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← Burnout: como o vício em distrações está destruindo nossas capacidades | Melanie Sodka | TEDxWindsor

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Showing Revision 16 created 12/05/2019 by Claudia Sander.

  1. Bem, nós somos a sociedade
    mais distraída que já existiu.
  2. Na verdade, nos distraímos
    a cada três minutos de nosso dia.
  3. E, ainda mais interessante,
  4. a Universidade de Califórnia,
    em Irvine, nos mostra
  5. que levamos 15 minutos
    para voltarmos à rota inicial.
  6. Nós deslizamos, rolamos e tocamos
    os celulares mais de 3 mil vezes por dia,
  7. e a média de janelas ou aplicativos
    abertos a qualquer momento é nove.
  8. Ainda assim, desejamos mais tempo.
  9. Aí, inventamos sistemas para nos manter
    nos trilhos, na hora certa, na tarefa.
  10. Usamos nossos dispositivos,
    auxiliares e aplicativos...

  11. qualquer software
    que nos torne mais produtivos.
  12. E o engraçado é que ainda reclamamos
    que não temos tempo suficiente.
  13. Quem aqui já se pegou dizendo:
    "Eu gostaria de ter mais tempo?"
  14. "Eu gostaria de poder arrumar mais tempo?"
  15. Eu quero desafiar esse conceito
  16. e apresentar um novo vocabulário.
  17. Eu adoraria que você substituísse
    o "Eu gostaria de ter mais tempo"
  18. por "Eu quero criar capacidade".
  19. A capacidade está impregnada
    em nossos valores.
  20. Ela é o verdadeiro jogo.
  21. Ela é alimentada pela paixão,
  22. apoiada pela energia
  23. e resulta em satisfação.
  24. E uma não vive sem a outra,
  25. porque, apenas com paixão, provavelmente
    você não faria muitas coisas.
  26. E se tivesse apenas energia, estaria
    sobrecarregado e comprometido em excesso.
  27. E, focando-se apenas na satisfação,
    suas paixões poderiam ser um pouco fúteis.
  28. O comportamento humano é tão interessante
    de se observar, não é mesmo?
  29. Pense sobre si mesmo
    em um dia de agenda lotada,
  30. com uma reunião atrás da outra,
    seguidas de compromissos.
  31. E a forma como reagimos a isso é
    tentando rastejar para fora do buraco.
  32. Nós estamos comprimidos pelo tempo.
  33. E a escalada é exaustiva.
  34. Mas algumas pessoas dirão: "Mel,
    eu sou excelente com multitarefas".
  35. Quantos de vocês diriam ser
    excelentes com multitarefas?
  36. Levante sua mão, agora.
  37. Fantástico.
  38. Bem, na verdade eu não tenho
    boas notícias para você.
  39. (Risos)
  40. Na realidade, as multitarefas estão
    criando alguns estragos.
  41. Esta mulher... perguntei
    à minha filha de oito anos:
  42. "O que você vê nesta figura?"
  43. E ela disse: "Mãe, vejo uma mulher
    fazendo espacato, lendo um livro
  44. e gravando um filme".
  45. Eu disse: "Certo".
  46. Aí, ela disse: "Mas, mãe,
    ela não parece muito feliz.
  47. Ela devia estar fazendo uma coisa só",
  48. Eu fiquei muito supresa!
  49. #MãeVitoriosa. Certo?
  50. Isso foi fantástico.
  51. E então, falei para meu marido:
    "Querido, o que você vê nesta figura?"
  52. E ele disse:
  53. "Uma mulher".
  54. Bem, não vou problematizar
    essa resposta neste momento.
  55. Guardarei isso para depois.
  56. Mas o ponto é que a multitarefa
    e a troca entre tarefas,
  57. na realidade, estão
    nos tornando incapazes!
  58. Tudo isso está diminuindo
    nosso QI em 15 pontos.
  59. Na verdade, é como funcionar
    em uma noite sem dormir.
