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Showing Revision 60 created 02/29/2020 by Raissa Mendes.

  1. Tento adaptar minha fala
  2. às pessoas que estão
    me escutando naquele momento,
  3. então, em que ano vocês estão?
  4. Quantos aqui são universitários?
    Levantem as mãos.
  5. Meu Deus, aparentemente todo mundo.
    Vamos fazer de novo.
  6. Quantos são formandos?
  7. Veteranos? (Vivas)
  8. Segundanistas? (Vivas)
  9. E calouros?
  10. Certo. Que bom.
  11. Vou falar com vocês
    como se fossem do terceiro ano.
  12. Vou ficar no meio termo. Está tudo certo.
  13. O tema vai ser o fluxo do talento.
  14. O gráfico para iniciar...
    se eu conseguir que funcione...
  15. Oi, Mike, para onde aponto
    essa coisa? Desculpe.
  16. Obrigado.
  17. Ou tenho de clicar nessa coisa?
  18. Este é o gráfico que vamos usar
    pra começar a discussão.
  19. Para aqueles que são formandos,
  20. isso pode soar mais familiar
    do que para quem é calouro.
  21. Então o que esse gráfico representa
  22. é que é muito mais fácil agora
    para uma pessoa jovem, inteligente,
  23. se tornar banqueiro, consultor ou advogado
    do que qualquer outra coisa.
  24. Me identifico com isso.
  25. Me formei pela Brown em 1996
    e não sabia o que queria fazer.
  26. Então fui fazer direito, o que não
    esclarece absolutamente nada.
  27. Para aqueles que estão
    pensando em fazer direito,
  28. deveriam saber o que os aguarda.
  29. (Risos)
  30. Então, me formei em direito
    e, não sabendo ainda o que queria,
  31. me tornei um advogado
    de empresas e bancos em Nova York,
  32. pois isso é o que se fazia fora
    da Columbia, se não soubesse o que fazer.
  33. Fiquei lá cerca de cinco meses,
  34. e, num dia de Ação de Graças
    com meus pais, cheguei lá desanimado.
  35. Eu disse: "Sabem, pai e mãe,
  36. quando eu era novo,
    não sonhava em ser o escriba,
  37. sonhava em ir pra floresta e matar algo".
  38. Eles, claro, não sabiam
    do que eu estava falando.
  39. Então, de volta ao trabalho, eu disse:
  40. "Sabe de uma coisa?
    Gostaria de tentar construir algo,
  41. mas não sei se tenho recursos".
  42. Então tirei uma semana de folga
    e tentei começar uma empresa.
  43. Fiz progresso o suficiente
    para me demitir do meu emprego
  44. e começar uma "ponto com" em 2000.
  45. Ela teve uma pequena ascensão
    e uma queda retumbante.
  46. Conseguimos cerca de US$ 250 mil,
    alguma mídia, mas a bolha estourou.
  47. Quantos anos vocês tinham em 2001
    quando a bolha da internet estourou?
  48. Oito, nove...
  49. (Risos)
  50. Mas vocês têm alguma
    lembrança daquela época?
  51. Talvez seus pais assistindo
    à CNBC, muito tristes,
  52. ou algo parecido?
  53. Tem adultos entre vocês
    que se lembram disso.
  54. Quando estourou, foi como uma mão gigante
    passando pelas ruas de Nova York
  55. e varrendo qualquer empresa que não
    estivesse arrasando, incluindo meu traje.
  56. Naquele ponto, aos 25 anos,
    tinha acabado de perder US$ 250 mil,
  57. e devia US$ 100 mil de crédito
    educativo do curso de direito,
  58. e meus pais tipo: "O que aconteceu?
    Você era tão inteligente".
  59. (Risos)
  60. Nessa altura, eu já tinha sido fisgado
    e disse: "É isso o que quero fazer.
  61. Quero aprender como construir um negócio".
  62. Agora lhes pergunto: o que o jovem Andrew
    deveria fazer, aos 25 anos,
  63. deitado no chão, olhando para o teto?
