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Conheça "Quando Éramos Peixes" - com Neil Shubin e Kalliope Monoyios

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    Olá, pessoal!
  • 0:03 - 0:06
    Bem-vindos a este episódio de Ler Ciência.
  • 0:06 - 0:08
    Episódio "Quando Éramos Peixes",
  • 0:08 - 0:10
    e sejam bem-vindos.
  • 0:10 - 0:12
    Meu nome é Joanne Manaster,
  • 0:12 - 0:13
    blogueira do Scientific American,
  • 0:13 - 0:16
    e estamos transmitindo o Ler Ciência hoje
  • 0:16 - 0:18
    juntamente com a Scientific American.
  • 0:18 - 0:21
    Estamos com meu co-apresentador
    Jeff Schomiyer
  • 0:21 - 0:24
    e nossos convidados especiais: Neil Shubin
  • 0:24 - 0:26
    e Kalliope Monoyios,
  • 0:27 - 0:30
    também blogueira da Scientific American.
  • 0:30 - 0:33
    Ainda que este não seja
    um episódio de Dia da Terra,
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    nosso convidado Neil Shubin
    sabe umas coisinhas sobre
  • 0:36 - 0:39
    desenterrar pedaços de terra para
    ajudar-nos a entender
  • 0:39 - 0:41
    nosso lugar na história da evolução.
  • 0:41 - 0:45
    O paleontólogo e escritor
    Neil Shubin e sua equipe
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    descobriram fósseis bem preservados
    de peixes tetrápodes do Período Devoniano,
  • 0:49 - 0:53
    em 2004 na Ilha Ellesmere, no Canadá,
  • 0:53 - 0:58
    e publicaram os resultados em um
    artigo de referência na Nature em 2006.
  • 0:58 - 1:01
    Estou ansiosa para aprender
    mais sobre o assunto.
  • 1:01 - 1:04
    Atualmente, o Dr. Shubin é
    o Professor Robert R. Bensley
  • 1:04 - 1:07
    de Biologia de Organismos e Anatomia
  • 1:07 - 1:10
    Reitor Associado de Biologia
    de Organismos e Anatomia,
  • 1:10 - 1:12
    e professor do Comitê de
    Biologia Evolutiva
  • 1:12 - 1:15
    na Universidade de Chicago,
  • 1:15 - 1:18
    além de ser diretor do
    Museu Field de História Natural
  • 1:18 - 1:20
    lá em Chicago.
  • 1:20 - 1:22
    Ele escreveu dois livros aclamados:
  • 1:22 - 1:24
    "A História de
    Quando Éramos Peixes:
  • 1:24 - 1:27
    Uma revolucionária teoria
    sobre a origem do corpo humano."
  • 1:27 - 1:29
    e "Por Dentro do Universo:
  • 1:29 - 1:32
    descobrindo o que há em comum
    entre pedras, planetas e pessoas."
  • 1:33 - 1:36
    Eles foram lindamente ilustrados
    por nossa segunda convidada,
  • 1:36 - 1:38
    a quem Jeff apresentará daqui a pouco.
  • 1:39 - 1:42
    Atualmente, o Dr. Shubin está
    apresentando uma série,
  • 1:42 - 1:44
    baseada na história de
    Quando Éramos Peixes, na PBS,
  • 1:44 - 1:47
    e — se você ainda não assistiu —
    eu recomendo muito.
  • 1:47 - 1:49
    Mudando de assunto...
  • 1:49 - 1:50
    Oh, diga "Oi" para o pessoal!
  • 1:50 - 1:52
    NS: Olá, estou feliz por estar aqui!
  • 1:52 - 1:54
    JM: Muito obrigada por se juntar a nós.
  • 1:55 - 1:59
    NS: Tenho o prazer de
    apresentar Kalliope Monoyios,
  • 1:59 - 2:01
    ainda estou praticando esse nome.
  • 2:03 - 2:06
    Ela é ilustradora científica e
    comunicadora.
  • 2:06 - 2:08
    Ela já contribuiu com--
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    Já contei umas 3 dúzias
    e meia de ilustrações
  • 2:11 - 2:13
    para "Quando Éramos Peixes".
  • 2:13 - 2:16
    Ela também ilustrou
    o mais recente livro do Neil,
  • 2:16 - 2:17
    "Por Dentro do Universo".
  • 2:17 - 2:19
    Ela é graduada pela
    Universidade de Princeton
  • 2:19 - 2:21
    como Bacharel em Geologia.
