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← Mostre-me os Dados: Tornando-se um Expert em si mesmo | Talithia Williams | TEDxClaremontColleges

A palestra da Dra. Talithia Williams explora como cada um de nós pode começar a coletar dados sobre nós mesmos, que podem fornecer uma visão de nossa própria saúde.

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11 Languages

Showing Revision 12 created 07/23/2015 by Tulio Leao.

  1. Quando criança, eu sempre
    adorava informações
  2. que eu podia obter a partir de dados
  3. e de histórias que podiam
    ser contadas com números.
  4. Lembro-me que, conforme crescia,
    me sentia frustrada
  5. por como meus próprios pais
    mentiam para mim usando números.
  6. "Talithia, eu já disse uma vez,
    e já disse mil vezes."
  7. Não, pai, você me disse apenas 17 vezes
  8. e em duas delas não foi minha culpa.
    (Risos)
  9. Eu acho que por isso
    me tornei PhD em Estatística.
  10. Eu sempre quis saber
  11. o que as pessoas estão
    escondendo com números?
  12. Como uma Estatista,
  13. eu quero que as pessoas
    me mostrem os dados
  14. para que eu possa decidir sozinha.
  15. Donald e eu estávamos grávidos
    de nosso terceiro filho
  16. e estávamos com cerca
    de 41 semanas e meia,
  17. o que muitos de vocês chamam
    de estar atrasada.
  18. Nós estatísticos, chamamos isso
  19. de estar dentro do intervalo
    de 95% de confiança.
  20. (Risos)
  21. Nesta altura do processo
  22. precisávamos ir ao médico a cada dois dias
  23. para fazer um teste de estresse no bebê,
  24. e isso é pura rotina,
  25. o teste verifica se o bebê
    está sob algum tipo de estresse excessivo.
  26. E você raramente, ou nunca,
    vê o seu médico,
  27. mas sim quem estiver por acaso
    trabalhando no hospital naquele dia.
  28. Então fomos fazer o teste
    e depois de 20 minutos
  29. o médico aparece e diz:
  30. "Seu bebê está sob estresse,
    precisamos induzir o parto."
  31. E, como uma estatista,
    qual a minha resposta?
  32. Mostre-me os dados!
  33. Então ele prossegue nos dizendo
  34. que monitorou o ritmo cardíaco
    do bebê por 18 minutos,
  35. que o ritmo estava na faixa normal,
  36. e que por dois minutos estava
    no que parecia ser
  37. a minha faixa de ritmo cardíaco,
    e então eu disse:
  38. "É possível que talvez
    esse fosse o meu ritmo cardíaco?
  39. Eu estava me mexendo um pouco,
  40. é difícil ficar deitada
    de barriga para cima
  41. por 20 minutos,
    numa gravidez de 41 semanas.
  42. Talvez eu estivesse me mexendo."
  43. Ele disse: "Bem, não queremos arriscar."
  44. Eu disse: "Ok",
  45. e depois: "E se eu estivesse grávida
    de 36 semanas
  46. com esses mesmos dados?
  47. Você decidiria induzir o parto?"
  48. "Bem, não, eu esperaria
    até que você estivesse de pelo menos
  49. 38 semanas, mas você está de quase 42,
  50. não há motivo
    para deixar o bebê aí dentro,
  51. vamos achar uma sala para você."
  52. Eu disse: "Ok, ..."
  53. Eu disse: "Bem, sabe...
  54. por que não fazemos o teste outra vez?
  55. Podemos coletar mais dados.
  56. Eu posso tentar ficar bem quieta
    por 20 minutos.
  57. Fazemos uma média dos dois testes e vemos
  58. o que ela significa."
    (Risos)
  59. E ele diz:
  60. "Senhora, eu não quero
    que a senhora tenha um aborto."
  61. Então somos três.
  62. E ele diz então:
  63. "Suas chances de ter um aborto dobram
  64. quando você passa da data prevista.
    Vamos achar uma sala para você."
  65. Uau. Então agora como uma estatista,
    qual a minha resposta?