  64. Qual o próximo passo?
  65. Tentar de novo? Mas como,
    após ter levantado e perdido dinheiro?
  66. E era tipo 2001, 2002,
    quando ninguém queria investir em nada.
  67. (Plateia) Fazer eles acreditarem em você.
  68. Andrew Yang: Uau,
    não sei o que isso significa.
  69. (Risos)
  70. Tá, vou perguntar outra coisa então.
  71. Digamos que você queira muito
    ser um chef. O que deve fazer?
  72. Escola de chef? Outra possibilidade?
  73. Conseguir um emprego? Onde?
  74. (Plateia) Num café.
  75. AY: Certo, você pegaria sua faca de chef,
  76. se ajoelharia, iria até alguém
    e diria: "Seja meu mestre", certo?
  77. Você acharia alguém
    que fosse um chef melhor.
  78. Então foi o que fiz: encontrei
    um empreendedor experiente
  79. e me tornei seu assistente,
    seu vice, uma coisa assim.
  80. E então, por quatro anos, eu o ajudei
  81. enquanto a empresa ganhava cerca
    de US$ 7 milhões e lucrava US$ 3 milhões.
  82. Aí me tornei o CEO da empresa
    Manhattan GMAT; já ouviram falar?
  83. Alunos do penúltimo
    ano, do último, talvez?
  84. A Manhattan GMAT passou
    de uma empresa relativamente pequena
  85. para a número um nos EUA
    nos cinco ou seis anos seguintes,
  86. até sermos comprados
    pelo "The Washington Post" em 2009,
  87. porque éramos a número um nos EUA.
  88. O Washington Post era dono da Kaplan,
    na qual estávamos dando uma surra.
  89. A Kaplan se cansou, então o CEO
    me liga e diz: "OK, vamos conversar".
  90. Houve um processo de licitação,
    e a empresa foi adquirida.
  91. Essa é uma das razões
    por esta imagem me ser familiar:
  92. muitos dos clientes da Manhattan GMAT
    hoje são banqueiros e consultores
  93. que não estavam achando exatamente
    o que procuravam aos 20 e poucos anos,
  94. daí faziam o GMAT e tentavam
    cursar uma faculdade de administração.
  95. Então, continuando.
    Vamos olhar os números reais.
  96. Peguemos a turma de Harvard de 2011.
  97. Qual a coisa mais comum de se fazer
    ao sair de Harvard um ano atrás?
  98. Podem falar!
  99. (Burburinhos)
  100. Sim, finanças.
  101. (Plateia) Médico. AY: Consultoria.
  102. Direito. Não contabilidade.
  103. (Risos)
  104. E a quarta é medicina.
  105. A pergunta é: qual a proporção dos alunos
    de Harvard que faz uma dessas quatro?
  106. (Plateia responde)
  107. Tudo bem, então temos entre 40% e 90%.
  108. E como diz a sabedoria popular,
    a verdade está exatamente no meio.
  109. Então é 65%.
  110. Depois temos a categoria pot-pourri,
    que é um pouco de tudo:
  111. pós-graduação, ONGs,
    indústria, governo, TI, área militar.
  112. Aqui, uma categoria própria: Teach
    for America, para que 18% se candidatam.
  113. Na verdade, 4% se tornam
    membros do Teach for America.
  114. Depois, os indecisos: 10% foram
    para a Europa e se tornaram consultores.
  115. (Risos)
  116. Então esta é a imagem
    de Harvard um ano atrás.
  117. Deixem-me ouvir opiniões.
    Isso é surpreendente ou não?
  118. Não.
  119. Agora, jogo a pergunta normativa.
  120. Isso é uma coisa boa,
    uma coisa ruim, ou neutra?
  121. (Plateia) Ruim. Neutro.
  122. AY: Uau, isso é preocupante,
    certo? Vamos continuar.
