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← 12 COVID Autopsy Cases Reveal the TRUTH How COVID Patients Dying - Doctor Explains

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Showing Revision 10 created 07/18/2021 by Lucas Assunção.

  1. Antes que eu inicie eu gostaria de dizer
  2. Se você tem estômago fraco esse
    vídeo não é indicado para você
  3. Porque mostraremos algumas imagens de
    sangue coagulado em pulmões e outros órgãos
  4. Na minha opinião não é nada demais
  5. Mas de qualquer forma gostaria de avisá-lo
  6. Essa é uma continuação do meu último vídeo
  7. Chamado "O que médicos estão aprendendo
    com autópsias em pacientes com COVID"
  8. Logo após publicado o último vídeo,
  9. Em menos de um dia surgiu esse estudo
  10. Publicado no "Annals of Internal Medicine"
  11. Onde colocarei o link na descrição abaixo
  12. E o que fez desse estudo algo
    muito importante foi que
  13. Ele é o primeiro estudo que investigou
    várias autópsias de pacientes mortos
  14. Por COVID.
  15. Não apenas para completarem as autópsias
  16. Mas foram feitas tomografias para escanear
    os corpos, em busca de coágulos sanguíneos
  17. Todos os 12 cadáveres acusaram positivo
    para SARS Coronavírus 2
  18. Por meios do PCR-RT
  19. Agora quero falar que nem todos
    no mundo serão contaminados por COVID
  20. Para os que são infectados
  21. 80% sentirá sintomas leves ou
    nenhum sintoma
  22. Cerca de 15–20% terá pneumonia
  23. Cerca de 4% desenvolverá ARDS ou certos
    problemas respiratórios
  24. E/ou impacto com falência
    múltipla de órgãos
  25. E cerca de 1% morrerá de infecção
  26. Quando estou numa UTI e alguém morre,
  27. É de fato péssimo
  28. Às vezes as autópsias devem ser feitas
  29. Independentemente do consentimento
    da família
  30. Quando se é uma questão jurídica
  31. Em raras circunstâncias pedimos
    autorização às famílias
  32. Para realizarmos uma autópsia
  33. A maioria das famílias recusa a opção
    para a autópsia
  34. Mas durante a pandemia
  35. É especialmente importante que as
    autópsias sejam feitas
  36. Porque elas nos entregam
    informações valiosas
  37. Especialmente quando ainda sabemos
    pouquíssimo a respeito do COVID,
  38. Especialmente quando pode se
    apresentar em diversas formas.
  39. Nesse estudo feito na Alemanha,
  40. Autópsias que foram prescritas em
    pacientes que morreram de COVID
  41. E para as famílias que foram vítimas
    do COVID,
  42. Minhas condolências.
  43. Ainda estamos descobrindo porque
    alguns reagem tão mal
  44. Quando contraem o vírus
  45. Enquanto outros reagem bem
  46. E também aqueles que estão no meio disso.
  47. O ponto desse vídeo não é assustar
    as pessoas.
  48. O ponto é aprender sobre a doença
  49. Para que finalmente haja benefício por
    esse aprendizado
  50. Com esperança de desenvolver opções de
    tratamentos que reduzam a morbilidade
  51. E mortalidade.
  52. Em outras palavras, salvar vidas
  53. O objetivo desse vídeo é educar a mim
  54. E aos outros sobre o que
    estamos aprendendo
  55. Apresentando toda a verdade
    médica ao povo.
  56. Nesta pesquisa foram um total de
    12 pacientes, 9 homens e 3 mulheres
  57. Com a média de 73 anos de idade.
  58. Todos tinham algum tipo de condição médica
    pré-existente
  59. A maioria deles tinha obesidade e/ou
    doença cardíaca implícita
  60. Como Doença Arterial Coronária.
  61. Alguns tinham diabetes
    tipo 2, hipertensão,
  62. Doença Arterial Periférica, Asma
  63. Doença Crônica Pulmonar.
  64. Testes iniciais de laboratório revelaram
    níveis elevados de Dímero-D
  65. Lactato Desidrogenase ou LDH
  66. E Proteína C-Reativa ou CRP.
  67. Todas as anteriores são marcadores não
    específicos de inflamação
  68. Também há Trombocitopenia
    leve em alguns pacientes
  69. Significando queda do número de plaquetas.
  70. Isso não é uma descoberta incomum
    em pacientes que estão em estado crítico.