  66. Mostre-me os dados!
  67. Cara, você fala de chances,
  68. eu lido com chances o dia todo,
    eu entendo disso.
  69. Vamos falar de chances.
    (Risos)
  70. Vamos falar de chances.
  71. Então eu digo: "Ok, ótimo.
  72. Eu saio de 30% de chance
    para 60% de chance?
  73. Onde estamos agora
    nesse negócio de aborto?"
  74. E ele responde: "Não tanto,
    mas a chance dobra,
  75. e realmente queremos
    o melhor para o bebê."
  76. Destemida, eu tento um novo ângulo.
  77. Eu digo: "Ok, de cada mil
    mulheres grávidas,
  78. quantas delas abortam
  79. ligeiramente antes da data prevista?"
  80. Ele olha para mim,
    olha para Donald, e diz:
  81. "Cerca de uma a cada mil".
  82. Eu prossigo: "Ok, dessas mil mulheres,
  83. quantas abortam ligeiramente
    depois da data prevista?"
  84. "Aproximadamente duas."
    (Risos)
  85. Eu digo: "Então você está
    me dizendo que minha chance
  86. sai de 0,1%
  87. para 0,2%."
  88. Bem, neste ponto os dados
    não nos convencem
  89. que precisamos induzir o parto,
  90. e então continuamos conversando
  91. sobre como induções de parto aumentam
  92. a taxa de cesarianas, e se possível,
    queríamos evitar uma.
  93. E então eu digo:
  94. "E eu nem tenho certeza de que
    minha data prevista está correta."
  95. (Risos)
  96. E isso o chocou de verdade
  97. e ele parecia meio confuso
  98. e eu disse: "Você talvez não saiba,
  99. mas a data prevista é calculada
  100. presumindo-se um ciclo menstrual
    padrão de 28 dias,
  101. e o meu ciclo varia —
  102. às vezes é de 27 dias,
    e às vezes de até 38 dias —
  103. e eu tenho coletado dados para provar.
  104. (Risos)
  105. Nós acabamos saindo do hospital
    naquele dia, sem induzir o parto.
  106. Na verdade tivemos que assinar um termo
    de responsabilidade para poder sair.
  107. Eu não estou defendendo que vocês
    não ouçam seus médicos,
  108. até porque com nosso primeiro filho,
  109. induzimos o parto em 38 semanas;
    havia pouco fluído cervical.
  110. Eu não sou contra intervenções médicas.
  111. Mas por que estávamos confiantes
    em sair naquele dia?
  112. Bem, tínhamos dados
    que contavam outra história.
  113. Vínhamos coletando dados por seis anos.
  114. Eu tinha os dados de temperatura
  115. que contavam outra história.
  116. De fato, podíamos estimar
    com certa precisão a data de concepção.
  117. É, essa é uma história para se contar
  118. na festa de casamento dos seus filhos.
    (Risos)
  119. Eu me lembro como se fosse ontem.
  120. Minha temperatura
    era de escaldantes 36,5ºC
  121. enquanto eu olhava nos olhos do seu pai.
    (Risos)
  122. É. Mais 22 anos
    e aí nós contamos essa história.
  123. Mas estávamos confiantes em sair
    porque vínhamos coletando dados.
  124. Agora, como são esses dados?
  125. Aqui está um gráfico padrão
  126. da temperatura do corpo
    de uma mulher ao acordar
  127. ao longo de um ciclo menstrual.
  128. Do início de um ciclo menstrual
    até o início do próximo.
  129. Vocês vão ver que a temperatura
    não é aleatória.
  130. Claramente há um padrão mais baixo
  131. no início do ciclo
  132. e adiante há um salto
    e um conjunto de temperaturas mais altas
  133. no final do ciclo.
  134. O que está acontecendo aqui?
  135. O que os dados estão dizendo?
  136. Bem, moças, no início de nossos ciclos,
  137. o hormônio estrogênio
    é dominante, e este estrogênio
  138. causa uma diminuição
    da temperatura do corpo.
