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← (h) TROM - 1.1 Ciência

Πάρτε τον Κωδικό ενσωμάτωσης
31 Γλώσσες

Showing Revision 16 created 02/15/2013 by dlcrebelo.

  1. A Realidade de Mim
  2. www.tromsite.com
  3. Consegue ouvir-me?
  4. Sim.
  5. Eu acho que me consegue ouvir.
  6. Mas, não me vê.
  7. Consegue ouvir-me porque tem ouvidos.
  8. Se fechar os olhos e alcançar o ecrã
  9. saberá que ele está lá.
  10. Consegue senti-lo através da sua pele.
  11. Se não tivesse permissão de o tocar,
  12. pelo menos consegue cheirá-lo.
  13. E depois do cheiro a plástico quente
  14. percebe que o monitor tem de lá estar.
  15. Felizmente tem um nariz.
  16. Mas, e se o saborear?
  17. Bom, será mais difícil.
  18. Mas, eventualmente, sentirá o sabor a plástico
  19. porque tem uma língua.
  20. Você compreende o mundo à sua volta.
  21. Quero dizer, mesmo tudo o que lhe rodeia
  22. através desses cinco sentidos.
  23. Se tiver ouvidos,
  24. consegue ouvir.
  25. Se tiver olhos,
  26. consegue ver.
  27. Através da sua pele,
  28. consegue sentir.
  29. A língua ajuda-o a saborear.
  30. E se tiver nariz, consegue cheirar.
  31. Olhos, ouvidos, nariz, língua e pele são as "ferramentas"
  32. com que você nasceu.
  33. Ferramentas que lhe ajudam a compreender o mundo à sua volta.
  34. Mas, como sabe tudo isto?
  35. Porque notou apenas?
  36. E como é que os dividimos em cinco sentidos?
  37. [CIÊNCIA]
  38. A resposta é CIÊNCIA!
  39. Porque o mundo é tão complicado
  40. usamos a ciência para descobrir e definir.
  41. Mas, o que é a ciência?
  42. Investigação e estudo da natureza
  43. através da observação e raciocínio".
  44. ou " soma de todo o conhecimento
  45. obtido através de investigação".
  46. Basicamente, a soma de todos os testes, números e letras
  47. que juntos podem definir.
  48. Mas como?
  49. A maioria das pessoas reconhece marcas como valores
  50. e os grupos de marcas mais conhecidos são as letras e os números.
  51. Ambos são invenções que nos ajudam
  52. a entender o nosso meio ambiente.
  53. Para compreender melhor como
  54. estas marcas se tornaram reais,
  55. vamos ver uma breve história da matemática:
  56. Os seres humanos, desde os nossos primórdios,
  57. têm procurado soluções para os problemas básicos.
  58. Na construção de casas, medição de espaços,
  59. controlo de estações e contagem de objectos.
  60. Há mais de trinta mil anos,
  61. os primeiros povos paleolíticos
  62. acompanhavam a passagem das estações
  63. e as alterações climáticas para a plantação.
  64. Para representar a passagem do tempo,
  65. eles gravavam marcas nas paredes das grutas,
  66. ou pequenos cortes em ossos, madeira ou pedras.
  67. Cada marca representava 1.
  68. Este sistema tornava-se inadequado
  69. quando se tratava de grandes quantidades.
  70. Então os símbolos foram finalmente criados
  71. para agrupar objectos.
  72. Foram encontradas pedras de argila Sumérias
  73. que datam do quarto milênio aC.
  74. Uma pequena coluna de argila representava 1,
  75. uma bola de argila representava 10,
  76. e um grande cone representava 60.
  77. Registros escritos de aproximadamente 3300 anos aC
  78. mostram que os Babilônios inscreviam as suas quantidades
  79. em tabuletas de argila com canas.
  80. Eles usavam a forma de um prego para 1s
  81. e um V de lado para 10s,
  82. combinando estes símbolos para escrever outros números.
  83. Por exemplo,
  84. Babilônios escreviam 19 como...
  85. Os antigos egípcios usavam objectos
  86. do seu quotidiano como símbolos.
  87. Uma haste para 1, uma cabeça de gado para 10,
  88. uma corda enrolada para 100,
  89. uma flor de lótus para 1000 e assim por diante.
  90. O número 19 era representado por uma cabeça de gado e 9 hastes.
  91. Os antigos Romanos criaram um sistema numérico
  92. que nós ainda vemos hoje.
  93. Juntamente com outros símbolos
  94. eles usavam 'X' para 10 e 'I' para 1.
  95. Na idade média
  96. os Romanos colocavam o 'I' do lado direito do 'X' para 11
  97. e do lado esquerdo para 9.
  98. Por isso, escreviam 19 como XIX.
  99. Todos estes criativos sistemas numéricos
  100. mostram grupos de objectos, bem como objectos individuais.
  101. Alguns dos mais antigos sistemas de contagem humanos
  102. dependem dos dedos das mãos e dos pés.