  60. É como pedir a uma criança de oito anos
    para redigir um e-mail muito importante.
  61. E nós faríamos isso?
  62. Não. Isso não é o que queremos fazer.
  63. Muitas pessoas dirão: "Sabe, Mel,
    essa é a minha maneira de ser.
  64. Me acostumei com as multitarefas.
  65. Eu posso fazê-las.
  66. Mas não posso me livrar de nenhuma
    dessas coisas, porque são obrigações".
  67. E então, eu os desafio de volta,
    suavemente, e digo:
  68. "Você tem capacidade. Ela apenas está
    sendo erodida para outro lugar.
  69. E nós precisamos encontrar essa erosão".
  70. Um dos principais culpados
    por esse roubo de capacidades
  71. é nosso vício por notificações.
  72. E esse nosso vício por notificações
    está nos matando lentamente.
  73. De fato, pesquisas estão nos mostrando
    que o vício em notificações,
  74. a decepção e a antecipação
  75. estão gerando um excesso de hormônio
    do estresse e cortisol em nossos corpos
  76. impossível de processar
    suficientemente rápido.
  77. Portanto, isso está esgotando
    nossas células e nossos tecidos.
  78. Não é assim que deveríamos estar operando,
  79. então devemos prestar atenção
    em onde está nossa distração.
  80. Tenho uma história sobre ir
    além da minha capacidade,
  81. estar comprometida em excesso,
    sobrecarregada,
  82. viciada em adrenalina,
  83. e em café,
  84. muito café.
  85. Fui ao consultório da minha médica
    mais vezes do que gostaria de admitir,
  86. porque eu estava tendo sintomas
    que nunca tinha tido antes:
  87. sangramentos agudos de nariz,
    problemas de pele, perda de cabelo,
  88. enxaqueca, celulite...
  89. Então, voltei à médica uma última vez,
  90. ela me olhou, observou
    suas anotações, e escreveu algo,
  91. que me entregou,
  92. e eu li.
  93. Lá dizia: "A paciente está incapacitada
    de realizar suas atividades por um mês".
  94. Eu queria refutar aquilo.
  95. Eu queria contestar aquilo.
  96. Mas não o fiz.
  97. Eu peguei o papel de volta.
  98. E o mundo tem de um jeito estranho,
  99. porque, naquele dia, voltando
    para casa, recebi um telefonema,
  100. que provavelmente
    foi um dos melhores que já recebi,
  101. falando que eu tinha ganhado
  102. um prêmio "40 Under 40",
    os 40 melhores com menos de 40 anos.
  103. Eu estava extasiada, mas em conflito,
  104. porque o mundo havia acabado
    de recompensar a minha sobrecarga.
  105. Liguei imediatamente para minha da médica,
  106. e negociei uma semana, em vez de um mês.
  107. (Risos)
  108. Mas eu tirei aquela semana,
  109. e durante uma profunda autorreflexão,
  110. encarei seriamente
    o modo como estava agindo,
  111. e como eu precisava mudar.
  112. Porque eu sabia
    que não queria estar à mercê
  113. de compromissos ou pedidos dos outros,
  114. e eu não queria ir para casa
  115. esperando ter energia suficiente
    para ler um livro para meus filhos
  116. sem querer tirar uma soneca.
  117. Então, eu fiz algo.
  118. Quando faço uma reflexão interna
    profunda, eu crio.
  119. E eu criei uma estrutura,
  120. porque sabia que eu não era
    a única que sofria disso.
  121. Eu sabia que outros poderiam se beneficiar
  122. de algo que eu podia aprender
    a partir dessas experiências.
  123. E, assim, após pesquisas, observações,
  124. discussões, e depois de ouvir os outros
    e saber o que eles falavam sobre o tempo,
  125. eu descobri que há quatro estados
    de capacidade em que nós operamos
  126. a qualquer momento.
  127. Isso não é baseado na personalidade.
  128. Não é baseado no QI.
  129. Não é baseado no lado esquerdo
    ou direito do cérebro.