  139. Na ovulação, o ovário libera um óvulo
  140. e a progesterona assume
    o papel dominante, pró-gestação.
  141. E então seu corpo aumenta
    a temperatura, na expectativa
  142. de hospedar este novo óvulo fertilizado.
  143. Então por que a temperatura aumenta?
  144. Bem, pense no caso de um pássaro
    que senta sobre os ovos.
  145. Por que sentar neles?
  146. Para mantê-los aquecidos,
  147. protegê-los e mantê-los aquecidos.
  148. Moças, é exatamente
    o que nossos corpos fazem todo mês,
  149. eles aumentam a temperatura na esperança
  150. de manter uma nova vida aquecida.
  151. E se nada acontece, se você não engravida,
  152. o estrogênio retoma o controle
    e o ciclo todo recomeça.
  153. Mas se você ficar grávida mesmo,
  154. podemos às vezes
    ver outra mudança de temperatura
  155. e ela permanece elevada
    durante os nove meses.
  156. É por isso que vemos mulheres grávidas
    suando e com calor,
  157. é porque as temperaturas delas
    estão altas.
  158. Aqui está um gráfico que tivemos
    três ou quatro anos atrás.
  159. Estávamos muito animados com este gráfico.
  160. Vocês podem ver a temperatura baixa
  161. e uma mudança, e por cerca de cinco dias,
  162. que é o tempo que o óvulo leva para chegar
  163. até as tubas uterinas, e se fixar,
  164. e então vemos as temperaturas
    começarem a aumentar um pouquinho.
  165. E de fato, tivemos uma segunda
    mudança de temperatura,
  166. confirmada com um teste de gravidez
    de que realmente estávamos grávidos
  167. com nosso primeiro filho,
    muito empolgante.
  168. Até que alguns dias depois
  169. vi um pequeno sangramento
    e depois um fluxo grande de sangue,
  170. e de fato perdemos o bebê
    logo no início da gravidez.
  171. Se eu não viesse medindo minha temperatura
  172. eu com certeza pensaria que apenas
    minha menstruação tivesse atrasado,
  173. mas tínhamos dados reais que mostravam
  174. que perdemos esse bebê,
  175. e mesmo que esses dados revelassem
    um evento realmente infeliz,
  176. era uma informação que podíamos
    levar ao nosso médico.
  177. Se houvesse algum problema,
    talvez de fertilidade,
  178. eu tinha dados a mostrar:
  179. Do tipo "Veja, engravidamos,
    a temperatura mudou,
  180. perdemos o bebê por alguma razão.
  181. O que podemos fazer para
    ajudar a prevenir esse problema?"
  182. E não é apenas sobre as temperaturas
  183. e não é apenas sobre a fertilidade;
  184. os dados sobre nós mesmos podem ser
    usados para nos dizer muita coisa.
  185. Por exemplo, vocês sabiam que medir
    a sua temperatura pode dizer muito
  186. sobre a saúde da sua tireoide?
  187. A tireoide funciona de forma parecida
    com o termostato da sua casa.
  188. Há uma temperatura ideal
    que você deseja dentro da sua casa;
  189. você ajusta o termostato.
  190. Quando sua casa fica fria demais
    seu termostato é acionado
  191. e avisa: "Ei, precisamos
    esquentar isso aqui".
  192. Ou, se esquentar muito,
    seu termostato indica:
  193. "Ligue o ar condicionado! Dê um esfriada."
  194. É exatamente como a tireoide
    funciona no seu corpo.
  195. Sua tireoide tenta manter
    a temperatura ideal para seu corpo.
  196. Se ele esfria muito, a tireoide diz:
    "Ei, precisamos esquentar."
  197. Se ele esquenta muito, ela o resfria.
  198. Mas o que acontece quando sua tireoide
    não está funcionando direito?
  199. Quando ela não funciona, isso aparece
  200. nas temperaturas do seu corpo,
  201. que tendem a ficar abaixo do normal
    ou muito irregulares.
  202. E ao coletar esses dados
  203. você pode descobrir informações
    sobre sua tireoide.