  • 2:21 - 2:25
    Durante 11 anos, ela trabalhou
    na Universidade de Chicago
  • 2:25 - 2:28
    como ilustradora científica
    e coordenadora de divulgação pública
  • 2:28 - 2:30
    no laboratório de Neil Shubin.
  • 2:30 - 2:34
    Do seu blog, eu quero ler essa
    frase sobre a filosofia dela:
  • 2:34 - 2:38
    "Ao criar imagens intuitivas
    e intrigantes,
  • 2:38 - 2:41
    direcionadas ao público correto,
  • 2:41 - 2:45
    cientistas podem tornar suas pesquisas
    interessantes e acessíveis,
  • 2:45 - 2:48
    levando a discussões mais significativas
  • 2:48 - 2:51
    e um público cientificamente letrado."
  • 2:51 - 2:54
    É isso que nos interessa,
    aqui no Ler Ciência.
  • 2:54 - 2:57
    Ela escreve um blog
    para a Scientific American
  • 2:57 - 3:00
    chamado Symbiartic: A Arte da
    Ciência e a Ciência da Arte,
  • 3:00 - 3:03
    e eu sugiro que você visite
    o site pessoal dela
  • 3:03 - 3:05
    para ver diversos exemplos
  • 3:05 - 3:07
    de suas ilustrações lindas e precisas.
  • 3:09 - 3:11
    Kalliopi, que bom ter você aqui.
    Bem-vinda!
  • 3:11 - 3:14
    KM: Obrigada, estou feliz por estar aqui!
  • 3:14 - 3:19
    JS: OK, OK. Quero começar onde
    Neil começa a história dele,
  • 3:20 - 3:23
    que é na descoberta do fóssil de Tiktaalik
  • 3:23 - 3:25
    — se é que eu disse isso certo —
  • 3:25 - 3:28
    um antigo peixe ossudo que
    sua equipe encontrou no Ártico.
  • 3:28 - 3:30
    Dada a cena do livro,
  • 3:30 - 3:33
    nos dê uma ideia de como os ossos
    desses fósseis de peixe
  • 3:33 - 3:36
    poderiam ter alguma relação
    com os humanos,
  • 3:36 - 3:38
    e também aquele insight que
    forma o núcleo da história
  • 3:38 - 3:42
    em que você conta na história de
    "Quando Éramos Peixes".
  • 3:42 - 3:43
    Depois eu volto com outra pergunta.
  • 3:43 - 3:47
    NS: Bem, há duas coisas sobre a
    descoberta do fóssil que são relevantes.
  • 3:47 - 3:49
    A primeira é o próprio fóssil,
  • 3:49 - 3:52
    mas, quase mais importante é
    a história da descoberta do fóssil.
  • 3:52 - 3:55
    Foi assim que soubemos onde procurar
  • 3:55 - 3:58
    porque acho que é lá, onde
    muito da potência conceitual aparece.
  • 3:58 - 4:01
    O fóssil em si — se eu fosse
    segurá-lo na sua frente —
  • 4:01 - 4:03
    seria de quase 1 metro e 20 centímetros.
  • 4:04 - 4:06
    O maior é de quase 2 metros
    e 70 centímetros.
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    Você iria olharia e veria uma cabeça,
  • 4:08 - 4:09
    como esta.
  • 4:09 - 4:12
    Esse é uma carcaça de Tiktaalik.
  • 4:12 - 4:14
    Você veria uma cabeça que é meio achatada,
  • 4:14 - 4:16
    com um par de olhos em cima,
  • 4:16 - 4:18
    veria as escamas nas costas
  • 4:18 - 4:20
    e pinos com correia de barbatana.
  • 4:20 - 4:22
    Mas se olhar dentro da criatura,
  • 4:22 - 4:23
    você veria que dentro da barbatana
  • 4:24 - 4:26
    Um osso de braço, um antebraço,
    até partes de um punho.
  • 4:26 - 4:30
    Tem um pescoço, muito parecido com
    o tipo de pescoço que nós temos.
  • 4:30 - 4:32
    Eles tinham pulmões e guelras.
  • 4:32 - 4:35
    Era de fato um intermediário entre peixes
    e animais terrestres.
  • 4:35 - 4:38
    Então, nos diz muito sobre como
    animais evoluíram para andar na terra.
  • 4:38 - 4:42
    Mais importante, quando no contexto
    de todas as outras evidências que temos,
  • 4:42 - 4:46
    nos mostra que podemos
    ligar os fósseis desse peixe
  • 4:46 - 4:48
    à evolução dos nossos próprios corpos.