  71. Também foram examinados níveis
    do vírus RNA
  72. Utilizando estudos do PCR-RT.
  73. Todos os 12 pacientes tiveram
    SARS Coronavírus2 RNA nos pulmões.
  74. 9 dos 12 tiveram na garganta
  75. E 6 tiveram em sua corrente sanguínea
  76. 5 pacientes tiveram o vírus RNA em
    outros tecidos
  77. Como coração, fígado, cérebro e rins
  78. Não tiveram apenas o vírus, mas os
    níveis eram altos nesses tecidos
  79. Comparados com o sangue.
  80. Essa é uma imagem de outra autópsia
  81. Que não foi usada nessa estudo
  82. Onde o vírus foi visto nos rins
  83. Utilizando um microscópio eletrônico.
  84. Então, o que isso está nos dizendo?
  85. Diz que o vírus está vinculado com os
    receptores H2 naqueles órgãos.
  86. Então, em alguns que morreram de COVID
  87. Tiveram o vírus em outros órgãos
    além dos pulmões.
  88. Mas -e é um grande 'mas'-
  89. Eles não morreram como resultado do
    vírus estando em diferentes órgãos.
  90. Morreram em resultado à complicações
    pulmonares.
  91. Também um importante aprendizado disto
  92. É que todos os 12 tiveram em seus pulmões
    e 9 dos 12 tiveram em sua garganta.
  93. Quando é feito a coleta pela garganta
    em alguém que tem COVID
  94. O vírus talvez não esteja lá,
  95. E esse é outro motivo pelo qual você
    pode ter um teste falso negativo.
  96. Também fizeram tomografias pós morte
    nesses pacientes
  97. A qual demonstrou padrões misturados
    de infiltrações reticulares
  98. Em severas consolidações densas
    em ambos os pulmões.
  99. Essa tomografia é de um paciente
    com Pneumonia COVID
  100. Não desse estudo que estamos falando agora
  101. Porém, demonstrando basicamente
    a mesma coisa
  102. Ambos pulmões tem larga consolidação,
  103. Opacidades de vidro fosco, que representa
    uma grande inflamação
  104. Esse são também reconhecidos como
    infiltrados pulmonares
  105. Pode-se notar diferenças, comparando-os
    com tomografias normais do peitoral
  106. As quais não há infiltrados pulmonares
  107. Em 4 dos 12 casos,
  108. Uma gigantesca embolia pulmonar,
    significando imensos coágulos sanguíneos
  109. Nas artérias pulmonares
  110. Foi a causa da morte
  111. Em outros 3 dos 12 casos
  112. Tiveram coágulos em veias
    espessas das pernas
  113. Sendo Trombose Venosa Profunda
  114. Sem apresentar embolismo pulmonar
  115. Então, 6 dos 9 homens tiveram coágulos nas
    veias que envolvem a glândula da próstata
  116. Em todos os 12 casos
  117. A causa da morte foi
    encontrada nos pulmões
  118. Ou no sistema vascular pulmonar
  119. Significando imensos coágulos nas
    artérias pulmonares.
  120. Para os que não morreram tendo uma grande
    embolia pulmonar
  121. Morreram por extensa inflamação
    nos pulmões, sendo pneumonia com ARDS.
  122. Nesses casos os pulmões
    estavam úmidos e pesados
  123. Bem como uma esponja saturada de água.
  124. As superfícies dos pulmões muitas vezes
    tinham padrões fragmentados distintos
  125. Com áreas pálidas
  126. Alternando com saliência
    leveza e firmeza,
  127. Profundo azul avermelhado, áreas
    hiper captalizadas
  128. Esse é o indicativo de
    áreas de intensa inflamação
  129. Com disfunção endotelial que pode visto
    no nível do microscópio
  130. Quando viram partes dos pulmões
    no microscópio
  131. Encontraram dano alveolar difuso em
    8 de 12 casos.
  132. Viram especificamente formações
    de membrana hialina,
  133. Pequenos coágulos capilares,
  134. E capilares que estavam saturados com
    hemácias e outras inflamações descobertas.
  135. Todas essas descobertas representam ARDS.
  136. Também encontraram linfócitos,
    um tipo de glóbulos brancos
  137. Que infiltraram esses tecidos específicos.
  138. Isso encaixa com a imagem do
    vírus patogênese.