  130. É simplesmente sobre
    as decisões que tomamos
  131. que nos levam a operar
    em um destes estados de capacidade.
  132. Há quatro.
  133. E levarei vocês a uma espécie de jornada,
  134. que poderia ser uma trajetória típica
  135. de como alguém consegue
    passar de forma fluida
  136. por esses quatro estados de capacidade.
  137. Nós temos os tipos: indulgente,
    fatigado, reservado e maximizado.
  138. Vamos começar com o indulgente, certo?
  139. O estado de capacidade indulgente
    é aquele em que dizemos "sim";
  140. em que estamos viciados na adrenalina.
  141. Aquele em que queremos
    validar nosso talento.
  142. Em que falamos muitos "sim".
  143. Mas quando fazemos isso, ficamos
    sobrecarregados e supercompromissados,
  144. e quando não estamos
    cuidando de nós mesmos...
  145. muitos de vocês sabem
  146. que isso acontece.
  147. Esse é o segundo estado de capacidade,
    que é o fatigado; é o "burnout".
  148. Aqui é onde não queremos estar.
  149. Porque nele, uma reinicialização
    é claramente necessária.
  150. Nós precisamos renunciar
    a alguns desses hábitos.
  151. Não temos capacidade nenhuma
    de dar algo para outra pessoa ou entidade.
  152. O burnout, na verdade,
  153. é algo que acabou de ser considerado
    como uma condição médica
  154. pela Organização Mundial de Saúde,
    na semana passada.
  155. Isso é bem interessante, mas,
    ao mesmo tempo, também é assustador.
  156. Então, nós queremos emergir daqui;
    queremos sair desse estado.
  157. Queremos mover para outro estado,
  158. e esse é o terceiro, chamado
    estado de capacidade reservado.
  159. Bem, algumas coisas diferentes
    acontecem aqui,
  160. porque é onde nossa capacidade
    já foi restaurada,
  161. mas estamos hesitantes em empregá-la
  162. porque não queremos
    voltar a ficar fatigados.
  163. Esse também é o lugar onde podemos
    fazer atividades restauradoras
  164. para manter
  165. ou construir nossa capacidade.
  166. O lugar onde de fato queremos
    prolongar a estadia
  167. é o quarto estado, que é a maximização.
  168. Aqui é onde dizemos "sim"
    com discernimento, e "não" sem culpa.
  169. Aqui é quando nos conectamos
    com nosso "porquê".
  170. Aqui é onde queremos estar.
  171. Aqui é onde queremos passar
    a maior parte do tempo.
  172. Como professora de negócios,
  173. ensino gerenciamento de tempo,
    priorização, tomada de decisões;
  174. mas, como estudante,
    eu nunca aprendi sobre capacidade,
  175. então a ensino.
  176. É importante.
  177. Nós somos tão bons em agendar
    compromissos para todas as horas.
  178. Qualquer espaço que podemos encontrar
    na agenda, nós podemos reservar.
  179. Meu desejo é que a próxima geração
    evite ser diagnosticada com burnout,
  180. e seja capaz de ficar firme
    sobre seus dois pés,
  181. centrada em seus valores,
    discernindo suas decisões,
  182. e respeitando sua capacidade.
  183. Eu quero que você e eu sejamos capazes
    de usar uma nova linguagem.
  184. Quero que possamos falar uns aos outros:
  185. "Desculpe-me, eu não tenho
    a capacidade para isso no momento".
  186. E isso é diferente.
  187. Há uma mudança.
  188. Há um entendimento mútuo.
  189. Resumidamente, capacidade é
    a habilidade de dizer sim para algo,
  190. sinceramente,
  191. mas também de saber que você
    tem que dizer "não" para outra coisa.
  192. [Sim. Não.]
  193. Você disse "sim"
    para ouvir essa palestra hoje,
  194. e serei eternamente grata.
  195. Mas também disse não para outra coisa
    que poderia estar fazendo.
  196. E isso é sobre esse fato.
  197. Isso está reformulando a maneira
    como nos comprometemos.
