:
  • 24:44 - 24:49
    Formas de vida de silício que vivem
    dentro de rocha de silicato derretida.
  • 25:01 - 25:03
    Em teoria, essas formas até podem existir
  • 25:03 - 25:06
    no subterrâneo da Terra, dentro
    de câmaras de magma,
  • 25:06 - 25:08
    como parte de uma biosfera escondida.
  • 25:12 - 25:17
    Se for assim, então os aliens estão
    bem embaixo de nossos narizes.
  • 25:21 - 25:23
    Outras biosferas escondidas
    foram propostas:
  • 25:24 - 25:27
    formas de vida vivendo ao nosso lado
    que nem sabemos que estão aqui.
  • 25:28 - 25:30
    Incluindo uma vida baseada
    em RNA, pequena
  • 25:30 - 25:34
    o bastante para são ser detectada
    por instrumentos existentes.
  • 25:47 - 25:51
    Nuvens de poeira e espaços vazios podem
    ser o último lugar que você esperaria
  • 25:51 - 25:52
    achar algo vivendo.
  • 25:54 - 25:57
    Mas quando a poeira cósmica faz
    contato com o plasma,
  • 25:58 - 25:59
    um tipo de gás ionizado,
  • 25:59 - 26:01
    algo estranho acontece.
  • 26:06 - 26:08
    Em condições simuladas,
    partículas de poeira
  • 26:08 - 26:11
    foram vistas espontaneamente
    se auto organizando
  • 26:11 - 26:14
    em estruturas hélicas que lembram o DNA.
  • 26:19 - 26:22
    Os cristais de plasma até começam
    a exibir um comportamento vivente:
  • 26:24 - 26:28
    replicação, evolução em formas mais
    estáveis e a passagem de informação.
  • 26:36 - 26:39
    Estes cristais podem ser
    considerados seres vivos?
  • 26:42 - 26:49
    Para alguns pesquisadores, eles passam em
    todos os critérios de formas de vida inorgânicas.
  • 26:52 - 26:57
    Até agora, só foram vistos em simulações virtuais.
  • 26:58 - 27:05
    Mas alguns especulam que podemos encontrá-las
    entre as partículas de gelo nos anéis de Urano.
  • 27:12 - 27:16
    O plasma é o estado de matéria mais
    comum no universo.
  • 27:18 - 27:21
    Se cristais de plasma complexos
    e capazes de evoluir existem
  • 27:21 - 27:23
    e se podemos considerá-los vida,
  • 27:23 - 27:25
    poderão ser sua forma mais comum.
  • 27:39 - 27:43
    Ou talvez a vida esteja no
    ambiente oposto:
  • 27:43 - 27:47
    dentro dos corações de
    estrelas mortas.
  • 27:51 - 27:54
    Quando massivos sois explodem,
    alguns colapsam em
  • 27:54 - 27:57
    núcleos ultra densos chamados
    de estrelas de nêutrons.
  • 27:57 - 27:58
    PSR B1509-58
    Estrela de Nêutron
    Distância: 17,000 Anos Luz
    Velocidade de Giro: ~7/segundo
  • 27:58 - 28:02
    Massas gigantescas de núcleos atômicos
    esmagadas feito sardinhas.
  • 28:06 - 28:08
    As condições na superfície são inacreditáveis:
  • 28:09 - 28:12
    a gravidade é cem bilhões de vezes
    mais forte que a da Terra.
  • 28:16 - 28:19
    Mas abaixo da crosta de
    núcleo de ferro há algo estranho:
  • 28:21 - 28:25
    um mar de nêutrons e partículas
    subâtomicas quente e denso.
  • 28:35 - 28:37
    Sem suas cascas de elétrons, estes
  • 28:37 - 28:40
    núcleos obedeceriam leis totalmente
    novas da química,
  • 28:40 - 28:43
    baseadas não na força eletromagnética,
  • 28:43 - 28:45
    mas na força nuclear forte,
  • 28:45 - 28:47
    que conecta os núcleos.
  • 28:50 - 28:52
    Em teoria, estas partículas podem ligar-se
  • 28:52 - 28:55
    para formarem grandes macronúcleos,
    que então poderiam
  • 28:55 - 28:58
    combinar-se em supernúcleos
    ainda maiores.
  • 29:07 - 29:10
    Se for assim, este ambiente confuso
  • 29:10 - 29:12
    mimicaria as condições básicas da vida.
  • 29:12 - 29:17
    Moléculas de núcleos pesados flutuando
    num complexo oceano de partículas.
  • 29:23 - 29:25