  204. Agora, se você tivesse
    um problema de tireoide
  205. e fosse a um médico, ele iria examinar
  206. a quantidade de hormônio estimulante
    da tireoide no seu sangue.
  207. Ótimo. Mas o problema desse exame
  208. é que ele não diz o quão ativo
    o hormônio está no seu corpo.
  209. Você pode até ter muito hormônio,
  210. mas ele pode não estar atuando
    para regular a temperatura do corpo.
  211. Ao medir sua temperatura todo dia,
  212. você tem informação sobre
    a condição da sua tireoide.
  213. Mas e se você não quer medir
    sua temperatura todo dia?
  214. Eu defendo que você o faça,
  215. mas há muitas outras coisas
    que você pode medir.
  216. Você pode medir sua pressão arterial,
    pode medir seu peso —
  217. é, quem está a fim
    de medir o peso todo dia?
  218. (Risos)
  219. No início do nosso casamento,
    o Donald teve uma congestão nasal
  220. e ele vinha tomando
    uma série de medicamentos
  221. para tentar aliviar a congestão, em vão.
  222. Então, numa noite, ele me acorda e diz:
  223. "Querida, eu não consigo
    respirar pelo nariz."
  224. Eu rolo na cama, olho para ele e digo:
    "Bem, você consegue respirar pela boca?"
  225. (Risos)
  226. E ele diz: "Sim, mas não consigo
    respirar pelo nariz!"
  227. E como uma boa esposa, eu o levei
  228. ao pronto atendimento.
  229. Às duas horas da manhã.
  230. E o caminho todo,
    eu dirigia e pensava:
  231. "Você não pode morrer agora.
  232. Nós acabamos de nos casar,
  233. vão pensar que eu matei você!"
    (Risos)
  234. E então, chegamos ao pronto atendimento,
    e a enfermeira nos atende,
  235. e ele não conseguia respirar pelo nariz,
  236. então ela nos levou
    até o médico, que disse:
  237. "Qual é o problema?"
  238. Ele diz: "Não consigo
    respirar pelo nariz."
  239. O médico diz: "Você não consegue
    respirar pelo nariz?"
  240. Não, mas ele consegue respirar pela boca.
    (Risos)
  241. Ele dá um passo para trás,
    olha para nós dois
  242. e diz: "Senhor, acho que sei
    qual é o problema.
  243. Você está tendo um ataque cardíaco."
  244. Vou pedir um eletro e uma tomografia
  245. para você imediatamente."
  246. E nós pensando: "Não, não, não.
    Não é um ataque cardíaco."
  247. Ele consegue respirar, só que é pela boca.
  248. Não, não, não, não, não.
  249. Então continuamos discutindo
    com esse médico
  250. porque achávamos que aquele
    diagnóstico estava incorreto,
  251. e ele dizia: "Não, sério,
    vai ficar tudo bem, acalmem-se."
  252. E eu pensando, como posso me acalmar?
  253. Mas não acho que ele esteja
    tendo um ataque cardíaco.
  254. E para nossa sorte, este médico
    estava terminando seu expediente.
  255. E então um novo médico apareceu,
    viu claramente nossa agitação,
  256. com um marido que não conseguia
  257. respirar pelo nariz.
    (Risos)
  258. E ele começa a nos fazer perguntas.
  259. Ele pergunta: "Vocês dois se exercitam?"
  260. "Andamos de bicicleta,
    e vamos à academia...
  261. ...ocasionalmente
  262. (Risos)
  263. Nos movimentamos."
  264. E ele diz: "O que vocês
    estavam fazendo antes de vir para cá?"
  265. Pensei: "Eu estava dormindo, de verdade."
  266. Mas tudo bem, o que Donald
    estava fazendo?
  267. Donald então falou da série
    de medicamentos que estava tomando.
  268. Ele disse: "Tomei esse descongestionante
    e depois este spray nasal."
  269. E de repente uma lâmpada
    acendeu em sua cabeça:
  270. "Ah, você não pode nunca misturar
    esse descongestionante com esse spray.