  198. Assim, neste momento,
  199. quero fornecer-lhe uma experiência
    sobre a real sensação da capacidade.
  200. Então, você tem essas bandas elásticas,
  201. e eu quero que as coloquem
    entre seus dois dedos,
  202. os dois indicadores, nesse momento.
  203. Certo.
  204. Essa é a capacidade do elástico,
  205. porque a nossa capacidade é elástica.
  206. Nós podemos esticar nossa capacidade.
  207. Eu perguntarei uma série de questões,
  208. e você responderá "sim", querendo ou não.
  209. Mas não se preocupe,
    não o cobrarei depois.
  210. Certo? Todos estão comigo?
  211. Certo. Fantástico.
  212. Ei, você acha que pode
    entrar neste comitê?
  213. Adoraríamos que estivesse nesse comitê.
  214. Sim.
  215. Ótimo, fantástico.
  216. E na primeira reunião,
    você acha que poderia liderá-lo?
  217. Você é o melhor para fazê-lo.
  218. Sim.
  219. E, sabe, precisaremos de café.
  220. Você pode pegar o café
    antes de irmos para a reunião?
  221. Ótimo, certo.
  222. Terá um churrasco no fim de semana.
    Adoraria que levasse sua família.
  223. Apareçam por lá, certo?
  224. E, enquanto estiverem lá,
  225. temos que arrumar alguns móveis,
    adoraríamos que nos ajudassem.
  226. Certo, sim.
  227. Suas pulseiras elásticas
    devem estar esticadas.
  228. Seus dedos devem estar
    balançando um pouco, sim?
  229. Andamos assim quando estamos
    excessivamente comprometidos.
  230. Esse é o sentimento.
  231. Sua face está um pouco contorcida, agora.
  232. Não tenho certeza se é
    porque as pulseiras romperão...
  233. e não me responsabilizarei por machucados.
  234. Entretanto, é assim que andamos
    e é assim que nos mostramos.
  235. Então, solte as pulseiras
    e encontre a tensão correta.
  236. Porque, quando nossa
    capacidade é intencional,
  237. há uma tensão confortável.
  238. Mas também há um estado
    de ser sub-alavancado
  239. quando não há tensão suficiente.
  240. Preste atenção nisso.
  241. Nós arranjamos tempo pra fazer compras!
  242. Arranjamos tempo pra tarefas!
  243. Arranjamos tempo
    para reuniões e cafés rápidos!
  244. Não deveríamos estar arranjando
    tempo para momentos assim.
  245. Deveríamos arranjar tempo
    para aqueles que amamos,
  246. para os momentos que não
    teremos chance de repetir.
  247. É isso que devemos preservar e ritmar.
  248. Nós medimos todas as outras coisas.
  249. Medimos as calorias. Medimos nosso peso.
  250. Medimos nossos macros, micros,
    nossas contas bancárias.
  251. Nós medimos o tempo.
  252. Mas quantos de nós realmente
    consideram medir nossa capacidade?
  253. É como quando alguém pergunta:
  254. "Ei, quer vir a uma festa,
    ou ir a este evento?"
  255. e checamos a agenda,
    percebendo que ela está lotada
  256. de ponta a ponta.
  257. Mas, ainda assim, dizemos:
  258. "Sabe de uma coisa? Estou ocupada,
    mas vou encaixar você".
  259. E, estranhamente, consideramos
    lisonjeiro "encaixar" a pessoa
  260. É isso que faremos?
  261. Eu realmente quero desafiar esse conceito,
  262. porque ele não é nenhum pouco lisonjeiro.
  263. Essa é nossa aparência ao estarmos
    comprometidos em excesso.
  264. Quantos de vocês conseguem se identificar
    com essa foto sempre que vão a um evento,
  265. porque acabaram de sair correndo de outro
  266. para, literalmente, tentar ir ao próximo,
  267. e ao próximo,
  268. e ao próximo?