  123. Se olharmos outras escolas
    de elite, a imagem é a mesma.
  124. É a mesma aqui em Georgetown.
  125. Não puxei as estatísticas de Georgetown,
    mas são bem similares.
  126. Dá pra ver que não é
    uma coisa só de Harvard.
  127. É na verdade uma coisa
    de "qualquer escola de elite".
  128. Falei em 40 universidades em todo o país,
    e todas elas falam a mesma coisa.
  129. Mas o que significa isso
    regionalmente para nosso país?
  130. Se metade dos jovens inteligentes viram
    banqueiros, consultores e advogados,
  131. onde vão morar?
  132. (Plateia responde)
  133. AY: Nova York, Washington, DC,
    talvez Chicago, Boston...
  134. São Francisco, LA,
    essas são as seis principais.
  135. Nós acabamos de listar
    as quatro principais.
  136. Então temos o restante do país lutando
    com empregos e desenvolvimento econômico.
  137. E uma das coisas que achamos
    que esse gráfico representa
  138. é que, se você é um jovem inteligente
    da Flórida, e vem para Georgetown,
  139. as chances de se tornar
    banqueiro, consultor ou advogado
  140. em Nova York, Boston e DC são muito altas.
  141. E as chances de voltar pra Flórida, abrir
    uma empresa e criar empregos são baixas.
  142. Termina-se com uma drenagem
    sistemática de talento na maioria do país
  143. se eles forem identificados
    por uma universidade nacional.
  144. E acabamos com essa imagem.
  145. O que vocês acham,
    é empiricamente verdade?
  146. (Plateia) Sim.
  147. AY: Absolutamente. Tudo certo.
    Estamos começando a pegar algo.
  148. Coisa boa. Por que isso?
  149. Aqueles de vocês que são calouros
    levantem as mãos de novo.
  150. Quantos de vocês que estão
    com as mãos levantadas, continuem,
  151. sabem o que é consultoria de gestão?
  152. (Risos)
  153. Então como é que o mundo vai disso
  154. para, digamos, 20% da turma pelo menos
    se candidatando a empregos de consultoria
  155. e talvez até mudando?
    Como isso acontece?
  156. Veteranos, participem, por favor.
  157. (Plateia) Salário.
  158. AY: Dinheiro está lá.
    O que mais? Continuem.
  159. (Plateia) Criando novas vagas.
  160. AY: Como?
  161. (Plateia) Segurança.
  162. AY: Segurança, medo.
  163. (Risos)
  164. Continuem. Continuem.
  165. (Plateia) Recrutamento cuidadoso.
  166. AY: Sim, recursos. Isso não é um acidente.
  167. Pessoas gastam dinheiro e tempo
  168. educando o mercado, ou seja,
    vocês, ao longo dos seus quatro anos.
  169. Quando forem veteranos, saberão os nomes:
  170. McKinsey, Bain, BCG, Deloitte, etc.
  171. Vamos dar uma olhada nesta lista.
  172. Prestígio, fácil de achar, progresso,
    buscar o próximo nível, abrir portas.
  173. Dinheiro está na lista,
    ganhar habilidades, comunidade;
  174. e aí tem essa última,
    que é algo pró-social, tipo mudar o mundo.
  175. Isso também se aplica no caso
    de virar banqueiro ou consultor,
  176. porque a teoria é: você deve ficar rico
    antes de voltar e mudar o mundo, certo?
  177. (Risos)
  178. Então você pode voltar
    para as pessoas com muitos pães.
  179. (Risos)
  180. Vocês que são veteranos
    concordam com isso?
  181. (Plateia) Sim.
  182. AY: Está certo, obrigado.
  183. Normalmente falo com pessoas
    que estão interessadas em startups,
  184. então isso é um pouco amplo.
  185. Mas digamos que você esteja
    interessado em startups.
  186. Levantem as mãos: quantos de vocês
    estão interessados em startups?