  271. Entope sua respiração sempre.
    Aqui, tome este então."
  272. Ele nos deu uma prescrição.
  273. Nós ficamos nos olhando,
    e eu olhei para o médico,
  274. e disse: "Por que parece que você
  275. conseguiu diagnosticar
    corretamente o problema,
  276. mas o médico anterior queria pedir
  277. um eletro e uma tomografia?"
  278. Ele nos olhou e disse:
  279. "Bem, quando um homem de 160 Kg entra
    aqui sem conseguir respirar,
  280. presumimos que esteja tendo
    um ataque cardíaco,
  281. e fazemos perguntas só depois."
  282. Os médicos dos pronto atendimentos
    são treinados para tomar decisões rápidas,
  283. mas nem sempre corretas.
  284. Se tivéssemos alguma informação
  285. sobre nossa saúde cardíaca
    para mostrar a ele,
  286. talvez pudéssemos receber um diagnóstico
    melhor da primeira vez.
  287. Eu gostaria que vocês olhassem
    para este gráfico,
  288. de medidas de pressão arterial sistólica
  289. de outubro de 2010 até julho de 2012.
  290. Vocês podem ver que as medições começam
  291. na zona de pré-hipertensão ou hipertensão,
  292. mas ao logo de um ano e meio
  293. elas caem para a zona normal.
  294. Esta é a frequência cardíaca
    de uma pessoa de 16 anos saudável.
  295. Que história esses dados contam a vocês?
  296. Obviamente são os dados de uma pessoa
  297. que sofreu uma transformação drástica,
  298. e felizmente para nós,
    esta pessoa está aqui hoje.
  299. Este homem de 160 Kg que foi
    ao pronto atendimento comigo
  300. é agora um homem mais sexy
    e mais saudável, de 102 Kg
  301. e este é o seu registro
    de pressão arterial.
  302. Ao longo daquele ano e meio
  303. os hábitos alimentares do Donald mudaram
  304. e nosso regime de exercícios mudou,
  305. e sua frequência cardíaca respondeu,
  306. sua pressão arterial
    respondeu a essa mudança
  307. que ele fez em seu corpo.
  308. Então qual a moral da história
  309. que eu gostaria que vocês
    levassem consigo hoje?
  310. Ao tomar posse dos seus próprios dados,
    como nós fizemos,
  311. simplesmente ao fazer medições
    diárias sobre si mesmo,
  312. você se torna o especialista no seu corpo.
  313. Você se torna a autoridade.
  314. Não é difícil fazer isso.
  315. Você não precisa ter um PhD em Estatística
    para ser um especialista em si mesmo.
  316. Você não precisa de um diploma de médico
    para ser o especialista no seu corpo.
  317. Médicos são especialistas na população,
  318. mas você é o especialista em si mesmo.
  319. Então quando você e o médico se encontram,
  320. quando dois especialistas se encontram,
  321. os dois podem tomar uma decisão melhor
  322. do que apenas seu médico sozinho.
  323. Agora que vocês entendem
    o poder da informação
  324. que se pode ter ao coletar dados pessoais,
  325. eu quero que vocês todos
    se levantem e ergam a mão direita.
  326. (Risos)
  327. Isso, levantem.
  328. Eu desafio vocês
    a tomar posse dos seus dados.
  329. E hoje, tenho a honra de conferir-lhes
  330. o grau de estatística elementar
    do associado TEDx
  331. com ênfase em análise de dados
    dependente de tempo
  332. com todos os direitos e privilégios
    a isso relacionados.
  333. Então na próxima vez que vocês
    estiverem no consultório de um médico,
  334. como estatísticos recém-empossados,
  335. qual deve ser sempre a resposta de vocês?
  336. Platéia: Mostre-me os dados!
    Talithia: Não ouvi vocês!
  337. Mostre-me os dados!
  338. Mais uma vez!
  339. Mostre-me os dados!
  340. Mostre-me os dados.
    Obrigada.
  341. (Aplausos)