  139. Também olharam para a faringe
    desses pacientes, a garganta
  140. O revestimento da garganta
  141. Onde a mucosa estava hiperêmica, que
    significa muita vermelhidão e irritada
  142. E no microscópio viram linfócitos
    invadindo também ali
  143. Mais uma vez o que consiste com a
    infecção viral.
  144. Em um caso, um paciente teve
    linfócitos invadindo seu coração
  145. Concluindo que há consistência
    no que chamamos de miocardite viral.
  146. Em outras palavras, houve
    infecção viral no coração
  147. Mais que a metade dos pacientes
    desse estudo tiveram grandes coágulos
  148. Um terço dos pacientes tiveram embolia
    pulmonar como causa direta de morte
  149. Os outros morreram de inflamação severa
    em seus pulmões
  150. Decorrente de pneumonia e ARDS
  151. Estudos recentes mostram que cerca de
    um terço dos pacientes com COVID intensa
  152. Tem coágulos sanguíneos
  153. Outro estudo com 191 pacientes
    com COVID-19
  154. Metade dos que morreram tiveram coágulos
  155. Comparado com os 7% dos sobreviventes
  156. E níveis de Dímero-D que
    foram maiores que 1 mil
  157. Foram associados com um desfecho fatal
  158. Está bem claro agora que o
    Vírus SARS COV2
  159. Está causando várias mutações e
    balanceando graves ramificações de COVID
  160. Mas como isso acontece?
  161. É como razões combinadas
  162. Devem trabalhar com baixa regulagem
    do receptor H2 no alvéolo pulmonar
  163. Com uma alteração subsequente tendo mais
    angiotensina 2 nos pulmões
  164. E menos angiotensina 1–7,
  165. Menos angiotensina 1 – 9 nos pulmões
  166. Quando isso acontece, leva para mais
    tempestade de citocina com mais inflamação
  167. Mais constrição das artérias pulmonares
  168. E mais coágulos desenvolvidos.
  169. Em termos, leva a mais
    disfunção endotelial
  170. Nos capilares que envolve o alvéolo
  171. Também há evidências de que o vírus se une
    aos receptores ACE2
  172. Das células endoteliais
    que alinha aos capilares
  173. Que propagará mais inflamação e coagulação
  174. Na tempestade de citocina
    que ali se desenvolve
  175. Okemo kine de Randy se une ao receptor
    CCR5
  176. Dos linfócitos CD4 e CD8
  177. E resulta que linfócitos infiltrarem essas
    áreas de inflamação
  178. E fazendo que colabore mais em direção
    a reações inflamatórias
  179. Por isso vemos baixos níveis
    de linfócitos CD4 e CD8
  180. E COVID grave
  181. Dano endotelial pode ser levado
  182. Ao desenvolvimento da Síndrome do
    anticorpo Antifosfolipídeo
  183. E esses anticorpos são maus
  184. Porque eles acionam a formação de coágulos
  185. Por isso pacientes que possuem coágulos
  186. Com o diagnóstico de síndrome
    do anticorpo antifosfolipídeo
  187. Precisam de anticoagulantes
  188. Além disso, 11 dos 12
    pacientes nesse estudo
  189. Tiveram doenças cardíacas
    subjacentes e eram obesos
  190. Esses são fatores de riscos reconhecidos,
    não apenas para doenças cardiovasculares
  191. Mas também fatores de riscos reconhecidos
    para disfunção endotelial em nosso
  192. Conhecimento de fatores de
    risco para COVID
  193. O endotélio é mais suscetível ao dano
    baseado no fator de risco cardiovascular
  194. Assim como homens de 45 anos ou mais
  195. Mulheres de 55 anos ou mais
  196. Tabagismo, hipertensão, colesterol alto
  197. Diabetes, obesidade e falta
    de atividade física.
  198. Os maiores aprendizados descobertos
    nesse estudo
  199. É que a maioria das
    pessoas que morrem de COVID
  200. Vem em primeiro problemas pulmonares
  201. Correlacionados a inflamação com ARDS
  202. E/ou coágulos sanguíneos
  203. Embora que anticoagulantes não são a
    cura para COVID de fato
  204. Eles têm o potencial de salvar vidas
  205. A complicação está em descobrir quem
    poderia desenvolver coágulos
  206. E a quem devemos dar anticoagulantes?
  207. E qual anticoagulante devemos dar?
  208. E se devemos usar altas dosagens de
    anticoagulantes?