  187. Um subconjunto significante.
  188. Veteranos, por que é improvável
  189. que vocês irão trabalhar
    para uma startup quando se graduarem?
  190. Arriscado. Dinheiro.
  191. (Plateia) Crédito educativo.
    AY: Crédito educativo.
  192. (Plateia) É assustador.
  193. AY: É bem o oposto do último slide, certo?
  194. É como se você não fosse recrutado.
  195. É difícil de achar.
    Não tem um caminho estruturado.
  196. Não tem comunidade
    ou grupo de colegas.
  197. Perspectivas pouco claras
    para treinamento, avanço ou sucesso.
  198. Sem rede, ideia, dinheiro,
    competência tecnológica.
  199. Mas muitos de vocês realmente querem,
    e aí falam sobre fazer,
  200. mas, primeiro, você quer "aprender
    sobre negócio" e depois voltar.
  201. Isso está certo? Estou certo?
  202. (Plateia responde)
  203. AY: É como se eu tivesse sido um de vocês.
  204. (Risos)
  205. Então aqui está a grande pergunta
    que Venture for America tenta responder:
  206. o que aconteceria
    se a mesma porção de talento
  207. que está fluindo atualmente
    pra banco, consultoria e direito
  208. fluísse, em vez disso,
    para startups pelo país?
  209. Quanto tempo se levaria
  210. para impactar o crescimento
    de empregos e a inovação no país?
  211. Quantos anos? Podem chutar?
  212. (Plateia) Cinco.
  213. AY: Cinco.
  214. (Plateia) Um.
  215. AY: Um, uau.
  216. (Risos)
  217. Isso é fé. Isso é autoconfiança.
    Você deve se tornar um empreendedor.
  218. Então entre um e cinco anos.
  219. E então nós vemos,
    "nós" como certas pessoas,
  220. (Risos)
  221. que existem forças estruturais
  222. que fazem que seja difícil
    alcançar essa realidade,
  223. porque, se você pensar
    quem pode vir te pegar
  224. aqui nesse grupo de capital intelectual,
  225. são organizações de altos recursos
    ou indústrias de altos recursos.
  226. E as startups na realidade
    não são nenhuma dessas coisas.
  227. As startups geralmente
    têm poucos recursos.
  228. E elas também não têm horizonte temporal.
  229. Não conseguem recrutar
    com oito meses de antecedência.
  230. Não precisam de 20 de vocês.
    É tudo em tempo real.
  231. E, se elas viessem,
    teriam dificuldade em competir.
  232. Então como corrigir esse problema
  233. se você decidir que isso vale a pena?
  234. Se dissesse: "Sabe de uma coisa,
  235. essa é potencialmente
    uma imagem mais cor-de-rosa".
  236. E, pessoalmente, acredito ser algo
    ainda mais cor-de-rosa pro indivíduo,
  237. porque aquilo que você faz
  238. acaba te definindo
    ao longo de um período de anos.
  239. Você vai se tornar uma pessoa diferente.
  240. Se tem uma coisa que vamos nos lembrar
  241. é que, como jovens,
    achamos que temos um eu estático.
  242. Tipo, eu sou o Andrew jovem, e eu falo:
  243. "Vou fazer tal coisa
    e vou continuar a ser o Andrew,
  244. só que com a coisa feita".
  245. A verdade é que o Andrew muda
  246. se botar ele em uma faculdade
    de direito ou um escritório de advocacia,
  247. olhar contratos o dia todo, ou sei lá.
  248. Somos todos muito adaptáveis.
  249. E assim,
  250. na minha visão, as atividades
    que te guiam pela estrada da startup
  251. na realidade acabam formando
    um eu diferente
  252. que, vou arriscar, seria mais atraente
    para alguns de vocês.
  253. Se vocês quisessem tentar
    afetar essa mudança,
  254. o que fariam?
  255. (Plateia) Pensar nisso
    como uma escola para startups.
  256. AY: Talvez você conserte
    o sistema educacional.