  103. Por isso são baseados em 1s, 5s, 10s e 20s.
  104. A palavra Zulu para 6 significa
  105. "para pegar o polegar da mão direita"
  106. Quer dizer que, todos os outros dedos da mão esquerda
  107. foram adicionados e outro pulgar foi necessário.
  108. Outros sistemas evoluíram a partir do comércio.
  109. Os Iorubás, na Nigéria,
  110. usavam conchas como moeda
  111. e desenvolveram um sistema numérico espantosamente complexo.
  112. Baseado em 20s
  113. e em operações de multiplicação,
  114. subtracção e adição.
  115. Por exemplo:
  116. eles pensavam 45 como 3 vezes 20 menos 10 menos 5.
  117. Nós e fios atados em cordas foram utilizados
  118. para gravar quantidades em diversas culturas,
  119. tais como os Persas.
  120. Os Incas usavam uma versão mais refinada
  121. chamada the "Quipu".
  122. um cordão grosso na horizontal
  123. onde pendiam cordas atadas.
  124. O tipo de nós que os Incas usavam
  125. em combinação com o tamanho e cor da corda
  126. representava 1s, 10s ou 100s.
  127. Actualmente, quase todas as culturas industrializadas
  128. usam os numerais de 0 a 9,
  129. mas estes números não foram inventados
  130. até ao século III AC na India
  131. e levou outros 800 anos
  132. para a idéia de 0 com valor local ser aplicada.
  133. Esta grande ideia
  134. mudou radicalmente a face da matemática
  135. Nós, humanos, sempre partilhamos uns com o outros.
  136. Quando as culturas antigas compartilhavam a sua comida e água
  137. ou quisessem dividir a sua terra
  138. de maneiras que fossem justas e iguais
  139. Fracções emergiram gradualmente
  140. como símbolos para estas situações de partilha justa.
  141. Os antigos Egípcios usavam fracções unitárias.
  142. Fracções onde o numerador é 1,
  143. como 1/2, 1/3 e 1/5,
  144. e teriam de adicionar e repartir estas fracções.
  145. Se queriam dividir três pães igualmente
  146. entre cinco membros da família,
  147. dividiam o primeiro e o segundo pão
  148. em 3 partes,
  149. e depois o terceiro pão em 5,
  150. e por último pegavam no terço restante
  151. do segundo pão e dividiam-no em cinco partes.
  152. Eles escreviam isto como 1/3, 1/5, 1/15.
  153. Actualmente, nós representamos esta partilha
  154. com a fracção: 3/5.
  155. 3/5 de pão para cada pessoa,
  156. ou 3 pães divididos por 5 pessoas.
  157. Os Sumérios e os antigos Babilônios
  158. inventaram um sistema de fracções numéricos
  159. baseados em 60, que ainda utilizamos 4000 anos depois.
  160. Os nossos dias têm 60 minutos por hora
  161. e 60 segundos por minuto.
  162. E os nossos círculos abrangem 360 graus.
  163. Sociedades chinesas usavam um ábaco
  164. com um sistema baseado em 10s, embora não tinha 0.
  165. Uma forma primitiva de fracções decimais
  166. veio do ábaco.
  167. Por exemplo:
  168. 3/5 seriam 6 de 10 num ábaco.
  169. Os Chineses carinhosamente chamavam o numerador de "filho"
  170. e o denominador de "mãe".
  171. Não foi antes do século XII
  172. que as fracções comuns
  173. com a notação de barra, que usamos hoje,
  174. foram inventadas.
  175. Mesmo assim, estas fracções não foram amplamente utilizadas
  176. até o período renascentista, apenas 500 anos atrás.
  177. Ao longo da história, as diversas culturas espalhadas pelo mundo
  178. têm criado formas engenhosas para calcular.
  179. Para resolver um problema, digamos... 12x15,
  180. os antigos camponeses Russos
  181. usavam um sistema de duplicação e divisão pela metade.
  182. Quando a metade de um número impar resultava numa fracção
  183. arredondavam para baixo
  184. e em seguida adicionavam os factores
  185. associados a multiplicadores ímpares.
  186. Os antigos egípcios baseavam-se em um processo de duplicação
  187. até produzirem grupos suficientes...
  188. Depois adicionavam esses grupos para encontrar a resposta.
  189. Por toda a Europa e Ásia, durante a idade média,
  190. o ábaco era a calculadora de mão da altura.
  191. Mas muito poucas pessoas sabiam como usá-lo,
  192. essencialmente comerciantes bem-sucedidos e fornecedores de crédito.
  193. Pelo simples movimento de peças, tendo cada uma o seu valor de posição
  194. um ábaco era uma maneira altamente eficiente para calcular.
  195. Depois, o grande matemático árabe al-Khwarizmi
  196. introduziu os numerais Hindus de 0 a 9,
  197. na América do Norte e Europa
  198. e criou novos procedimentos para o cálculo.
  199. Esses algoritmos podiam ser escritos no papel.
  200. Ao longo dos séculos a aprendizagem de algoritmos
  201. tornou-se essencial na educação,
  202. estudantes foram ensinados a calcular
  203. longas colunas de elementos,
  204. emprestar e carregar,
  205. e fazer a divisão longa de forma eficiente e confiável.