  • 4:48 - 4:52
    Esse punho que vemos pela
    primeira vez no Tiktaalik e seus parentes
  • 4:52 - 4:54
    é algo que se tornou nosso próprio punho.
  • 4:54 - 4:55
    O pescoço que vemos pela primeira vez,
  • 4:55 - 4:57
    nesse tipo de criatura e seus parentes,
  • 4:57 - 5:00
    é algo que se tornaria
    nosso próprio pescoço.
  • 5:00 - 5:03
    Então, é parte da nossa própria história,
    incorporada a este peixe.
  • 5:03 - 5:05
    A outra parte relevante é
    a história da descoberta.
  • 5:05 - 5:08
    E é ai onde o poder aparece.
  • 5:08 - 5:10
    Nós não tropecemos nisso.
  • 5:10 - 5:13
    O que fizemos foi prever
    em que lugar ele estaria.
  • 5:13 - 5:15
    Utilizando as ferramentas
    da biologia evolutiva,
  • 5:15 - 5:18
    utilizando ferramentas da ciência
    da estratigrafia geológica,
  • 5:19 - 5:21
    nós conseguimos dizer que
  • 5:21 - 5:23
    "Essas rochas no Ártico,
  • 5:23 - 5:26
    porque têm a idade certa,
    por serem o tipo certo de rocha
  • 5:26 - 5:28
    provavelmente terão
    este tipo de fóssil."
  • 5:28 - 5:30
    Levamos seis anos,
    mas o encontramos.
  • 5:31 - 5:36
    JS: Você me deu uma direção,
    voltarei para a segunda parte depois,
  • 5:36 - 5:40
    porque você me direcionou a uma
    outra pergunta que gostaria de fazer
  • 5:40 - 5:44
    sobre onde você teve uma ótima,
    discussão muito útil
  • 5:44 - 5:47
    sobre localizar possível
    estratos geológicos
  • 5:47 - 5:51
    onde você achou que encontraria
    um fóssil de transição,
  • 5:51 - 5:54
    O que era algo que você
    estava mesmo procurando.
  • 5:54 - 5:58
    Você tinha algo em mente, e passou
    por um processo,
  • 5:58 - 6:00
    de uma sequência de deduções,
  • 6:00 - 6:02
    que te ajudaram a localizar uma
    certa quantidade
  • 6:02 - 6:05
    de prováveis descobertas, exatamente,
  • 6:05 - 6:07
    com bastante precisão.
  • 6:07 - 6:09
    Eu penso, ao mesmo
    tempo que leio isso,
  • 6:09 - 6:11
    que nós geralmente não
    pensamos em paleontologia
  • 6:11 - 6:13
    como uma ciência preditiva.
  • 6:13 - 6:15
    Mas é isso que ocorreu aqui, não é?
  • 6:15 - 6:17
    NS: Bem, isso é o poder, certo?
  • 6:17 - 6:20
    É o poder conceitual. Porque
    são as ferramentas da biologia evolutiva
  • 6:20 - 6:22
    que nos deram os meios
    para fazer previsões.
  • 6:22 - 6:26
    Não buscamos de qualquer rocha. Buscamos
    rochas com uma idade particular.
  • 6:26 - 6:28
    Não buscamos qualquer rocha daquela idade.
  • 6:28 - 6:31
    Buscamos rochas que foram formadas
    em um meio específico.
  • 6:31 - 6:35
    É uma previsão que, com certeza,
    prova, de alguma forma, a regra.
  • 6:35 - 6:38
    E o que é interessante sobre
    o Tiktaalik é que,
  • 6:38 - 6:40
    de algum modo,
    ele é totalmente trivial.
  • 6:40 - 6:42
    Não inventamos nenhuma técnica.
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    Nós utilizamos as mesmas ferramentas
    que paleotólogos têm usado
  • 6:45 - 6:46
    por mais de um século.
  • 6:46 - 6:49
    OK, isso é apenas um exemplo
    muto vívido disso.
  • 6:49 - 6:53
    O método paleotológico está
    funcionando todos os dias.
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    Toda semana, quando lê um artigo
    na Nature ou na Science,
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    está sendo usado uma versão do que
    Ted Daeschler, Farish Jenkins e eu usamos.
  • 7:02 - 7:05
    JS: Mas... Você continua me dando
    essas informações incríveis.
  • 7:05 - 7:07
    Obrigado.
  • 7:07 - 7:08
    NS: Ei, sem problema!
  • 7:08 - 7:13
    JS: Minha outra pergunta: você não buscou
    aleatóriamente um fóssil de transição.