    Alguns cientistas proporam o inimaginável:
  • 29:27 - 29:30
    formas de vida exótica flutuando pelo
    estranho mar de partículas,
  • 29:31 - 29:36
    vivendo, evoluindo e morrendo em escalas de tempo
    incompreensivelmente vastas.
  • 29:56 - 30:01
    Provavelmente não há como detectarmos
    tal tipo estranho de vida.
  • 30:03 - 30:08
    Mas pode haver esperança de
    encontrar uma ainda mais exótica.
  • 30:19 - 30:22
    A vida não é algo que deve evoluir naturalmente.
  • 30:26 - 30:27
    Ela pode ser projetada.
  • 30:42 - 30:45
    E uma vez que a inteligência for introduzida
    no processo evolucionário,
  • 30:46 - 30:48
    uma Caixa de Pandora é aberta.
  • 31:06 - 31:10
    Livre das típicas limitações biológicas,
    uma vida sintética e mecânica
  • 31:10 - 31:13
    poderia ser a mais bem
    sucedida de todas.
  • 31:17 - 31:20
    Poderia viver quase em qualquer
    lugar, até no vácuo do espaço,
  • 31:21 - 31:25
    abrindo vastas fronteiras indisponíveis
    para organismos biológicos.
  • 31:32 - 31:37
    E comparado com a velocidade glacial da
    seleção natural, a evolução tecnológica
  • 31:37 - 31:39
    permite um crescimento
    exponencialmente mais rápido,
  • 31:39 - 31:42
    junto da adaptabilidade e resiliência.
  • 31:56 - 31:58
    Em algumas estimativas,
    máquinas autônomas
  • 31:58 - 32:00
    e autorreplicantes
    poderão colonizar
  • 32:00 - 32:04
    toda uma galáxia em pouco menos
    que um milhão de anos.
  • 32:19 - 32:23
    Não podemos prever como uma vida
    hiper inteligente se organizaria,
  • 32:27 - 32:30
    mas em teoria, a evolução convergente
    poderia estar envolvida.
  • 32:32 - 32:35
    As propriedades elétricas
    do silício podem
  • 32:35 - 32:38
    torná-lo uma base universal
    para a inteligência artificial,
  • 32:39 - 32:42
    em compensação por suas
    limitações biológicas.
  • 33:03 - 33:05
    Com todas as suas vantagens em potencial,
  • 33:05 - 33:08
    Com todas as suas vantagens em potencial, a vida artificial
    poderá ser um ponto derradeiro universal:
  • 33:08 - 33:15
    o máximo do processo evolucionário.
  • 33:53 - 33:58
    Enquanto o universo envelhece, talvez
    a inteligência artificial venha a dominar
  • 33:59 - 34:04
    e a vida natural biológica seja vista como
    um mero ponto de partida.
  • 34:10 - 34:12
    Talvez nós lideraremos essa transição
  • 34:13 - 34:15
    e o grande experimento humano
    será um simples
  • 34:15 - 34:20
    primeiro link numa grande cadeia
    intergalática da vida.
  • 34:51 - 35:02
    No fim, ainda somos os únicos seres conhecidos
    do museu da vida alienígena.
  • 35:07 - 35:10
    Para nos conhecermos, teremos de saber:
  • 35:10 - 35:13
    Para nos conhecermos, teremos de saber:
    somos os únicos?
  • 35:27 - 35:32
    Loren Eisley disse que ninguém se conhece até
  • 35:32 - 35:37
    ver seu reflexo no olho de alguém não humano.
  • 35:39 - 35:43
    Um dia esse olho poderá ser o
    de um alienígena inteligente.
  • 35:46 - 35:51
    E quanto antes deixarmos de lado a nossa
    visão pequena da evolução,
  • 35:52 - 35:59
    antes realmente poderemos explorar
    nossas origens e destinos finais.
  • 36:04 - 36:07
    Nós vimos o que pode haver lá fora.
  • 36:10 - 36:13
    E como poderemos encontrar.
  • 36:16 - 36:19
    Há somente uma coisa a fazer.
  • 36:22 - 36:26
    Ir procurar.
  • 36:34 - 36:40
    FEITO POR MELODYSHEEP
Titre:
LIFE BEYOND II: The Museum of Alien Life (4K)
Description:

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Langue de la vidéo:
English
Durée:
38:00

sous-titres en Portuguese, Brazilian

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