  209. Ou só baixas dosagens profiláticas?
  210. Para mais questões complexas,
  211. É frequentemente difícil diagnosticar
    coágulos em pacientes hospitalizados
  212. Mesma antes que o COVID venha surgindo
  213. Geralmente é fácil diagnosticar grandes
    varizes nas veias das pernas
  214. Notando DVT (trombose)
  215. Fazendo um ultrassom nas pernas,
  216. Embora que o ultrassom não é 100% preciso
  217. A forma que normalmente diagnosticamos
    embolia pulmonar,
  218. É realizando tomografia do tórax
  219. Enquanto isso, no mesmo tempo fornecendo
    contraste intravenoso
  220. Que é chamado de 'CT Angio'
  221. Ou 'CT A' do tórax
  222. São grandes as desvantagens
    de realizar isso:
  223. 1- Você precisa transportar um paciente
    para a ressonância magnética
  224. E às vezes os pacientes não estão estáveis
    o suficiente para o tal.
  225. 2- Você corre o risco de o vírus se
    espalhar pelo hospital
  226. Enquanto transporta o paciente,
  227. E também será mais exigido o uso de EPI.
  228. 3- Ressonâncias magnéticas exigem altas
    doses de radiação
  229. 4- Existem risco de dar a alguém
    contrastes intravenosos
  230. Assim como risco de sérias
    reações alérgicas
  231. E risco de causar algum dano nos rins
  232. Acima disso, a tomografia do tórax só pode
    captar os grandes coágulos
  233. Então poderá não será visto
    pequenos coágulos que estão lá
  234. Nesse momento mais e mais hospitais
  235. Estão dando altas doses de anticoagulantes
    em pacientes com COVID
  236. Que tem doenças severas
  237. Embora que não foram diagnosticados
  238. Com coágulos
  239. Mas, e os pacientes que reagiram
    melhor com COVID?
  240. Deveriam tomar anticoagulantes, ou talvez
    baixa dose deles?
  241. Ou deveriam tomar antiplaquetário?
  242. Como aspirina, dosando de
    81 mg à 162 mg?
  243. Ou doses de 325 mg?
  244. Ou o público geral deveria tomar baixas
    doses de aspirina, como 81 mg
  245. No sentido de ajudar a prevenção
    de coágulos se formarem
  246. Caso contraiam COVID
  247. Ou só é correto pessoas que estão
    no grupo de risco do COVID,
  248. Elas deveriam tomar aspirina?
  249. Essas são perguntas
    que não sabemos as respostas
  250. São necessários muitos estudos
    para obtermos respostas
  251. Porque não apenas obter o necessário
    para sabermos que há benefícios em obter
  252. Precisamos saber que esses benefícios
  253. Vão ultrapassar os riscos
  254. Como o risco de hemorragia
  255. Logo há outras drogas que agora
    estão em observação
  256. E randomizando testes de controle.
  257. Em breve veremos resultados iniciais
  258. O que realmente sabemos em favor
    de progredir os capilares endoteliais
  259. E minimizar as chances de ter fortes
    doenças caso contraia COVID
  260. Você deseja realizar muitas coisas
  261. Como se exercitar, comer saudável
  262. Ter um bom sono, reduzir o estresse
  263. Parar de fumar
  264. E vaporizadores? Também não é legal
  265. Mas não tão ruim quanto cigarro
  266. Alto consumo de álcool também não é legal
  267. Ter controle de suas visitas médicas, caso
    tenha diabetes ou hipertensão
  268. Bronquite, asma, alergias, qual
    seja o caso
  269. E a vitamina D? Certamente ótimo,
  270. Porém, fica num próximo tópico,
    Que devo colocar no próximo vídeo
  271. Porque há muito o que apresentar
  272. E possivelmente também
    sobre outras vitaminas
  273. Caso você tenha deficiência
    em alguma vitamina.
  274. Para realizarmos esse vídeo, inscreva-se
    no canal e acione as notificações
  275. Para ser notificado quando
    outro vídeo for ao ar
  276. Quero apresentar muitos tópicos
    porém, o tempo é curto
  277. Entao, te vejo no próximo.