  257. (Plateia) [Inaudível]
    ... como fizeram
  258. para conseguir que psicólogos
    fossem praticar em áreas rurais,
  259. AY: Sim.
  260. Se estivessem no meu lugar,
    levantariam US$ 1 milhão
  261. e começariam uma organização
    que fizesse isso.
  262. (Risos)
  263. Assim, comecei uma organização
    chamada "Venture for America".
  264. E isso é particularmente relevante
    para os veteranos entre vocês.
  265. Recrutamos os melhores
    graduados do país
  266. e os levamos para um campo de treinamento
  267. com, digamos, outros 80 competidores
    que querem muito ser empreendedores.
  268. Nós vamos te treinar. MCKinsey vem.
  269. IDEO e Cambridge Leadership Academy vêm.
  270. David Tisch vem de Techstars.
  271. Todo mundo vem, te treina,
  272. e aí você vai em grupos de 10 ou mais
    para uma cidade que precisa de talento,
  273. e trabalha numa startup lá
    com um empreendedor existente.
  274. O que estamos fazendo aqui...
  275. e vou fazer algo que não deveria,
    mas vou fazer assim mesmo...
  276. Portanto, o que vamos fazer é
  277. te dar todas as coisas que você quer,
  278. já que é de prestígio, é ultrasseletivo...
  279. tudo isso, progresso, abrir portas...
  280. você recebe uma comunidade, a coisa toda.
  281. Porque somos adultos
    e, se queremos que você faça algo,
  282. não devemos esperar que você tenha
    de nadar contra a corrente para fazer.
  283. Nós devemos na verdade
    pavimentar a estrada.
  284. E é isto o que Venture for America faz:
    te dá todas essas coisas que você quer,
  285. que sabemos que você quer,
  286. a fim de te mostrar o que quer fazer
    e o que o país quer que faça.
  287. E isso é construir um negócio em Detroit,
    Nova Orleans, New Haven, Baltimore,
  288. Cleveland, Providence, etc., etc.
  289. Venture for America
    está no processo de fazer isso.
  290. Se você entrar no programa,
  291. concordar em trabalhar
    para uma startup por dois anos
  292. com um empreendedor existente
  293. para ganhar cerca de US$ 35
    a US$ 38 mil por ano,
  294. o que não parece muito dinheiro,
  295. mas os caras em Detroit,
    que vou visitar semana que vem,
  296. estão morando em um prédio
    chique com piscina e academia,
  297. por US$ 400 por mês.
  298. Então você pode viver superbem.
  299. Além disso, eles têm 11 amigos em volta,
    viajam juntos e se divertem.
  300. E aí, ao longo dos dois anos,
    oferecemos programação e suporte.
  301. No final dos dois anos,
    damos US$100 mil em financiamento
  302. para quem fez um bom trabalho
    nesse período.
  303. É como uma combinação de tudo
    que vocês cresceram assistindo:
  304. "Real World", "Survivor", "Road Rules".
  305. (Risos)
  306. Então é este o plano:
  307. vamos criar 100 mil novos
    empregos estadunidenses até 2025.
  308. Eu só quero voltar no tema.
  309. Tudo o que vocês fazem é importante.
  310. Capital intelectual atrai
    capital financeiro,
  311. e vice-versa.
  312. Se houvesse pessoas talentosas
    indo nessa direção,
  313. aí veríamos o impacto
    do que estamos falando,
  314. em termos de criação
    de empregos e inovação.
  315. Então essa é nossa meta como organização:
  316. revitalizar cidades e comunidades nos EUA
    com o empreendedorismo,
  317. de modo que vocês, mentes brilhantes,
  318. criem oportunidades
    para si mesmos e outros,
  319. e restaurem a cultura de realizações,
    com criação de valor, risco, recompensa
  320. e o bem comum.
  321. Acho que acabei antes do meu tempo,
    mas está tudo bem.
  322. Era isso que eu tinha para dizer.
  323. Obrigado a todos.
  324. (Aplausos)