  269. Chega de aparecer assim.
  270. [Bolo do ego]
  271. E o que vem a seguir? O que fazemos?
  272. Bem,
  273. em um momento
    de autorreflexão, eu criei algo.
  274. E isso veio de uma conversa com minha mãe.
  275. É uma estrutura chamada
    "ego cake", bolo do ego.
  276. E o nome vem de uma discussão
    parecida com esta:
  277. minha mãe me disse:
  278. "Mel, sua vida parece
    uma refinada mesa de doces
  279. recheada de sobremesas apetitosas".
  280. E eu fiquei, assim:
    "Sim, é mesmo. Obrigada".
  281. E então, ela disse: "Você comeu
    um pedaço de cada uma delas".
  282. E eu pensei: "Certo, onde ela quer chegar?
    Eu realmente não esperava por essa".
  283. Eu disse: "Certo".
  284. E ela disse: "Qual delas
    você apreciou mais?"
  285. Eu não tinha uma resposta.
  286. Eu não sabia de qual havia gostado mais.
  287. Eu não poderia ter aproveitado nenhuma;
  288. eu tinha experimentado um pedaço de cada,
    e estava inchada e cheia
  289. de todas as oportunidades
    de que havia tentado tirar vantagem.
  290. Eu estava excessivamente comprometida.
  291. Então, eu voltei e criei uma estrutura
  292. que nos ajuda a desconstruir
    padrões de comprometimento,
  293. e a observar nossos
    comportamentos indulgentes.
  294. Assim como um bolo, ela tem
    cinco camadas, e começa da base.
  295. Opções em abundância levam à estagnação.
  296. Nós somos convencidos
    das coisas a todo momento.
  297. "Compre isso", "faça aquilo", "seja isso".
  298. Como podemos tomar decisões?
  299. A distração é a morte
    da produtividade e da criatividade.
  300. E, quando estamos distraídos,
    não realizamos nosso melhor trabalho.
  301. A terceira camada é a renúncia.
  302. E é a camada mais suculenta
    dessa estrutura,
  303. porque é onde dizemos "não"
    com discernimento.
  304. Nós precisamos renunciar às coisas
    que não nos servem mais.
  305. Porque, quando o fazemos,
  306. isso nos permite focar mais
    no que está na nossa frente,
  307. nas oportunidades que nos trazem alegria
    e preenchem nossas almas.
  308. E, uma vez que fazemos isso,
    temos o poder de nos comprometer,
  309. que é a quinta camada.
  310. Agora, quero que se lembre disso,
  311. e quero que o faça em qualquer lugar,
    a qualquer momento.
  312. Então, peço que se junte a mim,
  313. levantando sua mão esquerda,
    com a palma voltada para o peito,
  314. o mindinho para baixo, e os dedos firmes.
  315. Certo, perfeito.
  316. O mindinho representa as opções,
    obrigações e oportunidades,
  317. e note como nosso mindinho é pequeno,
  318. então escolha com sabedoria.
  319. A segunda camada é nosso dedo anelar,
    e é sobre a distração.
  320. E ele geralmente está adornado
    com algum tipo de joia,
  321. e é tipo, ah, uau, muito brilhante.
  322. Desculpe-me; eu me distraí,
    por um instante.
  323. Certo?
  324. E, então, nosso dedo do meio
    é sobre a renúncia.
  325. E não é coincidência que esse dedo
  326. seja usado para dizer "não"
    às coisas que não nos servem mais.
  327. (Risos)
  328. E a quarta camada é nosso indicador,
  329. é a consciência, é sobre criar e observar
  330. e estar ciente de todo o espaço
    récem-descoberto que criamos
  331. a partir da renúncia.
  332. E, finalmente, o comprometimento.
  333. Lembre-se de que quando somos capazes
    de dizer "sim" para algo,
  334. também devemos dizer "não"
    para outra coisa.
  335. Muito obrigada,
  336. e sei que você está respeitando
    sua capacidade hoje.
  337. (Aplausos)
  338. Obrigada.