  • 7:13 - 7:17
    Você tinha em mente algo específico,
    um animal, um tipo de animal
  • 7:17 - 7:19
    que seria a sua transição,
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    que te mostraria o que estava procurando.
  • 7:21 - 7:25
    E agora, o outro ponto que eu queria
    chegar, antes disto.
  • 7:25 - 7:29
    Eu gostei tanto da história
    que você contou,
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    porque você abrangeu tantas disciplinas,
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    e eu citei algumas, como
  • 7:33 - 7:37
    paleotologia, geologia,
    desenvolvimento biológico, evolução,
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    biologia celular, anatomia comparativa,
    uma duzia de outras,
  • 7:40 - 7:43
    e o desafio que isso envolve.
    Mas a excitação causada
  • 7:43 - 7:47
    parece ser o que ajuda a contar
    uma história coerente, atraente,
  • 7:48 - 7:49
    que envolve todas essas coisas.
  • 7:50 - 7:52
    O que me leva a imaginar:
  • 7:52 - 7:54
    havia um tema para o livro?
  • 7:54 - 7:57
    E eu quero perguntar,
    se isso é claro?
  • 7:57 - 8:00
    Nós tivemos várias chances
    nos últimos anos,
  • 8:00 - 8:05
    de entender evolução como
    uma ideia poderosa, no centro das coisas
  • 8:05 - 8:07
    que nos ajudam a criar um sentido
    em toda a Biologia.
  • 8:08 - 8:13
    Isso parece ser, de alguma forma,
    um tema abrangente para este livro.
  • 8:14 - 8:17
    Você está usando essa ideia
    de origem comum
  • 8:17 - 8:20
    em todo lugar, para tudo
    que você está fazendo.
  • 8:20 - 8:23
    E por toda essa história
    se parece estar expressando isso.
  • 8:24 - 8:26
    Gostaria de saber se você concorda...
  • 8:26 - 8:28
    Essa é uma pergunta de prova.
  • 8:28 - 8:30
    NS: Eu concordo!
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    Mas te darei uma resposta maior,
  • 8:32 - 8:34
    ao invés de somente
    "Eu concordo".
  • 8:34 - 8:36
    Todo o conceito por trás de
    Quando Éramos Peixes,
  • 8:36 - 8:38
    tanto no livro quanto na série de TV,
  • 8:38 - 8:41
    porque a série de TV
    intercala diferentes disciplinas
  • 8:41 - 8:42
    em maior escala.
  • 8:42 - 8:44
    Seria mais fácil fazer
    uma série de TV
  • 8:44 - 8:45
    onde estamos só no campo
  • 8:45 - 8:47
    encontrando fósseis, certo?
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    Mas nós intercalamos, a genética
  • 8:50 - 8:53
    a biologia do desenvolvimento,
    a paleontologia de campo
  • 8:53 - 8:56
    Porque se encaixam, para revelar
  • 8:56 - 8:58
    a história dentro do nosso corpo.
  • 8:58 - 9:01
    Então, toda a ideia concebível
    por trás de "Quando Éramos Peixes "
  • 9:02 - 9:07
    é que 3,5 bilhões de anos
    de história são mesmo relevantes.
  • 9:07 - 9:09
    Primeiro, são relevantes,
    porque podemos saber.
  • 9:09 - 9:12
    As ferramentas da ciência
    nos permitem alcançar o passado
  • 9:12 - 9:14
    e ver esses eventos
    distantes no passado.
  • 9:14 - 9:18
    Mas a outra parte é que a história
    está dentro de você e eu.
  • 9:18 - 9:21
    Quero dizer, cada célula, gene,
    cada órgão do nosso corpo,
  • 9:21 - 9:23
    contém essa história.
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Titel:
Conheça "Quando Éramos Peixes" - com Neil Shubin e Kalliope Monoyios
Beschreibung:

Joanne Manaster, blogueira e palestrante de biologia do SA, juntamente com seu co-apresentador do Ler Ciência! Jeff Shaumeyer apresentará uma conversa ao vivo ás 14h, horário de Brasília, na terça-feira, 22 de abril, com o paleontólogo Neil Shubin e sua ilustradora Kalliope Monoyios (que também bloga para a SA). A discussão se concentrará em "Quando Éramos Peixes", uma série de três partes atualmente no ar na PBS baseada no livro best-seller de Shubin de 2009 com o mesmo nome.

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Video Language:
English
Team:
Scientific American
Projekt:
SA Hangout
Duration:
47:46

Untertitel in Portuguese, Brazilian

Unvollständig

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