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Branches - How to Use Git and GitHub

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    Você aprendeu como inicializar seu repositório e
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    adicionar commits a ele usando a área de preparação.
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    Até agora, cada commit que você criou se baseou no commit anterior,
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    formando um histórico linear de commits.
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    Agora vamos ver situações em que pode ser bom criar um histórico de commits
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    que se ramifica em várias versões.
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    Gerar uma linha reta de alterações faz muito
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    sentido se você está só corrigindo bugs, adicionando novos recursos ou atualizando a documentação.
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    Mas, e se você quiser tentar um novo recurso experimental que
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    ainda não sabe se vai funcionar e quiser ter uma demonstração operacional
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    para mostrar aos seus amigos quando eles perguntarem em que você está trabalhando?
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    Ou talvez você esteja aprendendo italiano e queira fazer uma versão do seu projeto
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    para falantes de italiano, deixando intacta a versão do seu idioma nativo.
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    Nesse caso, é provável que você depois queira criar uma configuração para
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    alternar entre os dois idiomas.
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    Mas, como primeiro passo, apenas tente alterar o texto e
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    ver se é preciso reelaborar o layout.
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    Claro que você pode só fazer as alterações e
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    registrar as IDs de todos os commits.
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    E depois usar git checkout para voltar para a versão oficial real quando
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    precisar mostrá-lo a alguém.
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    E depois voltar para a outra versão.
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    Mas, e se você encontrar um bug na versão oficial real e
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    precisar fazer uma correção lá?
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    Você precisaria atualizar seus registros e usar esse novo commit como a versão real.
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    Isso daria um bocado de trabalho extra.
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    Para facilitar essas situações, o Git permite a criação de rótulos para
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    os commits.
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    Esses rótulos são chamados de branches.
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    Neste caso, teríamos três branches diferentes.
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    Primeiro, teríamos o master.
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    Master é o nome dado ao branch principal na maioria dos repositórios Git.
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    Cada vez que você cria um repositório, o Git cria um branch master.
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    Este branch provavelmente teria um nome como italian e
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    este aqui poderíamos chamar de experimental, ou exp para abreviar.
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    Lembra-se, na última lição, de quando você fez o check-out de commits antigos
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    e recebeu a mensagem de HEAD desanexado?
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    Basicamente, naquele ponto, o Git estava avisando que aquele era
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    um commit que não estava rotulado com um nome de branch.
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    Até agora, você sempre esteve em um estado de HEAD desanexado ou no branch master,
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    que o Git cria para você.
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    É possível fazer o check-out de um branch do mesmo modo que você fez o check-out de
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    commits antes, só que com um nome de branch que um humano possa ler em vez de
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    uma série impronunciável de caracteres.
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    Se você fizer o check-out de um branch e
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    depois criar um commit, o rótulo do branch será atualizado automaticamente para o novo commit.
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    Esse branch também continua em check-out, então não é preciso fazer o check-out de novo.
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    Foi assim que você conseguiu se manter no branch master sem saber nada
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    sobre branches até agora.
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    A título de terminologia, às vezes nos referimos ao último commit atual de
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    um branch como a ponta desse branch.
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    É possível ter vários rótulos de branches anexados a um único commit, mas
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    a criação de um novo commit só atualizará o branch que está em check-out e
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    deixará os outros quietos.
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    Neste ponto,
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    é natural imaginar se há uma forma de combinar dois branches;
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    por exemplo, caso o recurso experimental tenha ficado pronto, mas
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    o branch principal tenha crescido depois que os dois divergiram.
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    O processo de combinar dois commits é conhecido como fusão, e
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    vamos falar dele mais tarde na lição.
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    Primeiro, familiarize-se com as tarefas de criar branches, fazer check-out e criar
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    commits em branches.
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    Caroline vai ajudá-lo a começar.
Title:
Branches - How to Use Git and GitHub
Description:

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Video Language:
English
Team:
Udacity
Project:
UD775 - How to Use Git and GitHub
Duration:
02:53

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