  206. Eles podiam agora manter registos desses procedimentos
  207. e verificar resultados.
  208. Actualmente, cálculos complexos
  209. são feitos com uma calculadora.
  210. Isto significa que os estudantes necessitam da capacidade
  211. de comprovar racionalmente a resposta
  212. e ter um vasto repertório
  213. de estratégias de cálculo mental para fazer isso.
  214. A maioria dos cálculos simples, como 12x15
  215. podem ser resolvidos mentalmente usando uma variedade de estratégias.
  216. Como nós viajamos através da rica
  217. e vibrante história da matemática,
  218. podemos ver como ideias e invenções
  219. surgiram da necessidade do humano
  220. de resolver problemas do quotidiano.
  221. Ao longo do tempo, as investigações matemáticas
  222. de homens e mulheres de todo o mundo,
  223. deram-nos as lentes fascinantes
  224. que, matematicamente, nos ajudam a ver
  225. e dar sentido ao nosso mundo.
  226. A ciência é a colecção de factos
  227. obtidos, definindo o que observamos
  228. e executando testes para explorar.
  229. Matemática, química e física representam linguagens fixas
  230. que não estão sujeitas a interpretação.
  231. Linguagens utilizadas para descrever o que observamos
  232. e testar essas mesmas observações, a fim de prová-las.
  233. Pense em DNA,
  234. células, galáxias,
  235. frutas,
  236. portáteis,
  237. ar condicionado....
  238. Pense em carros,
  239. comida,
  240. casa,
  241. fauna,
  242. flora...
  243. Pense em átomos,
  244. partes do corpo,
  245. clima,
  246. ou as roupas que veste...
  247. E perceberá que tudo foi definido,
  248. ou criado
  249. pela ciência.
  250. Para entenderes todo o conceito de ciência,
  251. necessitas de saber o que uma teoria científica significa:
  252. "Uma teoria científica
  253. é um conjunto de conceitos,
  254. incluindo captações de fenômenos observáveis,
  255. expressos em propriedades quantificáveis,
  256. juntamente com as regras (chamadas de leis científicas)
  257. que expressam relações
  258. entre as observações desses conceitos".
  259. Uma teoria científica é construída para ajustar
  260. os dados empíricos disponíveis sobre tais observações
  261. que se propõem como um princípio ou um conjunto de princípios
  262. para explicar uma classe de fenómenos.
  263. Uma teoria científica é totalmente diferente
  264. de qualquer outra teoria,
  265. é a variante mais provável
  266. que resulta de descobertas recentes.
  267. Ciência é a melhor ferramenta que alguma vez foi concebida
  268. para entender como funciona o mundo.
  269. A ciência é o conhecimento do humano.
  270. Estamos sempre à beira do conhecido.
  271. A ciência é um empreendimento colaborativo
  272. abrangendo novas gerações.
  273. Lembramo-nos daqueles que dispuseram o caminho
  274. como também visualizamos através deles.
  275. Se você tem literação científica
  276. o mundo parecer-lhe-á muito diferente,
  277. e essa compreensão aumenta os horizontes.
  278. Existe poesia real no mundo real.
  279. A ciência é a poesia da realidade.
  280. Podemos fazer ciência, e com ela,
  281. podemos melhorar as nossas vidas.
  282. Existe poesia real no mundo real.
  283. A ciência é a poesia da realidade.
  284. A história dos humanos é a história das idéias
  285. que brilham em cantos escuros.
  286. Os cientistas adoram mistérios, amam não saber.
  287. Eles não se sentem assustados de não saber coisas.
  288. Eu acho que é muito mais interessante.
  289. Há uma realidade universal mais larga
  290. de que todos fazemos parte.
  291. Quanto mais investigarmos o universo,
  292. mais notáveis são as descobertas que fazemos.
  293. A busca da verdade, dentro e fora em si,
  294. é um caminho que está cheio de percepções.
  295. Existe poesia real no mundo real.
  296. A ciência é a poesia da realidade.
  297. Podemos fazer ciência, e com ela,
  298. podemos melhorar nossas vidas.
  299. Existe poesia real no mundo real.
  300. A ciência é a poesia da realidade.
  301. A história dos humanos é a história das idéias
  302. que brilham em cantos escuros.
  303. Do nosso ponto solitário no cosmos,
  304. através do poder do pensamento,
  305. temos sido capaz de espreitar de volta
  306. para um breve instante após o início do universo.
  307. Eu acho que a ciência
  308. muda a forma como a nossa mente funciona.
  309. Para pensar um pouco mais profundamente sobre as coisas.
  310. A ciência substitui o preconceito privado
  311. por provas gerais e verificáveis.
  312. Existe poesia real no mundo real.
  313. A ciência é a poesia da realidade.
  314. Podemos fazer ciência, e com ela,
  315. podemos melhorar nossas vidas.
  316. [ ciência é uma grande ferramenta para a compreensão
  317. do mundo à nossa volta ]
  318. [ pense nisso como uma magnífica lupa
  319. através da qual pode ver
  320. a realidade em seu redor ]